<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Wilker - BSB REVISTA</title>
	<atom:link href="https://bsbrevista.com.br/tag/wilker/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bsbrevista.com.br/tag/wilker/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 06 Sep 2025 16:31:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-cropped-BSB-REVISTA-quadrado-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Wilker - BSB REVISTA</title>
	<link>https://bsbrevista.com.br/tag/wilker/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>UNB expulsa aluno de direita que denunciava doutrinação de esquerda nas aulas</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/09/06/unb-expulsa-aluno-de-direita-que-denunciava-doutrinacao-de-esquerda-nas-aulas/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2025/09/06/unb-expulsa-aluno-de-direita-que-denunciava-doutrinacao-de-esquerda-nas-aulas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 15:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aluno]]></category>
		<category><![CDATA[Direita]]></category>
		<category><![CDATA[Expulsa]]></category>
		<category><![CDATA[Unb]]></category>
		<category><![CDATA[Wilker]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=33483</guid>

					<description><![CDATA[<p>Decisão vem depois de condenação de aluno por &#8220;difamação&#8221; de professor esquerdista Por Victório Dell Pyrro A decisão institucional de expulsar o estudante Wilker Leão, [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/06/unb-expulsa-aluno-de-direita-que-denunciava-doutrinacao-de-esquerda-nas-aulas/">UNB expulsa aluno de direita que denunciava doutrinação de esquerda nas aulas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Decisão vem depois de condenação de aluno por &#8220;difamação&#8221; de professor esquerdista</h6>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão institucional de expulsar o estudante Wilker Leão, por gravar e expor doutrinação de esquerda radical na UnB, revela um espetáculo de interpretações jurídicas que mais evocam humor involuntário do que justiça constitucional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguindo o exemplo do Supremo Tribunal Federal, que abriu o famoso inquérito das fake news, a UnB defende radicalização contra ideologia diferente de seus controladores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eis o Brasil: onde a Constituição, aquela senhora cansada de ser retorcida, prescreve no artigo 5º, inciso X, o direito à privacidade e imagem, mas não proíbe explicitamente a gravação quando feita por um dos próprios interlocutores – e, muito menos, a divulgação quando destinada à denúncia pública de suposto abuso ou desvio em serviço público.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="da-constituio--condenao-um-roteiro-tragicmico">Da Constituição à condenação: um roteiro tragicômico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 5º da Constituição é claro: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas”, mas o mesmo artigo também frisa que só o que é proibido por lei está vedado ao cidadão.&nbsp;Para o caso Wilker, não há norma federal específica vedando gravações de aulas por parte dos próprios alunos, tampouco proibindo que se exponham práticas pedagógicas em instituições públicas – salvo a intenção clara de escárnio, montagem ou ofensa, o que deve ser punido proporcionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, cá entre nós: transformar um estudante em criminoso por ser parte interessada, registrando sua própria vida acadêmica e denunciando o que julga ser abuso intelectual – ainda que a forma deste registro seja questionável ou até desagradável – é aceitar que o ambiente universitário, esse berço de debate livre, virou tribunal de costumes, blindado à crítica, à revelação e à zoeira. Alunos que antes lutavam contra a ditadura e pelas liberdades hoje, são professores da Universidade que censura e reprime. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="512" height="348" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17571712378442139510617022226856.jpg" alt="" class="wp-image-33484"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Manifestação durante a ocupação e greve estudantil da UnB em 1977</em>, <em>durante a ditadura militar</em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="o-juzo-professora-juza-e-rainha-da-moral-acadmica">O juízo: professora e juíza e da moral acadêmica?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">E o que dizer da sentença assinada por uma professora-juíza, Ana Cláudia Loiola? Aqui o Brasil se supera. O que seria conflito de interesse lá fora, por aqui se converte em símbolo de imparcialidade ilustrada, garantindo à justiça as cores das paixões universitárias: condenação por calúnia, expulsão sumária e linchamento institucional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Só faltou a toga vir acompanhada de certificado pedagógico e pomada para cotovelos feridos, afinal, a Universidade preferiu deixar de lado o debate e o contraditório, preferindo a cartilha do “aqui se ensina, aqui se cala”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Cláudia Loiola de Morais Mendes é juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Distrito Federal desde 2001 e titular da 1ª Vara Criminal de Brasília desde 2015. Ela também atua como professora universitária, lecionando cursos de Pós-Graduação em Direito Penal, Direito Constitucional e Processo Penal na faculdade do ministro Gilmar Mendes, o IDP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela condenou Wilker a 2 anos e 3 meses de prisão.  A sentença impôs&nbsp;<strong>regime aberto</strong>, com base em acusações de&nbsp;<strong>calúnia e difamação</strong>&nbsp;contra o professor&nbsp;<strong>Estevam Thompson</strong>, citadas em seis vídeos de aulas de&nbsp;<strong>História da África</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="615" height="337" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17571724264717463758721165486501.png" alt="" class="wp-image-33485" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17571724264717463758721165486501.png 615w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17571724264717463758721165486501-600x329.png 600w" sizes="(max-width: 615px) 100vw, 615px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="o-servio-pblico-e-o-direito--transparncia">O serviço público e o direito à transparência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ambiente universitário, por ser público, deveria se submeter ao princípio constitucional da publicidade. Negar a possibilidade de qualquer gravação – especialmente pelo próprio aluno, parte interessada e envolvida – é aberração jurídica nas pontas da democracia. É preciso proteger o professor do linchamento virtual, sim; mas quando o Estado decide que quem denuncia vira réu e quem se sente exposto vira vítima absoluta, o debate morreu asfixiado pela toga e pelo jaleco acadêmico. O debate universitário deve sim ser fomentado e não reprimido com censura à base de repressão judicial, não importa qual ideologia seja defendida.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="moral-da-histria-entre-o-caderninho-de-anotaes-e-a">Entre o caderninho de anotações e a superprodução de inquéritos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expulsão e condenação de Wilker Leão registram um capítulo onde o humor involuntário supera o drama: não se pode gravar a própria aula para mostrar doutrinação, mas pode se expulsar quem ousa espiar atrás do quadro. No Brasil, quem tiver dúvidas sobre o que é permitido, que ligue para a Constituição – mas espere sentado por uma resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ironia das ironias: a universidade de Brasília, que já viu manifestações estudantis históricas e exílios notáveis, agora virou defensora de um sigilo pedagógico digno de monastério, condenando quem se atreve a discordar, filmar, criticar – e, mais grave, expor. O humor, claro, é involuntário, mas o alerta é real: se o debate virou crime, o próximo passo é pedir autorização por escrito para anotar em sala – e, quem sabe, registro em cartório para cada discordância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque no Brasil tudo é permitido… menos pensar diferente em público e mostrar a gravação nas redes sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A decisão da justiça no caso da a UnB segue princípios de Toffoli e Moraes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito das fake news iniciado pelo Supremo Tribunal Federal atingiu diretamente o site O Antagonista e a Revista Crusoé, marcando um dos episódios mais controversos da história da liberdade no Brasil. O STF determinou, ainda em abril de 2019, que ambos retirassem do ar reportagens que citavam o ministro Dias Toffoli, e convocou seus responsáveis para depoimentos à Polícia Federal. O episódio ficou conhecido por decisões de censura e por ter sido instaurado de ofício pelo próprio Supremo, sem participação do Ministério Público, em clara ruptura da praxe do sistema penal acusatório.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="abertura-do-inqurito-e-motivao">Abertura do inquérito e motivação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito das fake news foi aberto pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para apurar ataques virtuais, ameaças, notícias fraudulentas e infrações que atingissem a honra dos ministros da Corte. O relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, assumiu o comando da investigação que começou com foco nas repercussões da Lava Jato e rapidamente expandiu para empresários, políticos, jornais e influenciadores. Dentre os primeiros alvos, O Antagonista e Crusoé, por divulgarem reportagem sobre supostos vínculos entre Toffoli e a Odebrecht, foram censurados e obrigados a depor, sob ameaça de multa de R$ 100 mil por descumprimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="reaes-e-crticas">Reações e críticas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de censura exposta na imprensa nacional e internacional gerou intensa reação, com entidades como Abraji denunciando “ataque frontal à liberdade de expressão” e alertando para os riscos de um judiciário que assume papéis de investigador, vítima e julgador simultaneamente. A primeira medida pós- ditadura, tida como inédita e questionável, foi sustentada por Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de proteger a integridade institucional da Corte, mas acabou sendo parcialmente revogada após recursos – embora nunca tenha sido excluído de vez o risco de novas sanções e investigações.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="impacto-na-imprensa-e-debate-pblico">Impacto na imprensa e debate público</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O caso serviu como exemplo sobre os limites e perigos da classificação de notícias como “fake news” sem critérios definidos e sobre os riscos para a apuração jornalística respaldada em documentos oficiais. Advogados e juristas apontaram que o episódio não envolvia publicação de notícias fraudulentas, mas sim reportagem baseada em documento legal, evidenciando o potencial uso político do conceito de fake news para censurar conteúdos críticos ao Judiciário. A UnB seguiu o exemplo. Não se pode questionar, muito menos mostrar esse questionamento nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito, que segue em vigor e já foi prorrogado diversas vezes<a href="https://oantagonista.com.br/brasil/o-inquerito-das-fake-news-sera-infinito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>, dividiu opiniões, sendo saudado como defesa das instituições por setores de esquerda e criticado por juristas e jornalistas que observam ameaça à democracia e à liberdade de imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Antagonista publicou reportagens sobre Dias Toffoli, ministro do STF, principalmente em torno dos vínculos dele com a Odebrecht revelados pela Operação Lava Jato. Em 15 de abril de 2019, Alexandre de Moraes censurou uma matéria da Crusoé repercutida por O Antagonista, baseada em documento oficial, que mostrava que Toffoli era citado por Marcelo Odebrecht como &#8220;amigo do amigo do meu pai&#8221; em e-mails internos da empreiteira, numa referência a relações estreitas no contexto de corrupção<a href="https://oantagonista.com.br/analise/6-anos-de-inquerito-das-fake-news-conheca-sua-verdadeira-historia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> A UnB remete, com sua decisão, à volta aos fatos produzidos pela esquerda combatida por Wilker. O Atual presidente, Lula, é o maior beneficiário dessa ação judicial. Está livre de pagar por crimes de corrupção com as decisões do STF. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 15 de abril de 2019, Crusoé e O Antagonista divulgaram reportagem detalhando o codinome atribuído a Toffoli (&#8220;amigo do amigo do meu pai&#8221;) pela Odebrecht, levantando suspeitas de favorecimento e relações próximas entre Toffoli e agentes ligados à empreiteira<a href="https://oantagonista.com.br/analise/6-anos-de-inquerito-das-fake-news-conheca-sua-verdadeira-historia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 27 de julho de 2018, Crusoé já havia revelado que Toffoli recebia uma mesada de R$ 100 mil de sua esposa, Roberta Rangel, desde 2015, em uma conta no Banco Mercantil<a href="https://oantagonista.com.br/analise/6-anos-de-inquerito-das-fake-news-conheca-sua-verdadeira-historia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As reportagens foram censuradas pelo STF sob alegação de proteger a instituição contra ataques, apesar da confirmação posterior de que o documento era autêntico. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Roberta Rangel, advogada e esposa&nbsp;do ministro Dias&nbsp;Toffoli, possui&nbsp;ligação profissional&nbsp;com empresas&nbsp;envolvidas em&nbsp;investigações decorrentes da Lava&nbsp;Jato. O escritório&nbsp;de Roberta, Rangel Advocacia, recebeu&nbsp;R$ 300 mil de empresas como Queiroz Galvão&nbsp;e Iesa entre&nbsp;2008 e 2011 – ambas integrantes de consórcio investigado pela Lava&nbsp;Jato por repasses de propina à Petrobras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, Roberta Rangel atua diretamente&nbsp;na defesa da&nbsp;J&amp;F, holding&nbsp;dos irmãos Batista&nbsp;que controla&nbsp;a JBS, envolvida em acordos de leniência ligados&nbsp;à Lava Jato, Operação Greenfield e&nbsp;Sépsis.&nbsp;Seu nome consta como advogada em disputas de grande repercussão, especialmente&nbsp;no litígio da&nbsp;J&amp;F pela compra&nbsp;da Eldorado Celulose – que acabou&nbsp;beneficiada por&nbsp;decisões monocráticas do próprio&nbsp;Toffoli, como&nbsp;o cancelamento de&nbsp;multa de R$&nbsp;10,3 bilhões que fazia parte do acordo de&nbsp;leniência homologado no âmbito&nbsp;das operações. Mas isso tudo foi ignorado, assim como a UnB ignora o discurso de Wilker contra a corrupção da esquerda, essa, defendida pelo professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal anulou diversas decisões e processos da Operação Lava Jato, em especial aqueles ligados a autoridades políticas, sob o argumento de parcialidade e irregularidades na condução das investigações pelo ex-juiz Sergio Moro e integrantes do Ministério Público Federal (MPF). O ministro Dias Toffoli foi a principal figura das decisões que confirmaram nulidade de atos contra investigados da Lava Jato, apontando um suposto conluio entre Moro, MPF e Polícia Federal, comprometendo o direito ao contraditório e imparcialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As anulações incluíram processos contra nomes como o ex-ministro Paulo Bernardo, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o doleiro Alberto Youssef, o ex-ministro Antonio Palocci e o empresário Marcelo Odebrecht, que, veja só, confessou os crimes e devolveu dinheiro arrecadado às custas de corrupção. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, edições anteriores do STF já tinham anulado outras condenações, como no caso do ex-presidente Lula, em decisão do ministro Edson Fachin, que considerou que a 13ª Vara de Curitiba não era competente para julgar os processos relacionados a Lula, levando à anulação das condenações no caso Triplex do Guarujá e Sítio de Atibaia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificativa principal da anulação é baseada no entendimento de que houve violação de garantias constitucionais, parcialidade do juiz e excesso de atuação política, o que comprometeria a legitimidade dos processos oriundos da Lava Jato. As decisões dividem opiniões no país, sendo vistas por parte da população como reparação de injustiças e por outros como retrocesso na luta contra a corrupção. Isso está na história, matéria da UnB, berço dos debates de Wilker dentro e fora de sala de aula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O agora ex-estudante  não é o que se pode dizer um bolsonarista. Ele protagonizou várias ocasiões de confronto&nbsp;com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um episódio&nbsp;notório em agosto&nbsp;de 2022, Wilker aproximou-se do presidente na porta do Palácio&nbsp;da Alvorada e&nbsp;o chamou de “tchutchuca do&nbsp;Centrão”, “covarde”, “vagabundo” e “safado”. Durante&nbsp;a abordagem, Bolsonaro&nbsp;tentou tomar&nbsp;o celular de&nbsp;Wilker violentamente, puxando a&nbsp;gola da camisa&nbsp;dele, num momento&nbsp;tenso registrado&nbsp;em vídeo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="781" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1005761049-1024x781.jpg" alt="" class="wp-image-33486" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1005761049-1024x781.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1005761049-600x458.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1005761049-768x586.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1005761049.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bolsonaro toma celular de Wilker</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Wilker questionou Bolsonaro principalmente&nbsp;sobre a limitação da&nbsp;delação premiada sancionada pelo&nbsp;presidente e&nbsp;a aliança com&nbsp;partidos do Centrão, acusando-o de haver se rendido a esse grupo político&nbsp;que controla&nbsp;o Congresso. Bolsonaro, por sua vez, defendeu que&nbsp;precisa do apoio&nbsp;no Parlamento&nbsp;para governar e&nbsp;que não pode&nbsp;ser um &#8220;presidente&nbsp;100%&#8221;, ressaltando o funcionamento pragmático da política&nbsp;para aprovação&nbsp;de leis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar doas adjetivos recebidos, Bolsonaro, tido pela esquerda como embrião de ditador, não processou Wilker, ao contrário da &#8220;democrática&#8221; instituição, outrora de ensino.  É muita sabedoria acumulada nesses anos todos de existência.<a href="https://www.youtube.com/watch?v=cRKTcm0rBN4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
<div id="bsbre-4219400685" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-153474008" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/06/unb-expulsa-aluno-de-direita-que-denunciava-doutrinacao-de-esquerda-nas-aulas/">UNB expulsa aluno de direita que denunciava doutrinação de esquerda nas aulas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2025/09/06/unb-expulsa-aluno-de-direita-que-denunciava-doutrinacao-de-esquerda-nas-aulas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>224</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
