Mercados globais vivem dia negativo na véspera e pregão desta sexta-feira caminha para pior
Os mercados financeiros globais vivem mais um dia de grande aversão aos riscos nesta sexta-feira (4), com as bolsas de valores registrando quedas ainda mais acentuadas do que as observadas na véspera de anuncio da China.
Em escalada ao que pode vir a ser uma guerra comercial sem precedentes, a China anunciou nesta sexta-feira (4) que vai impor uma tarifa de 34% sobre produtos norte-americanos importados, além das tarifas já existentes.
O desempenho negativo é consequência do anúncio do “tarifaço” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre os produtos importados da maioria dos países do mundo.
Além disso, o mercado também reage à resposta anunciada pela China nesta sexta. O país asiático, que recebeu uma tarifa de 34% a mais sobre todas as importações para os EUA, retaliou o país americano com taxas da mesma magnitude.
A nova taxa se somará a uma tarifa já aplicada de 20% especificamente a produtos chineses. Ou seja, no total, os produtos chineses vão pagar 54%.
Investidores temem que a guerra tarifária provoque uma forte pressão sobre a inflação dos EUA e de outros países que retaliarem, além de uma percepção de que a atividade econômica da maior economia do mundo possa passar por um período de recessão.
Na Europa, os principais índices despencam. O índice Euro Stoxx 50, que reúne ações de 50 das principais empresas da Europa, teve queda de 5,35%.
Na Ásia, os mercados fecharam em baixa.
Fora do bloco, o Reino Unido também enfrenta um pregão negativo. O principal índice acionário do país, o FTSE 100, caiu 4,27%. Trump impôs tarifas de 10% sobre os produtos vindos de lá.
Já o índice SMI, da Suíça, país sobre o qual Trump decretou tarifas de 31%, tinha uma queda ainda mais expressiva, de 5,60%.
A Ásia também teve um pregão de queda por toda parte. Os países do continente foram alguns dos mais afetados pelas tarifas norte-americanas.
Trump disse que as tarifas cobradas sobre os produtos vindos de outros países serão equivalentes a pelo menos a metade das tarifas cobradas pelos mesmos países sobre os produtos importados dos EUA.
As regiões mais afetadas foram a Ásia e o Oriente Médio, com taxas que ultrapassam os 40% em alguns casos. A Europa também foi bastante impactada com as tarifas anunciadas pelo presidente, que classificou os comerciantes europeus como “muito duros”.
O Brasil entrou no grupo que recebeu as tarifas mais suaves, de 10% sobre todas as importações.
Trump chamou o anúncio das tarifas recíprocas como “Dia da Libertação”. O objetivo do presidente é que essas taxas “libertem” os EUA de produtos estrangeiros.








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