Operação inclui o fornecimento de ajuda humanitária
O gabinete de segurança e assuntos políticos de Israel aprovou, nesta sexta-feira (8), o plano do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de ocupar a cidade de Gaza.
O gabinete divulgou um comunicado afirmando que a operação do exército israelense incluirá o fornecimento de ajuda humanitária. A medida foi aceita porque “a maioria absoluta dos ministros do Gabinete acreditava que o plano alternativo apresentado não alcançaria a derrota do Hamas nem o retorno dos reféns”.
Nesta quinta (7), Netanyahu disse que Israel não pretende anexar o território de Gaza.
“Nós não queremos ficar com Gaza, queremos um perímetro de segurança”, disse o premiê a repórteres em Tel Aviv nesta quinta.
Israel aprovou cinco princípios para o fim da guerra:
Estabelecimento de um governo civil alternativo que não seja nem o Hamas, nem a Autoridade Palestina.
Desarmamento do Hamas.
Retorno de todos os reféns sequestrados — tanto vivos quanto mortos.
Desmilitarização da Faixa de Gaza.
Controle de segurança israelense sobre a Faixa de Gaza.








