Corina disse que, agora, “conta mais do que nunca” com Trump e que precisará de todo o apoio necessário do governo norte-americano para retomar a liberdade da Venezuela
Na primeira declaração após receber o Nobel da Paz de 2025 nesta sexta-feira (10), a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, que está escondida foragida da ditadura de Nicolas Maduro, dedicou a premiação ao povo venezuelano e ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Corina Machado também afirmou que a premiação é um “impulso para concluir nossa tarefa” de derrubar o regime de Nicolás Maduro. Ela é uma das principais vozes da oposição democrática ao presidente e vive escondida na Venezuela desde que contestou o resultado das últimas eleições.
“Eu dedico este prêmio ao sofrimento do povo venezuelano e ao presidente Trump por seu apoio decisivo à nossa causa!”, escreveu Corina Machado em suas redes sociais após o anúncio da premiação.
Corina e Trump repudiam o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. O presidente dos EUA se solidarizou com a líder da oposição após ela ser presa por protestar contra o governo venezuelano.
No manifesto de apoio a Corina, Trump disse que ela e seu aliado político, Edmundo González – candidato à presidência derrotado por Maduro em uma disputa que considerou fraudada – estavam expressando pacificamente as vozes e as vontades do povo venezuelano ao se manifestar contra o regime.
Na época da prisão relâmpago da líder da oposição na Venezuela, Trump ainda disse que a comunidade venezuelano-americana o apoiava com intensidade e que eram a favor de uma “Venezuela livre”.
Com o Nobel, Corina disse que, agora, “conta mais do que nunca” com Trump e que precisará de todo o apoio necessário do governo norte-americano para retomar a liberdade da Venezuela.




