Brasiliense do CV morto em megaoperação no RJ ameaçou cortar cabeça da avó e esfaqueou rival

Érick Vieira de Paiva, 21 anos, fugiu para o Rio de Janeiro após romper tornozeleira eletrônica. Ele era monitorado por ameaçar de morte avó

Por Victório Dell Pyrro

Apesar de a esquerda lulista e o ministro Alexandre de Moraes do STF tentarem denegrir a megaoperação policial no Rio de Janeiro, que neutralizou 117 assassimos do narcoterrorismo e prendeu 113, a verdade é que as “vítimas” alegadas por Lula eram tão inocentes quanto ele é.

Érick Vieira de Paiva , 21 anos, que saiu de Sobradinho II (DF) e se uniu ao Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro (RJ) é um exemplo clássico.

O marginal foi um dos 121 mortos na Operação Contenção, deflagrada em 28 de outubro, nos complexos do Alemão e da Penha.

Érick é o único brasiliense entre os mortos. Um santo, como acreditam Lula, Alexandre de Moraes e outros esquerdistas adoecidos ou convencidos que o crime compensa e é o melhor ca.inho pata a juventude, já que sempre defendem com unhas e dentes, esses narcoterroristas.

Erick , o santinho de Brasília possivelmente, estaria treinando e atuando ao lado da cúpula do CV no Rio. Apesar de jovem, ele já era um velho conhecido da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Érick acumulava um histórico criminal na capital do país e havia fugido para o Rio, após romper a tornozeleira eletrônica que usava por determinação judicial.

O equipamento de monitoramento havia sido colocado no início de setembro deste ano, em decorrência de uma acusação de violência doméstica. Érick passou a ser monitorado após ameaçar de morte a própria avó.

Em abril deste ano, o rapaz foi condenado pelo Tribunal do Júri de Sobradinho a oito anos de reclusão, inicialmente em regime semiaberto, por uma tentativa de homicídio contra um desafeto. Porém, a defesa do suspeito entrou com recurso e obteve parecer favorável da Justiça, que diminuiu a pena para seis anos. O crime aconteceu em junho de 2023, na Quadra Central de Sobradinho. Na ocasião, Érick desferiu golpes de faca contra outro jovem.

No dia do ataque, os dois homens começaram uma discussão verbal. Durante a briga, o autor pegou uma faca e passou a desferir golpes contra a vítima, que conseguiu correr, e pediu por socorro em uma farmácia. Érick respondeu pelo crime em liberdade.

A primeira prisão em flagrante de Érick por violência doméstica foi registrada em janeiro de 2024. A Polícia Militar do DF foi acionada para uma ocorrência de Lei Maria da Penha, na Vila Buritizinho, envolvendo um rapaz alterado, que estaria quebrando objetos no interior da casa.

Quem havia acionado a polícia foi a irmã de Érick, que relatou aos policiais ser vítima de violência psicológica por parte do rapaz, além de sofrer ameaças constantes.

De acordo com informações do processo judicial, a mulher detalhou que o comportamento do irmão mudava drasticamente quando ele ficava sob efeito de drogas. Durante uma discussão, Érick a ameaçou, dizendo: “Você acha que vai entrar na minha mente? Estão achando que sou moleque. Fique sabendo que estou louco para decepar a cabeça de um e te esquartejar”.

Érick também foi preso em flagrante novamente, em março deste ano, por outra ocorrência de violência doméstica. Desta vez, a vítima foi a avó. A Justiça do Distrito Federal também concedeu medidas protetivas de urgência para a vítima após a idosa sofrer agressões verbais e ameaças do neto.

Em depoimento prestado à autoridade policial, a idosa relatou que Érick estava a ameaçando e injuriando dentro da própria casa. Ela havia acolhido o neto após a mãe dele o colocar para fora de residência há cerca de dois anos.