GUERRA NO ORIENTE MÉDIO: CONFLITO ENTRE EUA E ISRAEL CONTRA IRÃ SE ESPALHA E DEIXA CENTENAS DE MORTOS; Veja vídeos

Os ataques conjuntos lançados por Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026 desencadearam uma guerra aberta que, em menos de uma semana, já se espalhou por boa parte do Oriente Médio. Mísseis balísticos cruzaram fronteiras, drones atingiram bases militares e áreas civis, e o número de mortos supera a casa das centenas, com impacto direto em pelo menos oito países. O epicentro da ofensiva está no eixo Teerã–Tel Aviv–bases americanas no Golfo, mas os desdobramentos alcançam Líbano, Jordânia, Iraque e até o Mediterrâneo oriental.

A ofensiva inicial contra o Irã

No dia 28 de fevereiro, forças dos Estados Unidos e de Israel iniciaram uma operação militar coordenada de grande escala contra alvos estratégicos iranianos. A ação foi batizada por Israel de Roaring Lion e pelo Departamento de Defesa americano de Epic Fury. Os ataques tiveram como alvos instalações nucleares, infraestrutura de mísseis, centros de comando militar e prédios governamentais.

O episódio mais simbólico e explosivo da ofensiva foi a morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, confirmada por autoridades iranianas horas após os bombardeios. A eliminação da principal autoridade política e religiosa do país marcou uma escalada sem precedentes na já tensa relação entre Teerã, Washington e Tel Aviv.

A ofensiva é vista como desdobramento direto da chamada “Guerra dos Doze Dias”, em junho de 2025, quando Israel atacou instalações nucleares iranianas e o Irã respondeu com centenas de mísseis e drones contra cidades israelenses. O cessar-fogo mediado pelos EUA à época não eliminou a tensão, apenas adiou um confronto de maiores proporções.

A resposta iraniana e a expansão regional

A retaliação veio na madrugada de 1º de março. O Irã lançou uma onda coordenada de mísseis balísticos e drones contra Israel e contra bases americanas espalhadas pelo Golfo Pérsico. Alvos foram identificados em Israel, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Bahrein, Jordânia e Arábia Saudita.

A sede da 5ª Frota da Marinha dos EUA, no Bahrein, esteve entre os pontos atingidos ou ameaçados. No Kuwait, instalações como Camp Arifjan sofreram danos. Milícias pró-Irã no Iraque reivindicaram ataques com drones contra forças americanas em Bagdá e Erbil.

No Líbano, o Hezbollah abriu uma frente adicional, lançando mísseis contra o norte de Israel. Em resposta, a aviação israelense realizou bombardeios intensos no sul libanês e nos arredores de Beirute. Até mesmo Chipre registrou incidente envolvendo um drone que atingiu uma base britânica, ampliando o alcance geográfico do conflito.

O risco de fechamento do Estreito de Hormuz elevou a volatilidade nos mercados de petróleo e acendeu alertas globais sobre impactos na cadeia de suprimentos e na economia internacional.

O que acontece em Israel: explosões, mortos e cidades sob ataque

Em território israelense, as últimas 48 horas foram marcadas por sirenes constantes, corridas a abrigos antiaéreos e impactos diretos em áreas residenciais.

Um dos ataques mais graves ocorreu em Beit Shemesh, na região central do país, onde um míssil balístico atingiu edifícios residenciais e estabelecimentos comerciais, deixando ao menos oito mortos e cerca de 20 feridos. Equipes de resgate trabalharam sob escombros em busca de desaparecidos.

Na região de Tel Aviv, uma mulher morreu após ser atingida por estilhaços. Com isso, o total confirmado até o momento chega a pelo menos nove mortos em Israel desde o início da atual fase do conflito, além de mais de 120 feridos em diferentes graus, muitos deles vítimas de estilhaços ou quedas durante a corrida para abrigos.

Mísseis também foram lançados contra Haifa e outras cidades do centro do país. Embora sistemas de defesa antimísseis tenham interceptado parte significativa dos projéteis, alguns conseguiram ultrapassar o escudo defensivo e atingir áreas densamente povoadas. O Exército israelense mantém ordens para que moradores de diversas regiões permaneçam próximos a salas protegidas e abrigos.

O impacto devastador no Irã

O Irã concentra, até o momento, o maior número de vítimas fatais. A Sociedade do Crescente Vermelho iraniano informou ao menos 555 mortos em todo o país após sucessivas ondas de bombardeios americanos e israelenses. Há centenas de feridos, e hospitais relatam superlotação e danos estruturais.

Em Teerã, mísseis atingiram bairros densamente povoados, incluindo a região de Niloofar Square, onde foram relatadas mais de 20 mortes. Em Kermanshah, imagens mostram colunas de fumaça próximas ao aeroporto internacional após explosões. Em Sanandaj, dois civis morreram quando prédios residenciais próximos a uma delegacia foram destruídos.

Um dos episódios mais letais foi o ataque a uma escola de meninas em Minab, no sudeste do país, com cerca de 180 mortos segundo autoridades iranianas. O Hospital Gandhi, em Teerã, também foi atingido, agravando a crise humanitária e dificultando o atendimento aos feridos.

Mortes entre militares dos EUA e vítimas em outros países

Os Estados Unidos confirmaram a morte de ao menos três militares após ataques iranianos contra bases na região do Golfo. Há também relatos de soldados feridos e danos consideráveis à infraestrutura militar.

Um míssil iraniano caiu diretamente em Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos nesta madrugada de segunda-feira(2). assista:

No Líbano, bombardeios israelenses e confrontos associados ao Hezbollah deixaram ao menos 31 mortos e 149 feridos, segundo fontes médicas locais. Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein reconheceram vítimas civis após impactos de mísseis iranianos contra aeroportos e áreas residenciais, embora números consolidados ainda não tenham sido divulgados de forma detalhada.

Vídeo mostra o momento em que um míssil balístico iraniano atingiu a cidade de Be’er Sheva, no sul de Israel. Assista:

O Irã atacou uma das maiores refinarias de petróleo do mundo, na Arábia Saudita. A produção está SUSPENSA. Especialistas estão preocupados com um provável aumento nos preços dos combustíveis devido ao conflito, o que pode afetar particularmente a França. Assista:

No Paquistão, a polícia dispara sobre manifestações e motins pró-iranianos em Karachi. A maioria da população paquistanesa – em especial as camadas populares–, apesar de sunita, é afecta ao regime iraniano. Assista:

Contexto político e risco de escalada

O conflito ocorre em meio a uma crise interna no Irã, que já havia registrado milhares de mortos na repressão a protestos ao longo de 2025 e início de 2026. Nos Estados Unidos, o presidente enfrenta pressão política interna sobre os limites de seus poderes de guerra e o risco de envolvimento prolongado no Oriente Médio.

Governos europeus manifestaram apoio político a Washington e condenaram os ataques iranianos, mas também expressaram preocupação com a possibilidade de uma escalada fora de controle. Analistas alertam que, com múltiplas frentes ativas e envolvimento indireto de atores regionais, o conflito pode evoluir para uma guerra regional de maiores proporções.

O número de mortos e feridos segue em atualização constante, e novas ofensivas não estão descartadas. O cenário permanece volátil, com impacto direto sobre a segurança regional, o mercado global de energia e a estabilidade geopolítica internacional.


Um comentário

  1. QQ88 media LÀ Trang chủ CÁ CƯỢC UY TÍN CỦA NHÀ CÁI QQ88. mang đến casino, bắn cá, nổ hũ, đá gà…

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *