Davi Alcolumbre negou pedido de governistas que questionavam avaliação do presidente da CPMI de que havia ocorrido maioria pela decisão
A CPMI do INSS conquistou importante vitória para as investigações contra a tropa de choque do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recusou nesta terça-feira (3) o pedido para anular a quebra de sigilos de Fábio Lins Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela CPMI do INSS, aprovada no último dia 26 de fevereiro.
Alcolumbre havia dito que consultaria a advocacia do Senado sobre o tema. Nesta tarde, usou o plenário para divulgar sua decisão sobre a quebra de sigilo de Lulinha.
“A suposta violação das normas regimentais não se mostra evidente e inequívoca”, disse Alcolumbre, após receber os pareceres de consultores do Senado. Foram consultados servidores da advocacia e da Polícia Legislativa do Senado.
A votação em questão, ocorreu na quinta-feira (26), e foi marcada por agressões de parlamentares e acusações de “fraude” por parte de governistas contra o presidente do comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG).
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), e o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) formularam a representação a Alcolumbre pedindo a anulação da votação, negada hoje.


