Em resposta aos ataques iranianos no Oriente Médio, grandes bancos de Wall Street como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup liberaram funcionários nos Emirados Árabes Unidos (EAU) para trabalhar remotamente ou deixar o país temporariamente. Essa medida ocorre após mísseis e drones atingirem Dubai e Abu Dhabi, em retaliação a ofensivas dos EUA e Israel contra o Irã.
Contexto da Crise Regional
A guerra EUA-Israel-Irã, iniciada em fevereiro de 2026 com ataques a Teerã, escalou com a morte do aiatolá Ali Khamenei e nomeação de Mojtaba Khamenei. O Irã retaliou com strikes no Golfo Pérsico, sobrecarregando defesas nos EAU, que se tornaram hub financeiro global com 90% de população estrangeira. Explosões em Dubai romperam a imagem de “porto seguro” da região.
Medidas dos Bancos
- Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup permitem relocação temporária sem compensação plena para muitos staff.
- JPMorgan e Citigroup ordenaram home office no Oriente Médio desde início de março, sem interrupções operacionais esperadas.
- Bank of America fechou escritório em Tel Aviv e monitora Israel; Goldman confirmou orientação similar.
Poucos funcionários usaram as opções até agora, devido a aprovações regulatórias.
McKinsey fretou voo para Turquia
A consultoria McKinsey & Company também adotou medidas semelhantes. De acordo com fontes, a empresa fretou um voo para a Turquia para retirar consultores que estavam fora da região.
A companhia também passou a permitir que funcionários baseados em Dubai deixem o país em caso de emergência.
Impactos Econômicos e Operacionais
| Aspecto | Detalhes |
|---|---|
| Viagens e Mercados | Espaço aéreo fechado no Golfo afeta fundraising e transações cross-border. |
| Riscos Cibernéticos | Bancos EUA em alerta máximo contra ataques iranianos DDoS e hackers. |
| Clientes | Manutenção de suporte local, mas flexibilidade remota prioriza segurança. |
A UAE atraiu bancos nos últimos anos, mas conflito ameaça influxo de riqueza asiática e negócios. Citi enfatiza: “Segurança em primeiro lugar”.




