Novo “Petrolão” da Petrobras é do Peru em contrato de R$ 9 Bilhões denunciado aos EUA

Governo peruano levanta suspeita sobre contrato da estatal brasileira de petróleo e pede acesso a documentos nos Estados Unidos

Por Victório Dell Pyrro

Ora, ora, veja só! Você pode pensar que essa notícia foi do passado, quando o Petrolão levou para cadeia figurões investigados, mas não é. E tem de volta gente que foi parar na cadeia, mas graças aos crimes do Supremo Tribunal Federal, eles estão soltos e metendo a farra pelo mundo! A Odebrecht que confessou roubar você desviando bilhões de dinheiro do nosso bolso volta a cena. Sim, isso mesmo, aquela que tinha na lista da corrupção o Lula , chamado de “Amigo” na lista de corrupção que mostrava o ministro do STF, Dias Toffoli como “Amigo do Amigo do Meu Pai”.

Dessa vez, um contrato de US$ 1,8 bilhão [cerca de R$ 9 bilhões] da Petrobras, firmado em 2025, foi citado pelo governo do Peru à Justiça dos EUA em uma investigação que aponta movimentações suspeitas envolvendo a prefeitura da capital peruana e empreiteiras brasileiras em um esquema de corrupção de concessões rodoviárias. O caso ficou conhecido como “Rutas de Lima”.

Isso mesmo, a Petrobras do III governo Lula, o descondenado do STF, novamente surge em corrupçãode bilhões.

Os investigadores peruanos apuram se houve pagamento de propina e financiamento ilegal de campanhas eleitorais em troca de contratações, além de possíveis operações de lavagem de dinheiro. O contrato da Petrobras foi firmado com as empresas Tenenge e EGTC Infra, controlada pela Queiroz Galvão.

Queiroz Galvão, uma das principais empreiteiras envolvidas no Petrolão, foi alvo central da Operação Lava Jato, destruída criminosamente pelo STF para livrar Lula da cadeia e da punição.

Um ex-dirigente da Odebrecht no Peru é citado agora por estar envolvido em movimentações de alto valor consideradas suspeitas. Segundo o texto peruano, as transferências ocorreram em período próximo à assinatura do contrato bilionário envolvendo a Petrobras, em outubro de 2025. “De volta para o futuro”, quem poderia imaginar, não é?

“Os registros produzidos até o momento expõem uma rápida rotatividade de quase US$ 700 mil entre Pereira Neto, ex-gerente geral da Rutas, e sua suposta entidade de fachada, Pyrum”, diz o documento. “Isso inclui um pagamento direto ao co-conspirador Barata, CEO da Odebrecht no Peru à época em que a concessão da Rutas foi outorgada, um mês antes de a empresa de Pereira Neto firmar um contrato com a Petrobras no valor de US$ 1,8 bilhão, concedido em outubro de 2025 ao lado de outra afiliada da Odebrecht”.

O empresário brasileiro Ricardo Pereira Neto é controlador da EGTC Infra, uma das empresas citadas pelo governo peruano à Justiça dos EUA. Uma das parceiras mais constantes da companhia é a Tenenge (unidade de engenharia industrial da Novonor, antiga Odebrecht), que também tem parte no contrato com a Petrobras.

O documento peruano sustenta ainda que os dados apontam para a continuidade das práticas investigadas mesmo após a revelação do esquema no Peru. “Esta evidência demonstra a continuidade da arquitetura de pagamentos da rede corrupta muito depois de a corrupção ter se tornado pública”. – Parece até que já vimos isso no passado-.

E não é egadinha não. Hoje não é primeiro de Abril. As informações integram um pedido do governo peruano para obter acesso a documentos e dados bancários nos Estados Unidos. Caso a solicitação seja atendida, o material será utilizado em processos criminais em andamento no Peru relacionados ao caso Rutas de Lima.

É do Peru. E é notícia fresquinha! Viva o STF! Viva Lula! VIVA ODEBRECHT!!!!