Segundo Andrei Rodrigues, o terror que famílias inteiras, bairros inteiros, cidades inteiras sofrem sob o domínio dos narcoterroristas não faz os sanguinários dominadores infiltrados até na PF, terroristas
Por Victório Dell Pyrro
O Brasil é uma republiqueta de gente que têm a cara de pau de dizer coisas que deixam qualquer um atônito no mínimo, ou com muita votade de… deixa pra lá. Para se ter uma ideia da desfaçatez, além de Lula alardear que “meninos” integrantes do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) não são terroristas, vem um sujeito que supostamente deveria combater esses marginais, dizer quase o mesmo.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, classificou como um “equívoco grosseiro” a decisão dos Estados Unidos de enquadrar o CV e o PCC como organizações terroristas.
Claro Andrei! São uns anjos! até que cheguem perto da sua mãe. Da sua filha, da sua mulher, né? Por enquanto, as vítimas são os filhos, as maes e os pais dos que vivem nos territórios que não sao mais brasileiros.
São os abandonados pelo poder público. São cidades inteiras que obedecem leis próprias. Onde a polícia, quando resolve entrar volta de rabecão. Onde policial quanfo entra, sai morto. Onde até o dono da mercearia tem que vender apenas o tipo de cebola que o terrorista deixa. Onde todos tem de pagar impostos aos terroristas. Onde todos só podem comprar gás se for dos terroristas. Onde todos só podem ter a “GatoNet” se pagar aos terroristas donos das faixas de Gaza esparramadas em quase todo território nacional.
Mas Brasilia é uma Ilha. Andrei Lula fingem que o resto do país é livre como o DF. Aqui no quadradinho, terrorista morre logo. A PM daqui não brinca em serviço e não admite marginais infiltrados em seus altos escalões e nem nos mais baixos postos como acontece com os terroristas infiltrados nas PMs e polícias Civil, Militar e Federal no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Ceará, Paraíba e tantos outros estados onde quem manda são os narcoterroristas e não os governantes.
Andrei afirmou que a medida não altera a política brasileira de combate ao crime organizado nem interfere nas investigações conduzidas no país. Claro que não. Nunca fazem nada e vão continuar não fazendo, deixando cada vez mais brasileiros sob a tutela dos narcoterroristas que a cada dia ampliam as faixas de Gaza no Brasil.
Andrei tem razão quando diz, sobre a classificação de terroristas adotada pelo governo norte-americano não ter efeito prático sobre a legislação brasileira. Claro que não. Os EUA não alteraram lei brasileira, mas nem tampouco têm força para modificar a atuação das autoridades nacionais. Eles têm força sim. E armas suficientes.
Sob a força bruta de Trump, algumas “ôtôridadis” brasileiras que protegem e até fazem parte dos grupos terroristas, agindo como os infiltrados nas polícias e na política, podem passar a ter de atuar ao lado de Nicolás Maduro. Aquele da Venezuela que está preso no Centro de Detenção Metropolitano (MDC Brooklyn) em Nova York, EUA, justamente sob alegação de que defendia narcotraficantes. Os EUA reclamam que o narcotráfico venezuelano envia toneladas de drogas para lá , assim como os brasileiros PCC e CV fazem. Para Andrei, “As organizações terroristas têm motivações ideológicas, religiosas e objetivos distintos. As facções brasileiras buscam lucro. É um equívoco confundir essas duas realidades porque as estratégias de enfrentamento são diferentes”, disse.
Primeiro que dominar cidades inteiras é ideologia sim, política sim. Infiltrados na política sim. Exercem domínio sim. Eles não visam só lucro. Visam o poder. E isso é terrorismo e não adianta mentir que não querem ter poder. Eles decidem até que tipo de cebola o cidadão que já foi um dia brasileiro, pode comprar na faixa de Gaza deles.
Apesar das críticas à decisão norte-americana, Andrei afirmou que ela pode abrir espaço para ampliação da cooperação internacional e isso salva um pouco da fala do desatento delegado.
“Se os Estados Unidos querem enfrentar essas facções, podemos colaborar. Eles podem prender foragidos da Justiça brasileira, bloquear bens de criminosos que utilizam o sistema financeiro norte-americano para lavar dinheiro e ampliar a troca de informações. Existem muitas possibilidades de cooperação”, afirmou.
Segundo ele, as autoridades dos Estados Unidos poderiam atuar de forma mais efetiva na prisão de foragidos brasileiros que vivem em território norte-americano, no bloqueio de patrimônios utilizados para lavagem de dinheiro e na recuperação de ativos ligados ao crime.
Felizmente Andrei ressaltou que boa parte das apreensões realizadas pela Polícia Federal resulta justamente da integração com agências dos EUA, especialmente o FBI e a DEA. Andrei disse que os EUA podem ajudar e prender traficantes foragidos do Brasil escondidos nos EUA e nisso ele tem razão.








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