Esse é o primeiro caso a ser submetido ao Protocolo de Internação Involuntária Humanizada do GDF; morador de rua chutou a cabeça da criança
O morador de rua Celso Pinheiro, de 41 anos, é o primeiro caso a ser submetido ao Protocolo de Internação Involuntária Humanizada do Governo do Distrito Federal (GDF), segundo o o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury. Agora, o caso será analisado pela Secretaria de Saúde (SES-DF), ressaltou o secretário.
Celso chegou a ser preso duas vezes após chutar a cabeça de uma criança de cinco anos em uma lanchonete na 302 Sul e tentar dar uma cabeçada em um policial, em Brasília, e assinou o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Os ataques ocorreram nesta quarta-feira (12).
Inicialmente, Celso Pinheiro foi autuado por resistência. A equipe policial informou ao delegado sobre a agressão contra a criança, mas, naquele momento, as vítimas não haviam sido localizadas e as imagens do ataque ainda não tinham sido obtidas.
O delegado responsável pelo caso passou a reunir provas sobre a agressão. Após a localização das imagens, Celso Pinheiro foi novamente conduzido à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e autuado por lesão corporal.
Como a mãe da criança ainda não havia formalizado a denúncia foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e o homem acabou liberado. Em seguida, ele foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran) para tratar uma lesão na cabeça.
Posteriormente, Celso Pinheiro deverá ser encaminhado ao Hospital São Vicente de Paulo, onde será submetido a uma avaliação médica para verificar a necessidade de internação involuntária, conforme o protocolo informado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
Até o momento, os policiais não conseguiram localizar a criança e a responsável.




