Paula Belmonte escapa de intimação e Leilão de seus imóveis para pagar dívidas é cancelado

Em um dos processos judiciais que a deputada distrital e candidata a governadora do Distrito Federal, Paula Belmonte (PSDB), é alvo de cobrança na Justiça do DF, quatro imóveis dela e de seu marido, Luis Felipe Belmonte estavam em um leilão marcado para esta segunda-feira (14/9), para pagar dívida de R$ 253,6 milhões. São dois apartamentos na Asa Sul, um na Asa Norte e um imóvel no Lago Norte.

Mas o leilão foi adiado por que os oficiais de Justiça não conseguiram encontrar a candidata ao GDF e por ausência da intimação dela que é coproprietária dos imóveis.

Conforme decisão judicial anterior, 50% do valor arrecadado durante o leilão deveria ser disponibilizado para Paula Belmonte, já que apenas o marido dela é alvo da cobrança da dívida milionária.

No caso, Luis Felipe Belmonte foi acusado de receber dinheiro dos precatórios e não repassar os valores referentes ao contrato assinado entre as partes.

Em nota, a parlamentar afirmou que “permanecem controvérsias relevantes quanto aos valores efetivamente devidos, ainda pendentes de definição definitiva pelo Poder Judiciário”. “As partes envolvidas passaram a pleitear judicialmente valores considerados excessivos, sustentados por avaliação judicial realizada em 2013 que atribuiu ao imóvel valor de R$ 53 milhões”, enfatizou Belmonte.

Já em outra frente de cobrança judicial contra a candidata a governadora do DF, uma empresa que tem como sócia a deputada distrital e Paula Belmonte, é alvo de cobrança na Justiça do DF por dívida atualizada em mais de R$ 3 milhões.

De acordo com o processo judicial, a Alvoran Investimento, Participações e Administração comprou uma gráfica, em junho de 2022, pelo valor de R$ 1,7 milhão. O antigo dono processou a Alvoran, empresa que tem como sócio-administrador o advogado Luis Felipe Belmonte, marido de Paula.

O vendedor alegou que a Alvoran pagou apenas R$ 200 mil previstos a título de sinal e deixou de repassar o valor das outras cinco parcelas previstas em contrato.

O ex-dono da Global Gráfica e Editora entrou com ação de execução, em março de 2023, afirmando que a quantia estava vencida desde novembro de 2022.