Tiroteio foi registrado na noite desse sábado (25) em jantar anual com jornalistas correspondentes da Casa Branca, em Washington
O incidente de segurança ocorrido na noite de sábado, 25 de abril de 2026, durante o tradicional Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no hotel Washington Hilton, resultou na prisão de Cole Tomas Allen, de 31 anos, apontado como o responsável pelos disparos que levaram à evacuação de emergência do presidente Donald Trump.
O suspeito, que teria efetuado entre cinco e oito disparos, foi detido pelas forças de segurança após o tiroteio que também atingiu um agente federal, o qual, segundo informações preliminares, não corre risco de vida.
O chefe do departamento de polícia de Washington, Jeffery Carroll, acredita que o homem estava hospedado no hotel Washington Hilton, onde ocorria o jantar de gala. “Estava armado com uma espingarda de caça, uma pistola e várias facas”, declarou.
De acordo com a procuradora federal pelo estado de Washington, Jeanine Pirro, o homem será apresentado em juízo nesta segunda-feira (27).
“É evidente que esse indivíduo tinha a intenção de causar o máximo de dano possível. Graças a Deus pelas nossas forças policiais, que agiram com tanta rapidez para evitar o que poderia ter sido um evento terrível”, escreveu Jeanine nas redes sociais.
Após o incidente, em entrevista na Casa Branca, Trump disse que o atirador, detido pelo Serviço Secreto, é uma “pessoa doente” e acredita que ele tenha agido sozinho. “Um lobo solitário”, descreveu.
Perfil do suspeito
Cole Tomas Allen, natural da Califórnia, reside em Torrance, uma área suburbana ao sudoeste de Los Angeles. O indivíduo possui formação técnica, tendo concluído seus estudos no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), e atuava profissionalmente como tutor e desenvolvedor de jogos. Agentes do FBI realizaram buscas na residência ligada a Allen em Torrance logo após o ocorrido, isolando o local como parte da investigação em curso.
Dinâmica do ataque
O evento ocorria com a presença do presidente Donald Trump e diversos membros do governo quando, no saguão do hotel, Allen abriu fogo portando, segundo relatos, uma escopeta, um revólver e uma faca. Fontes indicam que o suspeito declarou às autoridades que seus alvos eram pessoas ligadas à administração do presidente. Em uma coletiva de imprensa realizada horas após ser retirado em segurança do local, o presidente Trump classificou o atirador como uma “pessoa doente” e um “lobo solitário”.
Investigações e desdobramentos
As autoridades de segurança confirmaram que Allen permanece sob custódia e deve enfrentar acusações formais, incluindo o uso de arma de fogo em agressão a agentes federais. O episódio gerou uma intensa mobilização do Serviço Secreto americano, que agiu rapidamente para proteger o presidente e garantir a segurança dos convidados no local. O caso segue sob investigação rigorosa para determinar as motivações exatas do suspeito e eventuais conexões que possam ter motivado o atentado.







