Um homem de 51 anos foi preso na tarde de domingo, 8 de fevereiro de 2026, suspeito de invadir o aeroporto de Caxambu, no Sul de Minas Gerais, e tentar furtar um helicóptero particular. A ação ocorreu durante a madrugada e terminou com o tombamento da aeronave ainda na pista, sem registro de feridos. O caso mobilizou forças de segurança, bombeiros e autoridades da aviação civil e expôs fragilidades na segurança de aeroportos regionais do interior do país.
De acordo com as investigações, o suspeito cortou a cerca de proteção do aeroporto por volta das 2h da manhã, conseguiu acessar a área operacional e entrou em um helicóptero modelo Robinson R66, ano 2023, de propriedade privada. Após ligar a aeronave, ele tentou realizar a decolagem, mas o helicóptero não ganhou altitude e acabou tombando poucos metros à frente, sofrendo danos estruturais significativos. Houve vazamento de combustível, rapidamente contido pelo Corpo de Bombeiros, o que evitou incêndio ou explosão.
Câmeras de segurança do aeroporto e de vias próximas registraram toda a movimentação do homem antes e depois da tentativa frustrada de voo. Com base nas imagens, a Polícia Militar conseguiu identificar o suspeito e localizá-lo em sua residência, em São Lourenço, ainda no período da tarde do mesmo dia. Ele foi detido sem resistência e encaminhado para a delegacia, onde prestou depoimento.
Em interrogatório, o homem afirmou ser um “apaixonado por aeronaves” e disse possuir formação como piloto, embora com o brevê vencido. Segundo ele, a invasão teria ocorrido com o objetivo de “testar” o helicóptero, versão recebida com ceticismo pelos investigadores. O suspeito chegou a relatar um episódio anterior, ocorrido nos Estados Unidos, no qual teria conseguido voar por alguns minutos com uma aeronave antes de abandoná-la, alegação que agora será apurada pelas autoridades brasileiras.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os crimes de furto qualificado, dano ao patrimônio, invasão de área restrita e atentado contra a segurança do transporte aéreo, infrações que podem resultar em penas severas. A perícia técnica foi acionada para analisar tanto os danos na aeronave quanto eventuais falhas nos sistemas de segurança do aeroporto. Imagens internas do helicóptero também estão sendo examinadas para esclarecer com precisão a dinâmica da tentativa de decolagem.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foi comunicado e abriu procedimento para apurar o ocorrido sob o ponto de vista da segurança de voo, ainda que não se trate de um acidente aéreo convencional. O aeroporto de Caxambu chegou a ser temporariamente interditado para os trabalhos periciais, sendo liberado após a conclusão das primeiras análises no local.
Representantes de uma escola de aviação que opera na região informaram que não possuem qualquer vínculo com o helicóptero envolvido no episódio e esclareceram que a aeronave não estava guardada em hangar no momento da invasão. O caso reacendeu o debate sobre a vulnerabilidade de pequenos aeroportos no interior, muitos deles com estrutura de vigilância limitada e dependentes de cercas simples e monitoramento por câmeras.
As investigações seguem em andamento para apurar se o suspeito agiu sozinho, se houve falha operacional ou negligência na segurança do aeroporto e se existem antecedentes criminais relacionados a condutas semelhantes. Enquanto isso, o episódio permanece como um alerta grave sobre os riscos à segurança aérea e patrimonial em terminais regionais brasileiros.




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