A Polícia Federal indiciou 48 pessoas no primeiro inquérito da Operação Sem Desconto, entre elas o ex-presidente do INSS no atual governo petista de Luiz Inácio Lula da Silva, Alessandro Stefanutto e Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A apuração envolve descontos indevidos em aposentadorias e pensões.
O grupo investigado é apontado por crimes ligados a corrupção, organização criminosa e fraudes em benefícios previdenciários. O inquérito reúne o que a PF trata como o primeiro conjunto concluído da operação.
As investigações indicam que os descontos atingiam aposentadorias e pensões do INSS, afetando segurados em diferentes estados Brasil afora. O prejuízo estimado do esquema ultrapassa os R$ 6 bilhões de reais.
Além do escolhido por Lula, Stefanutto e do “Careca do INSS”, o inquérito acusa outros 46 investigados de participação nos crimes. A PF agora encaminha o relatório para o ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF) que dev encaminhar à Procuradoria-Geral da República para avaliar eventual denúncia ou novas medidas no processo.
O caso integra a Operação Sem Desconto, que desde 2025 apura irregularidades em cobranças feitas sobre benefícios previdenciários. A investigação ganhou força após descoberta pela imprensa de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões que provocaram desdobramentos administrativos e judiciais.
O filho de Lula, conhecido como Lulinha está em outro bloco das mesmas investigações que seguem sendo feitas pela PF, assim como o ex-ministro da Previdência de Lula, Carlos Lupi.
Em 2 de maio de 2025, Lupi deixou o Ministério da Previdência após o escândalo dos descontos indevidos no INSS vir à tona.




