A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o duplo homicídio de Larissa Rodrigues, de 23 anos, e Alan Tons, encontrados mortos na manhã deste domingo (11), dentro de uma residência na QNM 22, em Ceilândia. A polícia identificou João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, vizinho das vítimas, como suspeito do crime; ele segue foragido.
Como o caso foi descoberto
Por volta das 9h30, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada para atender uma ocorrência na QNM 22. Ao chegar ao local, os policiais encontraram Larissa e Alan já sem vida dentro da casa.
O caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia de Ceilândia, responsável pelas investigações. Até a última atualização, as circunstâncias exatas das mortes não haviam sido oficialmente esclarecidas.
Quem eram as vítimas
Larissa Rodrigues tinha 23 anos. Alan Tons era cantor e empresário e divulgava nas redes sociais apresentações, festas e eventos em que participava. Seus últimos stories no Instagram foram publicados na noite de sábado (10/10), quando ele estava em um bar.
Segundo outras reportagens, os dois eram artistas e integravam a mesma banda.
Suspeito identificado
A PCDF aponta João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, que morava com a esposa no mesmo lote das vítimas, como o suspeito do duplo homicídio. Ele seria acusado de agredir repetidamente a companheira, e Larissa e Alan costumavam intervir em favor da mulher.
Testemunhas relataram que diversos disparos foram efetuados contra o casal. A polícia ainda não confirmou se houve algum desentendimento na madrugada do crime ou se a motivação estaria ligada a discussões anteriores.
Buscas e denúncias
Após a identificação, agentes da PCDF passaram a procurar João Victor pelas ruas de Ceilândia. Até a última atualização, o paradeiro dele permanecia desconhecido e ninguém havia sido preso.
Quem tiver informações pode ligar para o 197, canal da Polícia Civil. A identidade do denunciante é mantida em sigilo.

O que ainda precisa ser confirmado
A apuração segue em curso para determinar a autoria, a motivação e a dinâmica exata do crime. As informações sobre o suspeito, o histórico de agressões e a possível vingança foram atribuídas a testemunhas e à apuração jornalística, mas ainda dependem de confirmação oficial da PCDF e da Justiça.




