
Polícia Militar foi chamada e reage há mais de uma hora, com bombas de gás e balas de borracha

Confronto já dura mais de uma hora. Pedaços de pau também foram usados. A Polícia Militar do Distrito Federal foi chamada.
O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse: “Por enquanto estamos agindo com as forças policiais. Todas as nossas forças policiais (…) estão nas ruas”.
Tiros de borracha e bombas de efeito moral foram lançadas. Até a publicação desta reportagem a Polícia Federal não havia se manifestado.
Manifestantes contra a eleição e diplomação do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva se juntaram aos índios. Carros foram depredados na sede da PF. Ao menos um ônibus foi incendiado.
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Mais vandalismo e carros incendiados
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Após vandalizar carros no estacionamento da Polícia Federal, os radicais se dividiram e uma parte subiu pela Asa Norte, onde os atos de vandalismo continuam.
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Um shopping fechou as portas. O grupo chegou a fechar uma via.
Pedaços de pedra, paus e galhos de árvores foram colocados para impedir o trânsito na W3 Norte.
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Os atos começaram após um indígena identificado como José Acácio Tserere Xavante ter sido preso por participação em atos antidemocráticos nesta segunda. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a prisão temporária, por 10 dias, do indígena.
A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e baseada, segundo o STF, na “suposta prática de condutas ilícitas em atos antidemocráticos”.
No pedido de prisão, segundo trechos divulgados pelo Supremo, a PGR afirma que o indígena vem usando de sua posição como líder do povo Xavante para arregimentar pessoas para o cometimento de crimes.
“A manifestação, em tese, criminosa e antidemocrática, revestiu-se do claro intuito de instigar a população a tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo a posse do presidente e do vice-presidente da República eleitos”, diz o documento da PGR.







