<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Assíria - BSB REVISTA</title>
	<atom:link href="https://bsbrevista.com.br/tag/assiria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bsbrevista.com.br/tag/assiria/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2026 11:31:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-cropped-BSB-REVISTA-quadrado-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Assíria - BSB REVISTA</title>
	<link>https://bsbrevista.com.br/tag/assiria/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Lula deixa legado de miséria exposto por Assíria, uma das milhões de vítimas dos jogos online</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/19/lula-deixa-legado-de-miseria-exposto-por-assiria-uma-das-milhoes-de-vitimas-dos-jogos-online/</link>
					<comments>https://bsbrevista.com.br/2026/04/19/lula-deixa-legado-de-miseria-exposto-por-assiria-uma-das-milhoes-de-vitimas-dos-jogos-online/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 11:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assíria]]></category>
		<category><![CDATA[BETs]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Familias]]></category>
		<category><![CDATA[Jogo do tigrinho]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Legado]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Miséria]]></category>
		<category><![CDATA[Online]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=37253</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Assíria não sabe, mas o Brasil entrou de vez na era em que o Estado não apenas tolera o jogo: ele [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/19/lula-deixa-legado-de-miseria-exposto-por-assiria-uma-das-milhoes-de-vitimas-dos-jogos-online/">Lula deixa legado de miséria exposto por Assíria, uma das milhões de vítimas dos jogos online</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p>Assíria não sabe, mas o Brasil entrou de vez na era em que o Estado não apenas tolera o jogo: ele <strong>organiza, regulamenta e lucra</strong> com ele. A sanção da <strong>Lei 14.790/2023</strong>, assinada por Lula em dezembro de 2023, foi vendida como modernização e controle, mas na prática abriu as portas para uma máquina fiscal voraz, que arrecada bilhões enquanto a sociedade paga a conta em forma de vício, endividamento, colapso familiar e destruição psicológica. O governo, que deveria proteger o cidadão, transformou a aposta em política econômica e fez do desespero popular uma nova linha de receita. O resultado e o legado de Lula é um país onde a miséria não é combatida: ela é monetizada com ajuda d3 algorítimos viciantes.</p>



<p>O mercado explodiu e virou uma indústria de sangria social. Estimativas de alcance indicam que milhões de brasileiros já tiveram algum contato com plataformas de apostas e jogos online, com forte penetração entre jovens e famílias de baixa renda. Enquanto isso, a arrecadação se tornou um troféu. Apenas em 2025, as bets registraram receita na casa de <strong>R$ 37 bilhões</strong>, e o volume total de tributos associados ao setor legalizado foi estimado em aproximadamente <strong>R$ 9,95 bilhões</strong>, somando incidências sobre faturamento, lucro e contribuições. A União também já ultrapassou a marca de <strong>R$ 3 bilhões arrecadados em 2025</strong> apenas com receitas ligadas ao segmento, segundo levantamentos divulgados ao longo do ano. Ou seja: o Estado não está “combatendo o problema”. Ele está <strong>contabilizando o problema</strong> e comemorando o saldo, enquantofamílias inteiras vão à bancarrota frente à ganância de um governo irresponsável. </p>



<p>E o discurso oficial é uma encenação cínica. O governo Lula insiste em chamar isso de “regulamentação”, mas o que se consolidou foi um sistema em que o poder público cobra impostos e taxas enquanto a população mergulha numa roleta de dependência. Pela lei, as empresas legalizadas passaram a pagar 12% sobre a receita bruta do jogo (GGR), além de Imposto de Renda, CSLL e outras contribuições. A mensagem é cristalina: o Estado quer o dinheiro, não o controle da verdadeira tragédia de endividamento familiar. O cidadão que se arruína virou apenas mais um número no caixa gordo que distribui mala rende e estáenvolto aos desvios criminososapontados e casos de corrupção.</p>



<p>O problema é ainda mais grave porque o modelo brasileiro nasceu capenga e hipócrita. O governo focou na aposta esportiva de quota fixa, mas o país foi tomado por jogos de cassino online que operam fora do radar livremente no país e seguem prosperando com agressividade, especialmente o chamado “Jogo do Tigrinho” e outras plataformas semelhantes. A própria realidade mostra o fracasso: o governo até divulga ações de bloqueio, com <strong>dezenas de milhares de sites derrubados</strong>, mas eles reaparecem em poucas horas, migrando de domínio como baratas fugindo da luz e se misturam aos legalizados por Lula e sua camarilhano Congresso. A repressão vira teatro, a fiscalização vira manchete, e o cidadão continua sendo caçado por anúncios, bônus e armadilhas matematicamente desenhadas para perder.</p>



<p>O que deveria ser uma política séria virou um laboratório de exploração. Não existe “jogo responsável” quando a lógica do negócio é prender o usuário no ciclo da dopamina, usando estímulos visuais, falsas vitórias e mecanismos psicológicos para aumentar tempo de tela e repetição de apostas. O que existe é uma indústria que vive do fracasso do apostador. E, pior: uma indústria que foi institucionalizada pelo Estado e abençoada por discursos oficiais de “controle”. Algo similar ao STF que esconde criminosos que citados nominalmente transferem as acusações para a Instituição, essa que deveria ser lavada literalmente de seus maus integrantes. No caso do STF, só o Senado poderia agir, mas não age. O eleitor terá de escolher bem seus candidatos nesse ano. </p>



<p>Enquanto o povo afunda, o Senado cumpriu seu papel habitual: o de falar muito e fazer nada. A chamada <strong>CPI das Bets</strong>, instalada em novembro de 2024 sob relatoria da senadora <strong>Soraya Thronicke (PSB-MS)</strong>, apoiadora aguerrida de Lula, foi anunciada como resposta dura ao avanço das apostas, ao lobby no futebol, à lavagem de dinheiro e ao uso de influenciadores para recrutar novos viciados. O espetáculo incluiu depoimentos, holofotes e indignação ensaiada. Foram <strong>19 depoimentos</strong>, investigações sobre patrocínios, suspeitas de crime financeiro e a exposição de celebridades como <strong>Virginia Fonseca</strong> e <strong>Deolane Bezerra</strong>, figuras que ajudaram a normalizar o vício em massa com vídeos sorridentes e propaganda disfarçada de entretenimento.</p>



<p>Ao final, veio o retrato da covardia institucional. O relatório final apresentou <strong>20 medidas</strong> e propôs <strong>16 indiciamentos</strong>, mas tudo foi simplesmente enterrado quando o parecer foi rejeitado por <strong>4 votos a 3</strong>, em <strong>12 de junho de 2025</strong>. O resultado foi o mesmo de sempre: nenhuma punição, nenhum impacto imediato, nenhum efeito vinculante, nenhuma mudança real. Uma CPI que deveria servir como freio virou apenas mais um circo para fingir que o Estado está reagindo. A partir daí, propostas como restrição de publicidade e veto a patrocínios em uniformes passaram a “tramitar” lentamente, apodrecendo em comissões como a CCT, onde projetos costumam morrer por asfixia burocrática.</p>



<p>E enquanto isso, o país produz vítimas como se fossem estatística inevitável. A história de <strong>Assíria Macêdo</strong>, cearense de 29 anos, não é exceção: é retrato do que o Brasil virou. Extensionista de cílios em Fortaleza, ela mergulhou no vício do “Tigrinho” ilegal, perdeu patrimônio, destruiu a vida financeira, acumulou <strong>R$ 50 mil em dívidas</strong>, perdeu casas, viu o casamento ruir, negligenciou as filhas e acabou vivendo de favor com os pais idosos, perseguida por ligações de cobrança e agiotas. O desabafo, em vídeo que viralizou e alcançou cerca de <strong>200 mil visualizações em 13 de abril de 2026</strong>, não é apenas um relato pessoal: é um grito de uma sociedade que está sendo moída.</p>



<p>“Está destruindo minha mente”, disse ela, resumindo o que milhares vivem em silêncio. Abandonou o celular para não recair, pediu emprego e disse que só queria pagar as dívidas e trabalhar. A pergunta inevitável é: quantas Assírias precisam ser destruídas até o governo admitir que criou um sistema em que a arrecadação vem antes da vida?</p>



<p>O problema se agrava porque a máquina pública atua com seletividade. Há energia para arrecadar, mas pouca para proteger. Há rapidez para regulamentar e licenciar, mas lentidão para tratar a ludopatia como emergência de saúde pública. Há vigor para celebrar números, mas silêncio para medir suicídios, depressão, separações e colapsos emocionais ligados ao vício. A propaganda das bets invade horários nobres, camisas de times, redes sociais e influenciadores, criando uma geração treinada para apostar antes mesmo de aprender a administrar dinheiro.</p>



<p>A consequência é um país onde a exploração não é exceção: é modelo de negócio. O Estado bloqueia sites, mas não bloqueia o fluxo. O Estado discursa sobre controle, mas permite propaganda agressiva. O Estado fala em proteção, mas transforma arrecadação em prioridade. O Estado cria regras, mas não impede que o cidadão seja sugado até o último centavo. No fim, o brasileiro não é tratado como cidadão. É tratado como consumidor de lixo. E, quando quebra, vira apenas mais um fracassado responsabilizado individualmente, enquanto o sistema segue intacto.</p>



<p>O apostador típico não é o milionário brincando com sobra de renda. É o trabalhador que aposta o que não pode, o jovem sem perspectiva, a mãe solo tentando “virar o jogo”, o endividado que acredita numa virada milagrosa. E quando perde, perde tudo: dinheiro, autoestima, família, emprego, saúde mental. A máquina segue girando porque a derrota do usuário é a vitória do sistema.</p>



<p>histórias como a de Assíria se multiplicam, enquanto o Estado segue agindo como se tudo isso fosse apenas “economia digital”.</p>



<p>O Brasil precisa escolher: ou trata apostas e jogos online como questão de saúde pública e segurança social, ou admite de uma vez que decidiu transformar miséria em arrecadação. </p>



<p>Se o poder público não for capaz de impor restrições reais, endurecer punições, esmagar a publicidade predatória e fechar o cerco contra plataformas ilegais, então a conclusão é simples e cruel: o Estado brasileiro decidiu lucrar com a destruição do próprio povo. E, nesse cenário, Lula e o Congresso não são espectadores. São peças centrais de uma engrenagem que transforma desespero em imposto, vício em arrecadação e tragédia popular em estatística.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-1317797896" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3860752407" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/19/lula-deixa-legado-de-miseria-exposto-por-assiria-uma-das-milhoes-de-vitimas-dos-jogos-online/">Lula deixa legado de miséria exposto por Assíria, uma das milhões de vítimas dos jogos online</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://bsbrevista.com.br/2026/04/19/lula-deixa-legado-de-miseria-exposto-por-assiria-uma-das-milhoes-de-vitimas-dos-jogos-online/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
