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	<title>Arquivo de Crime organizado - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Crime organizado - BSB REVISTA</title>
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		<title>41% dos brasileiros convivem com o crime organizado na vizinhança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 15:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento mostra impactos da presença das facções criminosas, desde o medo da violência até a contratação de serviços impostos A presença do crime organizado no [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Levantamento mostra impactos da presença das facções criminosas, desde o medo da violência até a contratação de serviços impostos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A presença do crime organizado no Brasil deixou de ser um fenômeno restrito a áreas específicas para se tornar uma experiência disseminada. De acordo com o relatório<strong>&nbsp;&#8220;Medo do crime e eleições 2026: os gatilhos da insegurança&#8221;&nbsp;</strong>divulgado neste domingo (10) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública,&nbsp;41,2% dos brasileiros com 16 anos ou mais reconhecem a presença de grupos criminosos organizados, como facções ou milícias, no bairro onde residem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 41% dos brasileiros de 16 anos ou mais, equivalente a 68,7 milhões de indivíduos, afirmam ver a atuação do crime organizado nos bairros onde residem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado indica que a maioria das pessoas convivem diretamente com o poder territorial exercido por essas organizações criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a percepção da presença desses grupos seja mais acentuada nas capitais (55,9%), o fenômeno já se capilarizou pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos municípios da região metropolitana, o índice é de 46,0%, e mesmo nas cidades do interior, mais de um terço da população (34,1%) identifica a atuação de facções em sua vizinhança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa expansão reflete, segundo o relatório,&nbsp;um processo de difusão territorial e nacionalização de grupos como o PCC e o Comando Vermelho, que transformaram o interior em entrepostos logísticos e espaços de disputa armada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria dos que reconhecem a presença desses grupos, a atuação do crime não é invisível: 61,4% dos entrevistados (42,2 milhões de pessoas) afirmam que o crime organizado influencia muito ou moderadamente as decisões e as regras de convivência local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro da Segurança Pública, essa regulação do cotidiano por essas organizações é chamada de governança criminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você tem o poder do Estado, mas também tem o poder do crime, que se coloca como um regulador da vida das pessoas que vivem nesses territórios e que, enfim, impõe uma série de regras e normas sobre o que pode e o que não pode ser feito nesses lugares&#8221;, explica Samira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário cria o que a literatura acadêmica chama de&nbsp;<strong>&#8220;duopólio de violência&#8221;</strong>, onde o Estado e o crime coexistem na ordenação da vida diária. A consequência imediata é a imposição de uma disciplina social baseada no medo, como observado nos resultados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>81,0% </strong>temem ficar no meio de um confronto armado;</li>



<li><strong>74,9%</strong> evitam frequentar certos locais;</li>



<li><strong>71,1%</strong> têm medo de ter um familiar envolvido com o tráfico;</li>



<li><strong>65,2%</strong> evitam circular em determinados horários;</li>



<li><strong>64,4%</strong> têm medo de sofrer represálias caso denunciem crimes;</li>



<li><strong>59,5%</strong> evitam falar sobre política no bairro;</li>



<li><strong>12,5%</strong> sentem-se obrigados a contratar serviços (como internet ou TV a cabo) indicados pelo crime organizado;</li>



<li><strong>9,4%</strong> se sentiram obrigados a comprar determinados produtos ou marcas, impostos pelo crime organizado aos comércios locais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>GOLPE CONTRA CPI E  CAÇA A SENADOR QUE PEDIU JUSTIÇA</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/15/golpe-contra-cpi-e-caca-a-senador-que-pediu-justica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STF persegue quem investiga crimes de ministros enquanto Planalto manobra para blindar corruptos Por Victório Dell Pyrro Lula e Gilmar Mendes e Alcolumbre formam hoje [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">STF persegue quem investiga crimes de ministros enquanto Planalto manobra para blindar corruptos</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula e Gilmar Mendes e Alcolumbre formam hoje o retrato acabado de um <strong>sistema</strong> que se vê acima da lei: derrubam relatório de CPI com manobra rasteira, intimidam o relator e agora falam em tornar senador inelegível por ter ousado apontar crimes de responsabilidade de ministros do STF.</p>



<h2 class="wp-block-heading">STF contra senador, não contra o crime</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, cumpriu exatamente o que a Constituição espera de um parlamentar: apontou indícios de crimes de responsabilidade de autoridades que, em tese, extrapolaram seus limites.<br>O relatório pedia o indiciamento de Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e do PGR Paulo Gonet, com base em fatos apurados ao longo de meses de trabalho, oitivas e coleta de documentos. Inclusive dados da Receita, da Polícia Federal e outros órgãos de controle. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação do STF foi imediata – e reveladora.<br>Em vez de explicar sua própria conduta, Gilmar Mendes decidiu mirar no mensageiro: quer que a PGR investigue Alessandro Vieira por suposto abuso de autoridade, tratando um relatório técnico de CPI como “constrangimento institucional” contra a Corte.<br>Ou seja, quando policiais, promotores ou senadores chegam perto dos ministros, passa a ser “abuso de autoridade”; quando ministros atropelam a política, chamam de “defesa da democracia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás defesa da democracia é usada para cometer crimes em série por esses senhores. Alcolumbre hoje fez discurso contra seus liderados. Disse que é ataque às instituições o relatório que não atacou ninguém. Pediu indiciamento de crimonosos, segundo a Polícia, e que se escondem atrás de cargos poderosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula pagou seu débito. Ele estava devendo a Gilmar Mendes e seus cúmplices por tê-lo  livrado da cadeia, mesmo após condenação e depois anulado suas condenações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A manobra para matar a CPI</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para completar o escárnio, o relatório nem sequer foi derrotado em voto limpo.<br>Horas antes da votação, houve uma manobra explícita: foram trocados três membros da CPI, justamente para fabricar uma maioria artificial contra o parecer de Vieira. Uma manobra de Lula em agradecimento à sua &#8220;descondenação&#8221;. Olha só.  Vivemos num país comandado, orquestrado por descondenado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Registros do Senado mostram que Sergio Moro e Marcos do Val foram substituídos por Beto Faro e Teresa Leitão, ambos do PT, e Soraya Thronicke foi alçada a titular, alterando por presidentes de partidos sem compromisso com a coisa publica, o equilíbrio da comissão em cima da hora.<br>O próprio Alessandro Vieira denunciou que houve “intervenção direta do Palácio do Planalto” para mudar integrantes e garantir a rejeição do relatório, deixando claro o dedo do governo Lula na operação para blindar ministros do STF e o PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é “coincidência institucional”: é o Executivo interferindo no Legislativo para proteger o Judiciário.<br>É o sistema inteiro se fechando em torno de seus próprios interesses e usando as regras do jogo como arma contra quem ousa apontar o óbvio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lula blinda o STF, o STF persegue o Senado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fica cada vez mais evidente que Lula e uma ala do STF atuam em simbiose.<br>O governo se mexe para trocar membros da CPI e matar o relatório; parte da Corte, ofendida por ser nominalmente citada, articula nos bastidores uma resposta política contra o senador que ousou encostar nos “intocáveis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma ala do STF discute “alternativas jurídicas” para tentar tornar Alessandro Vieira inelegível ainda este ano, simplesmente porque ele colocou ministros no rol de investigados da CPI. <br>Isso não é Justiça; isso é intimidação política travestida de linguagem jurídica, é recado claro a qualquer parlamentar: mexeu com ministro, mexeu com a sua própria carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilmar quer mais um Dallagnol . O mesmo  sistema criminoso que puniu o ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol quer agora punir Vieira. Um escárnio, assim  como roda essa lama. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula ganha porque protege seus aliados no sistema; ministros ganham porque seguem blindados e intocáveis; Alcolumbre ganha junto com seus parceiros e quem perde é o Senado, a CPI e, principalmente, a ideia de que todos são iguais perante a lei. Perdemos o brilho da Justiça e estamos sob o manto do crime organizado. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Gilmar, o STF e o medo de prestação de contas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de se defender no campo dos fatos, Gilmar correu para as redes e para o plenário da 2ª Turma para desqualificar o relatório, dizendo que CPI não tem “base legal” para pedir indiciamento de ministros e chamando o trabalho de “proposta tacanha”.<br>Ao mesmo tempo, levanta a tese de que a CPI pode ter cometido “abuso de autoridade” – invertendo o papel: o investigado vira vítima, e o investigador vira criminoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é típico de quem está acostumado a não ser questionado: qualquer tentativa de controle vira ataque institucional; qualquer fiscalização vira golpe contra a democracia.<br>Não há nada mais antidemocrático do que uma Corte que se sente acima de qualquer controle, que reage com ameaça de punição pessoal a um senador por exercício de sua função constitucional em uma CPI regularmente instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilmar Mendes não quer apenas derrotar um relatório; quer criar um precedente de medo.<br>O recado é direto: quem apontar o dedo para o STF pode sair dessa história não como fiscal, mas como réu, inelegível, silenciado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O STF que criminaliza o controle</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O que está em jogo não é apenas o futuro político de Alessandro Vieira.<br>É a possibilidade de o Congresso investigar, de fato, ministros da Suprema Corte e outras autoridades, sem sofrer retaliação velada ou explícita do próprio Judiciário que deveria ser o primeiro a respeitar o princípio da responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma ala do STF conspira para tornar um senador inelegível por causa de um relatório de CPI, não estamos falando de “defesa da instituição”, e sim de autopreservação de casta.<br>Quando o governo Lula mexe em composição de CPI para enterrar relatório que atingia ministros e o PGR, não está defendendo democracia; está blindando comparsas aliados e punindo quem ousa sangrar o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país está diante de um Supremo que não tolera ser investigado e de um governo que atua como escudo dessa blindagem, contra o Parlamento e contra a própria ideia de separação de Poderes.<br>Indignar-se com isso não é radicalismo; é a mínima sanidade democrática.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Manobra tira votos certos por aprovação de indiciamento de ministros do STF na CPI</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/14/manobra-tira-votos-certos-por-aprovacao-de-indiciamento-de-ministros-do-stf-na-cpi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 20:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CPI do Crime Organizado trocou integrantes antes da votação em manobra para tentar derrubar relatório.Dois senadores que potencialmente votariam a favor do relatório de Alessandro [...]</p>
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<h1 class="wp-block-heading">CPI do Crime Organizado trocou integrantes antes da votação em manobra para tentar derrubar relatório.Dois senadores que potencialmente votariam a favor do relatório de Alessandro Vieira (MDB-SE) foram substituídos por dois que devem votar contra</h1>



<p class="wp-block-paragraph">A composição da CPI do Crime Organizado, no Senado Federal, foi alterada horas antes da votação do relatório que pede o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/14/cpi-pede-indiciamento-de-moraes-toffoli-gilmar-e-do-pgr-paulo-gonet/">relatório final da CPI</a> aponta que há indícios de crimes de responsabilidade por parte do PGR e dos ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes</p>



<p class="wp-block-paragraph">Senadores da oposição foram substituídos por nomes governistas. Nomes da direita acusam líderes partidários de fazer uma manobra para derrubar o parecer de Alessandro Vieira (MDB-SE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três dos 11 membros titulares foram trocados. Conforme os registros do Senado, os senadores Sergio Moro (PL-PR) e Marcos do Val (Avante-ES) foram substituídos por Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as trocas, a CPI tem, potencialmente, maioria para derrotar o relatório proposto por Vieira.&nbsp;Além de Beto Faro e Teresa Leitão, devem votar contra o relatório os senadores Rogério Carvalho (PT-SE), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE), Soraya Thronicke.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do colegiado, Fabiano Contarato (PT-ES), também vota em caso de empate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alterações foram no bloco de partidos formado por MDB, PSDB, Podemos e União Brasil, a pedido da liderança do MDB. A CPI tem ainda outros sete suplentes. A sessão para a votação do relatório final começou às 14h20.</p>
<div id="bsbre-4270325358" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2331037143" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/14/manobra-tira-votos-certos-por-aprovacao-de-indiciamento-de-ministros-do-stf-na-cpi/">Manobra tira votos certos por aprovação de indiciamento de ministros do STF na CPI</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>CPI pede indiciamento de Moraes, Toffoli, Gilmar e do PGR Paulo Gonet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Indiciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Gonet]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório final da CPI do Crime Organizado, apresentado nesta terça-feira (14) no Senado Federal, propõe o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório final da CPI do Crime Organizado, apresentado nesta terça-feira (14) no Senado Federal, propõe o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes — além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O documento foi elaborado pelo relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), e será submetido à votação dos membros do colegiado antes do encerramento dos trabalhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 200 páginas, o relatório sustenta que as condutas atribuídas às autoridades seriam incompatíveis com o exercício das funções institucionais e teriam comprometido, direta ou indiretamente, investigações relacionadas à atuação do crime organizado no sistema financeiro e em estruturas do Estado. A CPI afirma que, ao longo das apurações, encontrou elementos que apontariam para interferências e decisões judiciais que, na avaliação dos parlamentares, teriam contribuído para restringir ou inviabilizar medidas investigativas consideradas essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CPI foi instalada em fevereiro de 2026 com o objetivo formal de investigar a infiltração de organizações criminosas no sistema financeiro e em setores estratégicos da administração pública. Inicialmente, o foco esteve concentrado em suspeitas de lavagem de dinheiro, circulação de recursos ilícitos e uso de instituições financeiras para blindagem patrimonial. No entanto, os trabalhos avançaram para uma linha mais ampla, que passou a incluir a análise de decisões judiciais e a atuação de autoridades com foro privilegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório aponta que a comissão se deparou com obstáculos institucionais ao tentar aprofundar diligências, incluindo decisões do Supremo Tribunal Federal que suspenderam quebras de sigilo, limitaram a coleta de dados e anularam medidas aprovadas pelos parlamentares. A reação da CPI foi imediata: senadores passaram a defender que o Judiciário teria interferido nos trabalhos do Legislativo, o que alimentou um embate público e elevou o tom político da investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento final, o senador Alessandro Vieira afirma que o ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/02/toffoli-tambem-voava-em-jato-de-vorcaro-ministro-voou-rumo-ao-resort-tayaya-envolvido-no-caso-master/">Dias Toffoli</a> teria mantido condutas que levantariam suspeitas de conflito de interesse em processos e decisões relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master e o ex-CEO da instituição, Daniel Vorcaro. A CPI menciona mensagens e registros que, segundo os parlamentares, sugeririam proximidade e relações indevidas, apontando risco de comprometimento da imparcialidade exigida de um magistrado da Suprema Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/08/master-r-80-milhoes-de-golpista-foram-para-esposa-de-moraes-segundo-receita/">Alexandre de Moraes</a> é citado por supostamente não ter se declarado impedido em situações nas quais haveria, segundo o relatório, possível conflito de interesse. A CPI menciona a atuação profissional de familiares e vínculos indiretos com estruturas jurídicas associadas a agentes sob investigação, defendendo que o ministro deveria ter adotado postura de afastamento formal em determinadas análises processuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/19/gilmar-blinda-toffoli-e-anula-quebra-de-sigilo-de-fundo-ligado-a-resort-tayaya/">Gilmar Mendes</a> é acusado de ter tomado decisões que, na avaliação do relatório, enfraqueceram ou inviabilizaram medidas investigativas conduzidas pela CPI. A comissão cita determinações que suspenderam quebras de sigilo e chegaram a ordenar a inutilização de dados obtidos, o que foi interpretado pelos parlamentares como um esvaziamento deliberado do poder de investigação do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador-geral da República, <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/10/gonet-moraes-toffoli-e-andrei-rodrigues-degustaram-r-33-milhoes-da-grana-roubada-por-vorcaro-so-em-uisque-num-pub-na-inglaterra/">Paulo Gonet, </a>aparece no relatório sob a acusação de omissão diante de indícios que, segundo a CPI, exigiriam providências do Ministério Público Federal. O documento sustenta que a PGR teria deixado de agir em tempo hábil para aprofundar apurações envolvendo autoridades e estruturas financeiras suspeitas, o que teria contribuído para manter lacunas investigativas e dificultar responsabilizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos pedidos de indiciamento, o relatório também apresenta um diagnóstico amplo sobre o avanço de facções criminosas, milícias e redes de lavagem de dinheiro no país, apontando que o crime organizado teria se sofisticado ao se infiltrar em setores formais da economia e buscar proteção institucional por meio de mecanismos jurídicos e financeiros. O texto inclui recomendações para endurecimento de normas de rastreamento de movimentações financeiras, fortalecimento de órgãos de controle e ampliação de mecanismos de transparência em operações bancárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação do relatório provocou forte repercussão política. Parlamentares que apoiaram a CPI afirmam que o Senado tem o dever de reagir a decisões que consideram abusivas e defendem que o relatório representa um “marco” na tentativa de expor o que chamam de blindagem institucional. Por outro lado, críticos da comissão acusam a CPI de extrapolar suas atribuições e transformar o colegiado em instrumento de enfrentamento ao Supremo Tribunal Federal, elevando o risco de crise entre os Poderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a votação do relatório, a CPI entra em sua fase final. Caso o texto seja aprovado, o documento poderá ser encaminhado às instâncias competentes para análise, incluindo a Mesa do Senado e órgãos de persecução penal, dependendo do enquadramento jurídico. No caso de crimes de responsabilidade, os pedidos podem alimentar discussões sobre abertura de processos políticos, como eventual impeachment, ainda que o avanço dessas medidas dependa de decisão do Congresso e de articulações internas no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, os ministros citados e o procurador-geral da República ainda não apresentaram manifestação pública detalhada sobre o teor do relatório. Nos bastidores, a expectativa é de que as reações institucionais se intensifiquem após a votação, com possibilidade de contestação jurídica e novas disputas sobre os limites de atuação de CPIs diante de autoridades com prerrogativa de foro.</p>
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		<item>
		<title>Ex-governador revela repasse de R$ 755 milhões de MT ao Banco Master em depoimento à CPMI</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/26/ex-governador-revela-repasse-de-r-755-milhoes-de-mt-ao-banco-master-em-depoimento-a-cpmi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Ex-governador]]></category>
		<category><![CDATA[Master]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[MT]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Taques]]></category>
		<category><![CDATA[Reag]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ex-governador de Mato Grosso José Pedro Gonçalves Taques (PSB) afirmou, em depoimento à CPI do Crime Organizado no Senado nesta quarta-feira (25), que o governo estadual repassou pelo menos R$ 755 milhões a estruturas ligadas ao Banco Master, de Daniel Vorcaro, desde 2023. O valor inclui empréstimos consignados fraudulentos, um acordo tributário com a Oi e recursos para concessão da BR-163, com indícios de lavagem de dinheiro e fraudes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Taques, o valor total decorre da soma de empréstimos consignados e repasses de Mato Grosso a fundos ligados ao banco de Daniel Vorcaro, sendo R$ 308 milhões de um acordo tributário com a empresa de telecomunicações Oi e R$ 447 milhões de recursos públicos destinados ao fundo da rodovia BR-163.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>Esse valor chegou a R$ 308 milhões, e a Oi perdeu os embargos. (…) Esses R$ 308 milhões foram depositados em dois fundos, que foram constituídos pelo Banco Master</strong>”, declarou o ex-governador ao colegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o relato de Taques, R$ 447 milhões foram depositados em um fundo criado pela MTPAR, mas administrado pela Reag, gestora de investimentos ligada ao Master e alvo de investigação por suspeita de envolvimento nas fraudes do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong>A MTPAR cria um fundo. Este fundo foi criado pela Reag [empresa/gestora de investimentos] (…) e o Estado de Mato Grosso retira da Fonte 100 [verba orçamentária do governo estadual] R$ 447 milhões e deposita nesse fundo”</strong>, detalhou o ex-governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Taques, que depôs como advogado de sindicatos de servidores, apresentou um dossiê detalhado. Ele acusou o banco de coordenar uma rede de instituições que enganava servidores públicos, atuando sem autorização do Banco Central e revendendo direitos de crédito de forma inflada ao BRB. &#8220;<strong>45 mil servidores têm consignados em empresas satélites do Master&#8221;,</strong> declarou.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Detalhamento dos Repasses</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Taques dividiu o montante em três frentes principais, todas conectadas ao Banco Master:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Componente</th><th>Valor</th><th>Detalhes</th></tr></thead><tbody><tr><td>Acordo com Oi</td><td>R$ 308 milhões</td><td>Devolução de impostos indevidos depositados em fundos Royal Capital e Lotte World (R$ 154 mi cada), constituídos pelo Master. Oi perdeu embargos judiciais.</td></tr><tr><td>Concessão BR-163</td><td>R$ 447 milhões</td><td>Recursos da Fonte 100 (orçamento estadual) depositados em fundo da MTPAR, administrado pela Reag (gestora ligada ao Master e investigada).</td></tr><tr><td>Consignados fraudulentos</td><td>Não especificado no total, mas parte dos R$ 755 mi</td><td>14 instituições venderam direitos ao Master; uma cobrou R$ 150 mi em 9 meses de servidores.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores Alessandro Vieira (MDB-SE, relator) e Rogério Carvalho (PT-SE) protocolaram a convocação, focando em prejuízos a 14 mil servidores via Capital Consig.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contexto e Suspeitas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Taques investigou o caso desde novembro de 2024, protocolando denúncias no MPF, MPMT e TCE-MT. Ele ligou a Reag a possíveis conexões com o PCC e transferências para aliados do governador Mauro Mendes (União Brasil). O Banco Master, alvo de <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/25/lulinha-era-consultor-da-fictor-e-levou-alvo-da-pf-em-viagem-de-lula-a-china/">operações como a Fallax</a> (PF), é investigado por fraudes bilionárias, com delações em curso, como a do cunhado de Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Senadores da bancada mato-grossense questionaram as conclusões, mas o presidente da CPI, Fabiano Contarato (PT-ES), determinou aprofundamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Reações Políticas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O governo de MT nega irregularidades e diz que repasses foram legais. Opositores usam o depoimento para criticar Mendes, enquanto Taques – ex-senador (2011-2015) e governador (2015-2018) – reforça sua posição na condição de advogado, pois foi contratado por sindicatos e entidades representativas dos servidores de Mato Grosso para investigar supostas irregularidades nos descontos de consignados. A CPI pode convocar Vorcaro e Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso expõe vulnerabilidades em consignados públicos e concessões rodoviárias, com potencial para ramificações nacionais em meio à crise do Master.</p>
<div id="bsbre-3875686832" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-711352114" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/26/ex-governador-revela-repasse-de-r-755-milhoes-de-mt-ao-banco-master-em-depoimento-a-cpmi/">Ex-governador revela repasse de R$ 755 milhões de MT ao Banco Master em depoimento à CPMI</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Gilmar blinda Toffoli e anula quebra de sigilo de fundo ligado a resort Tayayá</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/19/gilmar-blinda-toffoli-e-anula-quebra-de-sigilo-de-fundo-ligado-a-resort-tayaya/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Blinda]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[gilmar mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ministro do STF, até que o plenário da Corte decida sobre o tema, o procedimento é excepcional e não constitui ato próprio de investigação [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Para ministro do STF, até que o plenário da Corte decida sobre o tema, o procedimento é excepcional e não constitui ato próprio de investigação</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes anulou, na manhã desta quinta-feira (19), a quebra de sigilo do fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundo comprou a fatia da empresa Maridt, ligada ao ministro Dias Toffoli, em um resort no Paraná.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gilmar Mendes, <strong>até que o plenário da Corte decida sobre o tema</strong>, o procedimento é excepcional e, portanto, <strong>não constitui ato próprio de investigação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mostra-se necessária a observância dos requisitos mínimos inerentes à fundamentação a respeito de atos que repercutem de forma direta e com tamanha gravidade sobre direitos fundamentais”, alegou Gilmar Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Assim, entendo que, até que sobrevenha deliberação colegiada em sentido diverso, impõe-se prestigiar tal orientação como parâmetro de controle imediato da atuação das Comissões Parlamentares de Inquérito”, acrescentou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quebra de sigilo do fundo Arleen foi aprovada pela CPI do Crime Organizado. <strong>A empresa tinha como único cotista o Fundo Leal.</strong> Entre 2021 e 2025, Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, foi o único investidor da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilmar mandou oficiar a decisão ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-SE), e ao Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outra anulação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a segunda decisão do decano em favor do integrante do STF.&nbsp;Em fevereiro, ele anulou a quebra dos sigilos bancários, fiscal e telemático da Maridt, empresa que tem, entre os sócios, o ministro Dias Toffoli e seus irmãos: o engenheiro José Ticiano Dias Toffoli e o padre José Eugênio Dias Toffoli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div id="bsbre-2521866784" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-297013103" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/19/gilmar-blinda-toffoli-e-anula-quebra-de-sigilo-de-fundo-ligado-a-resort-tayaya/">Gilmar blinda Toffoli e anula quebra de sigilo de fundo ligado a resort Tayayá</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>CPI do Crime Organizado convoca ex-noiva de Vorcaro, Martha Graeff</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Convocada]]></category>
		<category><![CDATA[CPMI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Modelo e influenciadora reside em Miami, nos Estados Unidos. Muitos dos diálogos entre o dono do Banco Master e a ex vieram a público após [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Modelo e influenciadora reside em Miami, nos Estados Unidos. Muitos dos diálogos entre o dono do Banco Master e a ex vieram a público após a quebra de sigilo das conversas</h6>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (18) um requerimento de convocação da ex-noiva de <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/10/vorcaro-prometeu-r-250-milhoes-para-prejudicar-ex-marido-de-marta-graeff-rony-seikali/">Daniel Vorcar</a>o, dono do Banco Master, a empresária e influenciadora, Martha Graeff.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="819" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773844198184677149093794903269.jpg" alt="" class="wp-image-36587" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773844198184677149093794903269.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773844198184677149093794903269-600x491.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773844198184677149093794903269-768x629.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Martha Graeff foi convocada a depor na CPMI do Crime Organizado </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Empresária, modelo e influenciadora, Martha reside em Miami, nos Estados Unidos. Na quebra de sigilo das conversas de Daniel Vorcaro, muitos dos diálogo trocados entre os dois foram divulgados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vários deles, Vorcaro citava nome de autoridades das quais teria proximidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram aprovados outros requerimentos como um pedido de informações à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ao Banco Central e à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo, segundo a comissão, é identificar a listagem completa de todos os fundos de investimento caracterizados como exclusivos ou restritos, que tenham ligação com Banco Master, a Reag Investimentos ou suas controladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), isso permitirá desvendar a &#8220;rede de relacionamentos financeiros dos investigados, identificar o eventual proveito econômico decorrente das práticas investigadas e adotar as medida legais cabíveis, confrontando os dados fornecidos pela CVM com os elementos probatórios já colhidos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Megaoperação das FICCOs Mobiliza 15 Estados Contra Facções Criminosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[CV]]></category>
		<category><![CDATA[Megaoperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma megaoperação coordenada pela Polícia Federal, envolvendo as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), foi deflagrada nesta quarta-feira (18) em 15 estados brasileiros, [...]</p>
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<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma megaoperação coordenada pela Polícia Federal, envolvendo as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), foi deflagrada nesta quarta-feira (18) em 15 estados brasileiros, com foco no combate a facções criminosas, tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> A ação cumpre 174 mandados de busca e apreensão e 107 de prisão, mobilizando polícias civis, militares, penais e outros órgãos de segurança.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="984" height="738" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17738333712481572725696825405729.jpg" alt="" class="wp-image-36574" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17738333712481572725696825405729.jpg 984w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17738333712481572725696825405729-600x450.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17738333712481572725696825405729-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">Polícia Federal coordena megaoperação com policias Civil, Militar e Penal em 15 estados</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Estados Envolvidos e Escopo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados-alvo são Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe. A operação, batizada de Força Integrada, busca desarticular redes criminosas com atuação regional e nacional, incluindo disputas territoriais e esquemas financeiros ilícitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Detalhes das Suboperações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Várias frentes específicas foram ativadas simultaneamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Operação Dry Fall (Campinas/SP)</strong>: Mira grupo ligado ao Comando Vermelho, com 34 buscas, 37 prisões temporárias e bloqueio de mais de 100 contas bancárias (até R$ 70 milhões).</li>



<li><strong>Operação Roça (Pernambuco)</strong>: Combate tráfico de drogas, armas, roubos de carga e lavagem; 49 buscas, 15 prisões e bloqueio de R$ 5 milhões.</li>



<li><strong>Operação Ictio (Maranhão)</strong>: Investiga tráfico de cocaína e crack via empresas de fachada; 30 buscas, 7 prisões, bloqueio de R$ 297 milhões e apreensões de bens de luxo.</li>



<li><strong>Operação Célula Oculta (Rio Grande do Sul)</strong>: 18 buscas e 11 prisões por tráfico na Serra Gaúcha e Vale do Sinos.<br>Outras ações ocorrem na Bahia (Epílogo), Espírito Santo (Turquia II, contra revenda de entorpecentes apreendidos), Minas Gerais (Terminus, com prisão de foragido em Sete Lagoas) e Ceará (Contenção, 10 prisões por crimes violentos).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto das FICCOs</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As FICCOs são forças-tarefas que integram órgãos sem hierarquia, coordenadas pela PF, com 39 unidades no país. Em 2025, realizaram 246 operações, com mais de 2 mil buscas e 1.500 prisões, reforçando o combate ao crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação destaca a estratégia nacional de integração para enfraquecer facções como PCC e Comando Vermelho, com bloqueios financeiros significativos e foco em corrupção e desvios. Autoridades preveem novas fases ao longo da semana.</p>
<div id="bsbre-3513576257" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-4085361737" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/18/megaoperacao-das-ficcos-mobiliza-15-estados-contra-faccoes-criminosas/">Megaoperação das FICCOs Mobiliza 15 Estados Contra Facções Criminosas</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>CPI quebra sigilo de cunhado de Vorcaro e convoca ex-diretores do Banco Central para depor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:13:07 +0000</pubDate>
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<h2 class="wp-block-heading">Parlamentares também aprovaram a convocação de dois ex-diretores do BC envolvidos no Caso Master</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (11) a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fabiano Campos Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram convocados dois ex-integrantes da diretoria do Banco Central investigados: o ex-diretor de fiscalização Paulo Sérgio Neves de Souza e o ex-servidor Belline Santana. Segundo a PF, eles mantinham relação direta com o Vorcado e faziam “consultoria informal” para o banqueiro em processos dentro da instituição e terão de depor na CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CPi também quebrou o sigilo de empresas citadas da Polícia Federal na investigação sobre fraudes no Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas que tiveram requerimento de quebra de sigilos aprovados são Varajo Consultoria, g Participações Imobiliárias e King Locação de Veículos. A Varajo Consultoria teria sido usada para o pagamento de propinas ao servidor do Banco Central Belline Santana, em esquema operacionalizado por Leonardo Palhares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fabiano Zettel é casado com Natália Vorcaro, irmã do banqueiro. Ele é pastor e empresário, considerado um dos homens de confiança de Vorcaro. Na última quarta-feira (4), entregou-se à Polícia Federal (PF) após ser alvo de uma nova fase da operação Compliance Zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CPI também solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça o envio de informações e provas já reunidas em investigações relacionadas ao Banco Master. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na manhã de hoje, a CPI também pediu ao STF documentos encaminhados pela Polícia Federal sobre a morte de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, investigado na Operação Compliance Zero.</p>
<div id="bsbre-3981406664" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1489574930" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/11/cpi-quebra-sigilo-de-cunhado-de-vorcaro-e-convoca-ex-diretores-do-banco-central-para-depor/">CPI quebra sigilo de cunhado de Vorcaro e convoca ex-diretores do Banco Central para depor</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<item>
		<title>Gilmar aprofunda o poço de lama do STF para proteger Toffoli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 02:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de Gilmar Mendes de suspender a quebra de sigilos da Maridt, empresa em que Dias Toffoli figura como sócio junto aos irmãos, não é um desvio técnico menor nem um mero ajuste de limites entre Poderes. É um ato profundo de continuidade de crimes: um passo calculado para dificultar investigações e servirá apenas para afundar ainda mais o STF no poço de lama aberto pelo caso Banco Master, agora em nome da proteção direta de um ministro investigado e de todo o círculo que o rodeia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">De Jabuti a Maridt: mesmo molde de intervenção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O nome “Jabuti” volta a pairar, ainda que indiretamente, sobre o modus operandi de Gilmar. Em 2022, o ministro derrubou decisões da 14ª Vara Federal do Rio em operação que apurava fraudes em contratações de “funcionários fantasmas” no Sesc e no Senac, concedendo liminar em habeas corpus que anulou elementos centrais de investigação conduzida por juiz federal. A narrativa de Gilmar, como em muitos outros episódios, foi de “defesa da legalidade” e de “correção de abusos processuais” — mas, para ampla parte da opinião jurídica, o efeito foi refrear um processo que incomodava atores políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, no caso Banco Master, o movimento de Gilmar obedece à mesma lógica: escolher o relator certo, filtrar a investigação, cortar as linhas de acesso a dados. A diferença é que, desta vez, o “jabuti” não é um caso remoto, mas um processo que ameaça a própria cúpula do Supremo. Toffoli, que chegou a ser relator do inquérito sobre fraudes financeiras do Banco Master, passou a ser investigado por escolhas estranhas de peritos, por decisões que desviaram provas da Polícia Federal e por laços financeiros entre a Reag/Master e o resort Tayayá, em Ribeirão Claro, ligado à Maridt.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Jabuti que ninguém quer ver</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O “Jabuti” aparece no momento em que o STF decide aceitar um pedido em um caso arquivado para tratar de outro caso, este gravíssimo, além de o advogado do investigado escolher quem vai tocar o caso, que tipo de prova é aceito, quem vai interpretar o material apreendido e, sobretudo, quem pode apertar o botão da quebra de sigilos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Toffoli ainda comandava o caso Master, impôs escolha de peritos específicos, determinou que provas coletadas na segunda fase da operação Compliance Zero ficassem sob custódia da PGR e adotou medidas que, aos olhos da PF, iam contra o padrão de autonomia da investigação. E aos olhos de qualquer idiota demonstra o crime continuado do ministro que ficou milionário da noite para o dia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação de Gilmar nesse contexto não foi de distância, mas de defesa contínua e de cara lisa com muito óleo de peroba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O defensor master da ocultação de provas &#8211; é isso que Gilmar faz ao decidir essa aberração jurídica -,  justificou a permanência de Toffoli dizendo que sua atuação “observa os parâmetros do devido processo legal” e que a PGR teria reconhecido a “regularidade” da sua continuidade no caso. A mensagem, em termos políticos, era clara: quem está ameaçado é um dos nossos; quem manda apurar somos nós; quem julga, também. Um escárnio.  Eles podem, já que existe um fraco presidindo o Senado. Aliás mais que fraco, um rabo preso que teme ser investigado por seus crimes pelo STF e aí, uma mão podre suja a outra. </p>



<h3 class="wp-block-heading">A escolha de Gilmar como relator pelo “investigado”</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até outro dia, Toffoli ainda era relator do Master; depois, o caso foi redistribuído a André Mendonça, cortesia de um sorteio interno que, por unanimidade, aceitou o próprio Toffoli de deixar a relatoria — sem declarar suspeição, mas admitindo que a continuidade havia se tornado politicamente insustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, quando se trata de proteger a esfera que o envolve diretamente, Toffoli não recorre a um juiz federal, ao CNJ ou à própria PGR: ele escolhe recorrer a Gilmar Mendes. Foi o próprio ministro que, na prática, acabou se tornando o “relator da família” no caso Maridt, ao aceitar o pedido da empresa para anular a quebra de sigilos bancários, fiscais e telemáticos determinada pela CPI do Crime Organizado, isso em açãojáarquivada em 2023, totalmente desconexa ao caso do BancoMaster, alvo da CPI do CrimeOrganizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Maridt, sociedade anônima de capital fechado com sócios que incluem Dias Toffoli e seus irmãos, vendeu parte do resort Tayayá a um fundo ligado à Reag, braço do Banco Master, num negócio que já levanta suspeitas de enriquecimento sem origem declarada e de uso de canais privados para movimentar valores de alto risco. A CPI entende que a empresa pode ter servido como canal de recebimento de vantagens indevidas, com escritórios de advocacia pagando mensalmente “consultoria” por serviços de conteúdo questionável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O argumento de “desvio de poder” como cortina de fumaça</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao anular a decisão da CPI, Gilmar Mendes fala em “abuso de poder” e “devassas generalizadas”, diz que a comissão não teria encontrado nexo entre a Maridt e o crime organizado, e que a investigação teria “temas desconexos” do seu objeto formal. Mentira. Em linguagem processual, é um clássico recurso de blindagem: transformar a necessidade de esclarecer enlaces entre dinheiro, lobby e poder em “desvio de finalidade” da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade, no entanto, é que a CPI apurava não apenas a expansão de facções e milícias, mas também a presença de instituições financeiras nas estruturas de lavagem, incluindo o Banco Master, Reag e empresas ligadas a operadores próximos a Toffoli. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Num contexto em que a PF já apontava que a investigação poderia revelar quem eram “as verdadeiros entranhas” do Banco Master, suspender a quebra de sigilos da Maridt não é ato de defesa da legalidade, mas de proteção da esfera de um ministro que já foi relator do caso e que, por via de tangos, continua tendo seus negócios cercados pela própria Corte que tem a obrigação de desfazer esse crime e encontrar formas de punir Gilmar Mendes e Toffoli por essa manobra indecente, ilegal e imoral.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O descrédito do STF como estratégia institucional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso se encaixa no quadro que já vem sendo descrito há tempos por analistas: o STF entrou em um ciclo de automutilação institucional, em que cada decisão que tenta “blindar” um ministro ou um setor da Corte, como um Jabuti em câmera lenta, que jamais sobe em árvore e nitidamente alguém o colocou lá, acaba corrindo a poeira de um poço de lama que ele próprio cavou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso Banco Master, que poderia ter sido um momento de fortalecimento da Justiça, virou operação de contenção de danos, com troca de relatores, decisões polêmicas de Toffoli, manobras de Gilmar e um clima de desconfiança entre os próprios ministros. Muitos dizem até que foram traídos por Alexandre de Moraes, o outro ministro da Corte enlameado até o pescoço por denúncias de jornalistas de que advogou junto ao Banco Central para ajudar Daniel Vorcaro em seus crimes financeiros bilionários. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica mais dura que se pode fazer hoje é esta: o STF não está mais apenas em risco de perder credibilidade; Já está em total descrédito e de forma consciente, usa a própria autoridade para restringir o alcance de investigações que envolvem seus integrantes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao escolher Gilmar como relator para proteger a Maridt, Toffoli se achando esperto demais reforça a imagem de que o Supremo é um organismo que, em vez de permitir que a luz entre nos cômodos escuros, prefere puxar para cima as portas corrediças e fechar as janelas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Para onde o poço de lama leva?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se o caso Banco Master se esvaziar, se provas forem travadas, se peritos escolhidos por relatores movediços se tornarem obstáculos, o STF não terá apenas “salvado” um ministro ou um grupo de amigos. Terá, mais uma vez, exibido que o critério que mais importa no Corpo Deliberativo é a proteção mútua, não a transparência. Os Jabutis de Gilmar, de tempos em tempos, sempre parecem surgir nos momentos em que alguém na cúpula precisa de um túnel de escape.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até quando o STF vai continuar aprofundando esse poço de lama em nome da própria sobrevivência política? E o lodo já está tão espesso que até o Congresso se suja mais e pode tarde demais para voltar a apertar o botão do sigilo, quem vai ter coragem de dizer que o problema não é a CPI, mas o muro de proteção que o próprio Gilmar ergueu — mais uma vez — em torno de Toffoli? Diz aí, Alcolumbre. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Gilmar Mendes suspende quebra de sigilos de empresa da família Dias Toffoli aprovada pela CPI do Crime Organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:52:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (27) a decisão da CPI do Crime Organizado do Senado que havia determinado a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, pertencente a irmãos do ministro Dias Toffoli. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida cautelar interrompe os efeitos da deliberação tomada pela comissão na última quarta-feira (25) e determina, inclusive, a inutilização de eventuais dados já obtidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, Mendes entendeu que a CPI extrapolou os limites constitucionais ao atingir a empresa privada sem demonstrar vínculo concreto entre a investigação e o objeto formal da comissão, que é apurar a atuação de organizações criminosas, facções e milícias. Para o ministro, houve “desvio de finalidade” e “abuso de poder” na aprovação da quebra de sigilos, uma vez que não foram apresentados elementos mínimos que justificassem a medida extrema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi apresentada pela defesa da Maridt Participações, que questionou a legalidade da decisão da CPI. Mendes ressaltou que a quebra de sigilo é medida excepcional, por restringir direitos fundamentais assegurados pela Constituição, e só pode ser autorizada quando houver pertinência temática clara e fundamentação individualizada. Segundo ele, não ficou demonstrada a relação direta entre a empresa e os fatos investigados pela comissão parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão suspende a quebra de sigilos referentes ao período de 2022 a 2026. No despacho, o ministro também criticou o que classificou como “narrativa vazia” e “salto lógico-jurídico” na justificativa apresentada para atingir a empresa dos familiares de Toffoli.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contexto da investigação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Maridt Participações pertence aos irmãos José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli era dona do resort Tayayá, cuja propriedade é atribuidaao ministro do STF por funcionários. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa passou a ser alvo da CPI após vir à tona a informação de que teria recebido cerca de R$ 35 milhões de fundos ligados ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O banco é alvo de investigações envolvendo suspeitas de fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e possíveis conexões com organizações criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as operações sob escrutínio está a aquisição e administração do resort Tayayá, em Antonina (PR), empreendimento que teria recebido recursos sob suspeita de irregularidades. Além da Maridt, a CPI também aprovou a quebra de sigilos de outras empresas, como a Reag Trust e o próprio Banco Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão é presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e tem como relator o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Os irmãos de Toffoli chegaram a ser convocados na condição de investigados. Em decisão anterior, o ministro André Mendonça já havia desobrigado o comparecimento compulsório deles à CPI.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Repercussão política e institucional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de Gilmar Mendes provocou reações imediatas no Senado. O presidente da CPI afirmou que avalia medidas processuais cabíveis para contestar a liminar no próprio STF. Parlamentares da oposição criticaram a suspensão, alegando que a decisão enfraquece o poder investigatório das comissões parlamentares de inquérito. Já integrantes da base governista defenderam a atuação do Supremo, sob o argumento de que houve extrapolação das competências da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio ocorre em meio a um ambiente de tensão entre Legislativo e Judiciário sobre os limites de atuação das CPIs. O STF tem reiteradamente afirmado que as comissões possuem poderes de investigação semelhantes aos das autoridades judiciais, mas devem respeitar garantias constitucionais, como a fundamentação adequada e a pertinência temática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dias Toffoli, por sua vez, havia renunciado, em 12 de fevereiro, à relatoria de processos relacionados ao Banco Master no Supremo, alegando razões institucionais. Reportagens apontaram que o nome do ministro apareceu em menções encontradas no celular de Daniel Vorcaro durante investigações conduzidas pela Polícia Federal. Não há, até o momento, denúncia formal contra Toffoli ou contra a empresa de seus familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa da Maridt sustenta que a empresa atua regularmente e que não foi formalmente acusada de qualquer ilícito. A CPI do Crime Organizado segue com a agenda de depoimentos, incluindo o de Vorcaro e de ex-diretores do Banco Master, enquanto o impasse jurídico sobre o alcance das investigações deve continuar a ser debatido no Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso reacende a discussão sobre o equilíbrio entre o poder investigatório do Parlamento e a proteção de direitos individuais, tema recorrente em julgamentos da Corte quando CPIs avançam sobre dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Rodrigo Bacellar e TH Joias indiciados por organização criminosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 17:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Bacellar]]></category>
		<category><![CDATA[TH Joias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal concluiu nesta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, o inquérito que apura um esquema de vazamento de informações sigilosas, tráfico de influência [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/27/rodrigo-bacellar-e-th-joias-indiciados-por-organizacao-criminosa/">Rodrigo Bacellar e TH Joias indiciados por organização criminosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal concluiu nesta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, o inquérito que apura um esquema de vazamento de informações sigilosas, tráfico de influência e suposta articulação entre política, Judiciário e facções criminosas no Rio de Janeiro. Foram indiciados por organização criminosa, obstrução de Justiça e favorecimento pessoal o deputado estadual e presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (União Brasil), o ex-deputado TH Joias (Thiego Raimundo dos Santos Silva, MDB) e outras três pessoas. A investigação descreve a existência de um suposto “Estado paralelo”, com loteamento político e infiltração institucional para proteger interesses do Comando Vermelho (CV) em comunidades como o Complexo do Alemão e a Maré.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As apurações tiveram início a partir da Operação Zargun, deflagrada em setembro de 2025. À época, TH Joias foi preso sob suspeita de tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e associação ao Comando Vermelho. Segundo a Polícia Federal, ele utilizava o mandato parlamentar para favorecer a facção, inclusive com a nomeação de aliados em cargos estratégicos na Alerj e o acesso a informações sigilosas. A investigação aponta ainda que o ex-deputado estaria envolvido na importação de armas do Paraguai e de equipamentos antidrones da China, posteriormente revendidos, inclusive a grupos rivais como o PCC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o inquérito, TH Joias teria sido indicado politicamente ao governo estadual e mantinha influência na estrutura administrativa. A Polícia Federal sustenta que o parlamentar estabeleceu “vínculos estáveis” com integrantes da cúpula do Comando Vermelho, em especial com Edgar Alves de Andrade, conhecido como “Doca” ou “Urso”, apontado como um dos líderes da facção no Complexo do Alemão. O objetivo seria garantir proteção institucional, acesso antecipado a operações policiais e manutenção de áreas sob domínio do grupo criminoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação se agravou com a deflagração da Operação Unha e Carne, em 3 de dezembro de 2025, quando Rodrigo Bacellar foi preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A PF afirma que Bacellar teria alertado TH Joias horas antes da Operação Zargun, orientando a “remoção de objetos” e medidas para evitar a apreensão de materiais comprometedores. Mensagens interceptadas indicariam tentativa de obstrução das investigações. Durante as buscas, os agentes apreenderam documentos com pedidos de natureza política e aparelhos celulares registrados em nome de terceiros, considerados “laranjas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa de Rodrigo Bacellar nega irregularidades. O advogado Daniel Bialski classificou o indiciamento como “arbitrário e abusivo”, enquanto o defensor Bruno Borragini afirmou que o deputado “não praticou qualquer conduta ativa para obstruir a Justiça”. Já TH Joias, que perdeu o mandato após a prisão, também contesta as acusações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Bacellar e TH Joias, foram indiciados Flávia Júdice Neto, ex-assessora da Alerj e esposa do desembargador Macário Júdice; Jéssica Oliveira Santos, apontada como ligada ao ex-deputado no esquema; e Tharcio Nascimento Salgado, descrito como colaborador nas frentes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Federal, Flávia teria repassado dados sigilosos de investigações ao grupo criminoso. O desembargador não foi indiciado em razão do foro por prerrogativa de função, mas sua conduta é analisada pela Procuradoria-Geral da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Zargun resultou em 18 prisões, 22 mandados de busca e apreensão e bloqueio de aproximadamente R$ 40 milhões em bens e valores, com decisões confirmadas pelo TRF-2. Já a Operação Unha e Carne aprofundou a apuração sobre o vazamento de informações estratégicas, incluindo quebras de sigilo telefônico e bancário. O inquérito foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mensagens analisadas pela PF também mencionam o ex-governador Sérgio Cabral, embora não haja, até o momento, indiciamento formal relacionado a esse ponto específico. O governador Cláudio Castro, citado como aliado político de Bacellar, negou qualquer influência ou interferência nas investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relatório, a Polícia Federal afirma que a organização investigada buscava “garantir sigilo, antecipação de medidas e impunidade a integrantes de facção criminosa”, com infiltração em estruturas administrativas e possível conexão com membros do Judiciário. O Ministério Público do Rio de Janeiro acompanha as apurações e avalia desdobramentos na esfera estadual.</p>
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		<title>Fala de Lula sobre matança no Rio repercute mal e atrapalha até CPI nas mãos do governo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/11/05/fala-de-lula-sobre-matanca-no-rio-repercute-mal-e-atrapalha-ate-cpi-nas-maos-do-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 18:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Matança]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lula fala em “matança” na megaoperação no Rio e pede investigação independente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou-se na terça-feira (4) publicamente [...]</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Lula fala em “matança” na megaoperação no Rio e pede investigação independente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou-se na terça-feira (4) publicamente pela primeira vez sobre a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que terminou com 121 mortos, entre suspeitos e policiais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma entrevista à Agência Reuters, Lula classificou a ação como uma “matança” e pediu a instauração de uma investigação independente, preferencialmente com a participação de investigadores federais, para apurar as circunstâncias da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fala de Lula repercutiu mal até mesmo entre governistas.  Integrantes da CPI do Crime Organizado, reagiram mal. Sob sigilo, teve parlamentar que questionou a fala do presidente. &#8220;Quer ajudar ou atrapalhar?&#8221; Questionou um parlamentar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliados de Lula disseram que o presidente trilhou um rumo totalmente oposto ao que eles adotaram na primeira reunião da CPI do Crime Organizado para tentar afastar o clima de guerra política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve uma preocupação de destacar a importância do trabalho dos policiais em operações como a do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente, a decisão judicial que autorizou a operação concedeu uma ordem de prisão, não uma autorização para matar. “Houve uma matança, e é preciso averiguar em que condições ela ocorreu”, declarou. Lula também destacou a importância de proteger policiais, crianças e famílias inocentes, enfatizando a necessidade de um trabalho coordenado e eficiente contra o crime organizado, sem excessos que coloquem vidas em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens nas câmeras dos policiais e postadas na Internet mostram que os agentes foram recebidos com tiros de armamento pesado ao tentarem cumprir os mandados de prisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, mas com posicionamentos distintos, o Instituto Lula e a bancada do PT na Câmara dos Deputados usaram termos mais contundentes: definiram a operação como “massacre” e “extermínio”, criticando duramente a condução da ação pelo governo estadual do Rio, representado pelo governador Cláudio Castro, alvo de acusações de ter promovido uma “chacina continuada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governador Cláudio Castro, por sua vez, defendeu a operação como um “sucesso” e proporcional à violênciaempregada pelos criminosos, garantindo que outras ações semelhantes estão previstas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa divergência expõe um embate político entre os governos federal e estadual sobre a segurança pública no estado. Parlamentares aliados a Lula acusaram o governo do Rio de Janeiro de realizar um massacre, mas não conseguiram reverter o clima favorável ao combate à violência, que tem forte apoio popular na cidade e no restantedo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do confronto político, surgiram questões institucionais e operacionais: a Polícia Federal revelou que teve contato prévio com a Polícia Militar do Rio para avaliar uma intervenção federal na operação, mas descartou sua participação por considerar que o modo de atuação da PM fluminense não se adequava aos padrões da PF. Isso gerou desconforto público e posicionamentos distintos dentro do governo federal, com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmando que operações desse porte deveriam ser previamente comunicadas ao presidente, ao vice-presidente, ao ministro da Justiça e ao diretor-geral da PF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A megaoperação ocorreu em meio a um cenário político delicado, em que a segurança pública desponta como tema central da polarização política no Brasil, especialmente com a aproximação das eleições presidenciais de 2026. Lula vinha centrando sua pré-campanha em questões econômicas, mas foi surpreendido pela rápida adesão popular às ações policiais no Rio, o que lhe impôs um desafio para reconquistar o debate da segurança, historicamente associado à direita. Em resposta, o governo federal apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, com penas de até 30 anos para membros de organizações criminosas, além de medidas para infiltração policial e criação do tipo penal de “organização criminosa qualificada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio evidenciou o choque entre abordagens: um governo estadual focado na eficácia das operações armadas, e um governo federal buscando um equilíbrio entre combate ao crime e respeito aos direitos humanos. Enquanto a população mostra apoio à ação policial, o presidente Lula tenta posicionar-se como um líder que defende a segurança sem confrontos. Lula em sua fala não apresentou propostas para conter facções como o Comando Vermelho que assolam cidades no Brasil todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Banco Central elimina &#8216;contas-bolsão&#8217; usadas pelo crime organizado para lavar dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 16:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mecanismo usado por fintechs dificulta identificação de origem e rastreio de recursos O Banco Central (BC) publicou uma nova resolução nesta segunda-feira (3) com o [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Mecanismo usado por fintechs dificulta identificação de origem e rastreio de recursos</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Central (BC) publicou uma nova  resolução nesta segunda-feira (3) com o objetivo de fechar <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/17/faria-lima-esconde-r-55-bilhoes-em-fundos-caixa-preta/">contas-bolsão irregulares, que têm sido utilizadas por organizações criminosas para lavar dinheiro.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma entra em vigor em dezembro de 2025, com o objetivo de eliminar as chamadas “contas-bolsão”, mecanismo utilizado para centralizar e movimentar recursos financeiros de múltiplos clientes por meio de uma única conta bancária, especialmente por fintechs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As contas-bolsão consistem em contas únicas abertas por fintechs em bancos tradicionais para gerenciar os fundos de seus clientes, o que dificulta o monitoramento individualizado das transações e a identificação da origem dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da instituição, essa prática tem sido usada para lavagem de dinheiro e ocultação de operações ilícitas, pois a consolidação das movimentações em uma única conta dificulta o rastreamento pelas autoridades competentes, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Polícia Federal e Receita Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a publicação da norma, fintechs e instituições financeiras passam a ser obrigadas a informar ao BC e aos órgãos de fiscalização todas as movimentações financeiras individualizadas, eliminando a possibilidade de uso da conta única para movimentar recursos de clientes distintos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BC determinou que as fintechs que não cumprirem esta norma estarão sujeitas a sanções, que incluem multas e possibilidade de suspensão ou cancelamento da autorização para operar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Banco Central, o fim das contas-bolsão pretende aumentar a segurança e a transparência do sistema financeiro, além de contribuir para a prevenção e repressão a crimes financeiros e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulamentação segue recomendações internacionais sobre fortalecimento do compliance no setor financeiro, promovendo maior controle e fiscalização das operações realizadas por fintechs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida busca regulamentar o mercado financeiro digital e corrigir vulnerabilidades identificadas no modelo atual de contas em grupo.</p>
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		<title>Saiba 19 postos ligados ao PCC, segundo investigações; veja endereços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 21:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Postos combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Postos utilizados por criminosos adulterava combustíveis e lavava dinheiro do crime organizado em Goiás e São Paulo Decisões da Justiça de São Paulo citam nominalmente [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Postos utilizados por criminosos adulterava combustíveis e lavava dinheiro do crime organizado em Goiás e São Paulo</h6>



<p class="wp-block-paragraph">Decisões da Justiça de São Paulo citam nominalmente ao menos 19 postos de combustíveis  relacionadas à operação Carbono Oculto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/08/28/megaoperacao-contra-pcc-tem-350-alvos-que-lavam-dinheiro-com-combustiveis-e-financeiras/">maior operação da história do país</a> que aconteceu contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), investiga a <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/08/29/saiba-por-que-o-pcc-usa-metanol-para-estragar-carros-e-sua-saude/">infiltração da facção criminosa no setor de combustíveis</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Receita, o PCC usava uma rede de mais de 1 mil postos para lavar dinheiro para o crime organizado, recebendo o dinheiro sujo em espécie ou por meio de maquinhas e o repassando para contas da organização criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação dos 19 postos citados nas decisões com os investigados, e os endereços deles (conforme constam na Receita Federal), estão abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sete postos&nbsp;</strong>pertencem a&nbsp;<strong>Armando Hussein Ali Mourad.&nbsp;</strong>Ele é irmão de Mohamad Hussein Mourad, que segundo a Justiça paulista é ligado ao PCC e liderava o esquema, e foi &#8220;fundamental para a expansão do grupo e para a blindagem patrimonial e lavagem de capitais&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Auto Posto Vini Show, de Senador Canedo (GO)</li>



<li>Auto Posto Dipoco, de Catalão (GO)</li>



<li>Posto Santo Antonio do Descoberto, de Santo Antônio do Descoberto (GO)</li>



<li>Posto Futura JK, de Jataí (GO)</li>



<li>Posto Futura Niquelândia, de Niquelândia (GO)</li>



<li>Auto Posto Parada 85, de Goiânia</li>



<li>Auto Posto da Serra, de Morrinhos (GO)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dois&nbsp;</strong>pertencem a&nbsp;<strong>Luciane Gonçalves Brene Motta de Souza</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Alexandre Motta de Souza</strong>, identificados como membros da organização criminosa de Mourad e envolvidos com fraudes em bombas e adulteração de combustível:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Auto Posto Conceição, de Campinas (SP)</li>



<li>Auto Posto Boulevar XV São Paulo, de Praia Grande (SP)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quatro</strong>&nbsp;são apontados como pertencentes a&nbsp;<strong>Renan Cepeda Gonçalves</strong>, descrito como &#8220;pessoa chave na organização criminosa&#8221; por estar ligado à Rede Boxter, grupo investigado por lavagem de dinheiro do PCC. Na Receita Federal, o proprietário é Tharek Majide Bannout, alvo da operação e que, segundo a Justiça, tem ligação com o PCC:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Auto Posto Yucatan, de Arujá (SP)</li>



<li>Auto Posto Azul do Mar, de São Paulo</li>



<li>Auto Posto Hawai e Auto Posto Maragogi, ambos de Guarulhos (SP)</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="555" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739169091677043034882786842.jpg" alt="" class="wp-image-33218" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739169091677043034882786842.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739169091677043034882786842-600x333.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739169091677043034882786842-768x426.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Posto na cidade de Sumaré (SP) </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="752" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739742928804435859146725450.jpg" alt="" class="wp-image-33219" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739742928804435859146725450.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739742928804435859146725450-600x451.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566739742928804435859146725450-768x578.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Posto na cidade de Arujá (SP)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="562" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566740378119123982756158933835.jpg" alt="" class="wp-image-33220" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566740378119123982756158933835.jpg 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566740378119123982756158933835-600x337.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/17566740378119123982756158933835-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Posto Azul do Mar, na Mooca</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Auto Posto Texas, de Catanduva (SP), pertence a&nbsp;<strong>Gustavo Nascimento de Oliveira</strong>, citado como um dos laranjas do esquema utilizado pelo grupo liderado por Mohamad Hussein Mourad. O&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;não conseguiu contato com a defesa de Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Auto Posto Bixiga, de São Paulo (SP), é citado como destino de metanol usado na adulteração de combustíveis, outra das fraudes documentadas na operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Auto Posto S3 Juntas, de São Paulo (SP), pertence a&nbsp;<strong>Ricardo Romano,&nbsp;</strong>&#8220;vinculado a atividades de lavagem de dinheiro e [que] possui conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC)”, segundo a Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Auto Posto S-10, segundo a Justiça, pertence a José Carlos Gonçalves, o Alemão, que tem &#8220;ligações fartas com o PCC e é suspeito de financiar o tráfico e a lavagem de dinheiro. Na Receita Federal, ele tem como sócia a&nbsp;<strong>ACL Holding</strong>,<strong>&nbsp;</strong>também citada na investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Auto Posto Elite de Piracicaba, da cidade homônima, também é apontado como pertencente a Armando Hussein Mourad. Na Receita, tem como dono <strong>Pedro Furtado Gouveia Neto</strong>, também alvo da operação, e que também é proprietário do Auto Posto Moska.<br></p>
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