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	<title>Arquivo de DPU - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de DPU - BSB REVISTA</title>
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	<item>
		<title>Defensoria aponta nova violação de direitos por Moraes em ação de Tagliaferro</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/05/05/defensoria-aponta-nova-violacao-de-direitos-por-moraes-em-acao-de-tagliaferro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 01:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Acusa]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Desrespeitar]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DPU afirma ao STF que Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente antes da troca de defesa e pede anulação de atos do processo A Defensoria [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/05/05/defensoria-aponta-nova-violacao-de-direitos-por-moraes-em-acao-de-tagliaferro/">Defensoria aponta nova violação de direitos por Moraes em ação de Tagliaferro</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">DPU afirma ao STF que Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente antes da troca de defesa e pede anulação de atos do processo</h2>



<p class="wp-block-paragraph"> A Defensoria Pública da União (DPU) elevou a disputa jurídica no processo movido pelo ministro Alexandre de Moraes contra o ex‑assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eduardo Tagliaferro, ao acusar formalmente o relator de nova violação de direitos fundamentais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em petições enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), a DPU sustenta que Tagliaferro não foi intimado pessoalmente antes da substituição de sua defesa e pede a anulação de atos do processo em que o órgão foi nomeado para representá‑lo, sem que tenha sido consultado.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">O que a DPU contesta em relação a Tagliaferro</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A DPU moveu agravo de instrumento e manifestações complementares ao STF contra a decisão de Moraes que determinou a substituição da defesa particular de Tagliaferro e a nomeação direta de um defensor público para assumir o caso. A instituição argumenta que o ministro teria adotado um “caminho mais célere” em vez de seguir o devido processo legal, ao deixar de intimar o acusado pessoalmente antes de trocar a defesa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A DPU destaca que, mesmo que a citação de Tagliaferro por edital tenha sido considerada válida, o artigo 265, § 3º, do Código de Processo Penal exige que o réu seja intimado de forma pessoal para constituir novos advogados após eventual abandono da defesa anterior. Alega que essa etapa essencial foi ignorada.</li>



<li>A Defensoria afirma que Tagliaferro não foi consultado sobre a mudança de defensores e que a própria DPU não foi previamente ouvida antes de ter o órgão imputado como defensor, o que, segundo a instituição, viola tanto normas do CPP quanto garantias constitucionais.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">O que já havia sido questionado em audiência e decisões anteriores</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia envolvendo a forma de citação e intimação de Tagliaferro já gerou nulidades anteriores no processo. Em 17 de março de 2026, Moraes realizou uma audiência de instrução na Ação Penal 2720/DF, na qual Tagliaferro responde por vazamento de informações sigilosas, mas o ato foi anulado em 27 de março, após a defesa demonstrar que o réu não fora validamente intimado.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os advogados de Tagliaferro sustentaram que a audiência “já se encontrava maculada, desde sua origem, pela ausência de intimação pessoal válida”, e que a defesa não causou a nulidade, mas se limitou a reagir a uma violação já instalada.</li>



<li>A decisão de nulidade de Moraes reconheceu formalmente o problema, mas não impediu que o relator mantivesse a citação por edital e insistisse, em atos posteriores, que Tagliaferro teria sido notificado por meio de advogados que já haviam sido desconstituídos.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">A DPU reforça que o procedimento adotado por Moraes atropelhou garantias constitucionais, como o direito de defesa, o contraditório e a liberdade de escolha de advogado.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A DPU ressalta que o ministro considerou que a intimação por meio de advogados já desconstituídos seria suficiente para dar por regularizada a defesa, o que, segundo a instituição, fere a teleologia do art. 265, § 3º, do CPP, que exige que o réu seja intimado diretamente para nomear novos advogados em caso de abandono da defesa.</li>



<li>Argumenta que, mesmo admitindo a validade da citação por edital, o direito de Tagliaferro a ser ouvido pessoalmente sobre a mudança de defensores foi suprimido, o que justificaria a anulação de atos processuais subsequentes, inclusive a nomeação da DPU.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">A reação de Moraes: defesa da celeridade e da validade do processo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, Alexandre de Moraes já respondeu administrativamente e em decisões liminares, reafirmando a validade da citação por edital e a legitimidade da troca de defesa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em ao menos uma decisão, o ministro rejeitou pedido da DPU para que Tagliaferro fosse intimado por carta rogatória na Itália, local onde o acusado reside, afirmando que a forma por edital já havia sido suficiente para atender ao princípio da celeridade processual.</li>



<li>Em manifestações públicas e em trechos de decisões, Moraes reitera que enfrenta um processo em que o réu está fora do país, com dificuldades de localização, e que, diante disso, a troca de defesa teria sido necessária para evitar paralisação da instrução.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">O que a DPU pede agora no STF</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a DPU não se limita a questionar a forma de nomeação, mas exige que o próprio STF revise a linha adotada pelo ministro. Entre os pedidos principais estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Anulação imediata da decisão que determinou a substituição da defesa particular e a nomeação da Defensoria Pública, alegando nulidade absoluta por violação de direitos fundamentais.</li>



<li>Reconhecimento de que Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente antes de qualquer mudança de defesa, nos termos do CPP, ainda que a citação por edital seja considerada válida.</li>



<li>Revisão de atos processuais concretos, como a realização de audiências e a continuidade de atos processuais com base em uma defesa que teria sido imposta sem o consentimento do réu.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Projeção dentro do STF</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O caso de Tagliaferro já vem sendo acompanhado com atenção no STF por combinar cargo de ex‑assessor de um ministro com questões sensíveis de citação internacional, nulidades e limites do poder de decisão do relator.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A DPU espera que a Corte aproveite o agravo para fixar uma tese sobre a obrigatoriedade de intimação pessoal em situações de substituição de defesa, especialmente quando há edital ou dificuldade de localização.</li>



<li>Para o advogado Paulo Faria, um dos defensores de Tagliaferro, o episódio ilustra um risco de “processos construídos com nulidades já incorporadas”, que só vieram à tona após a própria turma de Moraes reconhecer a anulação de uma audiência e agora tem de enfrentar a controvérsia ampliada pela DPU.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o STF não aprecia definitivamente o agravo, a ação penal contra Eduardo Tagliaferro permanece em curso, mas com marcador claro de que a forma como a defesa foi substituída poderá, futuramente, decidir se parte dos atos processuais se mantém ou se caem por nulidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>DPU acusa Moraes de atropelar garantias constitucionais no caso Tagliaferro</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/17/dpu-acusa-moraes-de-atropelar-garantias-constitucionais-no-caso-tagliaferro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexzndre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Constitucionais]]></category>
		<category><![CDATA[Diritos]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
		<category><![CDATA[Scuss]]></category>
		<category><![CDATA[Tagiaferro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro A Defensoria Pública da União afirma que Alexandre de Moraes violou a Constituição e o Código de Processo Penal ao destituir [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública da União afirma que Alexandre de Moraes violou a Constituição e o Código de Processo Penal ao destituir a defesa de Eduardo Tagliaferro sem observar o procedimento legal previsto para a substituição de advogados. A acusação é grave porque atinge o núcleo do processo penal: o direito de defesa não pode ser tratado como detalhe nem contornado por decisão sumária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a DPU, Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente para constituir novos defensores de sua confiança antes de qualquer nomeação compulsória. Em vez disso, Moraes teria imposto a atuação da Defensoria sem esgotar as etapas exigidas pela lei. Se essa versão estiver correta, o problema não é apenas formal; é uma afronta direta às garantias que limitam o poder estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central é que o Código de Processo Penal e a Constituição não admitem improviso quando se trata de defesa técnica. A própria DPU sustenta que não houve tentativa adequada de localizar Tagliaferro e que o ex-assessor tinha endereço conhecido, o que fragiliza a justificativa usada para a substituição imediata da banca. Em processo penal, suprimir etapas legais em nome da conveniência é abrir espaço para nulidades e para a corrosão da credibilidade institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia se soma ao desgaste crescente da imagem de Moraes, frequentemente criticado por concentrar poder decisório e por adotar medidas duras em casos politicamente sensíveis. Quando uma autoridade judicial passa a ser acusada de ignorar o rito que deve proteger o acusado, a discussão deixa de ser apenas jurídica e passa a ser institucional. O recado ao país é ruim: se as garantias valem menos quando o alvo é incômodo, então elas deixam de ser garantias e viram concessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPU pediu a anulação da nomeação feita por Moraes e a reabertura dos prazos de defesa. É o mínimo em um sistema que ainda pretenda se chamar democrático. O que está em jogo não é a simpatia ou antipatia por Tagliaferro, mas a integridade do processo e o limite do poder judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pano de fundo, o caso reforça uma percepção já disseminada entre críticos do ministro: a de que a excepcionalidade virou método e a caneta judicial passou a ocupar um espaço que a própria Constituição tenta conter. Quando o guardião das garantias é acusado de atropelá-las, a crise deixa de ser episódica e passa a ser estrutural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública da União afirma que Alexandre de Moraes violou a Constituição e o Código de Processo Penal ao destituir a defesa de Eduardo Tagliaferro sem observar o procedimento legal previsto para a substituição de advogados. A acusação é grave porque atinge o núcleo do processo penal: o direito de defesa não pode ser tratado como detalhe nem contornado por decisão sumária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a DPU, Tagliaferro deveria ter sido intimado pessoalmente para constituir novos defensores de sua confiança antes de qualquer nomeação compulsória. Em vez disso, Moraes teria imposto a atuação da Defensoria sem esgotar as etapas exigidas pela lei. Se essa versão estiver correta, o problema não é apenas formal; é uma afronta direta às garantias que limitam o poder estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central é que o Código de Processo Penal e a Constituição não admitem improviso quando se trata de defesa técnica. A própria DPU sustenta que não houve tentativa adequada de localizar Tagliaferro e que o ex-assessor tinha endereço conhecido, o que fragiliza a justificativa usada para a substituição imediata da banca. Em processo penal, suprimir etapas legais em nome da conveniência é abrir espaço para nulidades e para a corrosão da credibilidade institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia se soma ao desgaste crescente da imagem de Moraes, frequentemente criticado por concentrar poder decisório e por adotar medidas duras em casos politicamente sensíveis. Quando uma autoridade judicial passa a ser acusada de ignorar o rito que deve proteger o acusado, a discussão deixa de ser apenas jurídica e passa a ser institucional. O recado ao país é ruim: se as garantias valem menos quando o alvo é incômodo, então elas deixam de ser garantias e viram concessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPU pediu a anulação da nomeação feita por Moraes e a reabertura dos prazos de defesa. É o mínimo em um sistema que ainda pretenda se chamar democrático. O que está em jogo não é a simpatia ou antipatia por Tagliaferro, mas a integridade do processo e o limite do poder judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No pano de fundo, o caso reforça uma percepção já disseminada entre críticos do ministro: a de que a excepcionalidade virou método e a caneta judicial passou a ocupar um espaço que a própria Constituição tenta conter. Quando o guardião das garantias é acusado de atropelá-las, a crise deixa de ser episódica e passa a ser estrutural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>DPU aponta erro de Moraes, pede para não atuar na defesa e diz que Eduardo Bolsonaro tem direito de escolher advogado</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/10/22/dpu-aponta-erro-de-moraes-pede-para-nao-atuar-na-defesa-e-diz-que-eduardo-bolsonaro-tem-direito-de-escolher-advogado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 18:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Aponta]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[ERRO]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;DPU (Defensoria Pública da União)&#160;pediu ao&#160;STF (Supremo Tribunal Federal)&#160;para não atuar na&#160;defesa do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de coação pela sua atuação nos Estados [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/10/22/dpu-aponta-erro-de-moraes-pede-para-nao-atuar-na-defesa-e-diz-que-eduardo-bolsonaro-tem-direito-de-escolher-advogado/">DPU aponta erro de Moraes, pede para não atuar na defesa e diz que Eduardo Bolsonaro tem direito de escolher advogado</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>DPU (Defensoria Pública da União)</strong>&nbsp;pediu ao&nbsp;<strong>STF (Supremo Tribunal Federal)</strong>&nbsp;para não atuar na&nbsp;<strong>defesa do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)</strong>, acusado de coação pela sua atuação nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em manifestação encaminhada ao relator da investigação, ministro Alexandre de Moraes, o órgão diz que o parlamentar tem o direito de constituir um advogado de sua própria escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes designou a DPU para atender o deputado depois que ele perdeu o prazo para apresentar sua defesa prévia à denúncia. Eduardo foi notificado por edital e tinha 15 dias para responder à acusação, mas não o fez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, de acordo com a Defensoria, o método de Moraes não foi o correto. A instituição defende que a notificação não poderia ter sido por edital, mas por carta rogatória, já que o acusado está no exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Moraes, a DPU pede que a carta seja expedida para que Eduardo tenha ciência &#8220;válida e regular&#8221; da denúncia e possa &#8220;ser formalmente chamado a exercer seu direito de defesa&#8221; com um advogado &#8220;de sua confiança&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria também diz que não tem como contatar Eduardo. &#8220;Está a atribuir à DPU a elaboração de defesa meramente formal, que não surge do contato com o denunciado e, portanto, não constitui verdadeira defesa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes notificou Eduardo por edital porque as tentativas &#8220;presenciais&#8221; foram infrutíferas, apesar de o parlamentar ter domicílio no Brasil e manter em funcionamento o seu gabinete na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para o outro acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República), o blogueiro Paulo Figueiredo, a notificação foi por carta rogatória, pois ele mora nos Estados Unidos há aproximadamente 10 anos.</p>
<div id="bsbre-3279745940" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2028091355" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/10/22/dpu-aponta-erro-de-moraes-pede-para-nao-atuar-na-defesa-e-diz-que-eduardo-bolsonaro-tem-direito-de-escolher-advogado/">DPU aponta erro de Moraes, pede para não atuar na defesa e diz que Eduardo Bolsonaro tem direito de escolher advogado</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Senado rejeita indicado pelo presidente Lula para a DPU</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2023/10/25/senado-rejeita-indicado-pelo-presidente-lula-para-a-dpu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 01:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
		<category><![CDATA[Igor]]></category>
		<category><![CDATA[Rejeita]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lula havia indicado Igor Roberto Albuquerque Roque ao cargo no início do ano</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/10/25/senado-rejeita-indicado-pelo-presidente-lula-para-a-dpu/">Senado rejeita indicado pelo presidente Lula para a DPU</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Lula havia indicado Igor Roberto Albuquerque Roque ao cargo no início do ano</h3>
<p>O Senado Federal rejeitou, nesta quarta-feira (25), a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir o comando da Defensoria Pública da União (DPU).</p>
<p>Lula havia indicado Igor Roberto Albuquerque Roque ao cargo no início do ano. Ele substituiu imediatamente o então chefe do posto, Daniel Macedo, que havia sido indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>
<p>Igor assumiu o cargo e chegou a ser sabatinado, além de ter sua indicação aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal em julho deste ano.</p>
<p>O nome do indicado, no entanto, passou a ser criticado pela oposição após a DPU organizar, em agosto desse ano, um seminário sobre aborto legal. Após críticas de grupos conservadores, o evento foi cancelado.</p>
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