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	<title>Arquivo de Familias - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Familias - BSB REVISTA</title>
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		<title>Lula deixa legado de miséria exposto por Assíria, uma das milhões de vítimas dos jogos online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 11:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Assíria não sabe, mas o Brasil entrou de vez na era em que o Estado não apenas tolera o jogo: ele [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assíria não sabe, mas o Brasil entrou de vez na era em que o Estado não apenas tolera o jogo: ele <strong>organiza, regulamenta e lucra</strong> com ele. A sanção da <strong>Lei 14.790/2023</strong>, assinada por Lula em dezembro de 2023, foi vendida como modernização e controle, mas na prática abriu as portas para uma máquina fiscal voraz, que arrecada bilhões enquanto a sociedade paga a conta em forma de vício, endividamento, colapso familiar e destruição psicológica. O governo, que deveria proteger o cidadão, transformou a aposta dos pobres e endividados em política econômica e fez do desespero popular uma nova linha de receita. O resultado e o legado de Lula é um país onde a miséria não é combatida: ela é monetizada com ajuda de algorítimos viciantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado explodiu e virou uma indústria de sangria social. Estimativas de alcance indicam que milhões de brasileiros já tiveram algum contato com plataformas de apostas e jogos online, com forte penetração entre jovens e famílias de baixa renda. Enquanto isso, a arrecadação se tornou um troféu. Apenas em 2025, as bets registraram receita na casa de <strong>R$ 37 bilhões</strong>, e o volume total de tributos associados ao setor legalizado foi estimado em aproximadamente <strong>R$ 9,95 bilhões</strong>, somando incidências sobre faturamento, lucro e contribuições. A União também já ultrapassou a marca de <strong>R$ 3 bilhões arrecadados em 2025</strong> apenas com receitas ligadas ao segmento, segundo levantamentos divulgados ao longo do ano. Ou seja: o Estado não está “combatendo o problema”. Ele está <strong>contabilizando o problema</strong> e comemorando o saldo, enquanto famílias inteiras vão à bancarrota frente à ganância de um governo irresponsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o discurso oficial é uma encenação cínica. O governo Lula insiste em chamar isso de “regulamentação”, mas o que se consolidou foi um sistema em que o poder público cobra impostos e taxas enquanto a população mergulha numa roleta de dependência. Pela lei, as empresas legalizadas passaram a pagar 12% sobre a receita bruta do jogo (GGR), além de Imposto de Renda, CSLL e outras contribuições. A mensagem é cristalina: o Estado quer o dinheiro, não o controle da verdadeira tragédia de endividamento familiar. O cidadão arruinado virou apenas mais um número no caixa gordo que distribui mal a renda e está envolto aos desvios criminosos apontados e casos de corrupção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é ainda mais grave porque o modelo brasileiro nasceu capenga e hipócrita. O governo focou na aposta esportiva de quota fixa, mas o país foi tomado por jogos de cassino online que operam fora do radar livremente no país e seguem prosperando com agressividade, especialmente o chamado “Jogo do Tigrinho” e outras plataformas semelhantes. A própria realidade mostra o fracasso: o governo até divulga ações de bloqueio, com <strong>dezenas de milhares de sites derrubados</strong>, mas eles reaparecem em poucas horas, migrando de domínio como baratas fugindo da luz e se misturam aos legalizados por Lula e sua camarilha no Congresso. A repressão vira teatro, a fiscalização vira manchete, e o cidadão continua sendo caçado por anúncios, bônus e armadilhas matematicamente desenhadas para perder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que deveria ser uma política séria virou um laboratório de exploração. Não existe “jogo responsável” quando a lógica do negócio é prender o usuário no ciclo da dopamina, usando estímulos visuais, falsas vitórias e mecanismos psicológicos para aumentar tempo de tela e repetição de apostas. O que existe é uma indústria que vive do fracasso do apostador. E, pior: uma indústria que foi institucionalizada pelo Estado e abençoada por discursos oficiais de “controle”. Algo similar ao STF que esconde criminosos que, citados nominalmente, transferem as acusações para a Instituição, essa que deveria ser lavada literalmente de seus maus integrantes. No caso do STF, só o Senado poderia agir, mas não age. O eleitor terá de escolher bem seus candidatos nesse ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o povo afunda, o Senado cumpriu seu papel habitual: o de falar muito e fazer nada. A chamada <strong>CPI das Bets</strong>, instalada em novembro de 2024 sob relatoria da senadora <strong>Soraya Thronicke (PSB-MS)</strong>, apoiadora aguerrida de Lula, foi anunciada como resposta dura ao avanço das apostas, ao lobby no futebol, à lavagem de dinheiro e ao uso de influenciadores para recrutar novos viciados. O espetáculo incluiu depoimentos, holofotes e indignação ensaiada. Foram <strong>19 depoimentos</strong>, investigações sobre patrocínios, suspeitas de crime financeiro e a exposição de celebridades como <strong>Virginia Fonseca</strong> e <strong>Deolane Bezerra</strong>, figuras que ajudaram a normalizar o vício em massa com vídeos sorridentes e propaganda disfarçada de entretenimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final, veio o retrato da covardia institucional. O relatório final apresentou <strong>20 medidas</strong> e propôs <strong>16 indiciamentos</strong>, mas tudo foi simplesmente enterrado quando o parecer foi rejeitado em <strong>12 de junho de 2025</strong>. O resultado foi o mesmo de sempre: nenhuma punição, nenhum impacto imediato, nenhum efeito vinculante, nenhuma mudança real. Uma CPI que deveria servir como freio virou apenas mais um circo para fingir que o Estado está reagindo. A partir daí, propostas como restrição de publicidade e veto a patrocínios em uniformes passaram a “tramitar” lentamente, apodrecendo em comissões como a CCJ, onde projetos costumam morrer por asfixia burocrática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E enquanto isso, o país produz vítimas como se fossem estatística inevitável. A história de <strong>Assíria Macêdo</strong>, cearense de 29 anos, não é exceção: é retrato do que o Brasil virou. Extensionista de cílios em Fortaleza, ela mergulhou no vício do “Tigrinho” ilegal, perdeu patrimônio, destruiu a vida financeira, acumulou <strong>R$ 50 mil em dívidas</strong>, perdeu casas, viu o casamento ruir, negligenciou as filhas e acabou vivendo de favor com os pais idosos, perseguida por ligações de cobrança e agiotas. O desabafo, em vídeo que viralizou e alcançou cerca de <strong>200 mil visualizações em 13 de abril de 2026</strong>, não é apenas um relato pessoal: é um grito de uma sociedade que está sendo moída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Está destruindo minha mente”, disse ela, resumindo o que milhares vivem em silêncio. Abandonou o celular para não recair, pediu emprego e disse que só queria pagar as dívidas e trabalhar. A pergunta inevitável é: quantas Assírias precisam ser destruídas até o governo admitir que criou um sistema em que a arrecadação vem antes da vida?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema se agrava porque a máquina pública atua com seletividade. Há energia para arrecadar, mas pouca para proteger. Há rapidez para regulamentar e licenciar, mas lentidão para tratar a ludopatia como emergência de saúde pública. Há vigor para celebrar números, mas silêncio para medir suicídios, depressão, separações e colapsos emocionais ligados ao vício. A propaganda das bets invade horários nobres, camisas de times, redes sociais e influenciadores, criando uma geração treinada para apostar antes mesmo de aprender a administrar dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consequência é um país onde a exploração não é exceção: é modelo de negócio. O Estado bloqueia sites, mas não bloqueia o fluxo. O Estado discursa sobre controle, mas permite propaganda agressiva. O Estado fala em proteção, mas transforma arrecadação em prioridade. O Estado cria regras, mas não impede que o cidadão seja sugado até o último centavo. No fim, o brasileiro não é tratado como cidadão. É tratado como consumidor de lixo. E, quando quebra, vira apenas mais um fracassado responsabilizado individualmente, enquanto o sistema segue intacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apostador típico não é o milionário brincando com sobra de renda. É o trabalhador que aposta o que não pode, o jovem sem perspectiva, a mãe solo tentando “virar o jogo”, o endividado que acredita numa virada milagrosa. E quando perde, perde tudo: dinheiro, autoestima, família, emprego, saúde mental. A máquina segue girando porque a derrota do usuário é a vitória do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Histórias como a de Assíria se multiplicam, enquanto o Estado segue agindo como se tudo isso fosse apenas “economia digital”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil precisa escolher: ou trata apostas e jogos online como questão de saúde pública e segurança social, ou admite de uma vez que decidiu transformar miséria em arrecadação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o poder público não for capaz de impor restrições reais, endurecer punições, esmagar a publicidade predatória e fechar o cerco contra plataformas ilegais, então a conclusão é simples e cruel: o Estado brasileiro decidiu lucrar com a destruição do próprio povo. E, nesse cenário, Lula e o Congresso não são espectadores. São peças centrais de uma engrenagem que transforma desespero em imposto, vício em arrecadação e tragédia popular em estatística.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Governo Lula bate recorde de famílias endividadas, sem picanha e o pior, tendo que morar na rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 16:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cervejinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Quase três anos após o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apesar da mídia e indicadores [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase três anos após o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT),  apesar da mídia e indicadores oficiais do governo afirmarem que o Brasil vai muito bem, o cenário econômico brasileiro coloca um peso crescente sobre os ombros da população: em <strong>setembro de 2025, a inadimplência das famílias brasileiras atingiu o maior patamar desde o início da série histórica da CNC, em 2010</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="678" height="452" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/10/17599397701413128389032315514169.jpg" alt="" class="wp-image-34610" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/10/17599397701413128389032315514169.jpg 678w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/10/17599397701413128389032315514169-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption class="wp-element-caption">Famílias inteiras perdem a moradia e vão morar embaixo de pontes e viadutos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"> Segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio (CNC), 30,5% das famílias estão com contas atrasadas, um recorde alarmante que expõe o fracasso das políticas econômicas do governo Lula para proteger a renda do trabalhador e garantir a estabilidade financeira da populaçã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do número expressivo de famílias inadimplentes, outro dado preocupante é que 13% delas declararam que não têm condições de pagar suas dívidas atrasadas, sinalizando um quadro de fragilidade econômica crescente e uma população progressivamente refém do ciclo de endividamento. Completamente diferente do que propagava Lula na campanha que prometia &#8220;picanha e cervejinha&#8221; para todo mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também indica que 48,7% dos consumidores mantêm dívidas em atraso por mais de 90 dias, evidenciando o agravamento da crise financeira familiar e a dificuldade para renegociar suas obrigações, que têm sido majoradas por juros exorbitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse recorde de inadimplência ocorre em meio a um período marcado por uma forte deterioração nas contas públicas e na política fiscal do país. Entre 2023 e 2025, o endividamento público saltou de 71,4% para quase 76% do Produto Interno Bruto (PIB), elevando o risco-país e limitando a capacidade do governo de implementar políticas anti-cíclicas efetivas para conter a crise. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa de um &#8220;novo arcabouço fiscal&#8221;, aprovada e sancionada em 2023, mostrou-se mais branda que o teto de gastos anterior e insuficiente para conter o crescimento do déficit e da dívida pública, que atingiu níveis históricos sem precedentes .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o governo anuncia programas sociais e reajustes, o grande problema estrutural permanece: a base produtiva nacional segue estagnada, o mercado de trabalho informal em alta, e o salário real dos trabalhadores se mantém achatado — a combinação perfeita para o aumento do endividamento das famílias e da inadimplência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo, principal motor da economia brasileira, está contaminado por essa crise financeira das famílias, que não conseguem quitar nem suas despesas básicas, como água, luz e alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula, ao longo desses quase três anos, não conseguiu construir um ambiente econômico saudável para a população mais vulnerável. O fenômeno da inadimplência recorde é um indicador claro da perda do poder de compra e da deterioração das condições de vida do cidadão comum, refletindo também uma gestão pública que prioriza o aumento dos gastos e da dívida, em detrimento de reformas estruturais que poderiam conter a escalada da crise econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além dos números frios, o aumento da inadimplência revela famílias brasileiras em sofrimento, acumulando dívidas que se tornam cada vez mais impagáveis, carimbando um diagnóstico de crescente exclusão financeira e um abismo cada vez maior entre quem dispõe de crédito e quem vive nas margens do sistema financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de um quadro tão grave, o governo Lula precisa urgentemente reconhecer que as medidas adotadas até agora para enfrentar a crise são insuficientes e que a continuidade do elevado endividamento das famílias e da inadimplência pode comprometer a recuperação econômica e o futuro do país. Ignorar esses sinais é perpetuar um ciclo de fragilidade financeira que pode arrastar gerações — um custo social que, responsabilizadamente, cabe ao Estado impedir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior recorde histórico de inadimplência não é apenas um número alarmante, é um retrato cruel da gestão econômica desastrosa que privilegia a expansão do gasto público, com empregos, cargos, beneces e penduricarilhos para a casta privilegiada que integra o Legislativo, o Judiciário e o Executivo com a ironia das falas de Lula que diz governar, enquanto a população, sobretudo a mais pobre, afunda num mar de dívidas impagáveis e insegurança financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos quase três anos, houve um crescimento significativo da população em situação de rua no Brasil, que chegou a mais de 327 mil pessoas em dezembro de 2024, um aumento de cerca de 25% em relação a dezembro de 2023, quando havia aproximadamente 261 mil pessoas nessa condição. Este levantamento foi divulgado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua, da UFMG, e colocou o número atual 14 vezes maior do que o registrado em 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os fatores que levam ao aumento da população de rua, o endividamento e a inadimplência das famílias têm papel importante, especialmente por afetar a capacidade de pagamento de aluguéis e comprometer a capacidade financeira familiar. O acúmulo de dívidas, junto com o aumento no custo de vida e a fragilidade do mercado de trabalho formal, tem contribuído para que famílias ou indivíduos sejam despejados e acabem sem moradia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, especialistas indicam que o rompimento de vínculos familiares, que pode ser provocado por dificuldades econômicas, inclusive pelo endividamento, é um dos motivos mais citados para pessoas caírem em situação de rua, incluindo a entrada em vícios como álcoole drogas. Problemas familiares, desemprego e inadimplência financeira geram um efeito em cascata que aumenta a vulnerabilidade e o risco das pessoas perderem suas residências. Esse é o verdadeiro retrato desse governo colocado de volta, goela abaixo da população que sabe que Lula deveria estar na prisão se não tivesse sido beneficiado pelo Supremo Tribunal Federal que anulou suas condenações por roubar dinheiro do povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Famílias são o pilar do cuidado com a demência no Brasil, assumindo 73% dos custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 19:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Demencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, divulgado pela Agência Bori, revela que a maior parte dos custos com demência é indireta e não remunerada impactando [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Estudo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, divulgado pela Agência Bori, revela que a maior parte dos custos com demência é indireta e não remunerada impactando especialmente mulheres, que são maioria entre os cuidadores</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><em><strong>texto: Agência Bori</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Mais de dois terços do custo financeiro da demência relacionado à saúde no Brasil são assumidos pelas próprias pessoas com a doença e seus cuidadores informais — geralmente familiares ou amigos. O dado vem de um estudo publicado nesta sexta (18) na Revista Brasileira de Psiquiatria, que estimou em mais de 73% a fatia dos custos indiretos sobre o total gasto com a condição no país. Em 2019, a despesa anual total com a demência chegou a R$ 87,3 bilhões. Esse conjunto de doenças afeta 1,8 milhão de brasileiros, de acordo com estimativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores calcularam os custos da demência a partir de duas perspectivas: a da sociedade e a do SUS. Foram utilizados dados públicos oficiais e entrevistas com 140 duplas de pacientes e cuidadores em 17 cidades brasileiras, abrangendo todas as regiões e diferentes tamanhos populacionais. O custo mensal por paciente cresce com o avanço da doença: vai de R$ 2.082 no estágio inicial até R$ 3.893 no estágio avançado. Ainda assim, o estágio intermediário responde pela maior parte do gasto nacional — 40,8% do total —, por concentrar a maior proporção de casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os custos diretos incluíram diversos itens, tais como hospitalizações, consultas médicas e medicamentos; enquanto o tempo de cuidado informal não remunerado foi contabilizado como custo indireto. Para estimar esses valores, os pesquisadores usaram como referência o salário médio de cuidadores de idosos no Brasil e uma análise alternativa com base no salário médio nacional de 2022. Serviços sociais não médicos, como casas de repouso e centros de convivência, não foram considerados por falta de dados confiáveis e pela baixa disponibilidade no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise integra o Relatório Nacional sobre a Demência no Brasil (ReNaDe), conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz com apoio do Ministério da Saúde por meio do Programa Proadi-SUS. Segundo o estudo, 69,3% das pessoas com demência entrevistadas eram mulheres, assim como 86% dos cuidadores. A maior parte dos casos (40%) estava em estágio avançado da doença, seguido pelos estágios intermediário (38%) e inicial (22%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também chama atenção para aspectos ainda pouco reconhecidos nas políticas públicas. Um deles é a perda de produtividade dos cuidadores informais, muitas vezes obrigados a abandonar empregos ou adiar aposentadorias para cuidar de familiares. Como essa dedicação não é contabilizada como tempo de serviço, o impacto se estende para além do presente, afetando também a segurança financeira futura dos cuidadores. Embora a demência cause impacto financeiro significativo, seus custos diretos ainda representam apenas uma fração dos recursos destinados a outras doenças como o câncer — o que levanta questionamentos sobre a priorização orçamentária no sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cleusa Pinheiro Ferri, pesquisadora do Oswaldo Cruz e uma das autoras do estudo, os resultados evidenciam o peso desigual do cuidado com a demência no Brasil. “De uma forma geral, podemos dizer que o custo financeiro associado à demência é mais alto nos países mais ricos, devido ao fato de terem uma proporção maior de pessoas idosas, maiores taxas de diagnóstico e de tratamento e outros cuidados. Já em países como o Brasil, a parcela referente aos custos informais, que recaem sobre a família, representa a maior parcela”, afirma a pesquisadora no artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fabiana Araújo Figueiredo da Mata, também autora e pesquisadora do Oswaldo Cruz, alerta para a urgência de ampliar políticas públicas de apoio aos cuidadores informais. “A tendência é de aumento dos casos de demência em nosso país, e precisamos de uma melhor condição de prestação de serviços que realmente atendam a essas pessoas, além de maior suporte em políticas públicas e serviços para o cuidador, que exerce um papel importante, mas pouquíssimo reconhecido, no cuidado das pessoas com demência”, conclui.</p>
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		<title>Aumenta número de familias que perdem imóveis por inadimplência no desastre econômico Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Nhona]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 09:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Crescem]]></category>
		<category><![CDATA[Despejos]]></category>
		<category><![CDATA[Economico]]></category>
		<category><![CDATA[Familias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número é crescente e passou de 9 mil imóveis em leilão em 2022, para 26 mil no ano passado, e 44 mil no primeiro semestre [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Número é crescente e passou de 9 mil imóveis em leilão em 2022, para 26 mil no ano passado, e 44 mil no primeiro semestre de 2024, o dobro da soma dos dois anos anteriores</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O desastre do governo  de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não se se reflete apenas nas bombas de gasolina ou nos preços  incríveis que os supermercados estão cobrando nos alimentos, mas no bolso e na perda das casas das famílias brasileiras. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A dificuldade que os brasileiros têm enfrentado para pagar as contas, as pretações de financiamento imobiliário, está aumentando o volume de leilões de casas e apartamentos dos inadimplentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas grandes cidades brasileiras, um tipo de negócio cresceu este ano bem mais do que qualquer setor da economia: o mercado de leilões de imóveis. A venda pública de casas, apartamentos e terrenos pelo maior lance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande maioria destes imóveis anunciados nesses leilões foi retomada de brasileiros que não conseguiram pagar dívidas de financiamento, condomínio e impostos. O crescimento exponencial desse mercado aponta para um conflito em que não são só os devedores que perdem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente teve um cenário devastador de um aumento de 80% no número de leilões. Então do mesmo jeito que tínhamos em 2018, por mês, 200 imóveis loteados em um edital de leilão, agora a tem de 800 a 1000. É um procedimento bem rápido e direto. Se a gente falar, na ponta da lei, o primeiro passo seria notificar a dívida e depois de 15 dias, se você não paga a divida integral, se for citado corretamente, a gente tem já a consolidação registrada na matrícula e após 60 dias para o leilão acontecer. Então a gente está falando que, dentro de um semestre, você perde o imóvel&#8221;, diz a advogada especialista em direito imobiliário Natália Roxo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 9 mil imóveis foram a leilão. No ano passado, 26 mil. E no primeiro semestre de 2024, já era o dobro da soma dos dois anos anteriores: 44 mil imóveis arrematados, quase sempre com grandes descontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nível de endividamento das famílias brasileiras está elevado. hoje,  8 entre 10 brasileiros estão endividados, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Governo anuncia PIX de R$ 5,1 mil por família vítimas nas chuvas do RS que tenham baixa renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 20:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Familias]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Minha casa minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[Rio grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo anuncia PIX de R$ 5,1 mil por família vítimas nas chuvas do RS que tenham baixa renda</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Governo também definiu Minha Casa, Minha Vida para famílias gaúchas que perderam suas casas</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quarta-feira (15), em São Leopoldo (RS), algumas ações do governo para ajudar famílias atingidas pela tragédia ambiental no Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal prometeu a criação de um auxílio em parcela única para famílias de baixa renda que ficaram desabrigadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula também deve incluir famílias em estado de vulnerabilidade na folha de pagamento do Bolsa Família, programa de transferência de renda do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida deve beneficiar 200 mil famílias com custo estimado em R$ 1,2 bilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo também anunciou <strong>medidas para facilitar o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)</strong>. Os trabalhadores das cidades atingidas poderão <strong>sacar até R$ 6.220 das contas ativas</strong>. A medida vale para trabalhadores das cidades que estejam em estado de emergência ou de calamidade.</p>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os beneficiários do Bolsa Família na região afetada receberão a parcela de maio na próxima sexta-feira (17). O cronograma original começava na sexta, mas previa pagamento escalonado até o próximo dia 31.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, o governo suspendeu por seis meses  o pagamento das parcelas dos financiamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as famílias que perderam suas casas na enchente e se encaixam nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida terão novos imóveis 100% garantidos pelo governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div id="bsbre-2544442091" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-18737305" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/05/15/governo-anuncia-pix-de-r-51-mil-por-familia-vitimas-nas-chuvas-do-rs-que-tenham-baixa-renda/">Governo anuncia PIX de R$ 5,1 mil por família vítimas nas chuvas do RS que tenham baixa renda</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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