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	<title>Arquivo de Juiza - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Juiza - BSB REVISTA</title>
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		<title>Juíza sem lanche transforma STF em circo dos penduricalhos que turbinam supersalários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Julgamento dos penduricalhos segue adiado Por Victório Dell Pyrro O debate sobre os chamados penduricalhos do Judiciário ganhou um símbolo difícil de ignorar: durante julgamento [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Julgamento dos penduricalhos segue adiado </h2>



<p><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p>O debate sobre os chamados penduricalhos do Judiciário ganhou um símbolo difícil de ignorar: durante julgamento no Supremo Tribunal Federal, uma juíza aposentada reclamou da falta de lanche e café oferecidos aos magistrados e afirmou que parte da categoria não dispõe de carro oficial, apartamento funcional ou plano de saúde, o que geraria “gastos indiretos” a serem compensados. </p>



<p>A fala, chorando miséria inexistente, que seria apenas pitoresca em outro contexto, tornou-se explosiva diante de contracheques que ultrapassam com folga o teto constitucional. Enquanto a verdade é que a maioria dos brasileiros, segundo dados da pesquisa contínua de rendimentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem a renda média real do trabalhador formal em 2025, em cerca de R$ 3.613 por mês. </p>



<p>A juíza reclama de corte acima do teto constitucional para servidores públicos que é hoje equivalente ao salário de ministros do Supremo Tribunal Federal, cerca de R$ 46,3 mil mensais. Só aí já há um abismo entre a realidade dos brasileiros e o salário desses privilegiados magistrados. Mas é pior. Ela reclama do corte do que ultrapassa esse teto com penduricalhos que fazem os salários gordos passarem em média dos R$ 100 mil por mês.  Ela mesma recebeu em dezembro R$110 mil reais. </p>



<p>O julgamento sobre a legalidade dessas verbas disfarçadas de nomes complexos foi adiado para março.</p>



<p>A cena expôs de forma crua o abismo entre o discurso corporativo e a realidade fiscal do país. Enquanto a magistrada defendia a necessidade de indenizações para cobrir despesas acessórias da carreira, dados públicos revelam que dezenas de juízes e desembargadores recebem valores muito acima do teto previsto no artigo 37 da Constituição, hoje na casa dos R$ 46 mil. Em alguns casos, os ganhos líquidos ultrapassam R$ 200 mil ou R$ 300 mil mensais, impulsionados por verbas classificadas como indenizatórias e, portanto, fora do limite.</p>



<p>O problema não se resume ao valor, mas à forma. Levantamentos de entidades como a Transparência Brasil apontam que tribunais adotam rubricas genéricas e nomenclaturas pouco inteligíveis — “adicionais temporais”, “vantagens eventuais”, “parcela autônoma”, “juros de mora” — que dificultam a identificação da base legal e do cálculo das quantias pagas. Em vez de transparência ativa, o que se vê é uma engenharia contábil que transforma exceções em regra e impede o controle social efetivo.</p>



<p>O próprio Conselho Nacional de Justiça já puniu dezenas de magistrados desde 2008, muitos deles com aposentadoria compulsória — sanção máxima na esfera administrativa. Ainda assim, parte desses juízes segue recebendo remunerações elevadas, infladas por <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/24/transicao-para-o-ilegal-stf-e-congresso-transformam-o-fim-dos-penduricalhos-em-piada-institucional/">penduricalhos</a> que escapam do teto sob o argumento de natureza indenizatória. A distorção alimenta a percepção de que há um sistema de autoproteção institucional, no qual a punição não impede a manutenção de benefícios expressivos.</p>



<p>No plenário do STF, ministros reconheceram a “proliferação” de verbas criadas por decisões administrativas ou leis estaduais que ampliaram vantagens sem uniformidade nacional. Houve determinação para revisão de pagamentos considerados irregulares, mas o adiamento do julgamento reforçou a impressão de que o enfrentamento definitivo do tema segue sendo postergado. Cada novo prazo amplia a desconfiança de que o sistema prefere ganhar tempo a impor um corte estrutural.</p>



<p>A fala da juíza sobre a ausência de café e lanche tornou-se, assim, metáfora involuntária de um debate maior. Ao sustentar que magistrados acumulam despesas indiretas por não terem determinados benefícios logísticos, a argumentação desloca o foco da questão central: o teto constitucional foi criado justamente para limitar a expansão de gastos e assegurar isonomia no serviço público. Se toda despesa pessoal puder ser reclassificada como indenização, o teto deixa de existir na prática.</p>



<p>O contraste com a realidade do funcionalismo e do setor privado é inevitável. Professores, policiais, profissionais da saúde e servidores administrativos também arcam com transporte, moradia e plano de saúde sem que isso gere indenizações ilimitadas. No setor privado, benefícios são pactuados em contrato e tributados regularmente. No Judiciário, a multiplicação de rubricas não tributáveis cria uma camada de remuneração paralela, blindada por interpretações internas e frequentemente amparada por decisões judiciais.</p>



<p>Especialistas em contas públicas alertam que a manutenção desses mecanismos corrói a credibilidade institucional e pressiona o orçamento. Em um país que discute ajuste fiscal, corte de gastos e revisão de benefícios sociais, a resistência em enfrentar os penduricalhos transmite a mensagem de que o rigor vale para uns, mas não para outros.</p>



<p>O STF terá, em março, a oportunidade de enfrentar o tema de forma definitiva, estabelecendo parâmetros claros sobre o que pode ou não ultrapassar o teto. Mais do que uma disputa corporativa, trata-se de um teste de coerência institucional. Se a Corte que guarda a Constituição relativiza o próprio limite remuneratório previsto no texto constitucional, o discurso de responsabilidade fiscal perde força.</p>



<p>A imagem da “juíza sem lanche” talvez passe. O que permanece é a pergunta incômoda: até quando verbas classificadas como indenizatórias continuarão funcionando como atalho para supersalários? A resposta, adiada mais uma vez, definirá se o país avança rumo à transparência ou perpetua a cultura dos privilégios disfarçados.</p>



<p></p>
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		<title>Juíza condena servidor que viralizou em vídeo chamando Gilmar Mendes e STF de “vergonha”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 19:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Condrna]]></category>
		<category><![CDATA[Juiza]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Ramos Antônio Nassif Chagas foi condenado a pagar R$ 30 mil em danos morais ao ministro do STF </h2>



<p><br>A juíza da 9ª Vara Cível de Brasília, Grace Correa Pereira Vara Cível de Brasília condenou um servidor público que chamou o ministro Gilmar Mendes e o Supremo Tribunal Federal (STF) de “vergonha para o Brasil e para todo o povo de bem“. </p>



<p>O servidor do INSS Ramos Antônio Nassif Chagas deverá pagar R$ 30 mil em indenização por danos morais. Cabe recurso.</p>



<p>Em uma cafeteria no aeroporto de Lisboa, em Portugal, Chagas disse a Gilmar Mendes: “Gilmar, você já sabe, mas não custa relembrar. Só dizer que você e o STF são uma vergonha para o Brasil e para o todo povo de bem. Só isso, tá? Infelizmente, um país lindo como o nosso tá sendo destruído por pessoas como você”.</p>



<p>A situação foi gravada por Chagas e, posteriormente, publicada no X. O ministro do STF processou o homem, alegando que a “investida” não se limitou à manifestação e citou “proximidade física ameaçadora e intimidadora; tentativa sorrateira de constrangimento do demandante junto a seu interlocutor e ao público em redor; e disseminação do evento para o grande público em mídia social”.</p>



<p><br>Chagas se defendeu dizendo que “agiu com cordialidade e se limitou a expressar uma crítica sobre a atuação” do ministro do STF. Ele afirmou que enviou o vídeo para familiares e que as imagens foram divulgadas por terceiros.</p>



<p><br>A juíza Grace Correa Pereira, disse, na decisão, que a liberdade de expressão não é revestida de caráter absoluto.</p>



<p>“A escolha do réu de abordar o autor em um momento privado, fotografá-lo e filmá-lo numa cafeteria de aeroporto no exterior, sem dele obter qualquer autorização prévia para divulgação da imagem, demonstra que o dolo do autor mais que apresentar uma crítica em um espaço público era satisfazer seu interesse pessoal de verbalizar sua indignação e o expor publicamente”, afirmou.</p>



<p>Segundo a magistrada, ao compartilhar a gravação com terceiros, o autor assumiu os riscos inerentes à divulgação. A sentença foi expedida nessa quinta-feira (6).</p>



<p>Após a decisão judicial, o ministro Gilmar Mendes afirmou que doará o valor da indenização à creche Casa da Mãe Preta, no DF.</p>



<p>“O escritório Mudrovitsch Advogados, que representou o ministro no processo, também destinará 10% do valor da condenação recebidos a título de honorários advocatícios. A doação faz parte do histórico do ministro de repassar os valores recebidos em processos de indenizações a instituições e organizações que prestam serviços à sociedade, especialmente grupos minoritários e vulneráveis. Em fevereiro, o decano doou R$ 100 mil ao Instituto Migrações e Direitos Humanos, sediado em Brasília”, afirmou a assessoria do ministro.</p>
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		<title>Juíza é suspensa por criticar Lula e PT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 12:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Criticar]]></category>
		<category><![CDATA[Juiza]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Pt]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juíza é suspensa por criticar Lula e PT</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">CNJ concluiu que houve falta funcional e violação à Lei Orgânica da Magistratura Nacional de juíza em Lavras (MG)</h6>



<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu por 60 dias a juíza do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) da Comarca de Lavras, <strong>Maria Youssef Murad Venturelli</strong>, por compartilhar mensagens nas redes sociais com críticas ao presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e seu partido. </p>



<p>As publicações continham críticas a Lula e ao então advogado dele, intitulada “<em>revoltante, PT propõe projeto Zanin para garantir a impunidade no Brasil”</em>.</p>



<p>A magistrada também compartilhou um vídeo em que uma mulher afirma que o presidente da Islândia viajou até Londres para a coroação do Rei Charles em um voo comercial. Ao divulgar o conteúdo, a juíza escreveu: “<em>Lição não aprendida pelos nove dedos”.</em></p>



<p>A juíza confirmou ser a autora dos compartilhamentos e reconheceu que as postagens eram inadequadas.</p>



<p> A magistrada disse no processo, que as publicações foram feitas após as eleições de 2022, mas que não atacou às instituições ou o Estado Democrático de Direito e que as postagens foram apagadas assim que tomou conhecimento do processo no CNJ.</p>



<p>Conforme a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, juízes são proibidos de se filiarem a partidos políticos, assim como fazer demonstração de apreço ou desapreço a candidatos, lideranças políticas e partidos políticos.</p>



<p>O CNJ concluiu que houve falta funcional e violação à Lei Orgânica da Magistratura Nacional.</p>



<p>O processo administrativo disciplinar contra a juiza mineira foi julgado na 9ª Sessão Virtual do CNJ de 2024, encerrada na última sexta-feira (7).</p>



<p>A relatora do processo, conselheira Renata Gil havia proposto apenas a pena de advertência para a juíza, mas o corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão abriu divergência propondo pena de suspensão por 60 dias. </p>



<p>Segundo a relatora no CNJ, <em>“demonstrar apreço ou desapreço a candidatos, lideranças políticas e partidos políticos também são condutas vedadas”.</em></p>



<p><em>“É importante ressaltar que a conduta do magistrado, na condição de órgão do Poder Judiciário, não diz respeito apenas a si mesmo, mas se confunde com a do poder que representa. Portanto, o magistrado possui o dever de sobriedade.”</em></p>



<p>Os demais ministros seguiram a divergência no Plenário virtual. Seguiram o corregedor o presidente do CNJ, Luís Roberto Barroso, e os conselheiros José Edivaldo Rocha Rotondano, Mônica Autran Machado Nobre, Daniela Pereira Madeira, Guilherme Feliciano, Pablo Coutinho Barreto, João Paulo Santos Schoucair, Dayane Nogueira de Lira e Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Postagem contra Bolsonaro afasta juíza de julgamento do suspeito do sumiço de Madeleine McCann na Alemanha</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/02/17/postagem-contra-bolsonaro-afasta-juiza-de-julgamento-do-suspeito-do-sumico-de-madeleine-mccann-na-alemanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2024 10:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christian Brückner está sendo julgado por cinco crimes de natureza sexual cometidos em Portugal, onde criança desapareceu, e não relacionados com o desaparecimento de Madeleine McCann</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/02/17/postagem-contra-bolsonaro-afasta-juiza-de-julgamento-do-suspeito-do-sumico-de-madeleine-mccann-na-alemanha/">Postagem contra Bolsonaro afasta juíza de julgamento do suspeito do sumiço de Madeleine McCann na Alemanha</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Christian Brückner está sendo julgado por cinco crimes de natureza sexual cometidos em Portugal, onde criança desapareceu, e não relacionados com o desaparecimento de Madeleine McCann</h4>



<p>Um julgamento na Alemanha envolvendo o principal suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann foi abruptamente adiado na sexta-feira (16) após seus advogados recusarem a participação de uma juíza na audiência.</p>



<p> Ela foi recusada por ter feito postagens na Internet contra o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p>Os advogados do acusado, Christian Brückner, alegaram que a juíza em questão expressou opiniões &#8220;radicais&#8221; nas redes sociais e incitou a violência contra Bolsonaro nos posts publicados em agosto de 2019.</p>



<p>Na mensagem, reproduzida pela juíza em inglês, português e alemão, a juíza disse que Bolsonaro &#8220;é o diabo&#8221;, disse que &#8220;ele destrói tudo&#8221; e incentivou atos violentos contra o ex-presidente.</p>



<p>Ela faz parte de um painel de cinco juízes responsáveis por apreciar o caso, dos quais três são juízes profissionais e dois são cidadãos que atuam como juízes leigos.</p>



<p>Na Alemanha, onde os julgamentos não têm jurados, os juízes leigos desempenham um papel semelhante de representação do público no caso.</p>



<p>Um dos advogados de Brückner, Philipp Marquort, disse que seu cliente os instruiu a “excluir” a juíza leiga.</p>



<p>Após um breve intervalo no tribunal, foi acordado que o processo seria suspenso enquanto as reivindicações eram examinadas.</p>



<p>O julgamento deverá ser retomado em uma semana.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Suspeito pelo desaparecimento de Madeleine</h4>



<p>Brückner foi a julgamento na sexta-feira sob três acusações de estupro e duas de abuso sexual que datam de um período que vai de 2000 a 2017. Os cinco casos ocorreram em Portugal.</p>



<p>As acusações não têm relação com o desaparecimento de Madeleine, no qual Brückner nega envolvimento.</p>



<p>Madeleine tinha 3 anos quando sumiu de um apartamento de veraneio na Praia da Luz, na região do Algarve, em Portugal, em 2007.</p>



<p>O caso teve uma grande repercussão em todo mundo e, após 17 anos, ainda não foi solucionado.</p>



<p>Imediatamente após o desaparecimento, Brückner não foi investigado. A polícia portuguesa chegou a considerar na época os pais da menina como suspeitos.</p>



<p>A suspeição de Kate e Gerry McCann foi retirada em 2008, e o casal recebeu mais tarde um pedido de desculpas pela forma como o caso foi conduzido.</p>



<p>Brückner foi apontado como principal suspeito pelo sumiço da menina por investigadores alemães em junho de 2020 em uma investigação que tratou o caso como um homicídio.</p>



<p>Depois disso, ele foi considerado formalmente suspeito por autoridades portuguesas, mas nunca chegou a ser acusado formalmente, e os detalhes completos da investigação alemã nunca foram divulgados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acusações de estupro e abuso sexual</h4>



<p>As acusações que ele enfrenta no tribunal alemão dizem respeito a cinco crimes de natureza sexual não relacionados cometidos em Portugal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O estupro de uma idosa que tinha entre 70 e 80 anos em seu apartamento de veraneio;</li>



<li>O estupro de uma adolescente de ao menos 14 anos na casa onde vivia na Praia de Luz, entre 2000 e 2006;</li>



<li>O estupro de uma irlandesa cujo apartamento de veraneio teria sido invadido, na Praia da Rocha, em 2004.</li>
</ul>



<p>Nos três casos de estupro, Brückner é acusado de chicotear as vítimas e filmar as agressões.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O abuso sexual de uma menina alemã de 10 anos em uma praia do vilarejo de Salema, em 2007.</li>
</ul>



<p>Isto aconteceu três semanas e meia antes do desaparecimento de Madeleine McCann.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obrigar uma menina de 11 anos a assistir a um ato sexual e, um parque infantil em Bartolomeu de Messines durante um festival em 2017.</li>
</ul>



<p>O julgamento está ocorrendo no Estado da Baixa Saxônia, no noroeste d a Alemanha, porque foi lá que Brückner foi oficialmente registrado como residente pela última vez.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que vai acontecer agora no julgamento? </h4>



<p>De acordo com o Código Penal alemão, ele poderá pegar uma pena de 5 a 15 anos de prisão se for considerado culpado.</p>



<p>O advogado de Brückner disse anteriormente que as acusações são baseadas em fatos “questionáveis”.</p>



<p>Ele quer que seu cliente permaneça em silêncio na maioria do julgamento, mas espera que “nenhuma conclusão negativa” possa ser feita a partir disso.</p>



<p>Brückner nasceu na Baviera, Alemanha, em dezembro de 1976 e supostamente passou algum tempo sob cuidados médicos durante sua juventude.</p>



<p>Segundo procuradores, ele teria vivido “de forma mais ou menos permanente” no Algarve entre 1995 e 2007, trabalhando em bicos.</p>



<p>O processo criminal português mostra que ele teve diversas condenações anteriores por pequenos crimes, roubo e estupro.</p>



<p>Brückner cumpre pena de sete anos de prisão por estuprar uma turista americana de 72 anos em 2005, na Praia da Luz.</p>



<p>Este julgamento poderá determinar se ele permanecerá atrás das grades após essa sentença, que deverá terminar em dezembro de 2026.</p>
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