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	<title>Arquivo de Lideres - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Lideres - BSB REVISTA</title>
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		<title>Flávio Dino intima partidos após presidente do PL admitir indicação de emendas parlamentares</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/07/15/flavio-dino-intima-partidos-apos-presidente-do-pl-admitir-indicacao-de-emendas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:57:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Determina]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Explicações]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro STF determinou que presidentes dos partidos expliquem em 10 dias para a distribuição e possíveis interferências nas emendas O ministro do Supremo Tribunal Federal [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Ministro STF determinou que presidentes dos partidos expliquem em 10 dias para a distribuição e possíveis interferências nas emendas </h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino cobrou explicações, em despacho de 14 de julho, sobre a distribuição e execução de emendas parlamentares após declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em que este admitiu que dirigentes partidários sem mandato chegam a influenciar a destinação desses recursos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, Dino determinou que as comissões de Saúde da Câmara e do Senado informem, em 30 dias, quais medidas adotaram para garantir transparência e rastreabilidade na liberação das verbas, e pediu ao Tesouro Nacional avaliação sobre padronização de códigos contábeis utilizados nas transferências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança ocorreu no mesmo período em que o ministro determinou a suspensão da execução de 21 emendas sob investigação e o bloqueio de bens atribuídos a Valdemar. As 21 emendas sob apuração totalizam R$ 119,2 milhões. Parte desses recursos já havia sido empenhada e paga; outra parte ainda estava em processo de liberação quando as medidas cautelares foram adotadas. Segundo a Polícia Federal, há indícios de que documentação teria sido forjada para ocultar o verdadeiro solicitante das indicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No despacho, Dino afirmou que a prerrogativa de indicar emendas é dos parlamentares em exercício e criticou a prática de “terceirização” das emendas, que, segundo ele, fragiliza mecanismos de controle do gasto público e fere o marco constitucional sobre a matéria. O ministro exigiu também que a Câmara, o Senado e as comissões envolvidas prestem informações sobre controles internos, sistemas de fiscalização e medidas adotadas para prevenir interferências de dirigentes partidários, ex-parlamentares ou agentes externos na destinação dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valdemar Costa Neto, em entrevistas concedidas após a deflagração das investigações, confirmou que dirigentes partidários chegam a sugerir destinos para emendas e argumentou que sua atuação se limita a orientar prioridades do partido, negando irregularidade. A declaração ampliou a controvérsia política e motivou a ampliação do questionamento do STF a outras legendas: o tribunal requisitou explicações de 21 presidentes partidários sobre práticas internas de distribuição de emendas e mecanismos de governança que impeçam interferências indevidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas de bloqueio e suspensão tiveram caráter cautelar, com o objetivo de impedir a continuidade de pagamentos enquanto se apuram as circunstâncias das indicações. O foco das autoridades é identificar a origem das solicitações, o fluxo dos recursos e eventuais agentes — formais ou informais — que tenham participado da destinação das verbas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a cobrança formal de explicações, caberá às legendas e aos órgãos do Congresso detalhar procedimentos internos, registros de solicitações de emendas e eventuais evidências de interferência de dirigentes partidários. A partir das respostas, o STF e as forças de investigação poderão decidir por novas medidas cautelares, encaminhamentos ao Ministério Público ou outros desdobramentos processuais. A apuração segue em andamento.</p>
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		<title>Câmara indicou R$ 1,3 bilhão sem identificar autor de emenda, diz Transparência Brasil</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/07/13/camara-indicou-r-13-bilhao-sem-identificar-autor-de-emenda-diz-transparencia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas]]></category>
		<category><![CDATA[Indicações]]></category>
		<category><![CDATA[Lideres]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento secreto]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Indicações foram registradas em nome de líderes partidários, sem identificar verdadeiros deputados que escolheram os beneficiários</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Ong Transparência Brasil afirma que, em 2025, a Câmara dos Deputados <strong>registrou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão</strong> em nome de líderes partidários em 2025, sem identificar os parlamentares que efetivamente indicaram os beneficiários dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a organização, que fez um levantamento próprio, o montante representa 16% das indicações feitas pelas comissões da Casa no ano e reproduz exatamente a lógica do extinto &#8220;orçamento secreto&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indicação de emendas de comissão por parte dos líderes partidários está prevista na lei complementar 210, aprovada no Parlamento em 2025 em acordo entre os Três Poderes após o Supremo Tribunal Federal suspender o pagamento de emendas, justamente por falta de transparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total de 12.231 apontamentos, o levantamento identificou 1.341 indicações associadas apenas <strong>às lideranças de sete partidos</strong> — PP, União Brasil, PL, Republicanos, Avante, Podemos e Solidariedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Transparência Brasil, os documentos públicos da Câmara registram apenas a liderança partidária como autora dessas indicações,&nbsp;<strong>sem informar quais deputados definiram o destino final das verbas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Partidos que enviaram emendas</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Partido</td><td>Valor associado à liderança</td></tr><tr><td>PP</td><td>R$ 427,7 milhões</td></tr><tr><td>União Brasil</td><td>R$ 288,7 milhões</td></tr><tr><td>PL</td><td>R$ 254,3 milhões</td></tr><tr><td>Republicanos</td><td>R$ 218,5 milhões</td></tr><tr><td>Avante</td><td>R$ 30 milhões</td></tr><tr><td>Solidariedade</td><td>R$ 22 milhões</td></tr><tr><td>Podemos</td><td>R$ 19 milhões</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Transparência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, o montante indicado sob a assinatura dos líderes partidários corresponde a<strong>&nbsp;16% dos R$ 7,9 bilhões destinados pela Câmara dos Deputados em 2026.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Partidos que mais direcionaram emendas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A federação formada por&nbsp;<strong>Progressistas e União Brasil&nbsp;</strong>foi a que mais utilizou o mecanismo, chamado pela ONG&nbsp;de “emenda de liderança”, com R$ 716,7 milhões, sendo R$ 427,7 milhões do PP e R$ 288,7 milhões do União Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As siglas são seguidas do<strong> PL</strong>, com R$ 254,3 milhões, e pelo <strong>Republicanos, </strong>que indicou R$ 218,5 milhões através da liderança do partido. Juntos, os quatro partidos respondem por quase 95% do total identificado pelo estudo da Transparência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também procura demonstrar que os líderes partidários registrados como autores das indicações não seriam, necessariamente, os responsáveis por definir o destino dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o estudo, seis dos sete líderes dos partidos que utilizaram esse mecanismo tinham emendas registradas em seus nomes, somando R$ 143,2 milhões. Em todos esses casos, as indicações individuais foram destinadas exclusivamente a beneficiários dos estados pelos quais esses parlamentares foram eleitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as emendas registradas em nome das lideranças apresentam um padrão diferente segundo o estudo. Os recursos foram distribuídos entre diversos estados e, na maioria dos casos, apenas uma parcela ficou concentrada no estado de origem do líder partidário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos moldes do orçamento secreto, essa pulverização indica que diferentes deputados da mesma bancada podem ter escolhido os beneficiários, embora seus nomes não apareçam nos documentos públicos, ficando a autoria formal atribuída apenas à liderança do partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destinação de emendas</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Líder</td><td>Estado</td><td>Percentual das &#8220;emendas de liderança&#8221; destinado ao estado do líder</td></tr><tr><td>Pedro Lucas Fernandes (União Brasil)</td><td>MA</td><td>47%</td></tr><tr><td>Sóstenes Cavalcante (PL)</td><td>RJ</td><td>8%</td></tr><tr><td>Dr. Luizinho (PP)</td><td>RJ</td><td>24%</td></tr><tr><td>Aureo Ribeiro (Solidariedade)</td><td>RJ</td><td>100%</td></tr><tr><td>Gilberto Abramo (Republicanos)</td><td>MG</td><td>17%</td></tr><tr><td>Neto Carletto (Avante)</td><td>BA</td><td>67%</td></tr><tr><td>Rodrigo Gambale (Podemos)</td><td>SP</td><td>21%</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Transparência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo cita o PP como o principal exemplo desse padrão. Mais da metade dos R$ 427,7 milhões indicados pelo líder da bancada, Dr. Luizinho (PP-RJ),<strong>&nbsp;foi destinada ao Piauí, enquanto cerca de 24% tiveram como destino o Rio de Janeiro</strong>, estado pelo qual o deputado foi eleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento faz observação semelhante sobre o União Brasil. Segundo o relatório, 47% das emendas atribuídas à liderança da bancada foram destinadas ao Maranhão, estado do então líder Pedro Lucas (União-MA), enquanto o restante foi distribuído por outros 14 estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse quadro reforça o entendimento de que as &#8216;emendas de liderança&#8217; não correspondem à cota individual dos líderes, tampouco representam uma decisão exclusiva deste parlamentar, pois a fragmentação em beneficiários de diversos entes sugere múltiplos autores ocultos”, diz o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da ocultação dos autores, o estudo aponta falhas na rastreabilidade das emendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Transparência Brasil afirma que R<strong>$ 821 milhões em emendas de comissão empenhadas em 2025 não puderam ter seus beneficiários finais identificados</strong> por meio do cruzamento das bases públicas do Congresso e do governo federal, em razão da ausência de um identificador único para acompanhar cada indicação até sua execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As emendas de comissão (RP8) surgiram após o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar as emendas de relator — primeiro modelo do orçamento secreto — inconstitucionais. Esses recursos não são impositivos, ou seja, o governo não é obrigado a pagar e sua liberação depende de negociação política.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em 2026, o PT adotou o modelo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o modelo seguiu em 2026 e, até 29 de maio, a Transparência Brasil identificou R$ 373,8 milhões em indicações de emendas de comissão registradas apenas em nome de líderes partidários, sem identificação dos parlamentares que escolheram os beneficiários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com exceção do Solidariedade, todos os partidos identificados em 2025 mantiveram o mecanismo neste ano. A novidade foi a entrada do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que indicou R$ 107,5 milhões em nome da liderança da bancada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dados parciais de 2026, o Republicanos aparece com o maior volume de recursos vinculados às chamadas emendas de liderança, somando R$ 126,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade destaca que não encontrou registros de indicações atribuídas apenas às lideranças nas emendas de comissão do Senado, tanto em 2025 quanto nos dados parciais divulgados para 2026.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Receita anula isenção fiscal que governo Bolsonaro deu a líderes religiosos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/01/17/receita-anula-isencao-fiscal-que-governo-bolsonaro-deu-a-lideres-religiosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Lideres]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ato Declaratório Interpretativo que concedeu o benefício foi assinado às vésperas da eleição de 2022</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ato Declaratório Interpretativo que concedeu o benefício foi assinado às vésperas da eleição de 2022</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, suspendeu uma decisão do governo Bolsonaro que garantiu isenção tributária sobre salários de ministros de confissão religiosa, como pastores. A decisão veio por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) e foi publicada nesta quarta-feira, (17), no Diário Oficial da União  .</p>



<p class="wp-block-paragraph">O benefício tributário de Bolsonaro não considerava como remuneração sujeita à contribuição os valores pagos por entidades religiosas e instituições de ensino vocacional a ministros de confissão religiosa ou a membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o texto do ato, seriam consideradas remuneração somente as parcelas pagas com características e em condições que, comprovadamente, estejam relacionadas à natureza e à quantidade do trabalho executado. Essa hipótese, porém, exigia que o líder religioso contribuísse de forma individual ou como prestador de serviços à entidade religiosa ou à instituição de ensino vocacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ato Declaratório Interpretativo que concedeu o benefício foi assinado por Julio César Vieira Gomes, às vésperas da eleição de 2022. Julio César é o mesmo que esteve envolvido na tentativa de liberação das joias dadas que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou incorporar ao seu patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concessão da isenção aos líderes religiosos foi considerada atípica porque não passou pelo crivo da subsecretaria de tributação da Receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas da União também estava investigando o procedimento de Julio Cesar.</p>
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