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	<title>Arquivo de Nasa - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Nasa - BSB REVISTA</title>
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		<title>Nasa divulga foto inédita da Lua registrada por humanos na missão Artemis II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVIAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Artemis II]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto mostra parte da bacia Oriental, que, até então, só havia sido registrada por equipamentos robóticos A Nasa divulgou neste domingo (5) uma fotografia inédita da Lua feita por [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/05/nasa-divulga-foto-inedita-da-lua-registrada-por-humanos-na-missao-artemis-ii/">Nasa divulga foto inédita da Lua registrada por humanos na missão Artemis II</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foto mostra parte da bacia Oriental, que, até então, só havia sido registrada por equipamentos robóticos</p>



<p>A Nasa divulgou neste domingo (5) uma fotografia inédita da <strong>Lua</strong> feita por humanos. O registro foi feito pelos astronautas a bordo da missão<strong> Artemis II</strong>. </p>



<p>Os tripulantes da nave Orion também afirmaram que o satélite natural está “definitivamente ficando maior” para a visão deles à medida em que a cápsula chega mais perto da Lua.</p>



<p>A espaçonave já ultrapassou a metade do caminho que levará os tripulantes à órbita do satélite natural.</p>



<p>O registro revela parte da bacia Oriental, uma cratera formada há bilhões de anos após a colisão de um asteroide com a superfície lunar.</p>



<p>A foto representa um feito inédito para a observação humana já que, até então, essa região lunar só havia sido registrada por equipamentos robóticos.</p>



<p>“Fazendo história. Nesta nova imagem da nossa tripulação da Artemis II, vocês podem ver a bacia Oriental na borda direita do disco lunar. Esta missão marca a primeira vez que toda a bacia foi vista a olho nu”, afirmou a Nasa em publicação no X.</p>



<p>Na sexta-feira, os <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/04/primeira-imagem-da-terra-vista-da-missao-artemis-ii-e-divulgada-pela-nasa/">tripulantes da Orion enviaram imagens da Terra.</a></p>



<p></p>
<div id="bsbre-928430670" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1338870679" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/05/nasa-divulga-foto-inedita-da-lua-registrada-por-humanos-na-missao-artemis-ii/">Nasa divulga foto inédita da Lua registrada por humanos na missão Artemis II</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Artemis II: o primeiro voo tripulado ao redor da Lua, depois de 50 anos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/02/artemis-ii-o-primeiro-voo-tripulado-ao-redor-da-lua-depois-de-50-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVIAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Artemis II]]></category>
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		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Missão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A missão Artemis II entrou para a história nesta quinta‑feira, 2 de abril de 2026, com a cápsula Orion saindo do chão às 19h24 (horário [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/02/artemis-ii-o-primeiro-voo-tripulado-ao-redor-da-lua-depois-de-50-anos/">Artemis II: o primeiro voo tripulado ao redor da Lua, depois de 50 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p>A missão <strong>Artemis II</strong> entrou para a história nesta quinta‑feira, 2 de abril de 2026, com a <strong>cápsula Orion</strong> saindo do chão às <strong>19h24 (horário de Brasília)</strong>, no <strong>Centro Espacial Kennedy, na Flórida</strong>, a bordo do foguete <strong>Space Launch System (SLS)</strong>. A decolagem marcou o <strong>primeiro voo tripulado ao redor da Lua nesta era moderna</strong>, com a Orion levando quatro astronautas – <strong>Reid Wiseman</strong>, <strong>Victor Glover</strong>, <strong>Christina Koch</strong> e <strong>Jeremy Hansen</strong> – para uma missão de testes de sistemas de vida, comunicação, navegação e propulsão, sem qualquer intenção de pousar em solo lunar. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="984" height="656" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750.jpg" alt="" class="wp-image-36877" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750.jpg 984w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750-600x400.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/17751356702329015687118288881750-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">Norte-americanos Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e o canadense Jeremy Hansen — posam antes de embarcar no veículo que os leva à plataforma 39B. — Foto: REUTERS/Joe Skipper</figcaption></figure>



<p>O ser humano <strong>não pisa na superfície da Lua há mais de 50 anos</strong>, desde a última missão tripulada do programa Apollo, em 1972. A <strong>primeira vez</strong> que isso aconteceu foi em <strong>julho de 1969</strong>, com a missão <strong>Apollo 11</strong>, quando <strong>Neil Armstrong</strong> se tornou o primeiro ser humano a pisar na Lua, seguido pouco depois por <strong>Buzz Aldrin</strong>.</p>



<p>A <strong>última vez</strong> que alguém caminhou na Lua foi em <strong>dezembro de 1972</strong>, com a <strong>Apollo 17</strong>, a mais ambiciosa de todas as missões de pouso, com <strong>Eugene Cernan</strong> como comandante, <strong>Harrison Schmitt</strong> como geólogo lunar e <strong>Ronald Evans</strong> no módulo de comando em órbita. Cernan foi o <strong>último ser humano a sair da superfície lunar</strong>, encerrando a era de visitas tripuladas ao satélite.</p>



<p>Desde então, <strong>ninguém mais pisou na Lua</strong>. A Artemis II, em órbita agora, é o <strong>primeiro voo tripulado rumo à Lua em mais de meio século</strong>, mas ainda sem intenção de pousar; a ideia concreta de <strong>voltar a pisar na superfície</strong> reside em missões posteriores, como a Artemis III ou IV, nas próximas décadas.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como a Orion saiu da Terra e entrou em órbita</strong></h3>



<p>Às <strong>19h24 (Brasília)</strong>, o SLS, com seus quatro segmentos de propelente sólido e dois estágios de combustível líquido, gerou cerca de 8,8 milhões de newtons de empuxo, empurrando a Orion para fora da atmosfera em poucos minutos. O primeiro estágio se desacoplou em torno de <strong>19h32 (Brasília)</strong>, e o segundo estágio continuou a levar a cápsula, com a Orion entrando em <strong>órbita terrestre baixa (LEO)</strong>, entre 180 e 200 km de altitude, com velocidade próxima de 28 mil km/h, por volta das <strong>19h48 (Brasília)</strong>. Veja o lançamento:</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="478" style="aspect-ratio: 678 / 478;" width="678" controls src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/04/clideo_editor_862f850b50dc4df7bda14c3b38be49df.mp4"></video></figure>



<p>A partir desse momento, a Orion <strong>permaneceu e ainda permanece em órbita terrestre</strong>, completando <strong>duas ou três voltas completas</strong> ao redor da Terra, enquanto a tripulação verifica sistemas de vida, comunicação, navegação e propulsão de manobra. A <strong>manobra de injeção translunar (TLI)</strong> ainda <strong>não foi realizada</strong>: está programada para o <strong>início da manhã de 3 de abril de 2026 (Brasília)</strong>, com a Orion posicionada em orientação correta e os propulsores principais acionados, projetando a cápsula em uma trajetória de 3 a 4 dias até a Lua. A partir de então, a Orion passará a ser guiada por uma combinação de gravidade terrestre e lunar, com a cabine mantendo a tripulação em ambiente controlado, com monitoramento contínuo de radiação, temperatura e estabilidade térmica.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que está sendo feito hoje: 2 de abril de 2026</strong></h3>



<p>A partir de <strong>2 de abril de 2026</strong>, a Orion está em <strong>fase de órbita terrestre baixa</strong>, com a tripulação realizando testes de sistemas de suporte vital, comunicação de longa distância, propulsão de manobra e orientação, com a <strong>NASA e a Força Aérea norte‑americana</strong> mantendo protocolos de resgate de emergência em prontidão, com navios, aeronaves e equipes de paraquedistas de prontidão, caso fosse necessária recuperação imediata em solo ou mar.</p>



<p>A <strong>manobra de injeção translunar (TLI)</strong> ainda <strong>não ocorreu</strong>: está prevista para o <strong>início da manhã de 3 de abril de 2026, em Brasília</strong>, com a Orion posicionada em orientação correta e os propulsores principais acionados, projetando a cápsula em uma trajetória de 3 a 4 dias até a Lua. A partir de então, a Orion passará a ser guiada por uma combinação de gravidade terrestre e lunar, com a cabine mantendo a tripulação em ambiente controlado, com monitoramento contínuo de radiação, temperatura e estabilidade térmica.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que deve acontecer quando a Orion passar em torno da Lua</strong></h3>



<p>A <strong>previsão</strong> é que a Orion chegue à <strong>proximidade da Lua em torno de 7 de abril de 2026</strong>, com a cápsula entrando em <strong>órbita distante da Lua</strong>, passando a cerca de 10 mil quilômetros da superfície, sem pousar. A passagem em torno do satélite, <strong>prevista para 7 a 9 de abril</strong>, marcará a fase mais crítica do teste de navegação: a tripulação ajustará a orientação da Orion, testará a comunicação com a Terra e, em tese, com a futura <strong>Lunar Gateway</strong>, e registrará observações de superfície e experimentos de física, com especial atenção ao <strong>pólo Sul</strong>, área‑alvo para futuros pousos. A cápsula não vai ficar um mês na Lua: a permanência na órbita lunar será de alguns dias, apenas para testes de navegação e comunicação, antes da volta à Terra.</p>



<p>Ao longo desse trecho, a tripulação pretende:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Verificar a capacidade de operar a cápsula em longa distância da Terra</strong>, com atrasos de 1,3 segundo na comunicação, simulando o cenário de futuras missões de longo prazo.</li>



<li><strong>Ajustar a orientação da Orion</strong> para a fase de retorno, garantindo que o escudo térmico fique em posição correta para a reentrada atmosférica.</li>



<li><strong>Realizar observações de superfície lunar</strong>, com foco em topografia, padrões de sombra, temperaturas extremas e potenciais locais de interesse para Artemis III e Artemis IV, sem qualquer intenção de pousar nesta missão.</li>



<li><strong>Testar sistemas de suporte vital, comunicação e energia</strong> em condições de maior exposição à radiação cósmica, com a equipe monitorando sinais vitais, sono e desempenho cognitivo durante a passagem em torno do satélite.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que deve ocorrer no retorno da Orion e no resgate</strong></h3>



<p>A <strong>previsão</strong> é que a Orion entre na <strong>atmosfera terrestre em  10 de abril de 2026</strong>, com a reentrada projetada para a <strong>tarde em Brasília</strong>, entre <strong>16h30 e 17h30</strong>, em um ponto acima do Oceano Pacífico. A cápsula, viajando a cerca de 40 mil km/h, enfrentará uma faixa de calor intensa, protegida pelo <strong>escudo térmico</strong> projetado para suportar temperaturas de até 2.760 graus Celsius.</p>



<p>Quando a velocidade cai a um nível seguro, a Orion abrirá seus <strong>três paraquedas principais</strong>, desacelerando a nave até um <strong>splashdown suave nas águas do Pacífico, próximo à costa da Califórnia</strong>, em torno de <strong>18h (Brasília)</strong>. A partir desse momento, a operação de resgate entra em ação: a <strong>Marinha dos EUA posiciona um navio de apoio anfíbio do tipo <em>San Antonio</em>‑class</strong> na região, com marinheiros se dirigindo à Orion flutuante, fixando a cápsula, içando‑a pela rampa traseira do navio e trazendo a tripulação para bordo, onde recebem primeiros cuidados médicos, hidratação e triagem de saúde, com especial atenção à readaptação à gravidade após vários dias em microgravidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Artemis III e Artemis IV: o que virá depois</strong></h3>



<p>A missão seguinte, <strong>Artemis III</strong>, está prevista para <strong>13 de setembro de 2027</strong>, e, em vez de ir à superfície lunar, será um <strong>teste em órbita terrestre baixa</strong>, dedicado a integrar a Orion com os <strong>landers lunares comerciais</strong> (como o Starship HLS da SpaceX e o Blue Moon da Blue Origin) e a testar os <strong>trajes de uso extraveicular AxEMU</strong>. A Orion será lançada em SLS, com a mesma janela de <strong>manhã para início da tarde em Brasília</strong>, entrando em órbita em torno de <strong>13h30 (Brasília)</strong>, com a missão durando cerca de 10 dias, com foco em acoplamento, testes de transferência de tripulação e verificação de sistemas de vida.</p>



<p>A <strong>Artemis IV</strong>, marcada para <strong>5 de maio de 2028</strong>, será a missão que <strong>levará humanos de volta à superfície da Lua</strong>, com a Orion levando quatro astronautas até a <strong>órbita da Lua</strong> e, de lá, dois deles descendo ao <strong>pólo Sul</strong> em um lander pré‑posicionado. A Orion entrará em órbita lunar em meados de maio de 2028, com a descida de equipa em superfície programada para a <strong>2ª quinzena de maio</strong>, com permanência de 6 a 7 dias, com 2 ou 3 passeios extraveiculares, coleta de amostras, experimentos científicos e testes de infraestrutura de base. A missão não pretende deixar a tripulação na Lua por um mês: a permanência será de alguns dias, com foco em testes de superfície, e a cápsula Orion permanecerá em órbita, sem jamais tocar o solo lunar.</p>



<p>O retorno da Orion, com a cápsula deixando a órbita lunar, é <strong>previsto</strong> para o início de <strong>junho de 2028</strong>, com a reentrada e aterrissagem na água programada para o <strong>meio‑dia de 10 de junho de 2028</strong>, em Brasília, com a reentrada <strong>projetada</strong> para a <strong>tarde de 10 de junho (Brasília)</strong>, com a Marinha novamente conduzindo a recuperação e a tripulação passando por protocolos de readaptação à gravidade, fechando a grande engenharia humana que liga a exploração lunar, a engenharia de foguetes e a operação de resgate aeronaval em um único ciclo de 2 a 10 de abril de 2026, com futuras missões ampliando essa trajetória até 2028.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>
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		<title>Astronautas presos no espaço só serão resgatados de Estação Espacial Internacional em fevereiro</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/08/24/astronautas-presos-no-espaco-so-serao-resgatados-de-estacao-espacial-internacional-em-fevereiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 21:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Astronautas]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
		<category><![CDATA[Presos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Astronautas presos no espaço só serão resgatados de Estação Espacial Internacional em fevereiro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Wilmore e Suni Williams estão desde junho na ISS, em uma missão que deveria durar somente 8 dias, mas problemas na nave Starliner colocam tripulação em risco e cápsula irá voltar vazia em setembro</h6>



<p>Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams vão ficar na Estação Espacial Internacional (ISS) até <strong>fevereiro </strong>de 2025, quando serão resgatados por uma espaçonave da SpaceX, de Elon Musk informou a Nasa neste sábado (24).</p>



<p>A dupla deveria voltar na Starliner, espaçonave da Boeing que apresentou problemas técnicos após acoplar na ISS. O retorno já tinha sido adiado três vezes.</p>



<p>Os astronautas passarão um total de oito meses na ISS, em vez dos oito dias inicialmente previstos.</p>



<p>A Starliner retornará vazia à Terra no início de setembro com o piloto automático ativado, de acordo com Bill Nelson, chefe da Nasa. O sistema de propulsão da nave oferece muitos riscos para trazer a tripulação de volta em segurança, disse a agência espacial.</p>



<p>Nasa e Boeing seguirão coletando dados de teste da Starliner durante o voo de volta, &#8220;sem precisar oferecer mais risco que o necessário para a tripulação&#8221;, segundo a Nasa.</p>



<p>A dupla de astronautas vai voltar em uma missão da Crew Dragon, da SpaceX, prevista somente para fevereiro de 2025. Dois assentos da nave estarão vazios, liberados para retorno de Wilmore e Williams.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="275" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-58.png" alt="" class="wp-image-21371"/><figcaption class="wp-element-caption">Butch Wilmore e Suni Williams estão há mais de dois meses na Estação Espacial Internacional (ISS),</figcaption></figure>



<p>A Nasa afirma também que astronautas profissionais sempre sabem que, ao partirem para uma missão, podem passar bem mais tempo no espaço do que o previsto inicialmente.</p>



<p>No caso de Butch Wilmore e Suni Williams, os dias estão “cheios”, diz a agência: a dupla está participando das pesquisas desenvolvidas por cientistas na estação espacial. </p>



<p>Suprimentos adicionais serão enviados para a ISS em uma missão com a SpaceX em setembro.</p>



<p>&#8220;Não foi uma decisão fácil, mas é absolutamente a correta&#8221;, completou Jim Free, administrador associado da Nasa.</p>



<p>A dupla foi enviada à ISS em 5 de junho, em uma missão de (supostamente) 8 dias, no primeiro voo tripulado da cápsula Starliner, da Boeing. Só que, segundo a agência, problemas nos propulsores e vazamentos de hélio bagunçaram todo o cronograma.</p>



<p>A decisão da volta pela SpaceX foi tomada pela Nasa e discutida com a Boeing. &#8220;A Boeing disse que vai continuar a resolver os problemas quando a Starliner retornar&#8221;, disse Nelson.</p>



<p>A escolha da Nasa pela SpaceX para trazer os astronautas de volta é uma das mais importantes nos últimos anos. A Boeing esperava que a missão de teste da Starliner trouxesse redenção à empresa, após anos de problemas de desenvolvimento e mais de US$ 1,6 bilhão acima do orçamento estimado desde 2016.</p>



<p>A Boeing também vem lidando com problemas de qualidade na fabricação de aviões comerciais, seu produto mais importante.</p>



<p>A Boeing não participou da coletiva de imprensa da Nasa, mas disse, em comunicado, que &#8220;continua a focar, em primeiro lugar, na segurança da tripulação e da espaçonave. Estamos executando a missão conforme a determinação da Nasa e estamos preparando a nave para um retorno seguro e bem-sucedido sem a tripulação&#8221;.</p>



<p>A Starliner foi projetada para funcionar de forma autônoma e já tinha completado dois voos sem tripulação antes dos problemas na missão de junho.</p>



<p>Nelson, da Nasa, diz que ter &#8220;100% de certeza que a a Starliner vai voar em outra missão tripulada&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-57.png" alt="" class="wp-image-21370" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-57.png 1000w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-57-600x400.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-57-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">A cápsula Starliner da Boeing é vista acoplando à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). — Foto: Nasa</figcaption></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Histórico do problema</h6>



<p>Butch Wilmore e Suni Williams decolaram no início de junho a bordo da Starliner e desde então estão na ISS, onde sua espaçonave permanece acoplada.</p>



<p>A nave deveria trazê-los de volta à Terra 8 dias depois, mas problemas detectados em seu sistema de propulsão levaram a Nasa a questionar sua confiabilidade.</p>



<p>Há semanas que as equipes da Boeing e da Nasa realizam testes para entender melhor a causa dos problemas detectados em voo, principalmente nos propulsores da nave.</p>



<p>A principal preocupação era que o Starliner não conseguiria atingir o impulso necessário para sair da órbita e iniciar sua descida à Terra. Se for decidido que não está em condições de segurança, a nave retornará vazia.</p>



<p>Uma missão regular da SpaceX, chamada Crew-9, decolaria no final de setembro, mas com apenas dois astronautas a bordo, em vez de quatro.</p>



<p>Permaneceria acoplada à ISS até o seu retorno planejado à Terra em fevereiro. Portanto, traria de volta os dois astronautas que viajaram no dispositivo da Boeing, além dos dois tripulantes da Crew-9.</p>



<p>Se esta for a escolha, a imagem da Boeing seria fortemente afetada em um momento de crise devido a problemas em seus aviões.</p>



<p>Há dez anos, a Nasa encomendou uma nova nave espacial à Boeing e outra à SpaceX para transportar seus astronautas até à ISS. Com dois veículos disponíveis, haveria uma solução viável em caso de problemas em um deles.</p>



<p>Mas a empresa do magnata Elon Musk prevaleceu sobre a Boeing como o único táxi espacial americano nos últimos quatro anos. O primeiro voo tripulado da Starliner, que decolou com anos de atraso, seria o teste final antes de iniciar as operações regulares.</p>



<p>Barry &#8216;Butch&#8221; Wilmore, é ex-piloto do programa de ônibus espacial da Nasa e visitou a ISS por duas vezes.</p>



<p>Sunita Williams foi a primeira pessoa a &#8220;correr uma maratona&#8221; no espaço. Em 2007, ela correu na esteira da ISS por mais de quatro horas.</p>
<div id="bsbre-3700479344" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2184355465" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/08/24/astronautas-presos-no-espaco-so-serao-resgatados-de-estacao-espacial-internacional-em-fevereiro/">Astronautas presos no espaço só serão resgatados de Estação Espacial Internacional em fevereiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Nasa diz que Brasil pode ficar inabitável em 50 anos com aquecimento global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 19:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório da Agência Espacial Norte-americana prevê catástrofe ambiental causada por aquecimento global A agência espacial norte-americana (Nasa), fez um relatório com um cenário alarmante para [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Relatório da Agência Espacial Norte-americana prevê catástrofe ambiental causada por aquecimento global</h6>



<p>A  agência espacial norte-americana (<a href="https://www.nasa.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nasa</a>),  fez um relatório com um cenário alarmante para o Brasil.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Algumas regiões ultrapassaram o limiar crítico</h6>



<p>A NASA explicou ainda que,&nbsp;<strong>nos últimos 15 anos, algumas regiões subtropicais já ultrapassaram o limite crítico</strong>&nbsp;. Como resultado, prevê-se que o fenômeno possa se intensificar, bem como se espalhar para outros territórios, à medida que o aquecimento global avança, potencialmente transformando esses espaços em áreas inabitáveis.</p>



<p> Segundo a Nasa, dentro de 50 anos, o Brasil poderá se tornar inabitável devido aos efeitos do aquecimento global.</p>



<p>Utilizando dados de satélite, a Nasa mapeou as áreas mais vulneráveis do planeta, destacando o Brasil como uma das regiões que enfrentarão mudanças climáticas graves.</p>



<p>Segundo a agência espacial, o estudo identifica áreas que se tornarão inabitáveis, bem como aquelas em que a vida poderá deixar de se formar.</p>



<p>Entre as regiões mais afetadas, estão o sul da Ásia, o Golfo Pérsico, a China e o Brasil. Em fevereiro deste ano, a Nasa já havia relatado aumento de 1,5ºC na temperatura média global.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Qiais os principais motivos para a possível inabitabilidade no Brasil?</h6>



<p><strong>Aumento do nível do mar</strong></p>



<p>O derretimento de geleiras e calotas polares está elevando o nível do mar, ameaçando cidades costeiras, como o Rio de Janeiro. A elevação do mar pode deslocar populações e causar danos significativos às infraestruturas.</p>



<p><strong>Eventos climáticos extremos</strong></p>



<p>Ondas de calor, secas prolongadas, inundações e furacões se tornarão mais frequentes e intensos. Esses eventos extremos podem devastar a agricultura, danificar infraestruturas e impactar gravemente a saúde humana.</p>



<p><strong>Mudanças nos padrões de precipitação</strong></p>



<p>Regiões áridas podem se tornar ainda mais secas, enquanto outras enfrentarão chuvas torrenciais, resultando em inundações e erosão do solo. O Nordeste brasileiro já enfrenta desafios significativos relacionados à escassez de água.</p>



<p><strong>Acidificação dos oceanos</strong></p>



<p>O aumento de dióxido de carbono na atmosfera está tornando os oceanos mais ácidos, prejudicando a vida marinha. Isso afeta especialmente corais e crustáceos, que são cruciais para os ecossistemas oceânicos.</p>



<p><strong>Perda de biodiversidade</strong></p>



<p>As mudanças climáticas podem levar à extinção de diversas espécies de plantas e animais, desestabilizando ecossistemas inteiros. Estima-se que a Amazônia possa perder até 60% de suas espécies até o fim do século.</p>



<p><strong>Impactos na saúde humana</strong></p>



<p>O calor extremo, a poluição do ar e a disseminação de doenças, como malária e dengue, aumentam o risco de problemas de saúde respiratórios, cardiovasculares e infecciosos.</p>



<p><strong>Impactos socioeconômicos</strong></p>



<p>O aquecimento global pode provocar migrações em massa, conflitos por recursos e perdas econômicas significativas. Países em desenvolvimento, como os da África e da Ásia, são particularmente vulneráveis.</p>
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		<title>Nasa pagou US$ 1 bi para cientista barrar queda de asteroide na Terra</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/03/16/nasa-pagou-us-1-bi-para-cientista-barrar-queda-de-asteroide-na-terra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2024 23:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhão]]></category>
		<category><![CDATA[asteroide]]></category>
		<category><![CDATA[Bennu]]></category>
		<category><![CDATA[colidir]]></category>
		<category><![CDATA[desviar]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
		<category><![CDATA[pagou]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisador]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dante Lauretta contou em livro, como comandou missão OSIRIS-REx da Nasa, que trouxe amostras coletadas do asteroide Bennu</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/16/nasa-pagou-us-1-bi-para-cientista-barrar-queda-de-asteroide-na-terra/">Nasa pagou US$ 1 bi para cientista barrar queda de asteroide na Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Dante Lauretta contou em livro, como comandou missão OSIRIS-REx da Nasa, que trouxe amostras coletadas do asteroide Bennu</strong></p>



<p>O professor de ciências planetárias e cosmoquímica no Laboratório Lunar e Planetário na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, Dante Lauretta contou ter recebido US$ 1 bi da <a href="https://www.nasa.gov/">Agência Espacial Americana (Nasa)</a> para evitar que o asteroide Bennu, descoberto em 1999, caia na Terra.</p>



<p>Na missão OSIRIS-REx, que visa estudar o Bennu, o professor coletou amostras deste asteroide. Esses pedaços foram trazidos à Terra no ano passado. Os estudos indicam que o asteroide pode cair na Terra por volta do ano de 2182, caso nada seja feito.  </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="675" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-28.png" alt="" class="wp-image-16935" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-28.png 675w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-28-600x400.png 600w" sizes="auto, (max-width: 675px) 100vw, 675px" /><figcaption class="wp-element-caption">Dante Lauretta contou ter recebido US$ 1 bi da Nasa</figcaption></figure>



<p>Dante Lauretha contou, no livro que a agência espacial americana o pagou US$ 1 bilhão (R$ 4,96 bilhões, na cotação atual) para descobrir tudo o que fosse possível sobre Bennu. </p>



<p>Com base na experiência de coibir o choque do asteroide Bennu com a Terra e ainda recolher amostras deste corpo espacial o cientista escreveu um livro, lançado neste ano, com o título <em>The Asteroid Hunter: &#8220;A Scientist’s Journey to the Dawn of our Solar System by Dante Lauretta</em> (O Caçador de Asteroides: A Jornada de um Cientista ao Sistema Solar, em tradução livre). Nesta obra, Lauretta aborda detalhes da missão. </p>



<p>&#8220;Minha pequena equipe se reuniu no centro de controle no Colorado, cada um de nós vestindo os uniformes azuis da Nasa, prontos para testemunhar o sucesso ou o fracasso da OSIRIS-REx, a primeira missão do país a recolher uma amostra de um asteroide&#8221;, contou o pesquisador.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="703" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-1024x703.png" alt="" class="wp-image-16931" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-1024x703.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-600x412.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24-768x528.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-24.png 1287w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tamanho do asteroide Bennu em comparação com edificações no mundo</figcaption></figure>



<p>A <a href="https://www.tecmundo.com.br/nasa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NASA</a> divulgou em 2022 uma imagem em altíssima resolução do asteroide Bennu, registrada pela sonda OSIRIS-Rex, que mostra o corpo celeste em detalhes nunca antes vistos. A foto ajudará a guiar a nave em sua missão até a superfície dele, com o objetivo de coletar amostras para análise na Terra.</p>



<p>Com 5 cm por pixel, esta super foto tem a resolução mais alta na qual um corpo planetário já foi mapeado. Ela foi feita a partir de 2.155 imagens registradas pela sonda espacial, entre os dias 7 de março e 19 de abril de 2019, a cerca de 3 a 5 quilômetros de distância da superfície do Bennu.</p>



<p>O mapa criado com as fotografias ajudou a equipe da missão a escolher os possíveis locais de pouso da OSIRIS-Rex. Inicialmente, os pesquisadores definiram quatro regiões, até chegar à área escolhida: uma cratera de 140 metros de largura, batizada de Nightingale (rouxinol, em português).</p>



<p>De acordo com a agência espacial americana, a nave pousou no Bennu no segundo semestre de 2019, ficando por lá até 2021. A sonda voltou  à Terra em setembro 2023, trazendo materiais para estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque Bennu é chamado de &#8220;asteroide do fim do mundo&#8221;?</h2>



<p>Descoberto em 11 de setembro de 1999, o 101955 Bennu é um asteroide com pouco mais de 490 metros de diâmetro, que cruza a órbita terrestre a cada seis anos. Conforme cálculos dos astrônomos, ele tem 1 chance em 2.500 de colidir com a Terra no ano 2135.</p>



<p>Mesmo se tratando de uma possibilidade remota, ele vem sendo monitorado pela NASA desde então, que enviou a sonda OSIRIS-REx até ele, em 2016. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="704" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-1024x704.png" alt="" class="wp-image-16934" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-1024x704.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-600x413.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27-768x528.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-27.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foguete Atlas V, levando a sonda nave OSIRIS-RExvfoi lançado de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, na primeira missão da Nasa para colher amostras do asteroide Bennu </figcaption></figure>



<p>A missão já revelou, entre outras coisas, que ele é feito de material solto, agrupado pela gravidade, apresentando uma superfície coberta de pedras e rochas do tamanho de carros e casas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="574" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-1024x574.png" alt="" class="wp-image-16933" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-1024x574.png 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-600x337.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26-768x431.png 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-26.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nave OSIRIS-REx que pousou no asteroide Bennu</figcaption></figure>



<p>A espaçonave <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/10/nasa-publica-imagens-da-missao-historica-da-osiris-rex-ao-asteroide-bennu.html">OSIRIS-REx</a>, da Nasa, coletou 121,6 gramas de material do asteroide <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2021/08/nasa-estima-risco-de-asteroide-bennu-colidir-com-terra-no-proximo-seculo.html">Bennu</a> — a maior amostra de <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/02/moleculas-de-agua-sao-encontradas-na-superficie-de-asteroides-pela-1a-vez.ghtml">asteroide </a>já coletada no espaço e mais que o dobro da quantidade estabelecida como o objetivo da missão.</p>



<p>A marca recorde foi divulgada pela agência espacial norte-americana <a class="" href="https://blogs.nasa.gov/osiris-rex/2024/02/15/nasa-announces-osiris-rex-bulk-sample-mass/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">no último dia 15 de fevereiro</a>. A pesada amostra de Bennu foi trazida à Terra no dia <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2023/09/5-fatos-sobre-a-chegada-a-terra-da-1a-amostra-de-asteroide-coletada-pela-nasa.ghtml">24 de setembro de 2023</a>, mas os pesquisadores do Centro Espacial Lyndon B. Johnson, nos Estados Unidos, só conseguiram extraí-la completamente em janeiro deste ano de 2024.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="888" height="666" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25.png" alt="" class="wp-image-16932" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25.png 888w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25-600x450.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-25-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px" /><figcaption class="wp-element-caption">Amostras contendo o material coletado no asteroide Bennu</figcaption></figure>



<p>A nave OSIRIS-REx contou com o Mecanismo de Aquisição de Amostras Touch-and-Go (TAGSAM), um braço robótico utilizado para perfurar a superfície do <a class="" href="https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2023/11/com-ou-sem-asteroide-dinossauros-estavam-fadados-a-extincao-diz-estudo.ghtml">asteroide</a> e coletar amostras. Antes mesmo que pudessem abrir a &#8220;cabeça&#8221; deste membro robotizado, os cientistas já tinham calculado mais que a quantidade mínima de 60 g de material necessário para cumprir as metas estabelecidas para a missão.</p>



<p>A missão Osiris-Rex foi a segunda a trazer do espaço amostras de asteroides. A primeira a fazer o retorno foi a sonda japonesa Hayabusa, que chegou até o asteroide Itokawa em 2005 e voltou à Terra em 2010. </p>
<div id="bsbre-2019605521" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-4213004742" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/03/16/nasa-pagou-us-1-bi-para-cientista-barrar-queda-de-asteroide-na-terra/">Nasa pagou US$ 1 bi para cientista barrar queda de asteroide na Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Nasa procura voluntários para participar de simulação da vida em Marte; saiba os requisitos</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/02/18/nasa-procura-voluntarios-para-participar-de-simulacao-da-vida-em-marte-saiba-os-requisitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 14:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVIAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ESPORTES]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência]]></category>
		<category><![CDATA[Marte]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
		<category><![CDATA[Procura]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inscrições para concorrer à vaga da Nasa vão até o dia 2 de abril e  programa começa no primeiro semestre de 2025</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p> <strong>Inscrições para concorrer à vaga da Nasa vão até o dia 2 de abril e  programa começa no primeiro semestre de 2025</strong></p>



<p>A agência espacial norte-americana, <a href="https://www.nasa.gov/learning-resources/internship-programs/">(Nasa)</a> está buscando candidatos para participar de sua próxima missão simulada de <strong>um ano na superfície de Marte</strong>.</p>



<p>Essa será a segunda de uma série de três missões planejadas em Terra que simulam estadias no Planeta Vermelho.</p>



<p>A iniciativa tem como intuito ajudar os cientistas da agência a entender um pouco mais da dinâmica de exploração humana do planeta. Por isso, ela acontece em um habitat impresso em 3D de <strong>157m² </strong>localizado no Johnson Space Center da Nasa em Houston, no estado americano do Texas.</p>



<p>Chamadas de CHAPEA (algo como Simulação de Exploração de Saúde e Desempenho de Tripulação, na sigla em inglês), as missões envolvem uma tripulação voluntária de quatro pessoas.</p>



<p>E desta vez, essa segunda empreitada está programada para começar no&nbsp;<strong>primeiro semestre de 2025.</strong></p>



<p>Os critérios da selação são os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os candidatos precisam ser&nbsp;<strong>cidadãos&nbsp;</strong>ou&nbsp;<strong>residentes&nbsp;</strong>permanentes dos Estados Unidos, saudáveis e motivados;</li>



<li><strong>Não fumantes</strong>;</li>



<li>Com idade entre<strong>&nbsp;30 e 55 anos</strong>;</li>



<li>Proficientes em<strong>&nbsp;inglês</strong>&nbsp;(para comunicação eficaz entre os colegas de equipe e o controle da missão).</li>



<li>E com uma pós-graduação em um campo da <strong>engenharia</strong>, <strong>matemática</strong>, <strong>biologia</strong>, <strong>física </strong>ou <strong>ciência da computação,</strong> através de uma instituição credenciada, com pelo menos dois anos de experiência profissional ou um mínimo de mil horas pilotando uma aeronave.</li>
</ul>



<p>a agência ainda ressalta que os futuros &#8220;marcianos&#8221; devem ter um&nbsp;<strong>&#8220;forte desejo por aventuras únicas e gratificantes&#8221;</strong>, além de interesse em contribuir para o trabalho da Nasa na preparação para a primeira jornada humana a Marte.</p>



<p>O prazo de aplicação para os candidatos vai até o dia&nbsp;<strong>2 de abril de 2024</strong>&nbsp;e a inscrição pode ser feita pelo seguinte endereço:&nbsp;<a class="" href="https://chapea.nasa.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://chapea.nasa.gov/</a></p>



<p>Ainda segundo a agência, a seleção da tripulação seguirá critérios padrão da Nasa para candidatos a astronautas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="480" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-8.png" alt="" class="wp-image-16177" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-8.png 640w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-8-600x450.png 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Funcionários da NASA anunciaram que o habitat marciano terá pequenas salas, um ginásio e areia vermelha que será colocada no chão, e voluntários viverão neste ambiente durante um ano, investigando assim como serão as futuras missões a Marte.</strong></figcaption></figure>



<p>Além disso, candidatos que tenham concluído dois anos de trabalho em um programa de doutorado em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, concluído um curso de medicina ou um programa de treinamento de pilotos de aeronaves também serão considerados.</p>



<p>Com quatro anos de experiência profissional, candidatos que tenham concluído o treinamento de oficial militar ou um bacharelado em um campo de engenharia, matemática, biologia, física ou ciência da computação tamabém podem ser considerados.</p>
<div id="bsbre-818530826" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2388578923" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/02/18/nasa-procura-voluntarios-para-participar-de-simulacao-da-vida-em-marte-saiba-os-requisitos/">Nasa procura voluntários para participar de simulação da vida em Marte; saiba os requisitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Nasa volta à Lua em missão para fixar moradores no satélite terráqueo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2022/11/16/nasa-volta-a-lua-em-missao-para-fixar-moradores-no-satelite-terraqueo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 09:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Foguete]]></category>
		<category><![CDATA[Lua]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O voo de teste é sem tripulação, mas representa a primeira fase do histórico programa de retorno ao nosso satélite natural. Em meados de 2025, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1009" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-1024x1009.jpg" alt="" class="wp-image-8040" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-1024x1009.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-600x591.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2-768x757.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Screenshot_20230126-130550_Facebook2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><a href="http://cerradoadventuretour.com.br/"><strong>PREPARE-SE: VEM AÍ O MELHOR EVENTO PARA INVESTIDORES DO SETOR DE ESPORTES E TURISMO DA REGIÃO CENTRO-OESTE</strong>. <strong>RESERVE SEU ESPAÇO E GARANTA SUA PARTICIPAÇÃO  </strong></a>k</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">O voo de teste é sem tripulação, mas representa a primeira fase do histórico programa de retorno ao nosso satélite natural. Em meados de 2025, agência planeja pousar a primeira mulher e a primeira pessoa negra na Lua</h4>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg" alt="Carro &amp; Cia" class="wp-image-250" width="368" height="62" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-1024x172.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-300x50.jpg 300w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004-768x129.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220318-WA0004.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /><figcaption><strong>Carro &amp; Cia, o melhor em atendimento e satisfação</strong></figcaption></figure>



<p>Depois de vários atrasos não planejados nos últimos meses, a Nasa deu início na madrugada desta quarta (16) ao primeiro passo do programa que promete retornar humanos à Lua.</p>



<p>O lançamento foi adiado novamente depois que técnicos da Nasa encontraram vazamentos de hidrogênio. A contagem regressiva ficou suspensa até que os ajustes fossem feitos.</p>



<p><strong>Por enquanto, a Artemis I é uma missão não tripulada:</strong> nenhum ser-humano está a bordo do “mais poderoso foguete” construído pela agência espacial, o <strong>Space Launch System &#8211; SLS </strong>(em português, Sistema de Lançamento Espacial).</p>



<p>Mas se tudo ocorrer como planejado desta vez, a expectativa é que em 2025, esse mesmo megafoguete leve astronautas de volta ao solo lunar, incluindo a primeira mulher e a primeira pessoa negra.</p>



<p>Veja em detalhes como é esta primeira missão da Nasa e quais são os próximos passos da agência espacial.</p>



<p> <strong>Aqui voce vai entender:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Embora a missão não tenha tripulação, o SLS é o primeiro foguete da agência, preparado para tripulantes,&nbsp;<strong>lançado à Lua em quase 50 anos;</strong></li><li>A Artemis I deve durar cerca de um mês e está levando três manequins dentro de uma cápsula tripulável com mais de&nbsp;<strong>1.000 sensores</strong>&nbsp;chamada&nbsp;<strong>Orion</strong>;</li><li>Um dos principais objetivos da Nasa durante essa viagem é medir fatores como a&nbsp;<strong>vibração&nbsp;</strong>dentro dessa cápsula, a&nbsp;<strong>aceleração&nbsp;</strong>e a&nbsp;<strong>radiação</strong>;</li><li>Fora isso, os cientistas também querem saber se a cápsula sobreviverá as<strong>&nbsp;altíssimas temperaturas de reentrada na Terra</strong>;</li><li>Se tudo der certo, a agência planeja uma viagem tripulada com a&nbsp;<strong>Artemis 2</strong>&nbsp;ao redor da Lua em 2024 e, finalmente, uma missão de pouso com a&nbsp;<strong>Artemis 3</strong>&nbsp;em meados de 2025 ou 2026;</li><li>A longo prazo, com o sucesso dessas missões, a Nasa planeja<strong>&nbsp;“estabelecer a presença humana na Lua”</strong>&nbsp;para facilitar viagens espaciais a destinos mais distantes da Terra, incluindo Marte.</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading">O que é o programa Artemis?</h4>



<p>É um programa de missões lunares liderado pela Nasa, a agência espacial norte-americana.</p>



<p>Seu nome deriva da deusa grega Artemis, irmã gêmea do deus Apolo, que deu o nome às missões originais de pouso na Lua, nos anos 1960.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/Z8hDlRrI8QJmBWFB-pcVU1I2eic=/0x0:4500x3000/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/0/r/e0MbrLSYW1xs9uPiT4dg/ap22236529586546.jpg" alt="À esquerda na montagem está o foguete Saturno V, com a espaçonave Apollo 12 a bordo, na plataforma de lançamento do Centro Espacial Kennedy, em 1969. À direita está o novo foguete lunar da Nasa para o programa Artemis, com a espaçonave Orion no topo, no Centro Espacial Kennedy em Cabo Canaveral, Flórida, em 18 de março de 2022. — Foto: AP"/><figcaption>À esquerda na montagem está o foguete Saturno V, com a espaçonave Apollo 12 a bordo, na plataforma de lançamento do Centro Espacial Kennedy, em 1969. À direita está o novo foguete lunar da Nasa para o programa Artemis, com a espaçonave Orion no topo, no Centro Espacial Kennedy em Cabo Canaveral, Flórida, em 18 de março de 2022. — Foto: AP</figcaption></figure>



<p></p>



<p>O programa visa pousar&nbsp;<strong>“a primeira mulher e a primeira pessoa de cor na Lua&#8221;</strong><strong>&nbsp;</strong>em meados desta década. Antes disso, a Nasa planeja duas missões de ensaio ao redor da Lua.</p>



<p>A primeira acontece agora e&nbsp;<strong>não é tripulada</strong>. A segunda deve acontecer em 2024 e aí sim será tripulada, embora não pousará no satélite natural.</p>



<p>No futuro mais distante, a Nasa planeja ainda não apenas explorar a superfície da Lua, mas também estabelecer a presença humana em sono lunar e construir uma estação espacial chamada&nbsp;<strong>Gateway</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que são o foguete SLS e a cápsula Orion?</h4>



<p>O SLS é um megafoguete que enviará ao espaço a cápsula Orion, veículo que servirá de transporte para a nossa próxima geração de astronautas.</p>



<p>Com 98 metros, o SLS é mais alto que a Estátua da Liberdade e classificado pela Nasa como seu “mais poderoso foguete”. Embora um pouco menor que o <strong>Saturno V,</strong> que enviou os astronautas Buzz Aldrin e Neil Armstrong à Lua em 1969, o novo foguete produz 4 milhões de kg de empuxo, o equivalente a 14 aviões Boeing 747.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1008" height="567" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-12.png" alt="" class="wp-image-6304" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-12.png 1008w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-12-600x338.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-12-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption>Ilustração da cápsula Orion orbitando a Lua — NASA/DIVULGAÇÃO</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Já a cápsula Orion, acoplada no topo do SLS, tem cerca de 20 metros e foi projetada para suportar o ambiente hostil do espaço. Seu componente principal, o ambiente pressurizado onde os astronautas viajarão em futuras missões, tem apenas 7 metros de altura.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Com seu poder e capacidades sem precedentes, o SLS é o único foguete que pode enviar a Orion, astronautas e cargas de transporte diretamente para a Lua em uma única missão”, afirma a Nasa.</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">A Artemis I vai pousar na lua? Como vai ser essa missão?</h4>



<p><strong>Não veremos um pouso lunar desta vez.</strong></p>



<p>Se tudo ocorrer como planejado, essa viagem ao redor da Lua levará cerca de&nbsp;<strong>25 dias</strong>.</p>



<p>Primeiro, a cápsula viajará os<strong>&nbsp;384.000 km</strong>&nbsp;que separam a Terra da Lua durante vários dias. Assim que entrar na órbita da Lua, a cápsula permanecerá lá por aproximadamente seis dias enquanto coleta diversos tipos de dados&nbsp;<em>(veja infográfico abaixo).</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="826" height="1024" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-artemis-vale2-826x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6303" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-artemis-vale2-826x1024.jpg 826w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-artemis-vale2-484x600.jpg 484w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-artemis-vale2-768x952.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-artemis-vale2.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 826px) 100vw, 826px" /><figcaption>Como será a trajetória da missão</figcaption></figure>



<p>Depois de deixar a órbita, a Orion viajará por milhares de quilômetros além do lado oculto da Lua (o lado que não conseguimos avistar aqui da Terra) antes de dar a meia volta para retornar ao nosso planeta.</p>



<p>No total, a Orion viajará&nbsp;<strong>mais de 3 milhões de quilômetros</strong>&nbsp;durante sua missão e entrará na atmosfera da Terra a cerca de&nbsp;<strong>40.000 km/h.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O ponto-chave da missão não acontece até os seus últimos minutos, quando voltamos a mergulhar na atmosfera da Terra depois de retornar da Lua a algo como 39 mil km/h, com um escudo de calor a 2.750ºC”, disse à agência Reuters o cientista planetário e astronauta da NASA Stanley Love.</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Por que a Nasa ainda não tinha lançado o foguete?</h4>



<p>Em outubro, a agência espacial americana informou que teve que adiar a primeira tentativa de lançamento devido a um problema de esfriamento de um dos motores do seu megafoguete SLS.</p>



<p>Contudo, em uma entrevista coletiva no mesmo mês, a Nasa informou que tudo estava certo com o motor 3, e que uma análise dos seus engenheiros verificou que, na verdade, era o sensor de temperatura do equipamento que estava indicando um dado errado.</p>



<p>Depois desse problema, a missão não tripulada Artemis 1 foi adiada pelo furacão Ian, que castigou a Flórida, local de decolagem do foguete.</p>



<p>A agência remarcou então tinha remarcado um lançamento para 14 de novembro, mas agora por causa da tempestade tropical Nicole essa data também foi descartada e os técnicos da Nasa decidiram segurar mais um pouco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que a Artemis está levando nessa primeira missão?</h4>



<p>10 pequenos satélites experimentais de baixo custo chamados de CubeSats estão sendo lançados nessa primeira etapa da Artemis. Esses satélites, que não são muito maiores que uma caixa de sapatos, pesam cerca de 11 quilos cada e serão lançados ao espaço assim que Orion se separar do estágio superior do SLS.</p>



<p>Alguns desses satélites irão focar em projetos diversos, mas a maioria deles fornecerão à NASA e a empresas privadas dados que podem eventualmente ser usados para o auxílio de futuras missões à Lua.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="728" height="1024" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-capsula-orion22-728x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6302" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-capsula-orion22-728x1024.jpg 728w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-capsula-orion22-426x600.jpg 426w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-capsula-orion22-768x1081.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2908-capsula-orion22.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /><figcaption>Estrutura do SLS, segundo a NASA</figcaption></figure>



<p>Dentro da cabine da Orion há ainda quatro assentos ajustáveis, mas desta vez eles não estão sendo ocupados por seres-humanos nem outros animais.</p>



<p>Esta primeira missão da Artemis está levando na verdade três manequins, chamados de <strong>Helga</strong>, <strong>Zohar </strong>e <strong>Comandante Moonikin Campos</strong>, que serão usados pela agência americana para coletar dados cruciais da missão. São esses dados que ajudarão a Nasa entender o que os futuros astronautas de carne e osso experimentarão durante uma possível missão tripulável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1008" height="567" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-11.png" alt="" class="wp-image-6301" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-11.png 1008w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-11-600x338.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-11-768x432.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption>A ‘tripulação’ da Artemis I. — Foto: NASA/Lockheed Martin/DLR</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Os manequins gêmeos Helga e Zohar, por exemplo, estão dentro da Orion para detectar, entre outras coisas, os níveis de radiação, vibração e aceleração durante a Artemis I.</p>



<p>Além disso, a Nasa está enviando ao espaço uma série de itens. O<strong> ‘kit de voo oficial’</strong> inclui bandeiras de países, microchips com nomes dos funcionários que trabalharam na Artemis I, pen-drives, insígnias de escoteiros, mascotes como o Snoopy (famoso personagem do cartunista Charles Schulz) e até uma réplica impressa em 3D da deusa Artemis.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-10.png" alt="" class="wp-image-6300" width="494" height="270" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-10.png 1008w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-10-600x329.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-10-768x421.png 768w" sizes="auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px" /><figcaption>Manequim da Nasa que está a bordo da missão da agência à Lua, a Artemis I. — Foto: Reprodução/Nasa</figcaption></figure>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading">E os outros lançamentos?</h4>



<p>Por ora, haverá pelo menos mais duas missões do programa: a&nbsp;<strong>Artemis II</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>III;&nbsp;</strong>ambas enviarão astronautas de volta à Lua.</p>



<p>A Artemis II será bem semelhante à Artemis I, mas com a diferença que levará uma tripulação humana, que ainda não foi escolhida.</p>



<p>Já a Artemis III será a primeira missão tripulada da agência espacial americana que pousará na Lua <strong>desde 1972</strong>. A agência pretende fazer história com o programa e pousar a primeira mulher e a primeira pessoa não-branca na superfície lunar em meados de 2025.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1008" height="507" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-9.png" alt="" class="wp-image-6299" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-9.png 1008w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-9-600x302.png 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/11/image-9-768x386.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><figcaption>lustração da Nasa mostra possível base para exploração de Marte. — Foto: NASA/DIVULGAÇÃO</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Enquanto as missões Artemis visam principalmente explorar o nosso satélite natural, os objetivos de longo prazo da Nasa são ainda mais ambiciosos. No futuro, a agência espera que o programa ajude no desenvolvimento da ciência astronômica que permitirá a exploração humana de Marte.</p>



<p>A agência explica que as missões lunares oferecem uma oportunidade perfeita para a testagem de ferramentas, equipamentos e tecnologias que podem ser úteis numa viagem tripulada ao planeta vermelho.</p>



<p>Mas isso é algo que deve ocorrer somente no final da próxima década, na melhor das expectativas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3023" width="367" height="454" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-826x1024.jpg 826w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-484x600.jpg 484w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2-768x953.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220720-164707_Instagram2.jpg 1057w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption><strong><a href="https://www.instagram.com/p/CaSZov4l50e/?igshid=YmMyMTA2M2Y=">DUETTO IDEAL &#8211; A MODA FEITA PARA VOCÊ</a></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y="><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-995x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3588" width="368" height="378" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-995x1024.jpg 995w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-583x600.jpg 583w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2-768x790.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/08/Screenshot_20220807-074140_Instagram2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y=" data-type="URL" data-id="https://instagram.com/casateles.angra?igshid=YmMyMTA2M2Y=">ANGRA DOS REIS EM GRANDE ESTILO. VOCÊ MERECE. </a></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-908x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3350" width="367" height="414" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-908x1024.jpg 908w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-532x600.jpg 532w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2-768x866.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Screenshot_20220730-111322_Facebook2-2.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /><figcaption> <strong>SAÚDE INTEGRAL E HUMANIZADA</strong></figcaption></figure>
<div id="bsbre-2805702799" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-817449572" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/11/16/nasa-volta-a-lua-em-missao-para-fixar-moradores-no-satelite-terraqueo/">Nasa volta à Lua em missão para fixar moradores no satélite terráqueo</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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