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	<title>Arquivo de Pressão - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Pressão - BSB REVISTA</title>
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		<title>Pressão  12 X 8 é reclassificada como pré-hipertensão com riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 20:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[12 x 8]]></category>
		<category><![CDATA[Arterial]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão]]></category>
		<category><![CDATA[Reclassificação]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pressão arterial 12 por 8, tradicionalmente considerada normal, passou a ser classificada como pressão arterial elevada ou pré-hipertensão por novas diretrizes médicas internacionais e [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A pressão arterial 12 por 8, tradicionalmente considerada normal, passou a ser classificada como pressão arterial elevada ou pré-hipertensão por novas diretrizes médicas internacionais e brasileiras, refletindo um aprofundamento no entendimento dos riscos cardiovasculares associados a esse patamar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outubro de 2024, a Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC) divulgou novas diretrizes que passaram a classificar a pressão arterial de 12 por 8 (120/80 mmHg) como &#8220;pressão arterial elevada&#8221;, um estágio anterior à hipertensão propriamente dita. Essa atualização marcou o início da mudança de paradigma na avaliação da pressão arterial, considerando que valores antes tidos como normais-altos já apresentam risco aumentado para doenças cardiovasculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, elaborada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Federação Brasileira de Cardiologia (FBC) e outras entidades médicas, formalizou em essa mudança, colocando a pressão de 12/8 na categoria de pré-hipertensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, elaborada pela SBC, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), <strong>passa a enquadrar como pré-hipertensão valores entre 12 por 8 (120-139 mmHg sistólica e/ou 80-89 mmHg diastólica)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi divulgado nesta quinta-feira (18), no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> A publicação da diretriz foi publicada, alinhando as práticas clínicas nacionais com as evidências internacionais mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Institutos médicos responsáveis pelas mudanças</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC): Em outubro de 2024, a ESC lançou as novas diretrizes de manejo da pressão arterial, nas quais formaliza a mudança para pressão &#8220;elevada&#8221; a partir de 120/80 mmHg.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC): Atualizou em 2025 suas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, oficializando o conceito de pré-hipertensão para 12 por 8.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Federação Brasileira de Cardiologia (FBC): Participou da elaboração e divulgação da versão nacional das diretrizes em 2025.American Heart Association (AHA) e American College of Cardiology (ACC): </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenha adotado mudanças importantes em 2017, as atualizações recentes da ESC e SBC são as que mais impactaram o reconhecimento do patamar 12/8 como pressão elevada, tendo servido de referência para a revisão brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base científica e impacto clínico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização nos parâmetros se baseia em estudos internacionais, como o estudo SPRINT (publicado em 2015), que demonstraram que pressionar a meta para valores abaixo de 120/70 mmHg reduz significativamente o risco de acidentes cardiovasculares como infarto e AVC. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa abriu caminho para as diretrizes atuais, que consideram que manter a pressão abaixo de 120/80 mmHg oferece melhores resultados preventivos a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estudos que embasam as diretrizes, valores na faixa de 12 por 8 já estão associados a danos discretos a órgãos alvo (coração, rins, cérebro), rigidez vascular e aumento do risco de eventos cardiovasculares. Por isso, essa faixa foi categorizada como pré-hipertensão ou pressão arterial elevada, destacando a necessidade de monitoramento regular e mudanças no estilo de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que isso significa para quem tem pressão 12 por 8</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pressão arterial 12 por 8 não representa necessariamente hipertensão clínica, mas indica uma condição de maior risco cardiovascular que exige atenção médica, mudança de hábitos e, em alguns casos, acompanhamento mais rigoroso, podendo levar à introdução de tratamento medicamentoso baseado na avaliação do risco global do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação atualizada da pressão arterial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa atualização representa um avanço importante para a medicina cardiovascular, permitindo diagnósticos mais precisos e prevenção precoce de eventos graves, como AVC e infarto, além de proporcionar maior rigor na orientação e tratamento de pacientes em risco.</p>
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		<title>Turista morre após mergulho em profundidade de 62 metros em Fernando de Noronha</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/10/17/turista-morre-apos-mergulho-em-profundidade-de-62-metros-em-fernando-de-noronha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 10:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno]]></category>
		<category><![CDATA[Corveta]]></category>
		<category><![CDATA[morre]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Turista morre após mergulho em profundidade de 62 metros em Fernando de Noronha</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Bruno Jardim de Miranda Zoffoli, de 43 anos, natural de Belo Horizonte fez o mergulho na Corveta Ipiranga, um dos pontos de mergulho mais importantes da ilha</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O turista Bruno Jardim de Miranda Zoffoli, de 43 anos, morreu em&nbsp;Fernando de Noronha, na terça (15), depois de realizar um mergulho autônomo, prática que é executada com apoio de cilindro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Os médicos diagnosticaram que o mergulhador, que é de Belo Horizonte (MG). teve problemas com descompressão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruno fez o mergulho na Corveta Ipiranga, local que conta com embarcação naufragada e está numa profundidade de 62 metros. Esse é um dos pontos de mergulho mais importantes de Noronha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação da morte foi confirmada em nota pela Administração da ilha. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>A Administração de Fernando de Noronha informa que o paciente era um turista, de 43 anos. Ele deu entrada na tarde de terça-feira (15), no Hospital São Lucas, trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), devido a sintomas respiratórios e rebaixamento de nível de consciência, após mergulho profundo de cilindro”</em>, informou a nota.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="950" height="1024" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/1013826815-950x1024.jpg" alt="Turista morre após mergulho em profundidade de 62 metros em Fernando de Noronha" class="wp-image-23251" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/1013826815-950x1024.jpg 950w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/1013826815-557x600.jpg 557w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/1013826815-768x828.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/1013826815.jpg 1080w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption class="wp-element-caption">Bruno fez mergulho na Corveta afundada em Fernando de Noronha e não resistiu à profundidade </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A nota informou que foi indicada terapia hiperbárica, na qual o paciente respira oxigênio puro, sendo submetido a uma pressão duas ou três vezes superior à atmosférica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Após algumas horas do tratamento, o paciente apresentou melhora clínica dos sintomas, porém, posteriormente, evoluiu com parada cardiorrespiratória (PCR), não havendo sucesso após procedimentos de reanimação por cerca de 1 hora e 30 minutos”,</em> afirmou a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo de Bruno foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), no&nbsp;Recife, para verificação da causa da morte, nesta quarta-feira (16).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não seja uma doença e sim uma reação do organismo à exposição de alta pressão sobre o organismo, problemas causados por mergulhos profundos podem ser diagnosticados como doença descompressiva. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Doença descompressiva</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A doença descompressiva é a formação de bolhas no sangue, causada pelo excesso de nitrogênio ou outro gás na mistura respiratória (como o gás hélio) usada por mergulhares para respirarem embaixo d’água;</li>



<li>Esses gases são dissolvidos nos tecidos do corpo humano quando a pessoa está realizando o mergulho em profundidade – em condições hiperbáricas, quer dizer, num ambiente onde a pressão é maior que a pressão atmosférica;</li>



<li>Os gases da mistura respiratória dos cilindros usados por mergulhadores, também chamados de gases inertes, não interagem com o ambiente na superfície da água (em condições “normais” de temperatura e pressão”);</li>



<li>Dessa forma, quanto mais fundo a pessoa mergulha e maior o tempo do mergulho, mais os gases inertes se dissolvem dentro do corpo humano;</li>



<li>Para evitar problemas na hora de retornar à superfície, quem pratica mergulho costuma controlar o tempo e a profundidade que permanecerão na atividade;</li>



<li>Na hora de voltar à superfície, também é importante controlar a velocidade de retorno – respeitando o tempo de readaptação do organismo;</li>



<li>Todos esses fatores influenciam nos possíveis efeitos colaterais que podem provocar a doença descompressiva – que, se não for controlada, pode provocar a morte.</li>



<li>A forma de tratar a doença é fazer a pessoa respirar oxigênio puro dentro de um equipamento chamado câmara hiperbárica – que simula um ambiente semelhante ao fundo do oceano (onde a pressão é maior do que a atmosférica);</li>



<li>Ao ser colocada numa câmara hiperbárica para inalar oxigênio puro, a pessoa elimina gradualmente os gases da mistura respiratória dos cilindros de ar e pode reverter os efeitos da doença descompressiva.</li>
</ul>
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