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	<title>Arquivo de Tayayá - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Tayayá - BSB REVISTA</title>
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		<title>Toffoli também voava  em jato de Vorcaro; ministro voou rumo ao resort Tayayá envolvido no caso Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não era só o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua milionária esposa, Viviane Barci quem voavam nos aviões da quadrilha [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/02/toffoli-tambem-voava-em-jato-de-vorcaro-ministro-voou-rumo-ao-resort-tayaya-envolvido-no-caso-master/">Toffoli também voava  em jato de Vorcaro; ministro voou rumo ao resort Tayayá envolvido no caso Master</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<p>Não era só o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua milionária esposa, Viviane Barci quem <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/31/alexandre-de-moraes-8-voos-e-daniel-vorcaro-o-que-se-sabe-sobre-o-uso-de-jatos-ligados-ao-banco-master/">voavam nos aviões da quadrilha organizada que cometeu o maior golpe no Mercado Financeiro do Brasil</a>.  O também ministro Dias Toffoli, do STF, embarcou em 4 de julho de 2025 em um jato executivo da Prime Aviation, empresa ligada a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, rumo ao resort Tayayá, no interior do Paraná. </p>



<p>A viagem confirmada por documentos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ocorre em meio a investigações sobre fraudes no banco, das quais Toffoli foi  relator e afastado apósinvestigaçõesda Polícia Federal, desmoralizá-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conexões familiares e o resort Tayayá</h2>



<p>O destino da viagem, o Tayayá Resort, já foi alvo de suspeitas na Operação Master. Primo em primeiro grau de Toffoli – Mário Umberto Degani, e os irmãos do ministro, José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli – eram sócios da Maridit, administradora do Tayayá até, quando venderam participação ao Fundo Arleen, financiado por Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, com cerca de R$ 20 milhões. A empresa familiar de Toffoli, Maridt, também teve participação no empreendimento, conforme admitido pelo ministro em nota de fevereiro.</p>



<p>Relatórios da Polícia Federal (PF), enviados ao STF em fevereiro de 2026, citam Toffoli em conversas entre Vorcaro e Zettel sobre o resort, levantando questionamentos éticos. Toffoli negou qualquer amizade íntima com Vorcaro ou recebimento de valores, afirmando que a Maridt saiu do negócio antes da chegada do inquérito ao seu gabinete, em novembro de 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toffoli assume relatoria do caso</h2>



<p>Em novembro de 2025, Toffoli puxou para si a relatoria do inquérito sobre o Banco Master, sob investigação por supostas fraudes financeiras. A decisão ocorreu após denúncias de uso irregular de recursos e laranjas em operações, incluindo possíveis elos com o Tayayá. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Preocupações éticas</h2>



<p>A viagem com advogado de investigado já havia gerado debate em dezembro de 2025, quando Toffoli voou em jato particular com Augusto Arruda Botelho, defensor de diretor do Master, para assistor a final da Libertadores no Chile. Levantamentos indicam pelo menos 10 voos de jatinho por Toffoli em 2025.</p>



<p>O caso Master segue sob sigilo no STF, com Vorcaro como principal investigado. A PF apura se irmãos e primo de Toffoli atuaram como laranjas em esquemas, de ocultaçãode bens e lavagem de dinheiro.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Sócio dos irmãos de Toffoli denuncia desvio de R$ 100 mi em resort de luxo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 00:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Auditoria aponta gastos sem comprovação no Tayayá Porto Rico, ligado à família do ministro do STF. Viotto ameaça PF; resort nega e fala em disputa [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Auditoria aponta gastos sem comprovação no Tayayá Porto Rico, ligado à família do ministro do STF. Viotto ameaça PF; resort nega e fala em disputa societária.</h2>



<p>Um dos sócios do resort Tayayá Porto Rico, empreendimento de luxo às margens do Rio Paraná, denunciou um suposto desvio de até R$ 100 milhões em obras e na gestão do projeto, ligado a empresas dos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli. A acusação, revelada inicialmente pelo Estadão e repercutida por diversos veículos, é feita pelo empresário João Roberto Viotto, detentor de 18% da sociedade e ex-presidente do resort, que afirma ter encomendado uma auditoria interna apontando gastos sem comprovação documental e repasses a empresas terceirizadas sem evidência de serviços prestados.</p>



<p>Segundo Viotto, a auditoria identificou cerca de R$ 100 milhões em desembolsos financeiros sem apresentação de notas fiscais, contratos, boletins de medição ou qualquer prova de contraprestação, além de uma diferença de R$ 7,6 milhões entre as movimentações financeiras e o saldo bancário até 31 de dezembro de 2024. Em nota divulgada por sua empresa, a JJ Capital, ele afirma que “saídas de recursos do caixa da sociedade sem a devida comprovação documental” exigem investigação técnica para rastrear o destino final dos valores.</p>



<p>O empresário sustenta que os supostos desvios começaram a partir de junho de 2023 e envolvem contratos com empreiteiras e prestadores de serviços ligados à família Ferro, sócia majoritária do Tayayá Porto Rico e responsável pela administração atual do resort. Ele também aponta pendências com a Receita Federal – impostos recolhidos e não pagos – e alerta para o risco aos investidores: cerca de 620 famílias teriam adquirido mais de 1,5 mil cotas de casas e apartamentos, com valor de vendas em torno de R$ 220 milhões, enquanto o empreendimento segue em construção.</p>



<p>O Tayayá Porto Rico é um empreendimento privado, que teve em seu quadro societário empresas ligadas aos irmãos de Dias Toffoli, o padre José Carlos Dias Toffoli e o engenheiro José Eugênio Dias Toffoli. Dados da Receita Federal mostram que a Maridt Participações S.A., pertencente a Igor Luiz Pires Toffoli e José Eugênio, foi acionista do resort entre a criação do projeto, em 2021, e fevereiro de 2025.</p>



<p>Outro nome de peso que passou pelo negócio é o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, cuja empresa participou da fundação do resort e deixou a sociedade em maio de 2024. Paralelamente, reportagens sobre a “rota do dinheiro” mostram que fundos de investimento ligados ao Banco Master e à gestora Reag compraram uma fatia milionária de outro resort do grupo Tayayá, em Ribeirão Claro, também ligado aos irmãos Toffoli – fato que gerou questionamentos sobre potenciais conflitos de interesse, embora Dias Toffoli não atue mais como relator dos inquéritos que investigam a conduta do Master e da Reag no STF.</p>



<p>A administração do Tayayá Porto Rico nega todas as acusações e classifica a denúncia como “inverídica” e “caluniosa”. Em manifestação apresentada à Justiça do Paraná, a empresa afirma que Viotto faz uma “agressiva tentativa de tomada da administração da companhia”, da qual ele foi afastado após “atividades suspeitas, desvio de finalidade, conflito de interesses e atos extremamente lesivos à empresa”.</p>



<p>Para o resort, não há desvio de recursos, mas sim disputa societária e desavença comercial; os gestores defendem que as movimentações financeiras questionadas têm respaldo contábil e tributário, embora nem todos os documentos tenham sido anexados ao processo judicial citado pelo sócio dissidente.</p>



<p>Em setembro de 2025, Viotto entrou com uma ação de produção antecipada de provas na Justiça do Paraná, pedindo que Banco Central, Receita Federal e Coaf enviassem extratos bancários, histórico de movimentações e outros dados da empresa, mas desistiu do processo dias depois, antes de decisão judicial. Segundo apuração do Estadão, o recuo seria uma manobra para redistribuir a ação a outro juiz, enquanto o empresário afirma que pretende levar as evidências reunidas à Polícia Federal, diante da possibilidade de crimes contra a ordem tributária e o sistema financeiro nacional.</p>



<p>Como não há, até aqui, indicação de uso de recursos públicos no resort, eventuais crimes investigados seriam típicos da esfera privada, como apropriação indébita e furto de caixa de empresa, além de possíveis irregularidades fiscais. A denúncia se soma ao contexto de escrutínio crescente sobre negócios da família Toffoli com fundos ligados ao Banco Master e à Reag.</p>
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		<title>Gilmar Mendes suspende quebra de sigilos de empresa da família Dias Toffoli aprovada pela CPI do Crime Organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 21:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (27) a decisão da CPI do Crime Organizado do Senado que havia determinado [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/27/gilmar-mendes-suspende-quebra-de-sigilos-de-empresa-da-familia-dias-toffoli-aprovada-pela-cpi-do-crime-organizado/">Gilmar Mendes suspende quebra de sigilos de empresa da família Dias Toffoli aprovada pela CPI do Crime Organizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (27) a decisão da CPI do Crime Organizado do Senado que havia determinado a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, pertencente a irmãos do ministro Dias Toffoli. </p>



<p>A medida cautelar interrompe os efeitos da deliberação tomada pela comissão na última quarta-feira (25) e determina, inclusive, a inutilização de eventuais dados já obtidos.</p>



<p>Na decisão, Mendes entendeu que a CPI extrapolou os limites constitucionais ao atingir a empresa privada sem demonstrar vínculo concreto entre a investigação e o objeto formal da comissão, que é apurar a atuação de organizações criminosas, facções e milícias. Para o ministro, houve “desvio de finalidade” e “abuso de poder” na aprovação da quebra de sigilos, uma vez que não foram apresentados elementos mínimos que justificassem a medida extrema.</p>



<p>A ação foi apresentada pela defesa da Maridt Participações, que questionou a legalidade da decisão da CPI. Mendes ressaltou que a quebra de sigilo é medida excepcional, por restringir direitos fundamentais assegurados pela Constituição, e só pode ser autorizada quando houver pertinência temática clara e fundamentação individualizada. Segundo ele, não ficou demonstrada a relação direta entre a empresa e os fatos investigados pela comissão parlamentar.</p>



<p>A decisão suspende a quebra de sigilos referentes ao período de 2022 a 2026. No despacho, o ministro também criticou o que classificou como “narrativa vazia” e “salto lógico-jurídico” na justificativa apresentada para atingir a empresa dos familiares de Toffoli.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contexto da investigação</h3>



<p>A Maridt Participações pertence aos irmãos José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli era dona do resort Tayayá, cuja propriedade é atribuidaao ministro do STF por funcionários. </p>



<p>A empresa passou a ser alvo da CPI após vir à tona a informação de que teria recebido cerca de R$ 35 milhões de fundos ligados ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. O banco é alvo de investigações envolvendo suspeitas de fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e possíveis conexões com organizações criminosas.</p>



<p>Entre as operações sob escrutínio está a aquisição e administração do resort Tayayá, em Antonina (PR), empreendimento que teria recebido recursos sob suspeita de irregularidades. Além da Maridt, a CPI também aprovou a quebra de sigilos de outras empresas, como a Reag Trust e o próprio Banco Master.</p>



<p>A comissão é presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e tem como relator o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Os irmãos de Toffoli chegaram a ser convocados na condição de investigados. Em decisão anterior, o ministro André Mendonça já havia desobrigado o comparecimento compulsório deles à CPI.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Repercussão política e institucional</h3>



<p>A decisão de Gilmar Mendes provocou reações imediatas no Senado. O presidente da CPI afirmou que avalia medidas processuais cabíveis para contestar a liminar no próprio STF. Parlamentares da oposição criticaram a suspensão, alegando que a decisão enfraquece o poder investigatório das comissões parlamentares de inquérito. Já integrantes da base governista defenderam a atuação do Supremo, sob o argumento de que houve extrapolação das competências da CPI.</p>



<p>O episódio ocorre em meio a um ambiente de tensão entre Legislativo e Judiciário sobre os limites de atuação das CPIs. O STF tem reiteradamente afirmado que as comissões possuem poderes de investigação semelhantes aos das autoridades judiciais, mas devem respeitar garantias constitucionais, como a fundamentação adequada e a pertinência temática.</p>



<p>Dias Toffoli, por sua vez, havia renunciado, em 12 de fevereiro, à relatoria de processos relacionados ao Banco Master no Supremo, alegando razões institucionais. Reportagens apontaram que o nome do ministro apareceu em menções encontradas no celular de Daniel Vorcaro durante investigações conduzidas pela Polícia Federal. Não há, até o momento, denúncia formal contra Toffoli ou contra a empresa de seus familiares.</p>



<p>A defesa da Maridt sustenta que a empresa atua regularmente e que não foi formalmente acusada de qualquer ilícito. A CPI do Crime Organizado segue com a agenda de depoimentos, incluindo o de Vorcaro e de ex-diretores do Banco Master, enquanto o impasse jurídico sobre o alcance das investigações deve continuar a ser debatido no Supremo.</p>



<p>O caso reacende a discussão sobre o equilíbrio entre o poder investigatório do Parlamento e a proteção de direitos individuais, tema recorrente em julgamentos da Corte quando CPIs avançam sobre dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-1378070563" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3607144515" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/27/gilmar-mendes-suspende-quebra-de-sigilos-de-empresa-da-familia-dias-toffoli-aprovada-pela-cpi-do-crime-organizado/">Gilmar Mendes suspende quebra de sigilos de empresa da família Dias Toffoli aprovada pela CPI do Crime Organizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Mendonça desobriga irmãos de Toffoli a comparecerem na CPI que investiga Banco Master</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/02/26/35983/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 18:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p>O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão controversa nesta quinta-feira (26). Ele desobrigou os irmãos do ministro Dias Toffoli de comparecerem à CPI do Crime Organizado no Senado. Convocados na condição de investigados, José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli agora podem escolher se vão ou não à comissão, sem risco de sanções como prisão em flagrante ou condução coercitiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto da CPI e as Convocações Polêmicas</h2>



<p>A CPI do Crime Organizado investiga o Banco Master, escândalo de fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e crime organizado. Na quarta-feira, 25, o colegiado, presidido pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE), aprovou a convocação compulsória dos irmãos de Toffoli. O motivo é a Maridt Participações, empresa dos três irmãos, que recebeu R$ 35 milhões de fundo gerido por Daniel Vorcaro, dono do Master. Suspeita-se de lavagem de dinheiro via resort em Antonina (PR), ligado aos investigados.</p>



<p>A comissão também quebrou sigilos bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos da <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/23/fachin-arquiva-suspeicao-contra-toffoli-no-caso-banco-master-mantendo-atos-da-investigacao/">Maridt</a>, Reag Trust e Banco Master. Convites foram estendidos a Toffoli, Alexandre de Moraes e esposa Viviane Barci, sem obrigatoriedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisão de Mendonça: Direito à Não Autoincriminação</h2>



<p>No Inquérito 5.026 (relatado por Mendonça, ex-relator do Master após Toffoli pedir vistas em 12/02), as defesas argumentaram que os irmãos são investigados, invocando o artigo 5º, LXIII, da Constituição contra autoincriminação. Mendonça concedeu salvo-conduto, convertendo a convocação em facultativa. Se comparecerem, terão direito ao silêncio, sem compromisso de dizer a verdade, assistência de advogado e proteção contra constrangimentos.</p>



<p>Ele citou jurisprudência do STF: investigados não produzem provas contra si. A decisão vale como salvo-conduto e foi comunicada à CPI. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Reações e Críticas à Decisão</h2>



<p>Oposição no Senado, como Vieira, vê a Maridt como &#8220;fachada&#8221; para lavagem; defesa dos irmãos nega irregularidades e destaca ausência de denúncia formal. Governistas aplaudem o freio ao que chamam de &#8220;politização&#8221;. Toffoli renunciou à relatoria do Master sob pressão interna, citando &#8220;altos interesses institucionais&#8221;. A decisão reforça tensão entre poderes, com STF limitando CPIs em casos sensíveis. CPI segue com depoimentos de Vorcaro e ex-diretores do banco. </p>
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