Gilmar Mendes, que seu então colega Roberto Barroso chamou de vergonha do Supremo Tribunal Federal (STF), transformou uma sessão solene pelos 135 anos da Corte em palanque pessoal para cuspir mais veneno contra a imprensa e ironizar Sergio Moro com uma piadinha de analfabeto: “Não sabia se escrevia ‘tigela’ com G ou J”.
O cheio de si, cobra “mea-culpa” da mídia pela Lava Jato, chama jornalistas de “ghostwriters de Moro” e acusa a cobertura de deslegitimar o STF. O que na verdade é ele mesmo e alguns colegas que o fazem. Essa ironia grotesca de um ministro que personifica o desrespeito à Constituição devia ser punida. Gilmar se sente acima da lei e de todos.
Isso é Papel de Ministro? A Lei Diz Não
A Constituição não dá licença para o show de horrores desse sujeito. O artigo 95 garante independência, mas proíbe “manifestações públicas sobre processos pendentes” (Código de Processo Penal, art. 36) e exige reserva em julgamentos. Mendes viola isso rotineiramente, usando plenário e redes para ataques políticos – mais de 20 vezes contra Lava Jato desde 2019. É ativismo judicial puro, com toga de garoto-propaganda.
O CNJ, que ele presidiu, ignora suas baixarias, mas Moro virou réu por aparecer em vídeo editado fazendo piada sobre venda de HC. Hipocrisia? Absurda.
Seu Passado de Suspeitas: Beneficiário de Quem Ele Protege?
Mendes não é nenhum santo. A Lava Jato planejou investigá-lo via Suíça por lavagem em delações de Paulo Preto (PSDB), com Dallagnol cogitando impeachment. A Receita Federal abriu apuração em 2018 sobre variação patrimonial de R$ 696 mil sem explicação dele e indícios de lavagem pela então esposa Guiomar.
Nas decisões absurdas como quando suspendeu inquérito contra Beto Richa (PSDB) por corrupção e paralisou investigações na FGV (Simonsen, ligações com Cabral) ele nem ruboriza.
Gaveta lotada de HCs para corruptos:
JBS, Odebrecht e Eike são casos clássicos. A Imprensa critica porque ele atrapalha a verdadeira justiça, não por ódio.
Ataque à Imprensa: Vitimismo de Quem Odeia Transparência
O ministro falastrão cobra mea-culpa da imprensa pela Lava Jato, como se a Lava Jato fosse o crime e não os bilhões roubados descobertos pelas investigações. Mas quem foi que capitaniou anulação de crimes de Lula, soltou Joesley, chamou procuradores de “gangsters”?
Mendes protege aliados e ataca quem fiscaliza e denuncia
Agora ele defende Toffoli, atolado no Resort Tayayá com Banco Master. E hoje defendeu também o inquérito das Fake news, interminável e ilegal segundo juristas que criticam o uso do processo para perseguição de adversários.
O STF está mais queimado que carvão. A imprensa denuncia. As últimas gravíssimas mostram que Moraes advogava em favor do golpista Vorcaro pressionando o Banco Central. O STF virou um verdadeiro balcão de negócios, com decisões monocráticas que a imprensa denuncia?
Gilmar responde questionamentos deboche, protegendo ações suspeitíssimas como as de Toffoli e Alexandre de Moraes no caso do Banco Master, por exemplo.
Gilmar é um esculhambador, mesmo quando apontada sua suspeição em casos como JBS, ele solenemente ignora.
Criticas? Nem pensar. Gilmar ainda arranca dinheiro de quem o ataca. Gilmar Mendes processou e ganhou pelo menos 12 ações por danos morais contra críticos (servidores públicos, jornalistas e civis), somando mais de R$ 1,1 milhão em condenações ou acordos documentados.
Não há soma oficial exata (ele move via particular, sem transparência total), mas cruzando casos públicos, chega-se a esse mínimo.


