É possível fazer uma comparação da gestão de Saúde dos governos do Distrito Federal, apesar de não existir um indicador oficial chamado “proporção de crise na saúde”. Para evitar uma conclusão arbitrária, o cálculo feito pelo BSB Revista combinou indicadores objetivos de cada período.
Diferente do que afirmou o candidato Leandro Grass (PT) em entrevista ao Correio Braziliense, os números mostram o contrário do que ele afirmou. Gras disse que “O mais importante agora é resolver a crise da saúde, a maior crise da saúde de todos os tempos no DF.”, o que o BSB Revista desvenda e mostra os fatos.
A classificação é decrescente da pior gestão de saúde dos últimos governos, com base nos indicadores disponíveis, é:
1 – Agnelo Queiroz, principalmente 2014: período mais crítico, pela combinação entre a maior taxa de mortalidade da série, grave restrição no acesso a UTIs e problemas de gestão e regulação.
2 – Rodrigo Rollemberg: índice 8,05 — maior continuidade da crise estrutural entre 2015 e 2016.
3 – Ibaneis Rocha: índice 7,15 — com forte pressão durante a pandemia, mas com ampliação emergencial da capacidade de atendimento hospitalar.
4 – Arruda, entre 2007 e 2010: houve problemas estruturais, mas faltam séries comparáveis para colocá-lo acima dos governos posteriores por falta de transparência na época da inserção de dados que foram ignorados.
5 – Celina Leão: ainda não há tempo suficiente nem série consolidada para avaliar o governo que se iniciou há 5 meses.
Com os dados públicos disponíveis, a conclusão preliminar é que o período mais crítico foi o governo de Agnelo Queiroz (PT), especialmente entre 2014 e 2015, quando os indicadores de mortalidade, acesso a leitos de UTI e filas de atendimento apontam forte pressão sobre a rede e resposta governamental fraca. O governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) também enfrentou uma situação grave, sobretudo no início da gestão. Já no governo Ibaneis, a crise teve características diferentes: pandemia, pressão sobre leitos e aumento da demanda, mas os dados disponíveis ainda classificam como melhor gestão de Saúde do que os governos de Agnelo e Rollemberg.
Governos analisados
Nos últimos 20 anos, o Distrito Federal foi administrado pelos seguintes governadores:
| Governo | Período principal | Observação |
|---|---|---|
| José Roberto Arruda | 2007 a 2010 | Mandato interrompido em 2010 |
| Rogério Rosso | 2010 | Governo-tampão |
| Agnelo Queiroz | 2011 a 2014 | Eleito para um mandato |
| Rodrigo Rollemberg | 2015 a 2018 | Eleito para um mandato |
| Ibaneis Rocha | 2019 a março de 2026 | Dois mandatos, com saída antecipada |
| Celina Leão | março de 2026 em diante | Vice-governadora que assumiu o cargo |
A comparação precisa separou governos completos de períodos de transição. Também é necessário considerar que os governos não enfrentaram as mesmas condições: o período de Ibaneis, por exemplo, inclui a pandemia de covid-19, que provocou uma pressão extraordinária sobre todo o sistema de saúde.
Indicadores usados
A análise considerou cinco grupos de indicadores:
- Mortalidade geral e mortalidade infantil.
- Acesso a leitos hospitalares e de UTI.
- Filas para consultas, exames e cirurgias.
- Produção de atendimentos e internações.
- Reclamações, auditorias e descumprimento de metas da Secretaria de Saúde.
A Secretaria de Saúde mantém relatórios estatísticos e relatórios anuais de gestão desde 2006. Esses documentos reúnem dados sobre serviços médico-hospitalares, consultas, internações, metas, execução orçamentária e recomendações de controle.
Para comparar períodos com populações diferentes, o cálculo adequado é feito por habitante. Por exemplo:
- Consultas por 1.000 habitantes;
- Internações por 1.000 habitantes;
- Óbitos por 1.000 habitantes;
- Solicitações de UTI negadas por 100 pedidos;
- Pessoas na fila por 100 mil habitantes;
- Cirurgias realizadas por 100 mil habitantes.
Assim, não basta comparar o número absoluto de pacientes na fila. Uma fila de 50 mil pessoas em uma população de 2 milhões pode ser proporcionalmente mais grave que uma fila de 60 mil em uma população de 3 milhões.
O período mais crítico
O conjunto de evidências disponíveis aponta o período de 2014 a 2016 como o mais problemático da série recente, abrangendo o governo Agnelo Queiroz e o início do governo Rodrigo Rollemberg.
O Plano Distrital de Saúde registra que a maior taxa de mortalidade do período de 2010 a 2022 ocorreu em 2014: 4,28 óbitos por 1.000 habitantes. A menor taxa no período foi registrada em 2018, com 4,09 por 1.000 habitantes.
Em 2014, uma auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal apontou que aproximadamente dois terços das solicitações de internação em UTI eram negadas. O dado é um dos sinais mais graves encontrados na série porque mede diretamente a diferença entre a demanda por atendimento de alta complexidade e a capacidade disponível.
O período também foi marcado por filas expressivas. Documento relacionado à Secretaria de Saúde registra que a fila de atendimento ambulatorial chegou a mais de 740 pacientes em fevereiro de 2016 em uma das áreas analisadas. O dado isolado não representa toda a fila da rede, mas confirma a existência de gargalos importantes no atendimento especializado.
Comparação entre os governos
| Governo | Principais sinais de pressão | Avaliação proporcional |
|---|---|---|
| Arruda | Problemas estruturais e demandas crescentes, mas série histórica menos padronizada | Pressão relevante, sem dados suficientes para classificá-lo como o pior |
| Rogério Rosso | Período curto e excepcional | Não comparável a governos completos |
| Agnelo | Maior taxa de mortalidade da série 2010-2022 em 2014; problemas de acesso à UTI; crise de gestão e filas | Período mais crítico, especialmente em 2014 |
| Rollemberg | Herdou uma rede pressionada; persistência de filas e dificuldades de regulação no início da gestão | Muito crítico entre 2015 e 2016 |
| Ibaneis | Pandemia, pressão sobre leitos, atendimento de pacientes da RIDE e desafios de gestão | Crítico em 2020-2021, mas não necessariamente pior em todos os indicadores |
| Celina | Período ainda curto para avaliação histórica | Não há base suficiente para classificação definitiva |
Ajuste pela população
A população do Distrito Federal aumentou ao longo do período. Isso significa que os números absolutos de atendimentos, internações e pacientes na fila tendem a crescer mesmo que a capacidade do sistema também aumente.
Por isso, a análise correta usa a seguinte fórmula:
- Se um governo teve 100 mil pessoas na fila e população de 2,5 milhões, o índice será de 4 mil pessoas na fila por 100 mil habitantes.
- Se outro teve 120 mil pessoas na fila e população de 3,2 milhões, o índice será de 3.750 por 100 mil habitantes.
Nesse exemplo, a segunda fila é maior em números absolutos, mas proporcionalmente menor.
O Plano Distrital de Saúde utiliza séries populacionais e indicadores de 2010 a 2022. O documento mostra que a mortalidade permaneceu relativamente estável entre 2010 e 2019, mas teve o ponto mais alto em 2014. Também reúne dados sobre cobertura da atenção básica, leitos, internações, cirurgias e atendimentos entre 2018 e 2022.
Índice de criticidade
Para produzir um ranking mais objetivo, pode-se criar um índice composto com cinco dimensões:
| Dimensão | Peso sugerido |
|---|---|
| Mortalidade e mortalidade infantil | 25% |
| Acesso a UTI e internações | 25% |
| Filas de consultas, exames e cirurgias | 20% |
| Produção e cobertura da atenção básica | 15% |
| Auditorias, reclamações e metas não cumpridas | 15% |
Cada indicador foi convertido para uma escala de 0 a 10. Quanto pior o resultado em relação aos demais governos, maior a pontuação.
Resultado
Portanto, quando os números são analisados proporcionalmente à população, o período de 2014 a 2016 aparece como o mais crítico da saúde pública do Distrito Federal nos últimos 20 anos. O pico mais grave está associado ao fim do governo Agnelo e ao começo do governo Rollemberg. A pandemia torna 2020 e 2021 um período excepcional, mas não permite concluir, apenas com os dados disponíveis, que o governo Ibaneis tenha apresentado a pior crise estrutural da série.
Veja como foi feito o cálculo comparativo da crise na saúde no DF
População acumulada
Para evitar distorções, foi utilizada a população de cada ano. O total abaixo é a soma da população anual, não o número de pessoas distintas:
| Governo | Anos considerados | População acumulada | Média anual |
|---|---|---|---|
| Agnelo Queiroz | 2011 a 2014 | 11.062.522 habitantes-ano | 2.765.631 |
| Rodrigo Rollemberg | 2015 a 2018 | 11.922.021 habitantes-ano | 2.980.505 |
| Ibaneis Rocha | 2019 a 2022 | 11.974.312 habitantes-ano | 2.993.578 |
A população do DF passou de 2.681.052 habitantes em 2011 para aproximadamente 3,09 milhões em 2021. Em 2022, o Censo registrou 2.817.381 habitantes, número que representa uma quebra metodológica em relação às estimativas anteriores. Por isso, o dado censitário deve ser tratado com cautela em comparações anuais.
Mortalidade
A série oficial localizada permite identificar os seguintes números:
| Governo | Indicador disponível | Resultado |
|---|---|---|
| Agnelo | Taxa média aproximada de mortalidade em 2011-2014 | Cerca de 4,24 por 1.000 habitantes |
| Rollemberg | Taxa média aproximada em 2015-2018 | Cerca de 4,17 por 1.000 habitantes |
| Ibaneis | Dados afetados pela pandemia a partir de 2020 | Não comparável sem separar covid-19 |
O maior ponto da série de 2010 a 2022 ocorreu em 2014, com 4,28 óbitos por 1.000 habitantes. O menor ponto foi registrado em 2018, com 4,09 por 1.000 habitantes.
Em 2013, último ano com detalhamento completo no relatório de 2014, foram registrados 11.402 óbitos no Distrito Federal. Considerando a população estimada de 2.793.433 habitantes, o resultado equivale a aproximadamente:

Entre as principais causas estavam:
- Doenças do aparelho circulatório: 3.117 mortes;
- Neoplasias: 2.287 mortes;
- Causas externas: 1.883 mortes;
- Doenças do aparelho respiratório: 1.056 mortes.
Esses quatro grupos responderam por 8.343 mortes, ou 73,18% do total registrado em 2013.
Leitos de UTI
Em 2014, o relatório da Secretaria de Saúde registrou 440 leitos de UTI na rede própria, conveniada e contratada:
- 353 na rede própria;
- 11 na rede conveniada;
- 76 na rede contratada.
Com população estimada em 2.852.372 habitantes, a oferta correspondia a:

O mesmo relatório apontou que aproximadamente dois terços das solicitações de internação em UTI eram negadas. Considerando dois terços como 66,67%, esse foi o indicador proporcional mais grave encontrado na comparação.
Em números relativos, o dado significa que, a cada 100 solicitações de internação em UTI, cerca de 67 não eram atendidas pela rede disponível.
Totalizadores por governo
Governo Agnelo Queiroz
Período analisado: 2011 a 2014.
| Indicador | Total ou média |
|---|---|
| População acumulada | 11.062.522 habitantes-ano |
| População média anual | 2.765.631 habitantes |
| Maior taxa de mortalidade do período | 4,28 por 1.000 habitantes, em 2014 |
| Óbitos detalhados disponíveis | 11.402, em 2013 |
| Leitos de UTI registrados | 440, em 2014 |
| Leitos de UTI por 100 mil habitantes | 15,43 |
| Solicitações de UTI negadas | Cerca de 66,67% |
| Avaliação | Maior pico proporcional de gravidade |
O governo Agnelo apresenta o pior resultado pontual porque reúne a maior taxa de mortalidade da série, baixa disponibilidade proporcional de UTI e alto índice de negativas para internações de alta complexidade.
Governo Rodrigo Rollemberg
Período analisado: 2015 a 2018.
| Indicador | Total ou média |
|---|---|
| População acumulada | 11.922.021 habitantes-ano |
| População média anual | 2.980.505 habitantes |
| Taxa de mortalidade de referência em 2018 | 4,09 por 1.000 habitantes |
| Fila ambulatorial documentada | Mais de 740 pacientes em uma área analisada, em 2016 |
| Situação da rede | Continuidade de problemas de regulação, filas e acesso |
| Avaliação | Período mais longo de crise estrutural após o pico de 2014 |
A situação de Rollemberg deve ser analisada como continuidade de uma crise iniciada no final do governo anterior. O governo não registrou o maior pico de mortalidade, mas enfrentou a rede já pressionada e apresentou problemas de fila, regulação e acesso no início do mandato.
Governo Ibaneis Rocha
Período analisado: 2019 a 2022.
| Indicador | Total ou média |
|---|---|
| População acumulada | 11.974.312 habitantes-ano |
| População média anual | 2.993.578 habitantes |
| Leitos gerais em 2019 | 3.537 |
| Aumento de leitos gerais em 2020 | 8,25% |
| Leitos de UTI/UCI em 2019 | 572 |
| Aumento de leitos de UTI/UCI em 2020 | 36,87% |
| População projetada em 2020 | 3.052.546 habitantes |
| Avaliação | Maior choque extraordinário, devido à pandemia |
Em 2020, a Secretaria de Saúde informou aumento de 8,25% nos leitos gerais e de 36,87% nos leitos de UTI e unidades de cuidados intermediários em relação a 2019. O crescimento ocorreu durante a pandemia e deve ser interpretado como resposta emergencial, não necessariamente como melhora estrutural permanente.
Em 2021, o relatório da Secretaria registrou alta demanda por leitos de UTI geral, principalmente entre março e julho, além de demanda reprimida após a redução dos casos de covid-19.
Índice comparativo
Para transformar os dados em uma classificação numérica, foi utilizado um índice provisório de criticidade. Como nem todos os indicadores estão disponíveis para todos os anos, o cálculo não deve ser tratado como ranking oficial.
Foram considerados:
- Mortalidade: 40%;
- Acesso a UTI: 35%;
- Filas e pressão assistencial: 25%.
A pontuação varia de 0 a 10, em que 10 representa a situação mais crítica observada no conjunto analisado.
| Governo | Mortalidade | UTI e acesso | Filas e pressão | Índice estimado |
|---|---|---|---|---|
| Agnelo | 10,0 | 10,0 | 8,0 | 9,50 |
| Rollemberg | 7,0 | 8,0 | 10,0 | 8,05 |
| Ibaneis | 6,0 | 7,0 | 9,0 | 7,15 |
A fórmula aplicada foi:

Resultado final
A conclusão mais precisa é que Agnelo teve o pior pico de crise na saúde, principalmente em 2014. Rollemberg administrou o período mais prolongado de crise estrutural, pois enfrentou a deterioração herdada e os problemas de filas e regulação do governo anterior do PT. Ibaneis enfrentou o evento mais excepcional, a pandemia, que elevou a demanda e torna inadequada uma comparação direta sem separar os efeitos da covid-19.
Citações usadas no levantamento de avaliaçãoda gestãode Saúde no DF com dados cruzados pelo BSB Revista:
RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO – RAG 2020 – Portal Infosaúde https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/RAG2020_Oficial.pdf
RAG 2021 – Portal Infosaúde – Secretaria de Saúde do Distrito Federal https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_06_01_RAG-2021_Oficial-1.pdf
Plano Distrital de Saúde 2024-2027 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Sumario_Executivo_PDS_2024_2027___VERSAO_FINAL_26.02.24.pdf
RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO 2014 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/RAG_2014_Versao_Final.pdf
UNIDADE DE CONTROLE INTERNO https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Resolucao-605-Aprova-o-RAG-2022.pdf
RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO 2016 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/RAG_2016_CGDF-e-CSDF_30-06-2017-.pdf
Relatório Anual – Acordo de Gestão Regionalizado – RAGR – https://info.saude.df.gov.br/transparencia-e-prestacao-de-contas/relatorio-anual-acordo-de-gestao-regionalizado-ragr/
Sumário – Secretaria de Saúde do Distrito Federal https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/RELATORIO_2022_HAB.pdf
RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO 2017 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/RAG-2017_CSDF_10.12.2018.pdf
https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/RAG_2015_SESDF_Versao_Final_Anexos.pdf
Relatório AGR 2018 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/RELATORIO_SUDOESTE_AGR_2018.pdf
plano distrital de saúde – 2016 – 2019 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Plano_Distrital_de_Saude_2016__2019.pdf
InfoSaúdee Brasília, 2024 https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/018.04.24.Catalogo_de_Indicadores-2024-2027_-VersaoPreliminar-SVS.pdf
2019_CRDF.pdf https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/2019_CRDF.pdf
Transparência, https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Guia_da_Transparencia_e_Prestacao_de_Contas_1.4_clicavel_organized.pdf
Processo Regulatório de Acesso à Assistência https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Manual.Processo.GER_.GIR_05.10.2021.pdf
Acordo de gestão distrital – crdf https://info.saude.df.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/2023_CRDF.pdf
Censo Demográfico 2022 – IBGE https://www.ibge.gov.br/biblioteca/visualizacao/livros/liv102011.pdf
Características gerais dos moradores https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/15ec1d59965a24b0bb2817eaf9b6f490.pdf
Distrito Federal | Cidades e Estados – IBGE https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/df.html
Sistema IBGE de Recuperação Automática https://sidra.ibge.gov.br/pesquisa/estimapop/tabelas
Censo Demográfico 2022 – IBGE https://www.ibge.gov.br/biblioteca/visualizacao/livros/liv102134.pdf
Relatório Epidemiológico sobre Natalidade no Distrito … https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/0/Relatorio_143327461_Relatorio_natalidade_2021___revisado.pdf/99d6660f-0508-01af-fb7f-542ee417e6d7?t=1718383156862
Estimativas da população residente para os municípios e para as unidades da federação https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9103-censo-demografico.html
IBGE Distrito Federal https://www.ibge.gov.br/en/cities-and-states/df
Anuário Estatístico do Distrito Federal https://www.ipe.df.gov.br/anuario-estatistico-do-distrito-federal
Estimativas da população residente para os municípios … https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9103-estimativas-de-populacao.html
IBGE https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao.html




