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	<title>Arquivo de Inquérito - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Inquérito - BSB REVISTA</title>
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		<title>Alexandre de Moraes abre inquérito contra Flávio Bolsonaro por calúnia contra Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Senador é investigado por usar expressão &#8220;será delatado&#8221; em postagem considerada falsa e vexatória pelo presidente da República; PF e PGR veem crime e Moraes [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/15/alexandre-de-moraes-abre-inquerito-contra-flavio-bolsonaro-por-calunia-contra-lula/">Alexandre de Moraes abre inquérito contra Flávio Bolsonaro por calúnia contra Lula</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<h6 class="wp-block-heading"><br>Senador é investigado por usar expressão &#8220;será delatado&#8221; em postagem considerada falsa e vexatória pelo presidente da República; PF e PGR veem crime e Moraes dá 60 dias para investigações<br><br><br>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a abertura de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, por crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. </h6>



<p>A decisão ocorre após postagem do parlamentar em rede social na qual utilizou a expressão &#8220;será delatado&#8221;, interpretada pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como imputação falsa de colaboração premiada ao chefe do Executivo.<br><br>Origem da investigação e interpretação da PF e PGR:<br><br>A investigação teve início a partir de manifestação da PGR, que identificou na conduta do senador indícios concretos de crime. Segundo as autoridades, Flávio Bolsonaro fez menção direta à colaboração premiada – acordo entre investigado, Ministério Público e PF no qual o delator fornece informações em troca de benefícios penais – ao afirmar publicamente que o presidente Lula &#8220;será delatado&#8221;.<br><br>A Procuradoria sustentou que a declaração, proferida em ambiente virtual público, configura atribuição falsa e vexatória de delitos ao chefe do Executivo, caracterizando calúnia. A delação premiada, instrumento previsto na Lei 12.850/2013, pressupõe confissão de crimes e colaboração efetiva com as investigações, o que não se verifica no caso apontado.<br><br>A Polícia Federal endossou a tese, afirmando que a expressão utilizada pelo senador imputa falsamente fatos criminosos ao presidente em plataforma de ampla divulgação, ampliando o alcance da suposta ofensa.<br><br>Enquadramento legal e decisão de Moraes:<br><br>Alexandre de Moraes enquadrou a conduta no artigo 138 do Código Penal, que tipifica calúnia como a imputação falsa de fato definido como crime. A pena prevista é de detenção de 3 meses a 1 ano, além de multa, com possibilidade de aumento em um terço se cometida contra o Presidente da República, conforme o artigo 141, inciso II, do CP.<br><br>O ministro destacou ainda a divulgação em rede social como fator agravante, considerando o alcance massivo da publicação e sua potencialidade lesiva à honra do investigado. Moraes rejeitou qualquer sigilo processual, determinando a publicidade dos autos por ausência de elementos que justifiquem o afastamento da transparência.<br><br>A PF recebeu prazo de 60 dias para realizar diligências, incluindo oitiva de testemunhas, análise de provas digitais e eventuais perícias em conteúdos postados.<br><br>Contexto político e próximos passos:<br><br>A decisão ocorre em meio ao ambiente pré-eleitoral de 2026, com Flávio Bolsonaro posicionado como pré-candidato do PL à Presidência. O inquérito pode impactar sua estratégia de campanha, especialmente junto ao eleitorado conservador que vê em investigações contra figuras bolsonaristas uma perseguição política.<br><br>A defesa do senador ainda não se manifestou publicamente sobre a determinação judicial. Caberá à Procuradoria-Geral da República avaliar eventuais denúncias após conclusão das investigações policiais.<br><br>O caso reforça o histórico de tensões entre o STF e parlamentares da oposição, com Moraes acumulando decisões em inquéritos sobre fake news, atos antidemocráticos e conteúdos considerados ofensivos às instituições.<br><br>Repercussão e posicionamento oficial:<br><br>Até o momento, nem o Planalto nem a liderança do governo no Senado comentaram o caso. A assessoria de Flávio Bolsonaro informou que o parlamentar será comunicado oficialmente para apresentar defesa.<br><br>Juristas ouvidos pelo BSB Revista divergem sobre a interpretação: parte considera a abertura legítima para apurar eventual excesso verbal; outros veem exagero na tipificação, tratando a declaração como crítica política protegida pela liberdade de expressão.<br><br>O STF segue como palco de debates sobre os limites entre opinião pública e crimes contra a honra, especialmente em contexto político.  </p>



<p></p>
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		<title>Inquérito das Fake News: sete anos que transformaram STF em polícia, vítima e juiz ao mesmo tempo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/15/inquerito-das-fake-news-sete-anos-que-transformaram-stf-em-policia-vitima-e-juiz-ao-mesmo-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 16:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Em 14 de março de 2019, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, tomou uma decisão que mudaria profundamente [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Por Victório Dell Pyrro </h6>



<p>Em 14 de março de 2019, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, tomou uma decisão que mudaria profundamente a relação entre o Judiciário e a liberdade de expressão no Brasil. Sem provocação do Ministério Público, sem prazo definido e sem objeto claramente delimitado, Toffoli abriu de ofício o chamado <strong>Inquérito 4781</strong>, destinado a investigar “fake news, calúnias, ameaças e infrações à honorabilidade do STF e de seus membros”.</p>



<p>A condução foi entregue diretamente ao ministro Alexandre de Moraes. A partir desse momento, o Supremo passou a desempenhar simultaneamente três papéis incompatíveis entre si: vítima, investigador e julgador. O modelo rompeu com o sistema acusatório previsto na Constituição — no qual investigar é função da polícia, acusar é tarefa do Ministério Público e julgar compete ao Judiciário.</p>



<p>O inquérito nasceu sem limites claros e rapidamente passou a operar como uma estrutura paralela dentro do Supremo, com poderes amplos e sem controle externo. Em vez de investigar crimes específicos, o procedimento foi moldado para alcançar qualquer crítica considerada ofensiva à Corte ou a seus integrantes.</p>



<p></p>



<p>A primeira grande controvérsia surgiu poucas semanas depois da abertura do inquérito. Em 11 de abril de 2019, a revista <strong>Crusoé</strong> e o site <strong>O Antagonista</strong> publicaram a reportagem intitulada <strong>“O amigo do amigo do meu pai”</strong>. A matéria revelava trecho de delação do empresário Marcelo Odebrecht na Operação Lava Jato. Segundo o delator, um e-mail interno da construtora mencionava o codinome “amigo do amigo do meu pai” ao tratar de interesses ligados às hidrelétricas do Rio Madeira — referência que, de acordo com ele, seria a Dias Toffoli, que havia sido advogado-geral da União entre 2007 e 2009.</p>



<p>A reação foi imediata. O relator do inquérito, Alexandre de Moraes, determinou a retirada imediata da reportagem do ar, fixou multa de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento e ordenou que os responsáveis prestassem depoimento à Polícia Federal em até 72 horas.</p>



<p>Foi o primeiro episódio explícito de censura judicial dentro do inquérito.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="480" height="640" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17735885912726960443827875664463.jpg" alt="" class="wp-image-36498" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17735885912726960443827875664463.jpg 480w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17735885912726960443827875664463-450x600.jpg 450w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption class="wp-element-caption">Capa da reportagem de Crusoé sobre o Amigo do Amigo do Meu Pai- Foto Crusoé</figcaption></figure>



<p>A Procuradoria-Geral da República, então comandada por Raquel Dodge, declarou que não havia recebido o documento citado pela reportagem e classificou a informação como falsa. Mesmo assim, a decisão de censura provocou uma reação institucional imediata. O ministro Marco Aurélio Mello criticou duramente a medida, juristas apontaram violação frontal à liberdade de imprensa e a própria Ordem dos Advogados do Brasil questionou o procedimento.</p>



<p>Diante da pressão pública, Moraes acabou revogando a ordem. Mas o dano já estava feito: os veículos haviam sido censurados e o precedente havia sido criado.</p>



<p>A origem do inquérito também levantou suspeitas de conflito de interesses. Foi o próprio Dias Toffoli quem abriu o procedimento e escolheu diretamente Alexandre de Moraes como relator. Mensagens divulgadas à época mostraram que Toffoli havia solicitado providências após receber, via WhatsApp, a reportagem da Crusoé que citava seu nome. Em mensagens internas, ele se referiu ao conteúdo como “mentiras ignóbeis”.</p>



<p>Para críticos, o episódio evidenciou o que consideram a verdadeira natureza do inquérito: um mecanismo criado para blindar integrantes da Corte contra investigações e críticas públicas.</p>



<p>Ao longo de sete anos, o procedimento cresceu e passou a atingir uma lista cada vez mais ampla de investigados — mais de cem pessoas, segundo estimativas divulgadas por veículos de imprensa.</p>



<p>Entre os jornalistas e comunicadores investigados estão Allan dos Santos, atualmente nos Estados Unidos e considerado foragido pela Justiça brasileira, Oswaldo Eustáquio, alvo de sucessivas prisões, Rodrigo Constantino, o influenciador Monark e a ativista Sara Winter.</p>



<p>No campo político, o inquérito atingiu parlamentares como Daniel Silveira, condenado a nove anos de prisão pelo STF, além de Carla Zambelli, Bia Kicis, Filipe Barros, Luiz Philippe de Orléans e Bragança e o deputado estadual paulista Douglas Garcia, além do ativista conhecido como Carteiro Reaça.</p>



<p>Empresários também foram incluídos na investigação, entre eles Luciano Hang, dono da Havan, Edgard Corona, fundador da Smart Fit, Reynaldo Bianchi Jr., Otávio Fakhoury e Rey Bianchi. Em alguns casos, o Supremo autorizou quebras de sigilo bancário e fiscal retroativas, alcançando movimentações financeiras entre 2018 e 2020.</p>



<p>Nem mesmo ex-autoridades escaparam. Em 2019, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot foi alvo de busca e apreensão após declarações polêmicas sobre o Supremo.</p>



<p>Outras figuras atingidas incluem o ex-deputado Roberto Jefferson, o militar Winston Rodrigues Lima e até o empresário bilionário <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/03/pgr-pede-arquivamento-de-inquerito-contra-elon-musk-no-stf/">Elon Musk</a>, envolvido em um confronto institucional com o STF em 2024 após decisões que determinaram bloqueios e remoções de contas na plataforma X.</p>



<p>Em maio de 2020, o inquérito atingiu um novo patamar quando mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra 29 pessoas ligadas ao então presidente Jair Bolsonaro, episódio que ficou conhecido como investigação do chamado “gabinete do ódio”.</p>



<p>A legalidade do procedimento foi questionada diversas vezes. Em 2020, o próprio Supremo analisou a validade do inquérito e decidiu mantê-lo por <strong>10 votos a 1</strong>. O único voto contrário foi novamente do ministro Marco Aurélio Mello, que alertou para o risco institucional de permitir que o tribunal investigasse a si próprio.</p>



<p>Desde então, o inquérito tornou-se uma espécie de instrumento permanente dentro da Corte. Foi utilizado em investigações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, em decisões de bloqueio de perfis em redes sociais e em disputas envolvendo plataformas digitais.</p>



<p>Mesmo após sete anos de funcionamento, o procedimento continua sem prazo de encerramento. Há avaliações de que ele pode permanecer ativo até 2027 ou além.</p>



<p>Dentro do próprio Supremo, o tema também passou a provocar divisões. Divergências recentes entre Edson Fachin e Alexandre de Moraes em delações relacionadas ao caso Banco Master revelaram fissuras internas sobre os limites das investigações conduzidas pela Corte.</p>



<p>Para críticos, o Inquérito 4781 se transformou em algo muito distante da investigação original de “fake news”. Na prática, dizem, tornou-se um mecanismo de poder capaz de atingir jornalistas, empresários, políticos e cidadãos comuns que desafiem ou questionem decisões do Supremo.</p>



<p>Sete anos depois de sua criação, o inquérito permanece como um dos episódios mais controversos da história recente do Judiciário brasileiro. Para defensores, trata-se de uma ferramenta necessária contra campanhas de desinformação e ataques institucionais. Para detratores, é um precedente perigoso que concentrou poderes extraordinários em uma única instituição.</p>



<p>Em qualquer análise honesta, porém, um fato é incontornável: um inquérito sem prazo, aberto pela própria corte que se diz vítima e conduzido por ela mesma contra seus críticos, representa uma experiência institucional sem paralelo nas democracias modernas. E justamente por isso continua no centro de um dos debates mais delicados da política e do direito no Brasil contemporâneo.</p>



<p>Outro episódio recente reacendeu as críticas sobre o alcance e o uso político de estruturas investigativas ligadas ao Supremo. No Maranhão, uma operação de <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/12/entidades-soltam-notas-timidas-apos-moraes-mandar-pf-contra-jornalista-com-apoio-da-pgr/">busca e apreensão foi realizada contra um jornalista que investigava o suposto uso de carro oficial por parentes do ministro Flávio Dino.</a> A investigação jornalística tratava do uso de veículos públicos por familiares do ex-governador e atual ministro da Corte. Mesmo assim, a reação do aparato estatal acabou recaindo sobre o repórter que levantou as informações, com apreensão de equipamentos e materiais de trabalho. O episódio foi interpretado por críticos como mais um sinal de que, quando reportagens atingem figuras poderosas do sistema político-judiciário, a linha entre investigação legítima e intimidação institucional contra a imprensa torna-se perigosamente difusa.</p>



<p>Ao mesmo tempo, outro conjunto de questionamentos vem ganhando espaço nos bastidores de Brasília envolvendo os próprios ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no contexto das investigações que tangenciam o escândalo do Banco Master. No centro das suspeitas aparecem dois pontos sensíveis: o <strong><a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/23/fachin-arquiva-suspeicao-contra-toffoli-no-caso-banco-master-mantendo-atos-da-investigacao/">resort Tayayá</a></strong>, empreendimento ligado à família de Toffoli, citado em discussões sobre relações empresariais e políticas que orbitam o caso, e a contratação de <strong><a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/01/silas-malafaia-acusa-moraes-de-corrupto-e-diz-que-contrato-de-r-129-milhoes-com-master-foi-para-pagar-ministro/">R$ 129 milhões atribuída à Viviane</a></strong>, esposa de Moraes, valor que passou a ser mencionado em debates e questionamentos sobre conexões financeiras no entorno das investigações do Caso Master. Embora nenhuma dessas questões tenha sido plenamente esclarecida no debate público, com notas pífias, a mera coexistência dessas controvérsias com um inquérito que concentra poderes extraordinários nas mãos dos próprios ministros envolvidos reforça a sensação de um sistema em que o escrutínio parece rigoroso para adversários — e muito mais cauteloso quando o foco se aproxima do próprio centro do poder.</p>
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		<title>Dino abre novo inquérito contra Bolsonaro, agora sobre pandemia da Covid</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/09/18/dino-abre-novo-inquerito-contra-bolsonaro-agora-sobre-pandemia-da-covid/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 14:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[Flavio Dino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o ministro, foram identificados indícios de crimes contra a administração pública em contratos, fraudes em licitações, superfaturamento e desvio de recursos públicos [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">De acordo com o ministro, foram identificados indícios de crimes contra a administração pública em contratos, fraudes em licitações, superfaturamento e desvio de recursos públicos</h6>



<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou oficialmente nesta quarta-feira (17), a abertura de um inquérito policial para investigar o ex-presidente Jair Bolsonaro e 23 aliados com base no relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/04/29/brasileira-descobre-como-virus-da-covid-19-engana-nosso-sistema-imunologico/">Covid-19</a>, encerrada em 2021.</p>



<p>A decisão atendeu a um pedido feito pela Polícia Federal (PF) para aprofundar as investigações sobre as condutas apontadas no <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/07/25/pgr-manda-arquivar-apuracoes-sobre-bolsonaro-e-ministros-da-cpi-da-covid/">relatório da CPMI</a>. Entre os investigados estão Jair Bolsonaro, seus filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, Allan dos Santos, e outros membros da base política do ex-presidente.</p>



<p>O relatório final da CPMI, aprovado em 26 de outubro de 2021, indicou uma série de irregularidades e crimes atribuídos ao governo Bolsonaro durante a crise sanitária da pandemia, incluindo fraudes em licitações, superfaturamento, contratos com empresas de fachada, desvio de recursos públicos e incitação da população a adotar condutas prejudiciais ao enfrentamento da pandemia.</p>



<p>Na decisão, o ministro Flávio Dino ressaltou que a investigação parlamentar apontou indícios de crimes contra a administração pública que demandam apuração criminal pela Polícia Federal, garantindo o prazo inicial de 60 dias para a conclusão do inquérito, com possibilidade de prorrogação.</p>



<p>Além disso, a decisão marca o prosseguimento das investigações iniciadas pela CPMI no Congresso Nacional, convertendo os trabalhos parlamentares para o âmbito policial, conforme solicitou a PF para viabilizar medidas como oitiva dos envolvidos e outras diligências necessárias.</p>



<p>O ministro Flávio Dino, que assumiu recentemente a relatoria de casos envolvendo a gestão da pandemia, herdou inúmeras ações relacionadas ao tema no STF e deve ser o principal responsável pela condução deste processo, que se configura como um dos maiores desdobramentos judiciais da pandemia no país.</p>
<div id="bsbre-2481096431" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-4010883835" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/18/dino-abre-novo-inquerito-contra-bolsonaro-agora-sobre-pandemia-da-covid/">Dino abre novo inquérito contra Bolsonaro, agora sobre pandemia da Covid</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STF expõe que Bolsonaro movimentou R$ 30,5 milhões em um ano em relatório da PF e oposição reage a &#8220;vazamentos&#8221;</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/08/22/stf-expoe-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-um-ano-em-relatorio-da-pf-e-oposicao-reage-a-vazamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 10:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[R$ 30 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bsbrevista.com.br/?p=32883</guid>

					<description><![CDATA[<p>Polícia Federal </p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/08/22/stf-expoe-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-um-ano-em-relatorio-da-pf-e-oposicao-reage-a-vazamentos/">STF expõe que Bolsonaro movimentou R$ 30,5 milhões em um ano em relatório da PF e oposição reage a &#8220;vazamentos&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Vazamento de informações são consideradas tentativas de aniquilar Bolsonaro politicamente, dusem aliados</h2>



<p>Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão indignados com os vazamentos de informações de conversas privadas e movimentação financeiras do ex-mandatário.  Eles acreditam que o ministro Alexandre de Morars está por trás desses vazamentos.</p>



<p>&#8221; São conversas particulares, até com palavras duras entre pai e filho e outras informações que só tem um interesse público: acabar de vez com Bolsonaro, avalia um senador da República em anonimato.</p>



<p>Já  o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atacou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e indiciou que o magistrado é o responsável por conta da divulgação das mensagens trocadas entre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que foram incluídas em&nbsp;relatório divulgado pela Polícia Federal (PF) na quarta-feira (20).</p>



<p>O senador classificou a atitude do magistrado como &#8220;asquerosa&#8221; e disse que as mensagens &#8220;não têm nada a ver&#8221;, sendo usadas apenas para atacar o ex-presidente.&nbsp;</p>



<p>O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi um dos que criticaram abertamente os vazamentos.</p>



<p>&#8220;Primeiro, eu não vou<br>comentar, é uma conversa<br>privada de pai para filho, é<br>uma questão que só interessa<br>aos dois, e eu nem sei por que<br>essas conversas foram<br>divulgadas&#8221;, completou.<br>&#8220;Realmente, não vejo interesse<br>público nisso,&#8221; disse Tarcísio. </p>



<p>Um relatório da Polícia Federal, com dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), revela que o ex-presidente Jair Bolsonaro movimentou a impressionante quantia de&nbsp;<strong>R$ 30,5 milhões</strong>&nbsp;em suas contas bancárias entre março de 2023 e fevereiro de 2024. O documento, que faz parte de investigações sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e outros ilícitos, detalha as principais origens e destinos dessas transações<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/relatorio-da-pf-diz-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-um-ano"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/21/pf-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro-apos-entrada-de-r-30-milhoes-nas-contas-de-bolsonaro-em-11-meses.ghtml"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.infomoney.com.br/politica/bolsonaro-recebeu-r-30-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf/"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Origens dos Recursos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>R$ 19,2 milhões</strong>&nbsp;vieram por meio de mais de 1,2 milhão de transações de doações via Pix, principalmente de apoiadores<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/21/pf-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro-apos-entrada-de-r-30-milhoes-nas-contas-de-bolsonaro-em-11-meses.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/coaf-diz-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-na-conta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>



<li><strong>R$ 8,7 milhões</strong>&nbsp;foram obtidos em 52 resgates de aplicações financeiras (CDB/RDB)<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.infomoney.com.br/politica/bolsonaro-recebeu-r-30-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>



<li><strong>R$ 1,3 milhão</strong>&nbsp;originaram-se de operações de câmbio<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>



<li><strong>R$ 373,3 mil</strong>&nbsp;referem-se a proventos do próprio Bolsonaro<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>



<li><strong>R$ 304 mil</strong>&nbsp;foram resultado de 203 transferências bancárias<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>



<li><strong>R$ 166 mil</strong>, de resgates de aplicações diversas<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>



<li><strong>R$ 99 mil</strong>&nbsp;advieram de previdência privada<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/21/bolsonaro-recebeu-r-305-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf-com-base-em-dados-do-coaf.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Destino das Transações</h2>



<p>Durante o mesmo período, quase todo o dinheiro foi sacado ou transferido:&nbsp;<strong>R$ 30.595.430,71</strong>&nbsp;saíram das contas do ex-presidente, e boa parte desses recursos foi destinada ao pagamento de advogados e transferências para familiares, como seu filho Eduardo Bolsonaro e sua esposa, Michelle Bolsonaro. Segundo o relatório, escritórios de advocacia receberam cerca de R$ 6,6 milhões<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.infomoney.com.br/politica/bolsonaro-recebeu-r-30-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/coaf-diz-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-na-conta/"></a>.</p>



<p>O documento detalha também repasses suspeitos: de maio de 2025, uma transferência de R$ 2 milhões para Eduardo Bolsonaro, para financiar sua estadia nos Estados Unidos, e uma operação de cerca de R$ 3 milhões para Michelle Bolsonaro, supostamente para protegê-la de um possível bloqueio de contas<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/pf-aponta-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-1-ano"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/coaf-diz-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-na-conta/"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Suspeitas de Ilícitos e Lavagem de Dinheiro</h2>



<p>Apesar de não ter apontado diretamente a origem ilícita dos recursos, o relatório registra&nbsp;<strong>cerca de 50 comunicações de movimentações atípicas</strong>, sendo oito delas envolvendo diretamente Bolsonaro, Eduardo e Michelle. O Coaf identificou operações suspeitas que, segundo a PF, podem configurar lavagem de dinheiro e outros crimes econômicos<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/21/pf-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro-apos-entrada-de-r-30-milhoes-nas-contas-de-bolsonaro-em-11-meses.ghtml"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.infomoney.com.br/politica/bolsonaro-recebeu-r-30-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/pf-aponta-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-1-ano"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/coaf-diz-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-na-conta/"></a>.</p>



<p>A Polícia Federal indiciou Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro por tentativas de coação no curso do processo e por suspeita de tentar abolir o Estado Democrático de Direito. As grandes movimentações financeiras passaram a ser analisadas por conta desses processos<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/pf-aponta-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-1-ano"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cartacapital.com.br/politica/bolsonaro-recebeu-r-30-milhoes-em-um-ano-diz-pf-ao-stf/"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Defesa e Repercussão</h2>



<p>Até o momento, a defesa de Jair Bolsonaro não apresentou esclarecimentos públicos sobre a movimentação financeira e não comentou oficialmente o conteúdo do relatório. O ex-presidente sempre afirmou ser alvo de perseguição política, mas as investigações continuam em curso e estão sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF)<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.infomoney.com.br/politica/bolsonaro-recebeu-r-30-milhoes-em-um-ano-diz-relatorio-da-pf/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/pf-aponta-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-1-ano"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/coaf-diz-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-na-conta/"></a>.</p>



<p>O relatório foi encaminhado oficialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) e serve como base para o indiciamento do ex-presidente e de seu filho Eduardo Bolsonaro por crimes como coação no curso processual e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://mais.opovo.com.br/jornal/politica/2025/08/21/pf-diz-que-bolsonaro-movimentou-rs-30-milhoes-em-um-ano-e-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro.html"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/08/20/pf-indicia-bolsonaro-e-eduardo-por-atrapalhar-acao-da-trama-golpista.htm"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/pf-indicia-bolsonaro-e-eduardo-em-inquerito-sobre-sancoes-dos-eua"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A legislação e o dever de sigilo</h2>



<p>Segundo a legislação brasileira, informações bancárias e conversas privadas só podem ser divulgadas mediante autorização judicial. O artigo 10 da&nbsp;<strong>Lei Complementar 105/2001</strong>&nbsp;protege o sigilo bancário, enquanto a&nbsp;<strong>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong>&nbsp;reforça o dever de cuidado com informações sensíveis, especialmente por autoridades e servidores públicos<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/vazamento-de-dados-pessoais-lgpd-e-a-visao-do-supremo-tribunal-de-justica"></a>.&nbsp;O descumprimento acarreta sanções penais, civis e administrativas, incluindo demissão (Lei 8.112/1990) e até reclusão, se houver dolo ou prejuízo comprovado<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/sigilo-fiscal/consequencias-pela-inobservancia-do-sigilo-fiscal-e-do-sigilo-funcional"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://esda.com.br/glossario/o-que-e-vazamento-no-inquerito/"></a>.&nbsp;A divulgação de prints de conversas privadas – ainda que contenham impropérios como “vtnc” – pode gerar indenização, de acordo com a jurisprudência do STJ, salvo se for fundamental para defesa de direito ou comunicação de crime<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/stj-decide-que-divulgar-print-de-conversa-de-whatsapp-deve-gerar-indenizacao/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.machadomeyer.com.br/pt/inteligencia-juridica/publicacoes-ij/contencioso/conversas-privadas-em-redes-sociais-e-a-jurisprudencia-do-stj"></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem vazou? Houve autorização judicial?</h2>



<p>A divulgação do conteúdo do relatório da Polícia Federal e dos dados sigilosos de Bolsonaro não tem autoria conhecida nos meios públicos. Os principais veículos jornalísticos vêm publicando excertos das investigações, mas todos alegam que o relatório foi&nbsp;<strong>encaminhado formalmente ao STF</strong>&nbsp;– órgão máximo do Judiciário brasileiro. Não há menção explícita, em nenhum dos documentos ou reportagens disponíveis até o momento, de uma decisão judicial autorizando a exposição detalhada das transações ao público&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/21/pf-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro-apos-entrada-de-r-30-milhoes-nas-contas-de-bolsonaro-em-11-meses.ghtml"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://mais.opovo.com.br/jornal/politica/2025/08/21/pf-diz-que-bolsonaro-movimentou-rs-30-milhoes-em-um-ano-e-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro.html"></a>.</p>



<p>O que se sabe:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A quebra do sigilo bancário e a obtenção dos dados financeiros de Bolsonaro foram autorizadas pelo STF para fins de investigação.</strong></li>



<li><strong>A divulgação integral e detalhada ao público, inclusive valores, transferências e citações de envolvidos, não tem registro de autorização judicial formal.</strong></li>



<li><strong>Não há informação oficial sobre qual servidor, delegacia, gabinete ou instância vazou os relatórios para a imprensa.</strong></li>



<li>Os repórteres em geral citam “acesso ao relatório”, sem detalhar o canal pelo qual obtiveram as informações<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-identifica-movimentacao-de-r-30-milhoes-por-bolsonaro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/21/pf-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro-apos-entrada-de-r-30-milhoes-nas-contas-de-bolsonaro-em-11-meses.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://mais.opovo.com.br/jornal/politica/2025/08/21/pf-diz-que-bolsonaro-movimentou-rs-30-milhoes-em-um-ano-e-ve-indicios-de-lavagem-de-dinheiro.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Responsabilidade e consequências</h2>



<p>Se comprovado o vazamento sem autorização expressa da Justiça, o responsável pode responder por violação de sigilo funcional (art. 325 do Código Penal), improbidade administrativa e indenização civil pelos danos causados<a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/sigilo-fiscal/consequencias-pela-inobservancia-do-sigilo-fiscal-e-do-sigilo-funcional"></a><a rel="noreferrer noopener" target="_blank" href="https://esda.com.br/glossario/o-que-e-vazamento-no-inquerito/"></a>.</p>



<p>No contexto atual, a explicitação de conteúdo sensível e de mensagens particulares obtidas em perícia de celulares (exemplo: mensagens privadas com xingamentos) amplia o debate sobre a necessidade de proteger direitos fundamentais mesmo em situações de grande interesse público.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="679" height="452" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1755857883302279774058433006766.jpg" alt="" class="wp-image-32884" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1755857883302279774058433006766.jpg 679w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1755857883302279774058433006766-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /></figure>



<p></p>



<p></p>
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		<title>PF marca depoimento de Bolsonaro em inquérito sobre filho, Eduardo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/05/29/pf-marca-depoimento-de-bolsonaro-em-inquerito-sobre-filho-eduardo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 23:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-presidente será interrogado sobre o financiamento do deputado federal licenciado que está nos Estados Unidos A Polícia Federal marcou para a próxima quinta-feira (05) o [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Ex-presidente será interrogado sobre o financiamento do deputado federal licenciado que está nos Estados Unidos</h6>



<p>A Polícia Federal marcou para a próxima quinta-feira (05) o interrogatório do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no inquérito aberto a pedido do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), sobre a atuação do filho, do ex-presidente, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por   atuação do parlamentar nos Estados Unidos por punições a autoridades brasileiras como o ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>Eduardo é acusado de crimes como coação e obstrução de investigações. A Procuradoria-Geral da República pediu que Bolsonaro seja ouvido porque ele seria beneficiado direto das ações do filho nos Estados Unidos. A PGR também cita que o próprio ex-presidente admitiu que ajudaria a custear a permanência do deputado licenciado no exterior.</p>



<p>O ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito, também quer que a PF ouça deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), autor da representação que levou a PGR a apresentar a petição pela investigação mirando Eduardo Bolsonaro.</p>



<p>O ministro determinou que Eduardo Bolsonaro seja ouvido no caso. No entanto, como o parlamentar está nos EUA, Moraes autorizou que ele preste esclarecimentos por escrito.</p>
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		<title>Moraes tira sigilo e envia à PGR inquérito sobre suposto plano golpista</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/11/26/moraes-tira-sigilo-e-envia-a-pgr-inquerito-sobre-suposto-plano-golpista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 16:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Envia]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[PGR]]></category>
		<category><![CDATA[plano golpista]]></category>
		<category><![CDATA[tira sigilo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro do STF autorizou defesa dos 37 investigados a terem acesso ao documento O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes enviou, nesta [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Ministro do STF autorizou defesa dos 37 investigados a terem acesso ao documento </h6>



<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes enviou, nesta terça-feira (26), à Procuradoria-Geral da República (PGR) o relatório final do&nbsp;<a href="https://bsbrevista.com.br/2024/11/26/bolsonaro-diz-que-pode-ser-preso-nunca-debati-golpe-com-ninguem/">inquérito da Polícia Federal (PF) que apura a tentativa de golpe de Estado&nbsp;nas eleições de 2022. </a></p>



<p>Moraes afastou parte do sigilo do relatório. Ele manteve o sigilo sobre a delação premiada do coronel Mauro Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p>Integrantes da PGR afirmaram que a decisão sobre denunciar citados só deve acontecer de fato a partir de fevereiro de 2025, em razão do&nbsp;tamanho do relatório e do recesso de fim de ano.</p>



<p>O relatório da Polícia Federal foi enviado ao Supremo na última quinta-feira (21) e&nbsp;indicia 37 pessoas por envolvimento na suposta tentativa de golpe.</p>



<p>A lista inclui Bolsonaro (PL), dois ex-ministros e dezenas de integrantes da mesma gestão federal.</p>



<p>O STF investiga a suposta tentativa de golpe de Estado e iniciativas nesse sentido desde o ano passado, depois de o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) ter tomado posse e atos de vandalismo considerados golpistas pelo STF, terem acontecido na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.</p>



<p>Os envolvidos diretamente nos atos de 8 de janeiro de 2023, embora o STF os  relacionem a uma tentativa de derrubar Lula da Presidência da República, são investigados em um inquérito separado. </p>



<p>O STF já condenou 265 pessoas pelo envolvimento no 8 de Janeiro. A maioria (223) foi considerada culpada por participar da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.  </p>



<p>Houve, até o momento, quatro absolvições. Três eram moradores de rua e estavam em busca de comida no acampamento no QG do Exército.  Outras 476 pessoas decidiram fechar um acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), admitindo os crimes, para se livrar do julgamento.</p>



<p>No dia dos atos, 243 pessoas foram presas dentro dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do STF e na Praça dos Três Poderes. Desse total, 161 eram homens e 82, mulheres.</p>



<p>No dia seguinte, na segunda-feira (9), mais 1.927 pessoas que estavam no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército, na capital federal, foram conduzidas à Academia Nacional de Polícia. </p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Padre de Osasco é um dos indiciados em inquérito sobre golpe, como integrante do &#8220;núcleo jurídico&#8221;</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/11/22/padre-de-osasco-e-um-dos-indiciados-em-inquerito-sobre-golpe-como-integrante-do-nucleo-juridico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 12:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[golpe de estado]]></category>
		<category><![CDATA[Indiciado]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[José]]></category>
		<category><![CDATA[Padre]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Eduardo de Oliveira posta vídeos no Youtube sobre guerra cultural, aborto e má influência ruim de músicas na vida de crianças e adolescentes A [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">José Eduardo de Oliveira posta vídeos no Youtube sobre guerra cultural, aborto e má influência ruim de músicas na vida de crianças e adolescentes</h6>



<p>A Polícia Federal indiciou o padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da Diocese de Osasco, na Grande São Paulo, entre os 37 indiciados nesta quinta-feira (21) pela no inquérito sobre a suposta tentativa de golpe de Estado no país.</p>



<p>O padre católico já havia sido alvo da operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal que cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva contra pessoas acusadas de participação na elaboração da tentativa de um suposto golpe de estado no Brasil, em janeiro do ano passado.</p>



<p>O relatório final do inquérito, que tem mais de 800 páginas, foi concluído no início da tarde desta quinta-feira (21).</p>



<p>O padre José Eduardo de Oliveira e Silva é conhecido nas redes sociais por gravar vídeos no Youtube. Ele afala sobre temas como a guerra cultural, o aborto e a influência ruim das músicas e das divas pop na vida de crianças e adolescentes entre outros temas.</p>



<p>De acordo com a Polícia Federal, o padre supostamente participou de uma reunião no dia 19 de novembro de 2022, com Filipe Martins e Amauri Feres Saad – outros dois indiciados- como indicam os controles de entrada e saída do Palácio do Planalto.</p>



<p>O encontro, segundo o inquérito da PF, fazia parte de uma série de discussões convocadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para &#8220;tratativas com militares de alta patente sobre a instalação de um regime de exceção constitucional.&#8221;</p>



<p>Filipe Martins era ex-assessor especial de Bolsonaro e foi preso pela PF em fevereiro.</p>



<p>Durante a operação em fevereiro, o padre José Eduardo de Oliveira e Silva foi informado pela PF que terá que cumprir medidas cautelares para não ser preso.</p>



<p>Entre elas, a proibição de manter contato com os demais investigados da operação, o compromisso de não se ausentar do país e entrega de todos os passaportes (nacionais e estrangeiros) no prazo de 24 horas.</p>



<p>Segundo o ministro Alexandre de Moraes, o núcleo assessorava os membros do suposto plano de golpe de estado na elaboração de minutas de decretos com fundamentação jurídica e doutrinária que atendessem aos interesses golpistas.</p>



<p>Em nota, o advogado Miguel Vidigal afirmou que não recebeu nenhum relatório disponível. &#8220;Temos uma nota da Polícia Federal com alguns nomes indiciados.&#8221;</p>



<p>&#8220;Menos de 7 dias depois de dar depoimento à Polícia Federal, meu cliente vê seu nome estampado pela Polícia Federal como um dos indiciados pelos investigadores. Os mesmos investigadores não se furtaram em romper a lei e tratado internacional ao vasculhar conversas e direções espirituais que possuem garantia de sigilo e foram realizadas pelo padre.</p>



<p>Quem deu autorização à Polícia Federal de romper o sigilo das investigações? Até onde se sabe, o ministro Alexandre de Moraes decretou sigilo absoluto. Não há qualquer decisão do magistrado até o momento rompendo tal determinação.</p>



<p>A nota da Polícia Federal com a lista de indiciados é mais um abuso realizado pelos responsáveis da investigação e, tendo publicado no site oficial do órgão policial, contamina toda instituição e a torna responsável pela quebra da determinação do ministro.&#8221;</p>



<p>O que disse o padre José Eduardo<br>Por meio de nota em fevereiro, o padre negou que tenha participado de qualquer conspiração contra a Constituição Brasileira. Segundo o padre, como sacerdote católico &#8220;é chamado para auxílio espiritual não apenas dos frequentadores da minha paróquia, mas também de todos aqueles de alhures que espontaneamente me procuram com assuntos dos mais variados temas&#8221;.</p>



<p>&#8220;Como é meu dever, preservo a privacidade de todos eles, visto que os dilemas que me apresentam são sempre de foro interno. Em relação ao referido &#8216;inquérito dos atos antidemocráticos&#8217;, minha posição sobre o assunto é clara e inequívoca: a República é laica e regida pelos preceitos constitucionais, que devem ser respeitados. Romper com a ordem estabelecida seria profundamente contrário aos meus princípios&#8221;, disse José Eduardo.</p>



<p>&#8220;Abaixo de Deus, em nosso país, está a Constituição Federal. Portanto, não cooperei nem endossei qualquer ato disruptivo da Constituição. Como professor de teologia moral, sempre ensinei que a lei positiva deve ser obedecida pelos fiéis, dentre os quais humildemente me incluo. Estou inteiramente à disposição da justiça brasileira para qualquer eventual esclarecimento, recordando o dever de toda a sociedade de combater qualquer tipo de intolerância religiosa&#8221;, completou.<br>&#8220;A única missão na minha vida é o meu trabalho sacerdotal. Por isso, preciso de um “tradutor” que me faça compreender os passos jurídicos decorrentes desta inusitada e inesperada situação e que me ajude a atender com precisão os pedidos do Poder Judiciário. Por isso, constituo meu “tradutor” o Dr. Miguel da Costa Carvalho Vidigal, advogado, que saberá dar respostas jurídicas pertinentes ao assunto. Ainda não obtivemos acesso aos autos, o qual esperamos obter nos próximos dias&#8221;, declarou.</p>



<p>Integrante da ala conservadora da Igreja Católica, o padre José Eduardo comemora 18 anos de sacerdócio em 2024. Ele é o vigário oficial da &#8216;Paróquia São Domingos – o Pregador-, no bairro de Umuarama, em Osasco.</p>



<p>Doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Roma, Itália), o religioso grava vídeos no Youtube com críticas às cantoras Madonna e Luiza Sonza, por exemplo, e analisa a letra das músicas e o simbolismo de clipes de canções como “Campo de Morango”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="652" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17322784353751755767465166375249-1024x652.jpg" alt="" class="wp-image-24587" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17322784353751755767465166375249-1024x652.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17322784353751755767465166375249-600x382.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17322784353751755767465166375249-768x489.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/11/17322784353751755767465166375249.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Madonna fez show erótico com crianças assistindo na praia, onde foi masturbada por outras mulheres,  simulando sexo oral com outros dançarinos </figcaption></figure>



<p>“É de uma baixaria que a gente fica realmente constrangido”, diz ele.</p>



<p>“Não é apenas a letra [das músicas] que diz coisas. Mas é a harmonia, o ritmo e a melodia. Uma música de amor que tem uma batida sensual, ela está falando de amor em termos libidinosos. Na melodia está embutida uma mensagem sexual que não está embutida na letra. […]Se uma melodia não tem uma inspiração divina, ela tem uma inspiração humana ou demoníaca?”, argumentou o padre em vídeo gravado em 7 de agosto do ano passado.<br>Entre as pautas que o padre mais gosta de comentar é o aborto: “Você tem pessoas tão loucas que elas são abortistas e veganas. São a favor de que se matem os bebês no ventre de suas mães, mas são totalmente contra o extermínio de animais para o consumo”, declarou ele em outro vídeo.</p>



<p><br>O padre também frequenta canais e podcast de grande repercussão na extrema direita, como os produtos da produtora Brasil Paralelo e o canal do economista bolsonarista Rodrigo Constantino.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
<div id="bsbre-2123313185" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-855328542" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/11/22/padre-de-osasco-e-um-dos-indiciados-em-inquerito-sobre-golpe-como-integrante-do-nucleo-juridico/">Padre de Osasco é um dos indiciados em inquérito sobre golpe, como integrante do &#8220;núcleo jurídico&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Ex-assessor pede que Moraes seja afastado de inquérito</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/08/26/ex-assessor-pede-que-moraes-seja-afastado-de-inquerito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 19:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Afastado]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Ex-assessor]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-assessor pede que Moraes seja afastado de inquérito</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Defesa afirma que o ministro do STF não seguiu o regimento interno do Supremo ao determinar abertura de inquérito</h2>



<p></p>



<p>Eduardo Tagliaferro, ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu que o ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/08/21/peticao-publica-contra-alexandre-de-moraes-atinge-mais-de-1-milhao-de-assinaturas-em-cinco-dias/">Alexandre de Moraes</a>, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja afastado de um inquérito aberto para apurar o vazamento de mensagens entre o magistrado e assessores. </p>



<p>A ação foi protocolada pelos advogados do ex-assesdor do TSE, durante a presidência de Alexandre de Moraes, n9 Supremo Tribunal Federal.</p>



<p></p>



<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://midias.correiobraziliense.com.br/_midias/jpg/2024/08/26/360x240/1_whatsapp_image_2024_08_26_at_13_17_14-39613036.jpeg" alt="Ex-assessor de Moraes foi convocado pela PF para depor sobre vazamento de mensagens -  (crédito: Reprodução/Linkedin)" width="685" height="470"></p>



<p><small>Ex-assessor de Moraes foi convocado pela PF para depor sobre vazamento de mensagens &#8211; (crédito: Reprodução/Linkedin)</small></p>



<p>A decisão sobre afastamento ou não de Moraes da relatoria do inquérito cabe ao presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso. O conteúdo das mensagens foi publicado pelo jornal &#8220;Folha de S. Paulo&#8221;.</p>



<p>Na publicação, o jornal afirma que o magistrado trocou as conversas &#8220;fora do rito&#8221;, solicitando relatórios e informações aos seus subordinados. Os dados foram usados em inquéritos que correm no Supremo e apuram ataques às instituições democráticas ao ao sistema eleitoral</p>



<p>Nas conversas trocadas com auxiliares, Moraes teria orientado o levantamento de informações sobre os investigados e cobrado relatórios de seus subordinados. O magistrado alega que todos os procedimentos processuais estão registrados e que ocorreram dentro da legalidade.</p>



<p>Tagliaferro prestou depoimento em São Paulo e negou ser o autor dos vazamentos. Ele afirmou aos investigadores que entregou seu celular à Polícia Civil, por conta de uma investigação em que ele é acusado de violência doméstica.</p>



<p>A ação está em tramitação em Caieiras, na região metropolitana de São Paulo. Aliados de Moraes acreditam que as mensagens podem ter sido vazadas por policiais civis do estado.</p>
<div id="bsbre-1870259684" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2187325432" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/08/26/ex-assessor-pede-que-moraes-seja-afastado-de-inquerito/">Ex-assessor pede que Moraes seja afastado de inquérito</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>PF indicia Bolsonaro, Cid, Wassef, Wajngarten e mais 8 em inquérito das joias</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/07/05/pf-indicia-bolsonaro-cid-wassef-wajngarten-e-mais-8-em-inquerito-das-joias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 09:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Cid]]></category>
		<category><![CDATA[Indicia]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Joais]]></category>
		<category><![CDATA[Policia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Wassef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PF indicia Bolsonaro, Cid, Wassef, Wajngarten e mais 8 em inquérito das joias</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Ex-presidente é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa</h2>



<p>A <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br">Polícia Federal </a>pediu o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (4), no inquérito que apura se ele e ex-assessores se apropriaram indevidamente de joias milionárias dadas para ele de presente quando era presidente do Brasil.</p>



<p>Bolsonaro foi indiciado por peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.</p>



<p>Ds outras 11 pessoas indiciadas, todas também foram por por associação criminosa, 7 por peculato, 9 por lavagem de dinheiro e 1 por advocacia administrativa.  </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia de Bolsonaro &#8211; (peculato e associação criminosa);</li>



<li>Fabio Wajngarten, advogado de Bolsonaro e ex-secretário de Comunicação &#8211; (lavagem de dinheiro e associação criminosa);</li>



<li>Frederick Wassef, advogado do ex-presidente &#8211; (lavagem de dinheiro e associação criminosa);</li>



<li>José Roberto Bueno Júnior, ex-chefe de gabinete do Ministério de Minas e Energia &#8211; (peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro);</li>



<li>Julio César Vieira Gomes, auditor-fiscal e ex-secretário da Receita &#8211; (peculato, associação criminosa, lavagem de dinheiro e advocacia administrativa);</li>



<li>Marcelo Costa Câmara, ex-assessor de Bolsonaro &#8211; (lavagem de dinheiro);</li>



<li>Marcelo da Silva Vieira, chefe do gabinete de Documentação Histórica da Presidência da República no mandato de Bolsonaro &#8211; (peculato e associação criminosa);</li>



<li>Marcos André dos Santos Soeiro, ex-assessor de Bento Albuquerque &#8211; (peculato e associação criminosa);</li>



<li>Mauro Cesar Barbosa Cid, tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro &#8211; (peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro);</li>



<li>Mauro Cesar Lourena Cid, general da reserva do Exército &#8211; (lavagem de dinheiro e associação criminosa);</li>



<li>Osmar Crivelatti, assessor de Bolsonaro &#8211; (lavagem de dinheiro e associação criminosa).</li>
</ul>



<p>No relatório final, não há pedido de prisão preventiva ou temporária de nenhum dos indiciados.</p>



<p>O encerramento do inquérito é o momento em que a PF conclui quem praticou crimes – e quais foram os crimes.</p>



<p>O relatório final com as conclusões e os detalhes sobre os indiciamentos foi enviado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do caso.</p>



<p>Alexandre de Moraes deve encaminhar o inquérito para a Procuradoria-Geral da República — que vai analisar os resultados e decidirá se há evidências suficientes para pedir o indiciamento de Bolsonaro ou se novas diligências são necessárias.</p>



<p>Advogado de Bolsonaro, Fabio Wajngarten afirmou em seu perfil no X (ex-Twitter) que foi indiciado &#8220;porque, no exercício de minhas prerrogativas, defendi um cliente&#8221;.</p>



<p>&#8220;Como está cabalmente comprovado, inclusive pela própria PF, só tomei conhecimento do fato após ser noticiado pela imprensa e agi com integridade profissional. Fui indiciado, como está provado, por cumprir a Lei&#8221;, diz Wajngarten.</p>



<p>Veja, a seguir, em detalhes, ponto a ponto dos próximos passos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Com o indiciamento, provas serão enviadas à Procuradoria-Geral da República pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</li>



<li>Com o indiciamento em mãos, a PGR avalia as provas colhidas na investigação e decide se o material é suficiente para denunciar o indiciado, se pede o arquivamento do caso ou se pede mais investigações à polícia.</li>



<li>Se optar pela denúncia, a PGR pode mudar a lista de crimes atribuídos ao indiciado – seja para incluir ou para retirar itens. Isto é: a lista de supostos crimes pode aumentar ou diminuir.</li>



<li>Se houver denúncia, o STF decidirá se torna os acusados réus, manda arquivar ou envia os casos à primeira instância.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Rolex e joias suíças foram levadas para os EUA</h2>



<p>Bolsonaro ganhou joias e presentes no exercício do mandato, e investigações da PF mostram que parte desses itens começou a ser negociado nos Estados Unidos em junho de 2022, último ano do mandato do ex-presidente.</p>



<p>Entre elas estava um kit de joias composto por um relógio da marca Rolex de ouro branco, um anel, abotoaduras e um rosário islâmico entregue a Bolsonaro em uma viagem oficial à Arábia Saudita em outubro de 2019.</p>



<p>Segundo as investigações, o relógio deixou o Brasil em um avião da Força Aérea Brasileira junto com uma comitiva do ex-presidente e foi vendido por cerca de R$ 300 mil para uma loja chamada Precision Watches, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, em junho 2022.</p>



<p>Em 2023, depois que a existência do Rolex foi revelada pela imprensa, aliados de Bolsonaro realizaram uma operação para recomprá-lo e entregá-lo de volta ao governo brasileiro.</p>



<p>Entre os itens de luxo negociados nos EUA, estão joias da marca Chopard que entraram no Brasil em 2021, com uma comitiva do governo brasileiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="420" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-8.png" alt="" class="wp-image-19831"/><figcaption class="wp-element-caption">Joias foram dadas de presente pela Arábia Saudita para a então primeira dama Michelle Bolsonaro </figcaption></figure>



<p>Uma parte dessas joias –<a href="https://bsbrevista.com.br/2023/03/03/bolsonaro-tentou-trazer-joias-com-diamantes-avaliadas-em-r-165-milhoes-ao-brasil-para-michelle/"> o colar de diamantes da marca Chopard</a> – ficou retida na <a href="https://bsbrevista.com.br/2023/03/03/bolsonaro-tentou-trazer-joias-com-diamantes-avaliadas-em-r-165-milhoes-ao-brasil-para-michelle/">Receita Federal</a> no Aeroporto de Guarulhos, e aliados de Bolsonaro fizeram uma operação para tentar recuperá-las em 29 de dezembro de 2022 – às vésperas do fim do governo Bolsonaro e um dia antes de o então <a href="https://bsbrevista.com.br/2022/12/30/bye-bye-brasil-bolsonaro-viajou-para-os-eua-e-nao-volta-mais-como-presidente/">presidente da República embarcar para os Estados Unidos</a>.</p>



<p>Outra parte, porém, não foi pega na fiscalização, e também foi levado para os EUA, onde foi anunciado por uma casa de leilões sediada em Nova York, mas não chegou a ser arrematado.</p>



<p></p>
<div id="bsbre-3072418528" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-41210205" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2024/07/05/pf-indicia-bolsonaro-cid-wassef-wajngarten-e-mais-8-em-inquerito-das-joias/">PF indicia Bolsonaro, Cid, Wassef, Wajngarten e mais 8 em inquérito das joias</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>STF abre inquérito contra Nikolas por chamar Lula de “ladrão”</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2024/04/11/stf-abre-inquerito-contra-nikolas-por-chamar-lula-de-ladrao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 12:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Injúria]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nikolas Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STF abre inquérito contra Nikolas por chamar Lula de “ladrão”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Ministro Fux aceitou pedido da PF </h2>



<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux atendeu a um pedido da Polícia Federal , para processar o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) por xingá-lo de ladrão.</p>



<p> Fux determinou nesta quarta-feira (10) a abertura de um inquérito para investigar o deputado que xingou Lula de ladrão. </p>



<p>O bolsonarista será alvo de apuração do crime de injúria apenas. A PF não acusou o deputado de mentir.</p>



<p>“Ressalto que a instauração de inquérito não veicula a formulação de juízo quanto à procedência ou improcedência dos indícios de autoria ou materialidade, constituindo-se como ato meramente formal, apto a conferir trâmite regular às investigações que tramitam nesta Suprema Corte”, assinalou Fux, que deu prazo de 60 dias para a PF cumprir diligências.</p>



<p>Em discurso na Cúpula Transatlântica, evento da ONU em novembro de 2023, Nikolas se referiu ao presidente como “<em>um ladrão que deveria estar na prisão</em>”.</p>



<p>A PF pediu abertura de inquérito contra o deputado bolsonarista pela declaração contra Lula.</p>



<p>Em 20 de novembro, o presidente havia encaminhado ao Ministério da Justiça um vídeo do discurso do deputado bolsonarista.</p>



<p>O Código Penal prevê que, quando suposto crime de injúria é cometido contra o presidente da República, cabe ao ministério solicitar apuração. </p>



<p>O pedido foi encaminhado no início de janeiro ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, por Ricardo Cappelli, ex-secretário-executivo da pasta, que substituía o então ministro, Flávio Dino, que deve julgar Nikolas Ferreira.</p>



<p>O STF anulou duas condenações de Lula na Lava Jato, com penas que chegariam a 25 anos de prisão.</p>



<p>O STF também anulou outros 8 processos que investigavam corrupção contra Lula e estavam em andamento. </p>



<p></p>



<p></p>



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		<title>Toffoli abre inquérito contra Moro com acusações de Tony Garcia, outro condenado pelo senador quando foi juiz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 21:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[moro]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Garcia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores apontam suspeita de crimes de concussão, fraude processual, coação, organização criminosa</p>
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<p><strong>Investigadores apontam suspeita de crimes de concussão, fraude processual, coação, organização criminosa</strong></p>



<p>A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT), autorizou abertura de inquérito para investigar o senador Sergio Moro (União-PR) e procuradores do Paraná por supostas irregularidades em uma delação premiada fechada pela Justiça Federal paranaense ainda nos anos 2000, quando o parlamentar era juiz.</p>



<p>Esta não é a primeira vez que Toffoli pede investigação contra integrantes da Lava Jato, operação que recuperou bilhões de reais roubados dos cofres públicos. </p>



<p>Em setembro do ano passado, ao anular provas e o acordo de leniência da Odebrecht, em uma decisão que movimenta centenas de processos que envolvem as provas coletadas nesse acordo e que, na prática, pode gerar absolvição de réus, o ministro do STF determinou que os responsáveis pelo acordo fossem investigados.</p>



<p>Desta vez, o inquérito aberto por Toffoli tem como base denúncias e depoimentos do também condenado pela justiça, Tony Garcia, que foi quem fechou a delação premiada com Moro na época e hoje diz que cometeu crimes a mando do ex-juiz, que o teria ordenado gravar autoridades com foro privilegiado.</p>



<p>Garcia foi condenado por fraude no Consórcio Nacional Garibald, no qual era um dos sócios e ficou preso 81 dias, em 2006. Nas acusações que faz agora, diz ter sido usado por Moro e pelos procuradores do Ministério Público Federal em Curitiba para espionar e gravar outros investigados. </p>



<p>Em julho do ano passado, Garcia divulgou nas redes sociais o áudio de uma suposta gravação de conversa com o ex-juiz, na qual os dois falam sobre a sentença que o então magistrado daria a ele.</p>



<p>O empresário fez a denúncia e prestou depoimentos para a Polícia Federal no ano passado. O material embasou o pedido da PGR pela abertura de um inquérito. Agora, com a autorização da abertura de inquérito, Moro e os demais citados terão a oportunidade de se defender. O inquérito corre sob sigilo. <br>“<em>Bem examinados os autos, verifico, diante da manifestação da Procuradoria-Geral da República que reproduz também a representação formulada pela Polícia Federal, mostra-se necessária a instauração de inquérito neste Supremo Tribunal Federal para investigação sobre os fatos narrados, nos exatos termos em que pleiteados, na medida em que demonstrada a plausibilidade da investigação de condutas, em tese, tipificadas como crime</em>”, escreveu Toffoli, na decisão.</p>



<p>Moro nega qualquer irregularidade e sempre busca desqualificar as acusações de Tony Garcia, que classifica como perseguição. Veja nota divulgada nesta segunda-feira (15) pela assessoria do senador:</p>



<p><em>O senador informa que sua defesa não teve acesso aos autos e reafirma que não houve qualquer irregularidade no processo de quase vinte anos atrás. Nega, ademais, os fatos afirmados no fantasioso relato do criminoso Tony Garcia, a começar por sua afirmação de que “não cometeu crimes no Consórcio Garibaldi”.</em></p>



<p></p>
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