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	<title>Arquivo de Lei da ficha limpa - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Lei da ficha limpa - BSB REVISTA</title>
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		<title>Gilmar suspende julgamento sobre flexibilização da Lei da Ficha Limpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 21:35:39 +0000</pubDate>
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<h2 class="wp-block-heading">Ministro do STF pediu vistas ao processo em que Cármen Lúcia e Luiz Fux votaram para derrubar as mudanças que beneficiam condenados por corrupção e outros crimes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu nesta quinta-feira (28), vista no julgamento da ação que discute a flexibilização da Lei da Ficha Limpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros Cármen Lúcia e Luiz Fux votaram para derrubar as mudanças na Lei da Ficha Limpa que podem permitir que políticos condenados retornem às urnas nas eleições deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o pedido de vista de Gilmar Mendes, que significa mais tempo para análise do caso, o julgamento foi suspenso. <strong>O ministro tem 90 dias para devolver o caso ao plenário. Ou seja, até o fim do mês de agosto.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os casos mais emblemáticos, estão os do do ex-governador do DF José Roberto Arruda (PSD), primeiro governador no Brasil a ser preso por corrupção no exercício do cargo, o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais alterações na Lei da Ficha Limpa foi a criação do teto de 12 anos de inelegibilidade no caso de sucessivas condenações decorrentes de improbidade administrativa. Esse é um dos trechos que Cármen Lúcia e Fux votaram para derrubar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma pode produzir efeito cascata pelo país, beneficiando prefeitos, vereadores e outros condenados por corrupção e outros crimes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora, Cármen Lúcia, disse que as alterações na Lei da Ficha Limpa, realizadas pela Lei Complementar nº 219/2025, “estabelecem <strong>cenário de patente retrocesso</strong> ao que se tinha estabelecido como instrumento de garantia dos princípios republicanos, da probidade administrativa e da moralidade pública”.</p>
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		<title>Cármen Lúcia, relatora,  vota para derrubar flexibilização da Lei da Ficha Limpa</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/05/22/carmen-lucia-relatora-vota-para-derrubar-flexibilizacao-da-lei-da-ficha-limpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Contra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Julgamento de ADI que questiona a flexibilização da Lei da Ficha Limpa teve início nesta sexta-feira em Plenário Virtual A ministra Cármen Lúcia abriu, nesta [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Julgamento de ADI que questiona a flexibilização da Lei da Ficha Limpa teve início nesta sexta-feira em Plenário Virtual</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Cármen Lúcia abriu, nesta sexta-feira (22), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7881) no Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) e manifestou-se pela inconstitucionalidade das mudanças promovidas na Lei da Ficha Limpa. Relatora da ação, ela considerou as alterações previstas na Lei Complementar nº 219/2025 um “patente retrocesso” que enfraquece princípios centrais da administração pública, como a probidade e a moralidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">No voto de relatoria, Cármen Lúcia atacou, em termos jurídicos e práticos, a mudança do marco inicial para contagem dos prazos de inelegibilidade e o estabelecimento de um teto para acumulação de inelegibilidades. Para a ministra, vincular o termo inicial apenas à data da condenação — em vez de ao cumprimento da pena ou a outro marco temporal mais protetivo — e limitar a soma das inelegibilidades em determinadas hipóteses cria um quadro jurídico que facilita a reabilitação eleitoral de agentes políticos condenados por crimes contra a administração pública e dilui a eficácia sancionatória prevista pela Lei Complementar nº 64/1990.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Constituição exige que se preserve a moralidade e a probidade na vida pública. Modificações que reduzam, artificiosamente, os efeitos de instrumentos instituídos para proteger a integridade do processo eleitoral e a confiança da sociedade nas instituições configuram retrocesso inaceitável”, afirmou a ministra ao explicar seu voto. Ela sustentou que a nova redação favorece interpretações que, na prática, reduzem substancialmente os períodos de inelegibilidade e introduzem critérios de cálculo que beneficiam a reabilitação política de condenados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objeto da ADI são essencialmente as alterações promovidas pelas alíneas b, c, e, k e l do inciso I do artigo 1º e pelo § 8º do mesmo artigo da Lei da Ficha Limpa, consolidadas pela Lei Complementar nº 219/2025. Entre as mudanças questionadas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a contagem do prazo de inelegibilidade passar a correr a partir da data da condenação, e não mais do cumprimento da pena;</li>



<li>a previsão de teto de 12 anos para cumulatividade de inelegibilidades em casos de múltiplas condenações;</li>



<li>regras que, na interpretação da relatora, impedem a cumulação automática de novos prazos de inelegibilidade a cada condenação subsequente nos termos anteriormente vigentes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cármen Lúcia ilustrou os efeitos práticos: em hipóteses de múltiplas condenações, uma segunda condenação ocorrida no fim do prazo imposto pela primeira não deflagraria automaticamente um novo período de inelegibilidade de oito anos, como ocorria sob a redação anterior, mas apenas estenderia a inelegibilidade até atingir o limite total de 12 anos calculado a partir da primeira condenação. Para a relatora, esse mecanismo reduz a punitive efficacy (eficácia sancionatória) da Lei da Ficha Limpa e cria brechas que podem permitir o retorno precoce à vida política de agentes comprovadamente condenados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento tramita no Plenário Virtual — mecanismo do STF em que cada ministro registra eletronicamente seu voto sem debate presencial. Cármen Lúcia foi a primeira a votar; no momento há dez ministros aptos a compor o Plenário (há uma vaga não preenchida no Supremo), de modo que, após o voto da relatora, restam <strong>nove ministros</strong> para registrar posição até o encerramento do prazo. O sistema do Plenário Virtual fixa data-limite para os registros eletrônicos, e, neste caso, o prazo para conclusão do julgamento foi estabelecido para 29 de maio de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ADI 7881 foi proposta pelo partido Rede Sustentabilidade no dia em que a nova lei foi sancionada, em 30 de setembro de 2025. A ação chega ao Supremo com forte caráter de urgência, dada a proximidade do calendário eleitoral: a decisão terá efeito prático imediato sobre a elegibilidade de candidatos nas eleições gerais de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O potencial impacto da decisão mobiliza partidos, assessorias jurídicas e pré-candidatos. Caso o STF confirme, no voto de maioria, a inconstitucionalidade das alterações, voltará a vigorar o regime anterior de interpretação da Lei da Ficha Limpa, com efeitos diretos sobre a elegibilidade de políticos com condenações transitadas em julgado ou ainda sujeitas a efeitos de inelegibilidade conforme o texto original da lei complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia traz à tona um debate antigo: equilibrar garantias individuais e o princípio da presunção de inocência com o interesse público de preservação da moralidade administrativa e da confiança nas instituições democráticas. Os ministros que ainda registrarão voto deverão avaliar não apenas a compatibilidade formal das alterações com o texto constitucional, mas também os efeitos práticos que o novo regime produz sobre a tutela da probidade e sobre a segurança jurídica do processo eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão virtual seguirá até o prazo regimental. Após o registro dos votos, o acórdão será disponibilizado no site do STF e no Diário de Justiça Eletrônico, com fundamentação e eventual modulação de efeitos, se aprovada a declaração de inconstitucionalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Arruda, Cunha e Garotinho não podem ser candidatos,  dizem ex-ministros que discordam de retroatividade na Lei da Ficha Limpa</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2025/10/07/arruda-cunha-e-garotinho-nao-podem-ser-candidatos-dizem-ex-ministros-que-discordam-de-retroatividade-na-lei-da-ficha-limpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arruda]]></category>
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		<category><![CDATA[Inelegíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças recentes na Lei da Ficha Limpa reacenderam o debate sobre a possibilidade de beneficiar políticos já condenados, como o ex-governador do Distrito Federal José [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mudanças recentes na Lei da Ficha Limpa reacenderam o debate sobre a possibilidade de beneficiar políticos já condenados, como o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. No entanto, especialistas em direito eleitoral e ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmam que as alterações não têm efeito retroativo para alcançar casos já julgados e transitados em julgado, como o de Arruda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que as mudanças não retroagem?</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o professor da USP e ex-ministro do TSE Carlos Horbach, o Supremo Tribunal Federal já decidiu, em discussões semelhantes sobre improbidade administrativa (Tema 1.199), que deve prevalecer o princípio da moralidade administrativa, e não o da retroatividade da lei mais benéfica. Assim, a nova legislação não irá “anular” automaticamente sentenças que já resultaram em inelegibilidade, mantendo sua eficácia para impedir candidaturas de políticos condenados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não se pode tomar como pacífico o entendimento de que a regra mais benéfica será aplicada de modo amplo e automático aos casos já julgados, pois o Supremo Tribunal Federal já relativizou essa retroatividade em discussões semelhantes, como ocorrido quando do julgamento da constitucionalidade das alterações da Lei de Improbidade”, explicou o ex-ministro e professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro do STF Marco Aurélio Mello reforça o entendimento: “se não se trata de aplicação de lei penal, a retroatividade é imprópria”. Isso significa que alterações em leis eleitorais — como a Ficha Limpa — não podem ser aplicadas para modificar decisões definitivas previamente proferidas pela Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vetos e articulação do governo</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso Nacional aprovou em setembro uma reforma que buscava unificar prazos e regras de inelegibilidade, reduzindo penalidades e prevendo retroatividade para incluir processos e condenações já ocorridas. O presidente Lula, no entanto, vetou dispositivos fundamentais do projeto — entre eles, justamente os artigos que tratavam da aplicação retroativa e imediata da nova lei sobre casos passados, como os de Arruda, Anthony Garotinho e Eduardo Cunha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificativa do governo é clara: permitir retroatividade comprometeria a segurança jurídica e afrontaria decisões consolidadas pelo STF. O Executivo destacou ainda que a medida poderia relativizar o princípio constitucional da coisa julgada, minando a estabilidade das regras eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que muda para casos em andamento?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o texto sancionado alterar a contagem do prazo de inelegibilidade — agora a partir da condenação colegiada, e não mais apenas após o trânsito em julgado ou cumprimento da pena —, as novas regras só valem para processos futuros ou em curso. Casos encerrados, como o do ex-governador Arruda, seguem regidos pela legislação vigente no momento do julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vetos presidenciais ainda precisarão ser avaliados pelo Congresso. Caso sejam mantidos, a irretroatividade estará definitivamente assegurada. Se forem derrubados, abre-se espaço para nova onda de discussões judiciais, mas, segundo os principais intérpretes do direito eleitoral, o STF já deixou claro o entendimento pela preservação da moralidade administrativa e da coisa julgada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Arruda, retroatividade na Lei da Ficha Limpa poderia libertar nomes como Garotinho, Cunha, Crivella, Zambelli e muitos outros condenados por corrupção, improbidade administrativa ou abuso do poder, abrindo uma &#8220;porta de retorno&#8221; à política nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros políticos condenados que poderiam ser beneficiados com a retroatividade das mudanças da Lei da Ficha Limpa incluem nomes de destaque no cenário nacional. Entre os principais citados estão o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, e o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Ambos tiveram suas candidaturas barradas por condenações em processos de improbidade administrativa e corrupção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também entram nessa lista ex-prefeitos, parlamentares e lideranças regionais que tiveram sentenças transitadas em julgado nos últimos anos, como Marcelo Crivella, ex-prefeito do Rio de Janeiro, e Carla Zambelli, deputada federal cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que, desde a promulgação da Ficha Limpa, quase 5 mil políticos já foram impedidos de se candidatar por conta das normas de inelegibilidade, podendo ser atingidos por eventual mudança retroativa.</p>
<div id="bsbre-4284342567" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-4258135525" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/10/07/arruda-cunha-e-garotinho-nao-podem-ser-candidatos-dizem-ex-ministros-que-discordam-de-retroatividade-na-lei-da-ficha-limpa/">Arruda, Cunha e Garotinho não podem ser candidatos,  dizem ex-ministros que discordam de retroatividade na Lei da Ficha Limpa</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Senado rasga Lei da Ficha Limpa e favorece políticos condenados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 23:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da ficha limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Rasga]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados segue agora para sanção do presidente Lula O Plenário do Senado aprovou, com 50 votos a [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Projeto que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados segue agora para sanção do presidente Lula </h6>



<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Senado aprovou, com 50 votos a 24, o projeto que altera a forma de contagem do prazo de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa. O texto aprovado unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade para os políticos impedidos de se candidatar. O projeto, relatado pelo senador Weverton (PDT-MA), segue para sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, os oito anos começam a contar após o fim do mandato, o que pode estender o prazo para mais de 15 anos. O projeto aprovado antecipa o início da contagem para a condenação ou a renúncia e unifica em oito anos o período de inelegibilidade, com limite de 12 anos em caso de múltiplas condenações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo de inelegibilidade de oito anos passará a ser contado a partir de uma das seguintes datas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>da decisão que decretar a perda do mandato;</li>



<li>da eleição na qual ocorreu prática abusiva;</li>



<li>da condenação por órgão colegiado; ou</li>



<li>da renúncia ao cargo eletivo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto altera o início da contagem do prazo e a duração da inelegibilidade por crimes que tenham como consequência a proibição de disputar eleições. Se sancionadas, as novas regras poderão ser aplicadas imediatamente e podem até mesmo beneficiar políticos já condenados. Para o senador Weverton, o texto estabelece &#8220;mais objetividade e segurança jurídica&#8221; ao fixar o início e o final da contagem das inelegibilidades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também fixa um máximo de 12 anos para condenações por inelegibilidade, mesmo em casos de condenações sucessivas em processos diferentes. E veda a possibilidade de mais de uma condenação por inelegibilidade no caso de ações ajuizadas por fatos relacionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto original é da deputada Dani Cunha (União-RJ), filha do ex-deputado Eduardo Cunha. A Lei da Ficha Limpa completou 15 anos de vigência em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado também fixa um máximo de 12 anos para condenações por inelegibilidade, mesmo em casos de condenações sucessivas em processos diferentes. E veda a possibilidade de mais de uma condenação por inelegibilidade no caso de ações ajuizadas por fatos relacionados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="860" height="570" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17568543797223712103101175633151.jpg" alt="" class="wp-image-33342" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17568543797223712103101175633151.jpg 860w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17568543797223712103101175633151-600x398.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17568543797223712103101175633151-768x509.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 860px) 100vw, 860px" /><figcaption class="wp-element-caption">senador Weverton (PDT-MA)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Weverton acatou mudanças redacionais propostas pelo senador Sérgio Moro (União-PR). Assim, ficou garantido no texto aprovado que a contagem do prazo de inelegibilidade será apenas após o cumprimento da pena no caso de vários crimes, entre eles crimes contra a administração pública, de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, de tráfico de entorpecentes e drogas afins, de racismo, tortura, terrorismo, crimes contra a vida, contra a dignidade sexual, praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderão ser beneficiados pela alteração na Lei da Ficha Limpa aprovada no Senado em setembro de 2025, com a unificação de prazo de inelegibilidade para oito anos contados a partir da condenação, cassação ou renúncia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>José Roberto Arruda (ex-governador do Distrito Federal)</li>



<li>Eduardo Cunha (ex-presidente da Câmara dos Deputados, cassado em 2016)</li>



<li>Anthony Garotinho (ex-governador do Rio de Janeiro)</li>



<li>Dani Cunha (deputada federal, autora do projeto, filha de Eduardo Cunha)</li>



<li>Diversos outros parlamentares cassados, prefeitos, vice-prefeitos, governadores e vereadores condenados por crimes eleitorais, improbidade administrativa, corrupção e outros ilícitos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei da Ficha Limpa surgiu a partir de uma <strong>mobilização popular que reuniu mais de 1,5 milhão de assinaturas </strong>para apresentar um projeto de lei de iniciativa popular ao Congresso Nacional. O movimento foi liderado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), com apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa campanha, iniciada em 1997 com a Comissão Brasileira de Justiça e Paz da CNBB, tendo como tema a moralidade na política, teve seu ápice em 2009 quando o projeto de lei foi formalmente entregue ao Congresso acompanhado das assinaturas de apoio. O objetivo principal era ampliar a inelegibilidade de políticos condenados, para proteger a probidade administrativa e moralid</p>
<div id="bsbre-1935076731" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-197305475" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2025/09/02/senado-rasga-lei-da-ficha-limpa-e-favorece-politicos-condenados/">Senado rasga Lei da Ficha Limpa e favorece políticos condenados</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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