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	<title>Arquivo de Toffoli - BSB REVISTA</title>
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	<title>Arquivo de Toffoli - BSB REVISTA</title>
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		<title>EUA citam Toffoli no tarifaço contra o Brasil: &#8221; sérios conflitos de interesse&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório dos EUA menciona decisão de Dias Toffoli sobre a Lava Jato e reproduz críticas da OCDE e da Transparência Internacional O relatório divulgado nesta [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Relatório dos EUA menciona decisão de Dias Toffoli sobre a Lava Jato e reproduz críticas da OCDE e da Transparência Internacional</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="419" height="279" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780432619810719947929815459872.jpg" alt="" class="wp-image-38181"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório divulgado nesta terça-feira (2) pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) citou o ministro Dias Toffoli (<a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF</a>) ao tratar da política anticorrupção brasileira na investigação comercial aberta pelo governo de Donald Trump contra o Brasil. Toffoli foi citado pelo governo de Donald Trump como um exemplo de fragilidade do Brasil no combate à corrupção, usada como uma das justificativas para a proposta de imposição de <strong>tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na seção dedicada ao combate à corrupção, o documento reproduz avaliações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Transparência Internacional sobre decisões que atingiram desdobramentos da Operação Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório lembra que a OCDE manifestou preocupação com a anulação de provas do acordo de leniência firmado pela Odebrecht, atual Novonor, proferida por Toffoli em setembro de 2023. Segundo o relatório, a medida “<strong>tratou do maior esquema transnacional de corrupção da história e levou à anulação de mais de uma centena de casos no Brasil</strong>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O USTR aponta que, em 2024, “as penalidades impostas no âmbito da Operação Lava Jato a empresas que haviam confessado corrupção em larga escala foram suspensas e autorizadas a serem  renegociadas”. O relatório acrescenta que essas renegociações receberam críticas por avançarem “<strong>sem transparência e com sérios conflitos de interesse</strong>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento reproduz também manifestação da Organização dos Estados Americanos (OEA), segundo a qual as medidas adotadas pelo Brasil “correm o risco de minar a confiança pública no uso desses acordos e podem contribuir para uma sensação de <strong>insegurança jurídica</strong> para as pessoas jurídicas”.</p>
<div id="bsbre-1221875612" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-3368629309" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/06/02/eua-citam-toffoli-no-tarifaco-contra-o-brasil-serios-conflitos-de-interesse/">EUA citam Toffoli no tarifaço contra o Brasil: &#8221; sérios conflitos de interesse&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>CPI pede indiciamento de Moraes, Toffoli, Gilmar e do PGR Paulo Gonet</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/04/14/cpi-pede-indiciamento-de-moraes-toffoli-gilmar-e-do-pgr-paulo-gonet/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Indiciamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório final da CPI do Crime Organizado, apresentado nesta terça-feira (14) no Senado Federal, propõe o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório final da CPI do Crime Organizado, apresentado nesta terça-feira (14) no Senado Federal, propõe o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes — além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O documento foi elaborado pelo relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), e será submetido à votação dos membros do colegiado antes do encerramento dos trabalhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 200 páginas, o relatório sustenta que as condutas atribuídas às autoridades seriam incompatíveis com o exercício das funções institucionais e teriam comprometido, direta ou indiretamente, investigações relacionadas à atuação do crime organizado no sistema financeiro e em estruturas do Estado. A CPI afirma que, ao longo das apurações, encontrou elementos que apontariam para interferências e decisões judiciais que, na avaliação dos parlamentares, teriam contribuído para restringir ou inviabilizar medidas investigativas consideradas essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CPI foi instalada em fevereiro de 2026 com o objetivo formal de investigar a infiltração de organizações criminosas no sistema financeiro e em setores estratégicos da administração pública. Inicialmente, o foco esteve concentrado em suspeitas de lavagem de dinheiro, circulação de recursos ilícitos e uso de instituições financeiras para blindagem patrimonial. No entanto, os trabalhos avançaram para uma linha mais ampla, que passou a incluir a análise de decisões judiciais e a atuação de autoridades com foro privilegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório aponta que a comissão se deparou com obstáculos institucionais ao tentar aprofundar diligências, incluindo decisões do Supremo Tribunal Federal que suspenderam quebras de sigilo, limitaram a coleta de dados e anularam medidas aprovadas pelos parlamentares. A reação da CPI foi imediata: senadores passaram a defender que o Judiciário teria interferido nos trabalhos do Legislativo, o que alimentou um embate público e elevou o tom político da investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento final, o senador Alessandro Vieira afirma que o ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/02/toffoli-tambem-voava-em-jato-de-vorcaro-ministro-voou-rumo-ao-resort-tayaya-envolvido-no-caso-master/">Dias Toffoli</a> teria mantido condutas que levantariam suspeitas de conflito de interesse em processos e decisões relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master e o ex-CEO da instituição, Daniel Vorcaro. A CPI menciona mensagens e registros que, segundo os parlamentares, sugeririam proximidade e relações indevidas, apontando risco de comprometimento da imparcialidade exigida de um magistrado da Suprema Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/04/08/master-r-80-milhoes-de-golpista-foram-para-esposa-de-moraes-segundo-receita/">Alexandre de Moraes</a> é citado por supostamente não ter se declarado impedido em situações nas quais haveria, segundo o relatório, possível conflito de interesse. A CPI menciona a atuação profissional de familiares e vínculos indiretos com estruturas jurídicas associadas a agentes sob investigação, defendendo que o ministro deveria ter adotado postura de afastamento formal em determinadas análises processuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o ministro <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/19/gilmar-blinda-toffoli-e-anula-quebra-de-sigilo-de-fundo-ligado-a-resort-tayaya/">Gilmar Mendes</a> é acusado de ter tomado decisões que, na avaliação do relatório, enfraqueceram ou inviabilizaram medidas investigativas conduzidas pela CPI. A comissão cita determinações que suspenderam quebras de sigilo e chegaram a ordenar a inutilização de dados obtidos, o que foi interpretado pelos parlamentares como um esvaziamento deliberado do poder de investigação do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador-geral da República, <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/10/gonet-moraes-toffoli-e-andrei-rodrigues-degustaram-r-33-milhoes-da-grana-roubada-por-vorcaro-so-em-uisque-num-pub-na-inglaterra/">Paulo Gonet, </a>aparece no relatório sob a acusação de omissão diante de indícios que, segundo a CPI, exigiriam providências do Ministério Público Federal. O documento sustenta que a PGR teria deixado de agir em tempo hábil para aprofundar apurações envolvendo autoridades e estruturas financeiras suspeitas, o que teria contribuído para manter lacunas investigativas e dificultar responsabilizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos pedidos de indiciamento, o relatório também apresenta um diagnóstico amplo sobre o avanço de facções criminosas, milícias e redes de lavagem de dinheiro no país, apontando que o crime organizado teria se sofisticado ao se infiltrar em setores formais da economia e buscar proteção institucional por meio de mecanismos jurídicos e financeiros. O texto inclui recomendações para endurecimento de normas de rastreamento de movimentações financeiras, fortalecimento de órgãos de controle e ampliação de mecanismos de transparência em operações bancárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação do relatório provocou forte repercussão política. Parlamentares que apoiaram a CPI afirmam que o Senado tem o dever de reagir a decisões que consideram abusivas e defendem que o relatório representa um “marco” na tentativa de expor o que chamam de blindagem institucional. Por outro lado, críticos da comissão acusam a CPI de extrapolar suas atribuições e transformar o colegiado em instrumento de enfrentamento ao Supremo Tribunal Federal, elevando o risco de crise entre os Poderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a votação do relatório, a CPI entra em sua fase final. Caso o texto seja aprovado, o documento poderá ser encaminhado às instâncias competentes para análise, incluindo a Mesa do Senado e órgãos de persecução penal, dependendo do enquadramento jurídico. No caso de crimes de responsabilidade, os pedidos podem alimentar discussões sobre abertura de processos políticos, como eventual impeachment, ainda que o avanço dessas medidas dependa de decisão do Congresso e de articulações internas no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, os ministros citados e o procurador-geral da República ainda não apresentaram manifestação pública detalhada sobre o teor do relatório. Nos bastidores, a expectativa é de que as reações institucionais se intensifiquem após a votação, com possibilidade de contestação jurídica e novas disputas sobre os limites de atuação de CPIs diante de autoridades com prerrogativa de foro.</p>
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		<title>Toffoli também voava  em jato de Vorcaro; ministro voou rumo ao resort Tayayá envolvido no caso Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não era só o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua milionária esposa, Viviane Barci quem voavam nos aviões da quadrilha [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não era só o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua milionária esposa, Viviane Barci quem <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/31/alexandre-de-moraes-8-voos-e-daniel-vorcaro-o-que-se-sabe-sobre-o-uso-de-jatos-ligados-ao-banco-master/">voavam nos aviões da quadrilha organizada que cometeu o maior golpe no Mercado Financeiro do Brasil</a>.  O também ministro Dias Toffoli, do STF, embarcou em 4 de julho de 2025 em um jato executivo da Prime Aviation, empresa ligada a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, rumo ao resort Tayayá, no interior do Paraná. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A viagem confirmada por documentos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ocorre em meio a investigações sobre fraudes no banco, das quais Toffoli foi  relator e afastado apósinvestigaçõesda Polícia Federal, desmoralizá-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conexões familiares e o resort Tayayá</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O destino da viagem, o Tayayá Resort, já foi alvo de suspeitas na Operação Master. Primo em primeiro grau de Toffoli – Mário Umberto Degani, e os irmãos do ministro, José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli – eram sócios da Maridit, administradora do Tayayá até, quando venderam participação ao Fundo Arleen, financiado por Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, com cerca de R$ 20 milhões. A empresa familiar de Toffoli, Maridt, também teve participação no empreendimento, conforme admitido pelo ministro em nota de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios da Polícia Federal (PF), enviados ao STF em fevereiro de 2026, citam Toffoli em conversas entre Vorcaro e Zettel sobre o resort, levantando questionamentos éticos. Toffoli negou qualquer amizade íntima com Vorcaro ou recebimento de valores, afirmando que a Maridt saiu do negócio antes da chegada do inquérito ao seu gabinete, em novembro de 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toffoli assume relatoria do caso</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro de 2025, Toffoli puxou para si a relatoria do inquérito sobre o Banco Master, sob investigação por supostas fraudes financeiras. A decisão ocorreu após denúncias de uso irregular de recursos e laranjas em operações, incluindo possíveis elos com o Tayayá. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Preocupações éticas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A viagem com advogado de investigado já havia gerado debate em dezembro de 2025, quando Toffoli voou em jato particular com Augusto Arruda Botelho, defensor de diretor do Master, para assistor a final da Libertadores no Chile. Levantamentos indicam pelo menos 10 voos de jatinho por Toffoli em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso Master segue sob sigilo no STF, com Vorcaro como principal investigado. A PF apura se irmãos e primo de Toffoli atuaram como laranjas em esquemas, de ocultaçãode bens e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Gilmar blinda Toffoli e anula quebra de sigilo de fundo ligado a resort Tayayá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Blinda]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[gilmar mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ministro do STF, até que o plenário da Corte decida sobre o tema, o procedimento é excepcional e não constitui ato próprio de investigação [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Para ministro do STF, até que o plenário da Corte decida sobre o tema, o procedimento é excepcional e não constitui ato próprio de investigação</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes anulou, na manhã desta quinta-feira (19), a quebra de sigilo do fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundo comprou a fatia da empresa Maridt, ligada ao ministro Dias Toffoli, em um resort no Paraná.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gilmar Mendes, <strong>até que o plenário da Corte decida sobre o tema</strong>, o procedimento é excepcional e, portanto, <strong>não constitui ato próprio de investigação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mostra-se necessária a observância dos requisitos mínimos inerentes à fundamentação a respeito de atos que repercutem de forma direta e com tamanha gravidade sobre direitos fundamentais”, alegou Gilmar Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Assim, entendo que, até que sobrevenha deliberação colegiada em sentido diverso, impõe-se prestigiar tal orientação como parâmetro de controle imediato da atuação das Comissões Parlamentares de Inquérito”, acrescentou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quebra de sigilo do fundo Arleen foi aprovada pela CPI do Crime Organizado. <strong>A empresa tinha como único cotista o Fundo Leal.</strong> Entre 2021 e 2025, Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, foi o único investidor da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilmar mandou oficiar a decisão ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ao presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-SE), e ao Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outra anulação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a segunda decisão do decano em favor do integrante do STF.&nbsp;Em fevereiro, ele anulou a quebra dos sigilos bancários, fiscal e telemático da Maridt, empresa que tem, entre os sócios, o ministro Dias Toffoli e seus irmãos: o engenheiro José Ticiano Dias Toffoli e o padre José Eugênio Dias Toffoli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Inquérito das Fake News: sete anos que transformaram STF em polícia, vítima e juiz ao mesmo tempo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/15/inquerito-das-fake-news-sete-anos-que-transformaram-stf-em-policia-vitima-e-juiz-ao-mesmo-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 16:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Em 14 de março de 2019, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, tomou uma decisão que mudaria profundamente [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Por Victório Dell Pyrro </h6>



<p class="wp-block-paragraph">Em 14 de março de 2019, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, tomou uma decisão que mudaria profundamente a relação entre o Judiciário e a liberdade de expressão no Brasil. Sem provocação do Ministério Público, sem prazo definido e sem objeto claramente delimitado, Toffoli abriu de ofício o chamado <strong>Inquérito 4781</strong>, destinado a investigar “fake news, calúnias, ameaças e infrações à honorabilidade do STF e de seus membros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A condução foi entregue diretamente ao ministro Alexandre de Moraes. A partir desse momento, o Supremo passou a desempenhar simultaneamente três papéis incompatíveis entre si: vítima, investigador e julgador. O modelo rompeu com o sistema acusatório previsto na Constituição — no qual investigar é função da polícia, acusar é tarefa do Ministério Público e julgar compete ao Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito nasceu sem limites claros e rapidamente passou a operar como uma estrutura paralela dentro do Supremo, com poderes amplos e sem controle externo. Em vez de investigar crimes específicos, o procedimento foi moldado para alcançar qualquer crítica considerada ofensiva à Corte ou a seus integrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira grande controvérsia surgiu poucas semanas depois da abertura do inquérito. Em 11 de abril de 2019, a revista <strong>Crusoé</strong> e o site <strong>O Antagonista</strong> publicaram a reportagem intitulada <strong>“O amigo do amigo do meu pai”</strong>. A matéria revelava trecho de delação do empresário Marcelo Odebrecht na Operação Lava Jato. Segundo o delator, um e-mail interno da construtora mencionava o codinome “amigo do amigo do meu pai” ao tratar de interesses ligados às hidrelétricas do Rio Madeira — referência que, de acordo com ele, seria a Dias Toffoli, que havia sido advogado-geral da União entre 2007 e 2009.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação foi imediata. O relator do inquérito, Alexandre de Moraes, determinou a retirada imediata da reportagem do ar, fixou multa de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento e ordenou que os responsáveis prestassem depoimento à Polícia Federal em até 72 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o primeiro episódio explícito de censura judicial dentro do inquérito.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="640" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17735885912726960443827875664463.jpg" alt="" class="wp-image-36498" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17735885912726960443827875664463.jpg 480w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17735885912726960443827875664463-450x600.jpg 450w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption class="wp-element-caption">Capa da reportagem de Crusoé sobre o Amigo do Amigo do Meu Pai- Foto Crusoé</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República, então comandada por Raquel Dodge, declarou que não havia recebido o documento citado pela reportagem e classificou a informação como falsa. Mesmo assim, a decisão de censura provocou uma reação institucional imediata. O ministro Marco Aurélio Mello criticou duramente a medida, juristas apontaram violação frontal à liberdade de imprensa e a própria Ordem dos Advogados do Brasil questionou o procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da pressão pública, Moraes acabou revogando a ordem. Mas o dano já estava feito: os veículos haviam sido censurados e o precedente havia sido criado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A origem do inquérito também levantou suspeitas de conflito de interesses. Foi o próprio Dias Toffoli quem abriu o procedimento e escolheu diretamente Alexandre de Moraes como relator. Mensagens divulgadas à época mostraram que Toffoli havia solicitado providências após receber, via WhatsApp, a reportagem da Crusoé que citava seu nome. Em mensagens internas, ele se referiu ao conteúdo como “mentiras ignóbeis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para críticos, o episódio evidenciou o que consideram a verdadeira natureza do inquérito: um mecanismo criado para blindar integrantes da Corte contra investigações e críticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de sete anos, o procedimento cresceu e passou a atingir uma lista cada vez mais ampla de investigados — mais de cem pessoas, segundo estimativas divulgadas por veículos de imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os jornalistas e comunicadores investigados estão Allan dos Santos, atualmente nos Estados Unidos e considerado foragido pela Justiça brasileira, Oswaldo Eustáquio, alvo de sucessivas prisões, Rodrigo Constantino, o influenciador Monark e a ativista Sara Winter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo político, o inquérito atingiu parlamentares como Daniel Silveira, condenado a nove anos de prisão pelo STF, além de Carla Zambelli, Bia Kicis, Filipe Barros, Luiz Philippe de Orléans e Bragança e o deputado estadual paulista Douglas Garcia, além do ativista conhecido como Carteiro Reaça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresários também foram incluídos na investigação, entre eles Luciano Hang, dono da Havan, Edgard Corona, fundador da Smart Fit, Reynaldo Bianchi Jr., Otávio Fakhoury e Rey Bianchi. Em alguns casos, o Supremo autorizou quebras de sigilo bancário e fiscal retroativas, alcançando movimentações financeiras entre 2018 e 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem mesmo ex-autoridades escaparam. Em 2019, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot foi alvo de busca e apreensão após declarações polêmicas sobre o Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras figuras atingidas incluem o ex-deputado Roberto Jefferson, o militar Winston Rodrigues Lima e até o empresário bilionário <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/03/pgr-pede-arquivamento-de-inquerito-contra-elon-musk-no-stf/">Elon Musk</a>, envolvido em um confronto institucional com o STF em 2024 após decisões que determinaram bloqueios e remoções de contas na plataforma X.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio de 2020, o inquérito atingiu um novo patamar quando mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra 29 pessoas ligadas ao então presidente Jair Bolsonaro, episódio que ficou conhecido como investigação do chamado “gabinete do ódio”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legalidade do procedimento foi questionada diversas vezes. Em 2020, o próprio Supremo analisou a validade do inquérito e decidiu mantê-lo por <strong>10 votos a 1</strong>. O único voto contrário foi novamente do ministro Marco Aurélio Mello, que alertou para o risco institucional de permitir que o tribunal investigasse a si próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, o inquérito tornou-se uma espécie de instrumento permanente dentro da Corte. Foi utilizado em investigações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, em decisões de bloqueio de perfis em redes sociais e em disputas envolvendo plataformas digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após sete anos de funcionamento, o procedimento continua sem prazo de encerramento. Há avaliações de que ele pode permanecer ativo até 2027 ou além.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro do próprio Supremo, o tema também passou a provocar divisões. Divergências recentes entre Edson Fachin e Alexandre de Moraes em delações relacionadas ao caso Banco Master revelaram fissuras internas sobre os limites das investigações conduzidas pela Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para críticos, o Inquérito 4781 se transformou em algo muito distante da investigação original de “fake news”. Na prática, dizem, tornou-se um mecanismo de poder capaz de atingir jornalistas, empresários, políticos e cidadãos comuns que desafiem ou questionem decisões do Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sete anos depois de sua criação, o inquérito permanece como um dos episódios mais controversos da história recente do Judiciário brasileiro. Para defensores, trata-se de uma ferramenta necessária contra campanhas de desinformação e ataques institucionais. Para detratores, é um precedente perigoso que concentrou poderes extraordinários em uma única instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em qualquer análise honesta, porém, um fato é incontornável: um inquérito sem prazo, aberto pela própria corte que se diz vítima e conduzido por ela mesma contra seus críticos, representa uma experiência institucional sem paralelo nas democracias modernas. E justamente por isso continua no centro de um dos debates mais delicados da política e do direito no Brasil contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro episódio recente reacendeu as críticas sobre o alcance e o uso político de estruturas investigativas ligadas ao Supremo. No Maranhão, uma operação de <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/12/entidades-soltam-notas-timidas-apos-moraes-mandar-pf-contra-jornalista-com-apoio-da-pgr/">busca e apreensão foi realizada contra um jornalista que investigava o suposto uso de carro oficial por parentes do ministro Flávio Dino.</a> A investigação jornalística tratava do uso de veículos públicos por familiares do ex-governador e atual ministro da Corte. Mesmo assim, a reação do aparato estatal acabou recaindo sobre o repórter que levantou as informações, com apreensão de equipamentos e materiais de trabalho. O episódio foi interpretado por críticos como mais um sinal de que, quando reportagens atingem figuras poderosas do sistema político-judiciário, a linha entre investigação legítima e intimidação institucional contra a imprensa torna-se perigosamente difusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, outro conjunto de questionamentos vem ganhando espaço nos bastidores de Brasília envolvendo os próprios ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no contexto das investigações que tangenciam o escândalo do Banco Master. No centro das suspeitas aparecem dois pontos sensíveis: o <strong><a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/23/fachin-arquiva-suspeicao-contra-toffoli-no-caso-banco-master-mantendo-atos-da-investigacao/">resort Tayayá</a></strong>, empreendimento ligado à família de Toffoli, citado em discussões sobre relações empresariais e políticas que orbitam o caso, e a contratação de <strong><a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/01/silas-malafaia-acusa-moraes-de-corrupto-e-diz-que-contrato-de-r-129-milhoes-com-master-foi-para-pagar-ministro/">R$ 129 milhões atribuída à Viviane</a></strong>, esposa de Moraes, valor que passou a ser mencionado em debates e questionamentos sobre conexões financeiras no entorno das investigações do Caso Master. Embora nenhuma dessas questões tenha sido plenamente esclarecida no debate público, com notas pífias, a mera coexistência dessas controvérsias com um inquérito que concentra poderes extraordinários nas mãos dos próprios ministros envolvidos reforça a sensação de um sistema em que o escrutínio parece rigoroso para adversários — e muito mais cauteloso quando o foco se aproxima do próprio centro do poder.</p>
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		<title>Toffoli se declara suspeito para julgar caso de CPI do Master</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/11/toffoli-se-declara-suspeito-para-julgar-caso-de-cpi-do-master/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 21:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli decidiu nesta quarta-feira (11) se declarar suspeito para relatar uma ação que pede à Corte que [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/04/toffoli-colocou-vida-de-jornalistas-em-risco-ele-sabia-dos-planos-violentos-de-vorcaro/">Dias Toffoli</a> decidiu nesta quarta-feira (11) se declarar suspeito para relatar uma ação que pede à Corte que determine à Câmara dos Deputados a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o chamado caso do Banco Master. O processo havia sido distribuído ao gabinete do ministro poucas horas antes, por meio do sistema eletrônico de sorteio do tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação judicial questiona a não instalação da CPI na Câmara dos Deputados e busca obrigar a Casa a abrir a investigação parlamentar. O pedido foi apresentado por parlamentares por meio de um mandado de segurança protocolado no Supremo Tribunal Federal. Com a decisão de Toffoli de se declarar suspeito, o processo será redistribuído a outro ministro da Corte, que passará a ser responsável pela análise do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manifestação encaminhada ao tribunal, o ministro informou que se afasta da relatoria por “motivo de foro íntimo”. A legislação processual brasileira permite que magistrados se declarem suspeitos sem a necessidade de detalhar publicamente as razões da decisão. Nesses casos, o processo retorna ao sistema do tribunal para novo sorteio entre os demais ministros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão ocorre em meio às investigações envolvendo o Banco Master e seu controlador, o banqueiro Daniel Vorcaro. O escândalo financeiro envolve suspeitas de irregularidades bilionárias em operações de crédito estruturado, fundos de investimento e negociações de ativos financeiros que passaram a ser alvo de apurações no sistema financeiro e em órgãos de investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso ganhou dimensão política após parlamentares articularem a criação de uma CPI na Câmara dos Deputados para investigar possíveis fraudes, relações com agentes públicos e eventuais impactos no sistema financeiro nacional. A comissão, no entanto, ainda não foi instalada, o que levou à judicialização do tema no Supremo Tribunal Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspeição de Toffoli ocorre também após o nome do ministro ter aparecido em mensagens encontradas pela Polícia Federal durante investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro. O material foi obtido a partir da análise do celular do empresário, apreendido em operações que investigam supostas irregularidades financeiras envolvendo o banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mensagens citariam negociações envolvendo um fundo ligado ao banco que participou da compra do resort Tayayá, empreendimento localizado no Paraná e que já teve participação de empresa associada à família do ministro. Na ocasião, Toffoli afirmou que a operação ocorreu de forma regular e que não mantém qualquer relação pessoal ou financeira com Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores do tribunal, a possível suspeição do ministro já vinha sendo discutida desde o surgimento dessas informações. Embora um pedido formal de afastamento tenha sido arquivado anteriormente, Toffoli acabou optando por se declarar suspeito em processos relacionados ao caso, decisão que agora se repete no pedido de análise da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o afastamento do ministro, o processo que discute a instalação da CPI do Banco Master deverá passar por nova redistribuição entre os integrantes do Supremo Tribunal Federal. O futuro relator decidirá se a Corte pode ou não determinar que a Câmara dos Deputados instale a comissão parlamentar de investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desdobramento do caso é acompanhado com atenção no meio político e financeiro, já que a eventual criação da CPI pode ampliar o alcance das investigações sobre o banco e trazer novas revelações sobre operações financeiras, relações institucionais e possíveis responsabilidades de agentes públicos e privados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Gonet, Moraes, Toffoli e Andrei Rodrigues degustaram R$ 3,3 milhoes da grana roubada por Vorcaro só em uisque, num pub na Inglaterra</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/10/gonet-moraes-toffoli-e-andrei-rodrigues-degustaram-r-33-milhoes-da-grana-roubada-por-vorcaro-so-em-uisque-num-pub-na-inglaterra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Num escândalo que fede mais que uísque velho, azedo, depois de vomitado, o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro – pivô [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/10/gonet-moraes-toffoli-e-andrei-rodrigues-degustaram-r-33-milhoes-da-grana-roubada-por-vorcaro-so-em-uisque-num-pub-na-inglaterra/">Gonet, Moraes, Toffoli e Andrei Rodrigues degustaram R$ 3,3 milhoes da grana roubada por Vorcaro só em uisque, num pub na Inglaterra</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Num escândalo que fede mais que uísque velho, azedo, depois de vomitado, o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro – pivô de investigações sobre golpes bilionários –, bancou uma orgia etílica de R$ 3,3 milhões em degustação de famoso uísque Macallan no elitista George Club, em Londres. Os convidados de honra? Nada menos que os intocáveis, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Paulo Gonet e o chefão da PF, Andrei Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma &#8220;degustação&#8221; que fede a propina disfarçada de luxo, revelada por dados do celular do próprio Vorcaro, vasculhados pela PF e jogados na mesa da CPMI do INSS.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Banquete dos intocáveis em plena farra londrina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Abril de 2024, I Fórum Jurídico Brasil de Ideias – um circo patrocinado pelo Banco Master, com Vorcaro orquestrando a lista de convidados a mando de Moraes, que vetou Joesley Batista como se fosse o porteiro do Olimpo.  Esses sujeitos participam desses eventos picaretas, palestras no exterior com qual justificativa? Nenhuma plausível!. Empresários brasileiros torram dinheiro suspeito no exterior para reunir a nata dos corruptos lá fora. São de uma cara de pau embriagante. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes, o censor-mor do STF, confessa na cara-dura, em sessão secreta de fevereiro para tirar Toffolida artilharia da imprensa e da frente da açãoque investiga o Master: &#8220;Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan&#8221;. Tomaram? Engoliram US$ 640 mil em single malt enquanto o Brasil quebra! Gonet, o guardião da lei como PGR, Toffoli, o rei das relatorias suspeitas, e Andrei, o cão de guarda da PF, riam e brindavam, alheios ao ridículo. Daí vem a explicação das camadas de Gonet, depois cobradas por André Mendonça publicamente. Será que ainda estava inebriado pela bondade de Vorcaro?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vorcaro, o &#8220;benfeitor&#8221; com ações na manga</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Banco Master, enrolado em 27 processos no STJ e petições gordas no STF sob Gilmar Mendes (CSLL), não economizou: financiou Tony Blair e ainda sobrou grana para embebedar os árbitros do seu destino judicial. Vorcaro consultava Moraes por WhatsApp para aprovar a plateia VIP – um lobby escancarado, com Temer, Lewandowski e Alcolumbre na roda. E o resultado? Até agora quase nada mas a esperança é Mendonça, depois que Toffoli  foi afastado da relatoria do caso Master por suspeição, atos validados, e a CPMI do INSS lambendo os beiços com 221 arquivos do celular do banqueiro. Propina em garrafas de R$ 15 mil cada? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não importa. Importa é que essa cambada toda tem de ser punida. Prisão exemplar. Estamos numa ditadura criminosa sob mão de ferro de gente como Moraes, Gonet e sua turma. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Gonet, Moraes, Toffoli e Andrei: a quadrilha do Macallan</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Gonet, que deveria caçar corruptos, aceita carona etílica de investigado. Moraes, ditador digital que cala a direita, vira garçom de Vorcaro ganhando gorjetaalta: ao menos R$130 milhões. Toffoli, o suspeito crônico, some da relatoria mas embolsa o trago. Andrei Rodrigues, chefe da PF que &#8220;investiga&#8221; o próprio benfeitor, finge que é coincidência. Isso não é erro de etiqueta: é crime gritante, abuso de poder e conluio descarado. PREVARICAÇÃO. O povo paga a conta enquanto esses quatro enchem a cara na Inglaterra, com dinheiro roubado do bolso do contribuinte brasileiro e se empanturram de luxo impune. Cadê a PF para prender essa turma? Ah, Andrei manda nela… CPI já! </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Senadores conseguem  assinaturas para abrir CPI contra Toffoli e Moraes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 17:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
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<h6 class="wp-block-heading">Senador anunciou que colheu as 27 assinaturas necessárias para dar início ao processo de abertura da CPI</h6>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou nesta segunda-feira (9), que alcançou o número mínimo de assinaturas necessárias para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Senado destinada a investigar a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no contexto das investigações envolvendo o Banco Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o parlamentar, o requerimento já conta com ao menos 27 assinaturas de senadores — o mínimo exigido pelo regimento interno do Senado para a instalação de uma CPI. A comissão, caso seja formalmente protocolada e autorizada pela presidência da Casa, terá como objetivo examinar possíveis relações institucionais, pessoais ou financeiras entre os ministros do Supremo e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do banco e atualmente investigado em diversos procedimentos relacionados a supostas fraudes financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vieira afirmou que a iniciativa não tem caráter de julgamento prévio, mas pretende esclarecer fatos que ganharam relevância pública nas últimas semanas. Segundo o senador, a investigação parlamentar buscaria verificar se houve eventual conflito de interesses ou interferências indevidas em processos judiciais ligados ao caso. “Não há condenação antecipada. O que se busca é transparência e a aplicação da lei de forma igual para todos”, declarou o parlamentar ao comentar a coleta de assinaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido de CPI acontece em meio à escalada das investigações envolvendo o <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/09/celular-de-comparsa-de-vorcaro-assombra-ainda-mais-depois-de-moraes-cair-no-caso-master/">Banco Master e seu controlador</a>. Daniel Vorcaro foi alvo de operações policiais e chegou a ser preso sob suspeita de obstrução de justiça. As investigações apuram esquemas envolvendo crédito consignado, movimentações financeiras suspeitas e possíveis mecanismos de lavagem de dinheiro que teriam causado prejuízos bilionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte da controvérsia política que motivou o pedido de investigação no Senado envolve informações divulgadas durante as apurações, incluindo registros de mensagens entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de contratos que teriam sido firmados entre empresas ligadas ao banco e o escritório da advogada Viviane Barci, esposa do magistrado. Também surgiram questionamentos sobre conexões empresariais que envolveriam familiares do ministro Dias Toffoli e operações financeiras relacionadas a fundos de investimento, alémde decisões no inquéritoque apura as fraudes do Master quando Toffoliera relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da repercussão dessas revelações, Toffoli decidiu se declarar impedido de continuar relatando processos ligados ao caso no Supremo Tribunal Federal. A relatoria acabou sendo transferida ao ministro André Mendonça, o que reduziu a pressão institucional naquele momento, mas não impediu que o tema migrasse para o campo político dentro do Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de CPI recebeu assinaturas de parlamentares de diferentes correntes políticas. Entre os apoiadores citados estão senadores da oposição, como Sergio Moro e Eduardo Girão, além de nomes considerados independentes ou próximos da base governista, como Jorge Kajuru. O apoio suprapartidário foi interpretado por aliados de Vieira como sinal de que o tema ganhou dimensão institucional no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se instalada, a comissão terá prazo inicial de 120 dias para conduzir as investigações, podendo convocar autoridades, requisitar documentos e ouvir testemunhas. O requerimento prevê que sejam analisadas as circunstâncias das relações entre integrantes do Judiciário, operadores do mercado financeiro e empresas ligadas ao Banco Master, bem como eventuais impactos dessas conexões em decisões judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, o caso também já começou a ser debatido em outras frentes do Legislativo. A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado aprovou convites para que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli prestem esclarecimentos, além de convocar Daniel Vorcaro para depor. O episódio ampliou o embate institucional entre setores do Congresso e membros do Supremo Tribunal Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, nem Moraes nem Toffoli se manifestaram publicamente sobre a iniciativa de criação da CPI no Senado ou sobre as acusações que motivaram o pedido de investigação parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa agora é que o senador Alessandro Vieira protocole formalmente o requerimento nos próximos dias. Caso o documento seja lido em plenário e não haja retirada de assinaturas, caberá à presidência do Senado dar andamento ao processo de instalação da comissão, indicando integrantes e definindo sua composição política. O desdobramento do caso pode abrir mais um capítulo de tensão entre o Legislativo e o Supremo em meio a uma das maiores crises recentes envolvendo o sistema financeiro e o Judiciário no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Brasil se assusta com revelções sobre corrupção, prostituição e até violência com participação de autoridades no caso Master</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/07/brasil-se-assusta-com-revelcoes-sobre-corrupcao-prostituicao-e-ate-violencia-com-participacao-de-autoridades-no-caso-master/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 14:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Festas de luxo, prostitutas e briga judicial: o episódio em Trancoso que expôs bastidores da vida de Daniel Vorcaro O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Festas de luxo, prostitutas e briga judicial: o episódio em Trancoso que expôs bastidores da vida de Daniel Vorcaro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O banqueiro <strong>Daniel Vorcaro</strong>, controlador do <strong>Banco Master</strong> e investigado em apurações sobre operações financeiras suspeitas, protagoniza episódios controversos envolvendo até festas privadas como a com acompanhantes de luxo que terminou em disputa judicial com a empresária <strong>Sandra Habibe</strong>, proprietária de uma mansão de alto padrão em <strong>Trancoso</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mensagens de WhatsApp anexadas ao processo e posteriormente citadas em investigações revelaram reclamações da dona do imóvel sobre festas que, segundo ela, ultrapassaram os limites estabelecidos no contrato de locação e envolveram a presença de dezenas de convidados e acompanhantes estrangeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia ganhou nova repercussão quando documentos e diálogos passaram a circular em relatórios e investigações sobre o entorno político e empresarial do banqueiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aluguel da mansão e reclamações da proprietária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio começou em outubro de 2022, quando Vorcaro alugou a mansão de Sandra Habibe em Trancoso para comemorar seu aniversário. O contrato previa um número limitado de convidados — cerca de 20 pessoas — e regras específicas sobre barulho e eventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com mensagens incluídas no processo judicial, a empresária reclamou ao corretor responsável pela locação que a casa teria sido ocupada por um número muito maior de pessoas do que o previsto. Em uma das conversas anexadas, ela afirma que a residência foi tomada por convidados e acompanhantes, relatando também que o som alto gerou reclamações de vizinhos e a intervenção da polícia local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relato, o evento teria reunido mais de 30 pessoas, incluindo músicos e convidados vindos de outras cidades. As reclamações da proprietária foram posteriormente anexadas a uma disputa judicial relacionada ao uso do imóvel.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Disputa judicial e tentativa de compra do imóvel</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A tensão entre o banqueiro e a empresária se agravou quando Vorcaro demonstrou interesse em adquirir a propriedade. Durante o processo, Sandra Habibe anexou as conversas de WhatsApp para sustentar que as festas teriam violado cláusulas contratuais e causado transtornos à vizinhança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos documentos, os eventos aparecem descritos como encontros privados de alto padrão, nos quais o uso de celulares teria sido restrito para evitar registros ou vazamentos. Os encontros, segundo relatos citados no processo, reuniam empresários e convidados de alto poder aquisitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dessas mensagens acabou expondo detalhes da rotina social do banqueiro e ampliando a repercussão do caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Namorada reclama: prints de diálogo entre Vorcaro e Martha Graeff sobre as festas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">influenciadora Martha Graeff foi exposta por<strong>&nbsp;mensagens&nbsp;</strong>obtidas pela Polícia Federal e vem circulando pela redes sociais desde a noite desta quinta-feira (5). Nas conversas, que aparecem Vorcaro aparece, em diversos momentos, desabafando com Graeff, com relatos até de extorsão. Quando o banqueiro foi preso pela primeira vez, ainda em novembro de 2025, a influenciadora acabou terminando o namoro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conversas atribuídas ao banqueiro e divulgadas em investigações mencionam discussões entre os dois sobre detalhes de encontros privados e questões pessoais. Em alguns trechos, Vorcaro utiliza comparações controversas ao falar sobre o ambiente do mercado financeiro e sobre conflitos pessoais com a então companheira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma sequência, Marta reclama de eventos com intermediação de acompanhantes pagas para encontros privados frequentados por convidados do círculo empresarial e político do banqueiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vorcaro diz que as prostitutas fazem parte de seus negócios com os convidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja as mensagens:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17728839193932403930140008550714-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-36298" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17728839193932403930140008550714-1024x512.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17728839193932403930140008550714-600x300.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17728839193932403930140008550714-768x384.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/17728839193932403930140008550714.jpg 1047w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Festas privadas e suspeitas de lobby</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios citados em investigações indicam que algumas dessas festas ocorriam em mansões de luxo, hotéis e propriedades alugadas em diferentes cidades, inclusiva na mansãodo Lago Sul em Brasília. Os eventos teriam reunido empresários, políticos e outros convidados influentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autoridades avaliam se esses encontros funcionavam apenas como eventos sociais ou se poderiam ter servido também para aproximar empresários e agentes públicos em um ambiente informal de networking com prostituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas ouvidos em investigações destacam que a participação em festas privadas, por si só, não configura crime. No entanto, o contexto em que ocorrem — especialmente quando envolve autoridades ou decisões financeiras relevantes — pode despertar interesse de órgãos de controle.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Repercussão nas investigações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição das conversas e dos episódios envolvendo a mansão de Trancoso ampliou o interesse de investigadores sobre a vida social e o círculo de relações de Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banqueiro passou a ser alvo de diferentes frentes de apuração envolvendo operações financeiras e possíveis irregularidades ligadas ao <strong>Banco Master</strong>. Nesse contexto, as festas passaram a ser analisadas por investigadores como parte do ambiente de relações pessoais e empresariais que orbitavam em torno do banqueiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os episódios envolvendo acompanhantes e festas privadas tenham forte repercussão pública, especialistas lembram que a eventual responsabilização jurídica depende da comprovação de ligação direta entre esses eventos e possíveis irregularidades financeiras ou administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso segue repercutindo no meio político e empresarial, especialmente em Brasília e no mercado financeiro, onde a figura de Daniel Vorcaro se tornou alvo de crescente escrutínio público e institucional. Ele está preso na Papuda, enquanto gente graúda como Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/06/moraes-nega-ter-trocado-mensagens-com-vorcaro-no-dia-da-prisao/">tenta se descolar do caso</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ontem, um braço armado da quadrilha de Vorcaro morreu após dois dias depois de atentar contra a própria vida ao ser preso. Conhecido como <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/07/sicario-de-vorcaro-tem-morre-cerebral-diz-advogado/">Sicário de Vorcaro, o criminoso teve morte cerebral confirmada</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escândalo tem proporções gigantescas e mancham o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo,teve encontros com Daniel Vorcaro fora da agenda oficial. As reuniões chamaram atenção quando o escândalo financeiro do banco veio à tona, ampliando questionamentos sobre a proximidade do banqueiro com integrantes do governo. O maior questionamento é porque um presidente da República recebeu um criminoso, perigoso que deu um golpe bilionário com potencial de quebrar o mercado financeiro do país, além de manter como ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski que tinha contrato milionário com o criminoso. Lula também é questionado sobre a relação com Jaques Wagner, Guido Mantega e outros do alto escalão que são próximos ou possuem contratos de fachada milionários com o esquema da quadrilha do Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Legislativo vai de senadores como Ciro Nogueira, presidente de partido como Rueda até presidente da Câmara, Hugo Motta. No judiciário, já arrastou para lama, Toffoli e Alexandre de Moraes.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Toffoli colocou vida de jornalistas em Risco? Ele sabia dos planos violentos de Vorcaro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 14:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assalto]]></category>
		<category><![CDATA[Espancar]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Lauro Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[Planox]]></category>
		<category><![CDATA[Sabi]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
		<category><![CDATA[Violencia]]></category>
		<category><![CDATA[Vorcaro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victório Dell Pyrro Dias Toffoli, ex-relator do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), teria deixado Lauro Jardim e opositores do banqueiro Daniel [...]</p>
<p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/04/toffoli-colocou-vida-de-jornalistas-em-risco-ele-sabia-dos-planos-violentos-de-vorcaro/">Toffoli colocou vida de jornalistas em Risco? Ele sabia dos planos violentos de Vorcaro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Por Victório Dell Pyrro </h6>



<p class="wp-block-paragraph">Dias Toffoli, ex-relator do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), teria deixado Lauro Jardim e opositores do banqueiro Daniel Vorcaro à mercê de um plano macabro de assaltos forjados para agressões físicas – tudo isso enquanto a PF implorava por prisões e ele segurava as rédeas da investigação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada hoje (4), escancara o que o ministro deveria saber desde fevereiro: mensagens no celular de Vorcaro ordenando violência contra o jornalista do O Globo e outros &#8220;adversários&#8221;, mas Toffoli, sob suspeita de parcialidade, nada fez. Preferiu acobertar o golpista que também se demonstra um gangster violento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Mensagem Assassina que Toffoli Ignorou</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A perícia da PF, concluída em fevereiro de 2026, quebrou a criptografia de um celular &#8220;blindado&#8221; de Vorcaro, revelando o grupo &#8220;A Turma&#8221; no WhatsApp. Lá haviam ordens explícitas para <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/03/04/vorcaro-ordenou-espancar-jornalista-e-forjar-assalto-diz-pf-quebrar-todos-os-dentes/">simular assalto contra o jornalista Lauro Jardim,</a> que cobria o rombo do Master, e críticos do banco, com espancamentos planejados para calar bocas. Típico de organizações criminosas violentas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório bombástico enviado ao STF em 11 de fevereiro, ainda sob relatoria de Dias Toffoli, pedia prisões urgentes por ameaça e corrupção – mas o ministro, que já estava inclusive pressionado por suspeitas de laços familiares com o esquema, enrolou, mantendo Vorcaro solto até Mendonça assumir e decretar a cela para o marginal de alta periculosidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toffoli Sabia Tudo e Optou pelo Silêncio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toffoli recebeu os dados em 11/2/2026, quando ainda era relator, mas não agiu: nem prisão, nem bloqueio de bens acelerado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF avisou o ministro presidente, <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/23/fachin-arquiva-suspeicao-contra-toffoli-no-caso-banco-master-mantendo-atos-da-investigacao/">Edson Fachin</a> e clamou por suspeição por menções no celular de Vorcaro a Toffoli, mas ele resistiu até fevereiro, saindo só após o escândalo sobre ele estourar na imprensa. Resultado? Vorcaro ficou livre mesmo quando já se sabia que articulava criminosas &#8220;ações violentas&#8221; contra Jardim e outros, como confirmam diálogos interceptados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Só agora, com André Mendonça como novo relator, explode a fase 3 com 4 prisões – incluindo Vorcaro em SP – e bloqueio de R$ 22 bi.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Preço da Inação: Jornalistas na Mira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lauro Jardim, alvo por reportagens no O Globo sobre fraudes do Master escapou por pouco de um &#8220;assalto&#8221; armado em dois sentidos da palavra: armação e arma de fogo. A PF apontou coordenação criminosa para invasão de dispositivos e agressões físicas. Pergunto: Toffoli blindou Vorcaro por interesses próprios?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Justiça Tardia, Culpa Inegável</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mendonça corrige o curso, mas o dano está feito: vidas de jornalistas em risco por meses sob Toffoli. STF sob fogo cruzado, PF avança, e Brasil questiona: quem protege quem quando ministros priorizam esquemas a segurança? Essa é a roleta russa com a &#8220;tal&#8221; democracia dita pelo STF?.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Sócio dos irmãos de Toffoli denuncia desvio de R$ 100 mi em resort de luxo</title>
		<link>https://bsbrevista.com.br/2026/03/02/socio-dos-irmaos-de-toffoli-denuncia-desvio-de-r-100-mi-em-resort-de-luxo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 00:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Desvio]]></category>
		<category><![CDATA[Resort]]></category>
		<category><![CDATA[Tayayá]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Auditoria aponta gastos sem comprovação no Tayayá Porto Rico, ligado à família do ministro do STF. Viotto ameaça PF; resort nega e fala em disputa [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Auditoria aponta gastos sem comprovação no Tayayá Porto Rico, ligado à família do ministro do STF. Viotto ameaça PF; resort nega e fala em disputa societária.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos sócios do resort Tayayá Porto Rico, empreendimento de luxo às margens do Rio Paraná, denunciou um suposto desvio de até R$ 100 milhões em obras e na gestão do projeto, ligado a empresas dos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli. A acusação, revelada inicialmente pelo Estadão e repercutida por diversos veículos, é feita pelo empresário João Roberto Viotto, detentor de 18% da sociedade e ex-presidente do resort, que afirma ter encomendado uma auditoria interna apontando gastos sem comprovação documental e repasses a empresas terceirizadas sem evidência de serviços prestados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Viotto, a auditoria identificou cerca de R$ 100 milhões em desembolsos financeiros sem apresentação de notas fiscais, contratos, boletins de medição ou qualquer prova de contraprestação, além de uma diferença de R$ 7,6 milhões entre as movimentações financeiras e o saldo bancário até 31 de dezembro de 2024. Em nota divulgada por sua empresa, a JJ Capital, ele afirma que “saídas de recursos do caixa da sociedade sem a devida comprovação documental” exigem investigação técnica para rastrear o destino final dos valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empresário sustenta que os supostos desvios começaram a partir de junho de 2023 e envolvem contratos com empreiteiras e prestadores de serviços ligados à família Ferro, sócia majoritária do Tayayá Porto Rico e responsável pela administração atual do resort. Ele também aponta pendências com a Receita Federal – impostos recolhidos e não pagos – e alerta para o risco aos investidores: cerca de 620 famílias teriam adquirido mais de 1,5 mil cotas de casas e apartamentos, com valor de vendas em torno de R$ 220 milhões, enquanto o empreendimento segue em construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tayayá Porto Rico é um empreendimento privado, que teve em seu quadro societário empresas ligadas aos irmãos de Dias Toffoli, o padre José Carlos Dias Toffoli e o engenheiro José Eugênio Dias Toffoli. Dados da Receita Federal mostram que a Maridt Participações S.A., pertencente a Igor Luiz Pires Toffoli e José Eugênio, foi acionista do resort entre a criação do projeto, em 2021, e fevereiro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro nome de peso que passou pelo negócio é o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, cuja empresa participou da fundação do resort e deixou a sociedade em maio de 2024. Paralelamente, reportagens sobre a “rota do dinheiro” mostram que fundos de investimento ligados ao Banco Master e à gestora Reag compraram uma fatia milionária de outro resort do grupo Tayayá, em Ribeirão Claro, também ligado aos irmãos Toffoli – fato que gerou questionamentos sobre potenciais conflitos de interesse, embora Dias Toffoli não atue mais como relator dos inquéritos que investigam a conduta do Master e da Reag no STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A administração do Tayayá Porto Rico nega todas as acusações e classifica a denúncia como “inverídica” e “caluniosa”. Em manifestação apresentada à Justiça do Paraná, a empresa afirma que Viotto faz uma “agressiva tentativa de tomada da administração da companhia”, da qual ele foi afastado após “atividades suspeitas, desvio de finalidade, conflito de interesses e atos extremamente lesivos à empresa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o resort, não há desvio de recursos, mas sim disputa societária e desavença comercial; os gestores defendem que as movimentações financeiras questionadas têm respaldo contábil e tributário, embora nem todos os documentos tenham sido anexados ao processo judicial citado pelo sócio dissidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2025, Viotto entrou com uma ação de produção antecipada de provas na Justiça do Paraná, pedindo que Banco Central, Receita Federal e Coaf enviassem extratos bancários, histórico de movimentações e outros dados da empresa, mas desistiu do processo dias depois, antes de decisão judicial. Segundo apuração do Estadão, o recuo seria uma manobra para redistribuir a ação a outro juiz, enquanto o empresário afirma que pretende levar as evidências reunidas à Polícia Federal, diante da possibilidade de crimes contra a ordem tributária e o sistema financeiro nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como não há, até aqui, indicação de uso de recursos públicos no resort, eventuais crimes investigados seriam típicos da esfera privada, como apropriação indébita e furto de caixa de empresa, além de possíveis irregularidades fiscais. A denúncia se soma ao contexto de escrutínio crescente sobre negócios da família Toffoli com fundos ligados ao Banco Master e à Reag.</p>
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		<title>Gilmar aprofunda o poço de lama do STF para proteger Toffoli</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 02:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Crime organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão de Gilmar Mendes de suspender a quebra de sigilos da Maridt, empresa em que Dias Toffoli figura como sócio junto aos irmãos, não [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de Gilmar Mendes de suspender a quebra de sigilos da Maridt, empresa em que Dias Toffoli figura como sócio junto aos irmãos, não é um desvio técnico menor nem um mero ajuste de limites entre Poderes. É um ato profundo de continuidade de crimes: um passo calculado para dificultar investigações e servirá apenas para afundar ainda mais o STF no poço de lama aberto pelo caso Banco Master, agora em nome da proteção direta de um ministro investigado e de todo o círculo que o rodeia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">De Jabuti a Maridt: mesmo molde de intervenção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O nome “Jabuti” volta a pairar, ainda que indiretamente, sobre o modus operandi de Gilmar. Em 2022, o ministro derrubou decisões da 14ª Vara Federal do Rio em operação que apurava fraudes em contratações de “funcionários fantasmas” no Sesc e no Senac, concedendo liminar em habeas corpus que anulou elementos centrais de investigação conduzida por juiz federal. A narrativa de Gilmar, como em muitos outros episódios, foi de “defesa da legalidade” e de “correção de abusos processuais” — mas, para ampla parte da opinião jurídica, o efeito foi refrear um processo que incomodava atores políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, no caso Banco Master, o movimento de Gilmar obedece à mesma lógica: escolher o relator certo, filtrar a investigação, cortar as linhas de acesso a dados. A diferença é que, desta vez, o “jabuti” não é um caso remoto, mas um processo que ameaça a própria cúpula do Supremo. Toffoli, que chegou a ser relator do inquérito sobre fraudes financeiras do Banco Master, passou a ser investigado por escolhas estranhas de peritos, por decisões que desviaram provas da Polícia Federal e por laços financeiros entre a Reag/Master e o resort Tayayá, em Ribeirão Claro, ligado à Maridt.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Jabuti que ninguém quer ver</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O “Jabuti” aparece no momento em que o STF decide aceitar um pedido em um caso arquivado para tratar de outro caso, este gravíssimo, além de o advogado do investigado escolher quem vai tocar o caso, que tipo de prova é aceito, quem vai interpretar o material apreendido e, sobretudo, quem pode apertar o botão da quebra de sigilos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Toffoli ainda comandava o caso Master, impôs escolha de peritos específicos, determinou que provas coletadas na segunda fase da operação Compliance Zero ficassem sob custódia da PGR e adotou medidas que, aos olhos da PF, iam contra o padrão de autonomia da investigação. E aos olhos de qualquer idiota demonstra o crime continuado do ministro que ficou milionário da noite para o dia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação de Gilmar nesse contexto não foi de distância, mas de defesa contínua e de cara lisa com muito óleo de peroba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O defensor master da ocultação de provas &#8211; é isso que Gilmar faz ao decidir essa aberração jurídica -,  justificou a permanência de Toffoli dizendo que sua atuação “observa os parâmetros do devido processo legal” e que a PGR teria reconhecido a “regularidade” da sua continuidade no caso. A mensagem, em termos políticos, era clara: quem está ameaçado é um dos nossos; quem manda apurar somos nós; quem julga, também. Um escárnio.  Eles podem, já que existe um fraco presidindo o Senado. Aliás mais que fraco, um rabo preso que teme ser investigado por seus crimes pelo STF e aí, uma mão podre suja a outra. </p>



<h3 class="wp-block-heading">A escolha de Gilmar como relator pelo “investigado”</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até outro dia, Toffoli ainda era relator do Master; depois, o caso foi redistribuído a André Mendonça, cortesia de um sorteio interno que, por unanimidade, aceitou o próprio Toffoli de deixar a relatoria — sem declarar suspeição, mas admitindo que a continuidade havia se tornado politicamente insustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, quando se trata de proteger a esfera que o envolve diretamente, Toffoli não recorre a um juiz federal, ao CNJ ou à própria PGR: ele escolhe recorrer a Gilmar Mendes. Foi o próprio ministro que, na prática, acabou se tornando o “relator da família” no caso Maridt, ao aceitar o pedido da empresa para anular a quebra de sigilos bancários, fiscais e telemáticos determinada pela CPI do Crime Organizado, isso em açãojáarquivada em 2023, totalmente desconexa ao caso do BancoMaster, alvo da CPI do CrimeOrganizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Maridt, sociedade anônima de capital fechado com sócios que incluem Dias Toffoli e seus irmãos, vendeu parte do resort Tayayá a um fundo ligado à Reag, braço do Banco Master, num negócio que já levanta suspeitas de enriquecimento sem origem declarada e de uso de canais privados para movimentar valores de alto risco. A CPI entende que a empresa pode ter servido como canal de recebimento de vantagens indevidas, com escritórios de advocacia pagando mensalmente “consultoria” por serviços de conteúdo questionável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O argumento de “desvio de poder” como cortina de fumaça</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao anular a decisão da CPI, Gilmar Mendes fala em “abuso de poder” e “devassas generalizadas”, diz que a comissão não teria encontrado nexo entre a Maridt e o crime organizado, e que a investigação teria “temas desconexos” do seu objeto formal. Mentira. Em linguagem processual, é um clássico recurso de blindagem: transformar a necessidade de esclarecer enlaces entre dinheiro, lobby e poder em “desvio de finalidade” da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade, no entanto, é que a CPI apurava não apenas a expansão de facções e milícias, mas também a presença de instituições financeiras nas estruturas de lavagem, incluindo o Banco Master, Reag e empresas ligadas a operadores próximos a Toffoli. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Num contexto em que a PF já apontava que a investigação poderia revelar quem eram “as verdadeiros entranhas” do Banco Master, suspender a quebra de sigilos da Maridt não é ato de defesa da legalidade, mas de proteção da esfera de um ministro que já foi relator do caso e que, por via de tangos, continua tendo seus negócios cercados pela própria Corte que tem a obrigação de desfazer esse crime e encontrar formas de punir Gilmar Mendes e Toffoli por essa manobra indecente, ilegal e imoral.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O descrédito do STF como estratégia institucional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso se encaixa no quadro que já vem sendo descrito há tempos por analistas: o STF entrou em um ciclo de automutilação institucional, em que cada decisão que tenta “blindar” um ministro ou um setor da Corte, como um Jabuti em câmera lenta, que jamais sobe em árvore e nitidamente alguém o colocou lá, acaba corrindo a poeira de um poço de lama que ele próprio cavou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso Banco Master, que poderia ter sido um momento de fortalecimento da Justiça, virou operação de contenção de danos, com troca de relatores, decisões polêmicas de Toffoli, manobras de Gilmar e um clima de desconfiança entre os próprios ministros. Muitos dizem até que foram traídos por Alexandre de Moraes, o outro ministro da Corte enlameado até o pescoço por denúncias de jornalistas de que advogou junto ao Banco Central para ajudar Daniel Vorcaro em seus crimes financeiros bilionários. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica mais dura que se pode fazer hoje é esta: o STF não está mais apenas em risco de perder credibilidade; Já está em total descrédito e de forma consciente, usa a própria autoridade para restringir o alcance de investigações que envolvem seus integrantes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao escolher Gilmar como relator para proteger a Maridt, Toffoli se achando esperto demais reforça a imagem de que o Supremo é um organismo que, em vez de permitir que a luz entre nos cômodos escuros, prefere puxar para cima as portas corrediças e fechar as janelas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Para onde o poço de lama leva?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se o caso Banco Master se esvaziar, se provas forem travadas, se peritos escolhidos por relatores movediços se tornarem obstáculos, o STF não terá apenas “salvado” um ministro ou um grupo de amigos. Terá, mais uma vez, exibido que o critério que mais importa no Corpo Deliberativo é a proteção mútua, não a transparência. Os Jabutis de Gilmar, de tempos em tempos, sempre parecem surgir nos momentos em que alguém na cúpula precisa de um túnel de escape.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até quando o STF vai continuar aprofundando esse poço de lama em nome da própria sobrevivência política? E o lodo já está tão espesso que até o Congresso se suja mais e pode tarde demais para voltar a apertar o botão do sigilo, quem vai ter coragem de dizer que o problema não é a CPI, mas o muro de proteção que o próprio Gilmar ergueu — mais uma vez — em torno de Toffoli? Diz aí, Alcolumbre. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mendonça desobriga irmãos de Toffoli a comparecerem na CPI que investiga Banco Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 18:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão controversa nesta quinta-feira (26). Ele desobrigou os irmãos do ministro Dias Toffoli de comparecerem à CPI do Crime Organizado no Senado. Convocados na condição de investigados, José Eugênio Dias Toffoli e José Carlos Dias Toffoli agora podem escolher se vão ou não à comissão, sem risco de sanções como prisão em flagrante ou condução coercitiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto da CPI e as Convocações Polêmicas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A CPI do Crime Organizado investiga o Banco Master, escândalo de fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e crime organizado. Na quarta-feira, 25, o colegiado, presidido pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE), aprovou a convocação compulsória dos irmãos de Toffoli. O motivo é a Maridt Participações, empresa dos três irmãos, que recebeu R$ 35 milhões de fundo gerido por Daniel Vorcaro, dono do Master. Suspeita-se de lavagem de dinheiro via resort em Antonina (PR), ligado aos investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão também quebrou sigilos bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos da <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/23/fachin-arquiva-suspeicao-contra-toffoli-no-caso-banco-master-mantendo-atos-da-investigacao/">Maridt</a>, Reag Trust e Banco Master. Convites foram estendidos a Toffoli, Alexandre de Moraes e esposa Viviane Barci, sem obrigatoriedade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisão de Mendonça: Direito à Não Autoincriminação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Inquérito 5.026 (relatado por Mendonça, ex-relator do Master após Toffoli pedir vistas em 12/02), as defesas argumentaram que os irmãos são investigados, invocando o artigo 5º, LXIII, da Constituição contra autoincriminação. Mendonça concedeu salvo-conduto, convertendo a convocação em facultativa. Se comparecerem, terão direito ao silêncio, sem compromisso de dizer a verdade, assistência de advogado e proteção contra constrangimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele citou jurisprudência do STF: investigados não produzem provas contra si. A decisão vale como salvo-conduto e foi comunicada à CPI. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Reações e Críticas à Decisão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Oposição no Senado, como Vieira, vê a Maridt como &#8220;fachada&#8221; para lavagem; defesa dos irmãos nega irregularidades e destaca ausência de denúncia formal. Governistas aplaudem o freio ao que chamam de &#8220;politização&#8221;. Toffoli renunciou à relatoria do Master sob pressão interna, citando &#8220;altos interesses institucionais&#8221;. A decisão reforça tensão entre poderes, com STF limitando CPIs em casos sensíveis. CPI segue com depoimentos de Vorcaro e ex-diretores do banco. </p>
<div id="bsbre-2021083502" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-1893712394" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/26/35983/">Mendonça desobriga irmãos de Toffoli a comparecerem na CPI que investiga Banco Master</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Motta sai em defesa de Toffoli criticando CPIs que investigam Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victório Dell Pyrro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Master]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro do STF encontrou defensor à altura de seus duros que o chutaram de relatoria suspeita em escândalo bilionário Por Victório Dell Pyrro Hugo Motta, [...]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Ministro do STF encontrou defensor à altura de seus duros que o chutaram de relatoria suspeita em escândalo bilionário </h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Victório Dell Pyrro</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, transformou-se no escudeiro oficial de Dias Toffoli no escândalo Banco Master, maior fraude financeira da história recente do Brasil, com bilhões desviados em lavagem de dinheiro e crime organizado. Em entrevista ao site Metrópoles nesta quinta (26/02/2026), o parlamentar paraibano minimizou as polêmicas, chamando de &#8220;exagero da mídia&#8221; as críticas à atuação suspeita do ministro do STF, que atuou como relator com decisões que cheiraram a blindagem: sigilo excessivo de provas, peritos escolhidos a dedo e retenção de materiais apreendidos pela PF.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Postura de Protetor: &#8220;Exagero&#8221; ou Encobrimento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Motta, com a cara de pau de quem sabe que tem poder para engavetar CPIs, defendeu Toffoli como se o ministro fosse um santo imaculado: &#8220;Ele atendeu todos os pedidos da PF e MP com equilíbrio&#8221;. Equilíbrio? Enquanto PF achava mensagens de Vorcaro citando Toffoli no celular do banqueiro, e o ministro era sócio da Maridt, empresa que fez negócios com fundo ligado ao Master? Isso é equilíbrio ou conflito de interesses gritante, que já rendeu pedidos de suspeição e perplexidade na PGR? Motta prefere chamar de &#8220;exagero&#8221;, ignorando que Toffoli tem histórico polêmico desde o Mensalão, anulando condenações e suspendendo investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara nem pisca para o óbvio: decisões de Toffoli geraram &#8220;insegurança jurídica&#8221;, como disse o criminalista Antônio Gonçalves, com o ministro virando investigador, promotor e juiz ao mesmo tempo. Nem mesmo as viagens de Toffoli com envolvidos no caso Master, nem o escandaloso resort Tayayá e deixam Motta enrubecido na hora de atacar parlamentares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ataque às CPIs: &#8220;Palanque Eleitoral&#8221; ou Medo da Verdade?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pior: Motta vomitou veneno contra a CPI do Crime Organizado no Senado, que ousou convidar Toffoli e Moraes, quebrar sigilos da Maridt (irmãos do ministro) e investigar o rombo. &#8220;Querem fazer palanque eleitoral, CPI tem escopo fixo&#8221;, reclamou ele, como se desvios bilionários coubessem em caixinhas regimentais. Hipocrisia pura: na Câmara, Motta inventou uma &#8220;fila cronológica&#8221; de 15 CPIs antigas para enterrar o Master na 13ª posição, usando artifício regimental para travar o inquérito – STF já disse que instalação é obrigatória, mas quem liga?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele evita &#8220;desgaste político&#8221;, como sussurram fontes, porque Vorcaro tem tentáculos no Centrão, e Motta não quer cutucar onça com vara curta. Estratégia de adiamento eterno, enquanto aposentados do INSS choram bilhões roubados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Consequências: Congresso Acovardado Frente ao STF</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa &#8220;alergia a CPIs&#8221;, como batizou a Gazeta do Povo, revela um Legislativo acovardado, priorizando pautas como PL da Dosimetria para crime organizado em vez de fiscalizar o Judiciário inchado. Motta e Alcolumbre sepultam a CPMI do Master para não melindrar o STF, que &#8220;cumpre seu papel&#8221; – papel de quê, exatamente? De blindar aliados? Enquanto PF e MP suam na investigação, o presidente da Câmara prefere palestras sobre &#8220;resposta dura ao crime&#8221; sem mexer nos podres de Toffoli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil merece mais que protetores de suspeitos; precisa de Câmara que investigue, não que obstrua. Motta, saia da concha – ou revele por que tanto zelo pelo Master?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta pode ser porque há investigações   envolvendo seu gabinete, família e emendas parlamentares em instâncias como MPF, PF e TCU. Nenhuma denúncia formal contra ele prosperou até agora no Supremo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja a Lama de capivaras do defensor de Toffoli:</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rachadinha no Gabinete (MPF/PRDF, encaminhada ao STF)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria da República no DF abriu investigação preliminar em novembro de 2025 sobre suposta rachadinha no gabinete de Motta. A chefe de gabinete, Ivanadja Velloso Meira Lima, detinha procurações para movimentar salários de 10 assessores, com indícios de desvio de R$ 220 mil (2005-2009). Justiça Federal deu prosseguimento a ação de improbidade contra ela em dezembro de 2025; caso Motta seja implicado, vai ao STF.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Delação de Propina em Emendas (PF/STF)</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Delação premiada de José Aloysio Machado da Costa Neto (2017, homologada em 2025) acusa Motta de receber 10% de propina (R$ 78 mil) em contrato de R$ 780 mil para recapeamento de ruas em Malta (PB), via emenda parlamentar. Encaminhada ao STF após sentença na Justiça Federal da PB, mas sem homologação ou denúncia até fevereiro de 2026.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Desvios em Obras com Emendas (PF/MPF/TCU)</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Emendas de Motta financiaram obras investigadas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Operação Outline (2024): R$ 5 milhões para Alça Sudeste e Av. Manoel Mota em Patos (PB), com desvios; MPF move ação por corrupção contra prefeitura do pai de Motta (Nabor Wanderley), firmada dia antes da posse.</li>



<li>UBSs em Patos (2015): Delator alega 20% desviados para campanha de Motta em 2014; enviado ao STF sem avanço.</li>
</ul>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Família Envolvida (Justiça Federal/TCU)</strong></h6>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mãe (Ilanna Motta): Presa em 2016 na Operação Veiculação por fraudes em licitações.</li>



<li>Avó: Processos por irregularidades.</li>



<li>Pai: Investigado por corrupção em obras municipais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div id="bsbre-2405331568" class="bsbre-depois-do-conteudo-2 bsbre-entity-placement" style="clear: both;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado.jpg 1048w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-600x600.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-1024x1024.jpg 1024w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-60x60.jpg 60w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-768x768.jpg 768w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Carro-e-Cia-quadrado-900x900.jpg 900w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" width="1048" height="1048"   /></div><br style="clear: both; display: block; float: none;"/><div id="bsbre-2385575245" class="bsbre-depois-do-conteudo bsbre-entity-placement"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg" alt=""  srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista.jpg 937w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-600x321.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Vale-das-cachoeiras-anuncio-Bsb-Revista-768x411.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" width="937" height="502"   /></div><p>O post <a href="https://bsbrevista.com.br/2026/02/26/motta-sai-em-defesa-de-toffoli-criticando-cpis-que-investigam-master/">Motta sai em defesa de Toffoli criticando CPIs que investigam Master</a> apareceu primeiro em <a href="https://bsbrevista.com.br">BSB REVISTA</a>.</p>
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		<title>Fachin arquiva suspeição contra Toffoli no caso Banco Master, mantendo atos da investigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Calango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 12:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[arquiva]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[fachin]]></category>
		<category><![CDATA[Stf]]></category>
		<category><![CDATA[Suspeição]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso Toffoli fosse considerado suspeito, todos os atos da investigação sobre o Banco Master poderiam ser anulados Detalhes do arquivamento O presidente do Supremo Tribunal [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Caso Toffoli fosse considerado suspeito, todos os atos da investigação sobre o Banco Master poderiam ser anulados</h6>



<h2 class="wp-block-heading">Detalhes do arquivamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin arquivou a  arguição de suspeição que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli como relator das apurações sobre fraudes no Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/02/17718524961414268577138775237886.jpg" alt="" class="wp-image-35879" srcset="https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/02/17718524961414268577138775237886.jpg 800w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/02/17718524961414268577138775237886-600x338.jpg 600w, https://bsbrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/02/17718524961414268577138775237886-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O pedido surgiu de relatório da Polícia Federal, baseado em mensagens extraídas do celular apreendido de Daniel Vorcaro, autuado em 10 de fevereiro de 2026. O arquivamento foi no sábado (21).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A Corte entendeu não haver base jurídica para suspeição, especialmente após Toffoli deixar a relatoria em reunião administrativa de 12 de fevereiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reunião dos ministros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em reunião reservada no dia 12, os 11 ministros debateram o relatório da PF e decidiram pela redistribuição do inquérito a André Mendonça. Oficialmente <br>Toffoli saiu voluntariamente da relatoria, mas sem declaração formal de impedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os despachos e diligências autorizados por Toffoli seguem válidos, sem anulação de provas coletadas.<br>Não houve abertura de investigação contra o ministro, que pode atuar em julgamentos futuros sobre o caso no plenário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Antecedentes do caso Master</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações miram irregularidades financeiras, lavagem de dinheiro e supostas propinas ligadas ao banco e empresas de Vorcaro.<br>Mensagens citam Toffoli e uma firma familiar, Maridt, em contexto de pagamentos no resort Tayayá, negados pelo ministro como ilícitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ligações entre Dias Toffoli, o resort Tayayá e Daniel Vorcaro envolvem negócios societários familiares e mensagens identificadas pela Polícia Federal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação societária via Maridt</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toffoli é sócio da Maridt Participações, empresa de seus familiares, que tinha 33% do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), até 2025.<br>A Maridt vendeu a participação em 2021 para o Fundo Arleen, ligado ao Banco Master, com aporte de R$ 4,3 milhões e participação de empresa controlada pelo cunhado de Vorcaro.<br>Toffoli declarou os dividendos como lícitos e negou amizade íntima ou irregularidades com Vorcaro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mensagens e contatos da PF</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Relatório da PF apontou mensagens de Vorcaro e seu cunhado sobre pagamentos a Toffoli, possivelmente ligados ao Tayayá.<br>Registros mostram ligações telefônicas entre eles e um convite de Toffoli para festa de aniversário, indicando proximidade.<br>Vorcaro mencionou em conversas ter pago R$ 35 milhões ao resort sob cobrança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resposta de Toffoli</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro chamou as citações de &#8220;ilações desconexas&#8221;, destacou que a Maridt é gerida por familiares e assumiu a relatoria do caso Master só após a venda.<br>Não houve pedido formal de afastamento no relatório, mas isso gerou a arguição de suspeição e sua saída voluntária da relatoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dias Toffoli tem irmãos e primos diretamente ligados à Maridt Participações, empresa central no negócio do resort Tayayá.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Irmãos na Maridt</h2>



<p class="wp-block-paragraph">José Eugênio Dias Toffoli é diretor-presidente da Maridt, sediada em sua casa em Marília (SP), com capital social de R$ 150.<br>José Carlos Dias Toffoli, conhecido como Padre Carlão, foi diretor-presidente inicial até 2023, quando passou o cargo ao irmão.<br>Igor Luiz Pires Toffoli, filho de José Eugênio e sobrinho de Dias Toffoli, atua como diretor desde março de 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primo envolvido</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mario Umberto Degani, primo de Dias Toffoli, integrou a sociedade do Tayayá e vendeu sua parte em setembro de 2025 para Paulo Humberto Barbosa, advogado ligado à J&amp;F.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Participações no Tayayá</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Maridt deteve até 33% das cotas do resort entre 2020 e 2025, vendidas em etapas: parte ao Fundo Arleen (ligado ao Banco Master) em 2021, e o restante à PHD Holding em fevereiro de 2025.<br>Outros irmãos, como José Carlos, tiveram participações indiretas via Maridt em resorts relacionados, como Tayayá Porto Rico (18% entre 2021-2025).</p>
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